SONS NO SALÃO: Terra da Saudade

​​”Saudade” é um sentimento muito português. Mas a saudade não se resume à nostalgia do país perdido, ou à recordação dos tempos da juventude. Na arte pode ser também a referência a estilos antigos. Este recital percorre as várias facetas da saudade, desde a melancolia existencial do fado até às memórias de infância, passando pela visita aos estilos e géneros musicais do passado.

Diana Botelho Vieira nasceu na ilha de São Miguel, Açores, em 1984. Tem-se apresentado em recitais de piano, de música de câmara, contos musicais, e a solo com orquestra em vários países, como Portugal, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Estados Unidos da América, e América do Sul. Foi laureada no Prémio Jovens Músicos (RDP – Antena 2) na categoria Piano, recebeu o Búzio Revelação (Expresso das 9) e o Prémio Cultura (Correio dos Açores). Participou nos documentários Bravo e Portugueses pelo mundo: Chicago. Lançou dois álbuns com música de Sérgio Azevedo, e gravou mais três, que serão lançados em breve. Fez os seus estudos no Conservatório Regional de Ponta Delgada, na Academia Nacional Superior de Orquestra (Metropolitana), Chicago College of Performing Arts (Roosevelt University), e Escola Superior de Música de Lisboa.

 

Diana Botelho Vieira – Piano.

 

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

4 de junho, 2024

18h30

 

Bilhetes na BOL


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Informações: (+351) 266 703 112 / Contactos
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OPERA: Felizmente Há Luar!

Quando o saudoso Joaquim Benite encenou a minha ópera “A Rainha Louca”, em 2011, lançou-me um desafio: queria que eu compusesse uma ópera sobre o meu avô, Humberto Delgado. Mas eu disse-lhe que não era capaz, por ser um assunto demasiado pessoal. (Literalmente: eu tinha cinco meses de gestação quando a minha mãe soube que o pai dela tinha sido assassinado.)

Em 2022, o maestro Osvaldo Ferreira lançou-me outro desafio: compor uma ópera sobre o 25 de Abril. Também fiquei de pé atrás, desta vez por achar o tema pouco operático e por não querer compor para uma comemoração oficial. Mas lembrei-me de uma peça que podia fazer todo o sentido: “Felizmente Há Luar”. Uma peça sobre a figura histórica do general Gomes Freire, condenado à morte em 1817, nos últimos estertores do regime absolutista.
Publicado em 1961, o texto de Luís de Sttau Monteiro era uma metáfora tão evidente do Estado Novo sacudido pelas eleições de 1958, que até os obtusos censores salazaristas a perceberam. Proibida, a peça só pôde ser representada em Portugal depois da revolução.
E foi assim que esses dois temas, que antes recusei, me vieram parar às mãos de forma metafórica. Que é como quem diz: operática.

Alexandre Delgado

 

A Orquestra Filarmónica Portuguesa já se apresentou em praticamente todo o território nacional, com algumas das mais importantes obras do repertório sinfónico e grandes solistas internacionais, destacando-se os concertos regulares no CCB, Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, Altice Arena (somos orquestra associada desta sala) e Campo Pequeno, em Lisboa, Coliseu do Porto, Casa da Música, Salão Árabe do Palácio da Bolsa, Jardins de Serralves e Museu Romântico, no Porto, Europarque (Santa Maria da Feira), Theatro Circo (Braga), Convento S. Francisco (Coimbra), Teatro Sá de Miranda (Viana do Castelo), Teatro Municipal de Bragança, Teatro Viriato (Viseu), Teatro Municipal da Guarda, Centro de Congressos de Santarém, Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra), Teatro das Figuras (Faro), Teatro TEMPO (Portimão), Teatro Aveirense (Aveiro), Auditório de Olhão, Centro Cultural do Arade (Lagoa) e participação anual na maioria dos principais festivais de música nacionais.

A OFP tem apoiado de forma consistente os jovens solistas nacionais e já encomendou e estreou 15 obras de autores nacionais e internacionais com destaque para o apoio às jovens compositoras nacionais Ana Seara, Anne Vitorino d ́Almeida, Fátima Fonte, Ana Ataíde Magalhães, Camila Salomé Menino, Sara Ross e ainda Carlos Azevedo, Alexandre Delgado, Luís Tinoco, Rafael Diaz e Nuno Guedes Campos.

Vai estrear nos próximos dois anos quatro grandes obras sinfónicas, um bailado e uma ópera na celebração dos 50 anos do 25 de Abril.

Fundada em maio de 2016, a Orquestra Filarmónica Portuguