Bonecos de Santo Aleixo: Próximas datas
Estes títeres tradicionais parecem ter tido a sua origem na aldeia que lhes deu o nome.
São títeres de varão, manipulados por cima, à semelhança das grandes marionetas do Sul de Itália e do Norte da Europa, mas diminutos, de vinte a quarenta centímetros.
O estojo de bonecos e textos tradicionais, que eram somente transmitidos via oral, chegaram às mãos de Ti’Manel Jaleca através da sua mulher, que os recebeu directamente dos seus antepassados. Manuel Jaleca, que manteve o espectáculo durante algumas décadas, conheceu entretanto António Talhinhas, camponês dotado de grande poder de improvisação e cantador, que veio a imprimir grande dinâmica à companhia, acabando por comprar todo o espólio, passando Jaleca a seu empregado.
Os Bonecos que hoje se apresentam, foram pertença da família Talhinhas durante cerca de três décadas e, a partir de 1967, “dados a conhecer ao mundo culto” por Michel Giacometti e Henrique Delgado.
Os Bonecos de Santo Aleixo, propriedade do Centro Dramático de Évora, são manipulados por “uma família”, constituída por actores profissionais, que garantem a permanência do espectáculo, assegurando assim a continuidade desta expressão artística alentejana.
Conhecidos e apreciados em todo o país, com frequentes deslocações aos locais onde tradicionalmente se realizava o espectáculo, os Bonecos de Santo Aleixo participaram também em muitos certames internacionais e são anfitriões da BIME – Bienal Internacional de Marionetas de Evora, que se realiza desde 1987.
SOBRE O ESPECTÁCULO
O essencial dos meios utilizados é composto por um lugar de representação chamado retábulo, construído em madeira e tecidos floridos, reproduzindo um palco tradicional em miniatura com pano de boca, cenários pintados em papelão e iluminação própria (candeia de azeite); os Bonecos são realizados em madeira e cortiça, medem entre 20 e 40 centímetros de altura e são vestidos com um guarda-roupa que permite, como no teatro naturalista, identificar as personagens da fábula contada.
A música (guitarra portuguesa) e as cantigas são executadas ao vivo.
Os textos, transmitidos oralmente, resultam de uma fusão entre a cultura popular e uma escrita erudita.
REPORTÓRIO RECOLHIDO:
• Aldonso e Doroteia
• Auto da Criação do Mundo
• Auto do Nascimento do Menino
• Baile dos Anjinhos
• Baile dos Cágados
• Baile das Cantarinhas
• Confissão da Beata
• Confissão do Mestre Salas
• Contradança
• Filomena e Zeferino
• Fado do Senhor Paulo d’Afonseca e da Menina Virgininha
• Lará
• Os Martírios do Senhor
• Passo do Barbeiro
• Saiadas
• Sermão do Padre Chancas
FICHA TÉCNICA:
Atores / manipuladores: Ana Meira, Maria Marrafa *, David Russo *, Gil Salgueiro Nave, Isabel Bilou, José Russo, Vitor Zambujo.
Acompanhamento musical: Gil Salgueiro Nave e David Russo *.
DATAS E ESPETÁCULOS:
2026
15 de novembro, Teatro de Montemuro
23 de outubro, Congresso internacional Artes e Imaginário Popular. Gouveia.
2 de abril, 21h30. Sociedade Recreativa de Aldeia da Serra. Arraiolos.
27 de março, Fórum Cultural José Manuel Figueiredo. Baixa da Banheira
15 de Março, 21h30, Cineteatro S. João em Palmela
4 de janeiro, 17h00, Caldas da Rainha.
2025
4 de janeiro, 16h00 e 21h30 – Sociedade Recreativa Sanluizense, São Luís. Vila Nova de Milfontes
13 de Maio, 14h30, Auditório Municipal, Ermidas do Sado
20 de maio, 20h00, Sevilha – Consulado Geral de Portugal
5 de junho, 21h00. Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende ( BIME )
7 de junho, 19h30. Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende ( BIME )
12 julho, em Gondomar – Festival Ei Marionetas – 21h30
19 de setembro, Santa Susana 21h30
20 de setembro, Loulé
21 de setembro, Vila Franca de Xira – Palácio do Sobralinho – 18h00
26 setembro, Almada – Teatro-Estúdio António Assunção 21h30
27 setembro, Almada – Teatro-Estúdio António Assunção 21h30
15 de novembro, Teatre Municipal Benicàssim (Valência), 18h30
21 de novembro, Museu da Marioneta, 19h30
22 de novembro, Museu da Marioneta, 2 sessões: 17h00 e 19h30
De 16 a 20 de dezembro, no Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende. Évora
às 19h00, e na sexta e sábado às 21h30
2024
20 de abril, 21h00 – Casa da Cultura, Mora
23 de abril, 19h30 – Dia da inauguração da exposição no Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), Lisboa
5 de maio, 17h00 – MAAT, Lisboa
10 de maio, 21h30 – Sociedade Recreativa Sanluizense, São Luís – V.N. Milfontes
11 de maio, 16h00 e 21h30 – Sociedade Recreativa Sanluizense, São Luís – V.N. Milfontes
12 de maio, 16h00 e 19h00 – Sociedade Recreativa Sanluizense, São Luís – V.N. Milfontes
18 de maio, 18h00 – MAAT, Lisboa
19 de maio, 16h30 – Casa da Música Jorge Peixinho, Montijo
8 de junho, 18h00 – MAAT, Lisboa
9 de junho, 16h00 e 21h30 – Teatro-Estúdio António Assunção, Almada
10 de junho, 16h00 – Teatro-Estúdio António Assunção, Almada
23 de junho, 17h00 – MAAT, Lisboa
28 de junho, 21h30 – Cine Teatro Avenida, Castelo Branco
7 e 8 de setembro, 18h30 – Sociedade Vencedora Portimonense, Portimão
18 de outubro, – Teatro-Estúdio António Assunção, Almada
1 de novembro, 21h00 – Biblioteca Júlio Dantas, Lagos
28, 29 e 30 de novembro, 20h30 – Museu da Marioneta, Lisboa
8 de dezembro, 18h00 – Montoito
13 de dezembro, 21h00 – Casa do Povo, Freixo
14 de dezembro, 18h00, no auditório do Centro Cultural de Redondo
16 a 21 de dezembro, 18h30- Biblioteca Pública de Évora
Anos anteriores fora do registo desta folha
VER&APRENDER: Não se pode! Não se pode!
Dois cães de guarda passam o dia a patrulhar um quintal, de um muro para o outro, cauda apontada e nariz para o ar. Ali há regras muito importantes para cumprir. Só assim conseguem que nenhum intruso apareça. Mas, então… o que faz um gato vadio junto ao portão? Só pode ser um ataque! Os gatos são perigosos, sabe-se lá o que trazem de fora. A menos que descubram o que existe para além do quintal… Não se pode! Não se pode!
Em 2025, artistas de Lagos, Ourém e Ponte de Lima foram convocados a participar na criação de dois novos espetáculos Boca Aberta, a partir de um mesmo tema. Os espetáculos — ‘Cabe mais um?’ e ‘Não se pode! Não se pode!’ —, estrearam e foram inicialmente apresentados nas cidades de origem dos respetivos artistas e seguiram em digressão por Portugal. Em 2026, estas criações são apresentadas pela primeira vez em Lisboa e continuam a digressão pelo país. Apresentam-se em Évora agora.
textos Inês Fonseca Santos e Maria João Cruz
encenação Catarina Requeijo
interpretação em Évora, Faro, Lagoa, Lisboa (3-7 jun), Mafra, Ponta Delgada Berna Huidobro, Guilherme Félix, Inês Cardoso
interpretação em Águeda, Barcelos, Bragança, Fafe, Lisboa (17-21 jun), Paredes, Paredes de Coura, Penafiel, Seia, Viana do Castelo e Vila Real Mário Alberto Pereira, Marta Garcia Cruz, Sofia Pereira
cenografia Carla Martínez
figurinos Aldina Jesus
sonoplastia Sérgio Delgado
assistência de encenação Luís Godinho, Manuela Pedroso
produção / mediação Nelda Magalhães, Rita Silva
produção Teatro Nacional D. Maria II
Decorre em jardins de infância da cidade.
1, 2 e 3 de junho
mais informação: tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/nao-se-pode-nao-se-pode
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Meu Pé de Laranja Lima
Viajamos com Zezé nas suas múltiplas aventuras, na comovente descoberta da ternura através do seu amigo Portuga, mas também na descoberta da dor quando o amigo morre tragicamente, colhido por um comboio. O valor da amizade, a capacidade da imaginação para superar as condições mais adversas, a defesa do amor e da ternura como armas para vencer o medo e a estreita ligação com a natureza, parecem-nos temas com capacidade para continuar a interessar e comover espectadores de diversas gerações. O texto alerta também para o lado sombrio da infância, muitas vezes esquecido diante da enorme quantidade de material que tem como tema a infância idealizada, numa sociedade urbana que fomenta essa visão.
de José Mauro de Vasconcelos, encenação de Elsa Valentim
Teatro Garcia de Resende
7 de dezembro, 2025
16h00
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
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Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
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VER&APRENDER: Não há Duas sem Três
Na feira popular ninguém passa frete! É a certeza da tia Odete.
A sobrinha Manela vai adorar e o marido Alfredo vai ter de alinhar. Lugar de aventuras, mas também de surpresa. E não é que a pequena resolve sair à francesa? Aproveitando uma distração, Manela desaparece no meio da multidão. Onde estará a pequena? No carrossel? No comboio fantasma? A comer uma fartura? E assim começa a aventura. Odete não perde a lucidez porque sabe que Não há duas sem três. Acabarão por encontrar a Manela? E, afinal, onde estava ela?
Texto: Catarina Requeijo e Inês Barahona | Encenação e Interpretação: Catarina Requeijo | Cenografia e Figurinos: Maria João Castelo | Sonoplastia: Sérgio Delgado | Assistência de Encenação e Apoio à Produção: Sara Inês Gigante | Produção Executiva: Formiga Atómica | Imagem: Maria João Castelo | Uma produção: LU.CA – Teatro Luís de Camões e Formiga Atómica
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
29 e 30 de novembro, 2025
11h00 – sessões para famílias
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
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Telefone: 266 703 112
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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Cabaret Voltaire
“Estamos na 1ª Guerra Mundial. Os artistas Hugo Ball e Emmy Hennings refugiam-se na Suíça, país neutro no conflito. Em Zurique abrem um café a que dão o nome de Cabaret Voltaire. Aqui chegam artistas vindos de todo mundo fugidos da guerra. O Cabaret Voltaire, espaço seguro de liberdade e criação artística, é o ponto de encontro da arte de vanguarda da primeira metade do século 20 e o local que dará origem ao movimento DADA, um dos mais importantes movimentos
da história da arte contemporânea. É através do dadaísmo que pela primeira vez a marioneta é utilizada como objeto intelectual artístico, nomeadamente por várias mulheres artistas como Anna Hoch ou Sophie Tauber, sendo esta também uma das razões fundamentais que levam a S.A.Marionetas a homenagear o movimento DADA.
Ao recriar o mítico café de Zurique como um local seguro de efervescência criativa, a S.A.Marionetas pretende falar fundamentalmente de liberdade, inovação e salvação através da arte, sobretudo em tempos tão instáveis como os que atravessamos hoje.”
FICHA ARTÍSTICA
Original: José Manuel Valbom Gil, Natacha Costa Pereira, Sofia Olivença Vinagre | Encenação e Manipulação: José Manuel Valbom Gil, Natacha Costa Pereira, Sofia Olivença Vinagre | Construção e Figurinos das Marionetas: Natacha Costa Pereira e Sofia Olivença Vinagre | Objetos e Estruturas cénicas : José Manuel Valbom Gil, Rodrigo Moreira, Natacha Costa Pereira | Costureira: Olinda Lopes | Sonoplastia: Natacha Costa Pereira | Registo Fotográfico: Rodrigo Moreira | Registo Vídeo : Joana Borges | Pesquisa: Natacha Costa Pereira | Produção: Beatriz Pires
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
28 de outubro, 2025
19h00
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
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Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
VER&APRENDER: A menina que via o mar de várias cores
“O mar é azul. Excepto para Madalena, que conseguia ver várias cores no mar, mas não sabia o que significavam. Jorgito, um amigo recente e curioso, ajuda-a a tentar perceber a sua capacidade de ver o que mais ninguém vê. Mas, entretanto, Madalena é raptada pelos Cientistas Sem Escrúpulos, que
tinham percebido como o estranho poder de Madalena de ver o invisível valia muito dinheiro.
Conseguirá Jorgito, com a ajuda de Maenas, o caranguejo que gostava de organizar e planear, salvar Madalena?”
Os Piscos iniciam a sua atividade em 1997, com Mulher, na Escola Secundária Dr. Manuel Candeias Gonçalves, Odemira, Marido Precisa-se, 1998, e A Carteira do Malavado, espetáculo de raiz etnográfica, 1999, registando-se como pessoa coletiva em 2000 e tendo como principal objetivo a criação de um grupo profissional e experimental de teatro como forma de contribuir para a dinamização cultural e teatral do concelho.
Com Bonecos de Trapo, desde 2012, dá corpo a um projeto profissional de teatro de bonecos de luva, levando a cena adaptações teatrais de contos da tradição oral. Histórias do Roberto, 2012, Mama na Burra, 2013, O Touro Azul, 2014, João Pequeno, 2015, Porco ou Vaca, 2017 O Príncipe Sansolaranja, 2018, A Sardinha esquecida, 2018, A Moura da Foz, 2019, O Dragão e a Princesa, 2020, A Galinha do Zé Latibó, 2021, O Fantasma do Bosque, 2021, O Conto do Pastor, 2021, O Bolo de chocolate, 2021 e também multimédia A Caverna Sagrada, 2020, Cenários de Verão, 2021, e MiraContos, 2024.
A atividade teatral profissional de ator começa com o ciclo dos monólogos, Pego das Pias, 2012,
Muezzin, 2013 e Ibn Marwan, 2018. Com o Teatro do Mira, desde 2015, dá corpo a um projeto profissional experimental de teatro de ator que tem como missão dar a conhecer os clássicos do teatro e da cultura portuguesa a toda a população, em parceria com as juntas de freguesia, associações locais e município. Corre Corre Cabacinha, 2016, A Selha, 2017, As Botas do Chico e Um Amoroso, 2018, O Perfume da Gardénia, 2019, A Farsa de Mestre Patelin; Os Assassinos da Carvoeira, 2020, O Juiz da Beira, 2021, O Mercador de Veneza, 2022, Raid Milfontes Macau, 2023, A Família do Antiquário, 2023, A Menina que via o mar de várias cores, 2024 e O Doente Imaginário, 2024.
A Menina Que Via O Mar de Várias Cores de Vanda Brotas Gonçalves,
Encenação e concepção plástica de Rui Pisco,
com Helena Macedo, Ana Sofia Cunha, Andreia Coelho, Simão Silva e Leonel Parreira.
Adaptação de Vanda Brotas Gonçalves e Rui Pisco,
Design e Divulgação de
Catarina Pisco, Produção de Paula Coelho, Guarda Roupa de Helena Macedo
e Música de Cláudio Pereira.
Produção de Os Piscos,
Estrutura financiada pela Dgartes-Governo de Portugal e Município de Odemira.
Apoios Junta de freguesia de Vila Nova de Milfontes, Casa do Povo de Vila
Nova de Milfontes, ACRD Longueira e ACDR Brunheiras.
Mais informações em Teatro do Mira
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
26 e 27 de outubro, 2025
11h00
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.





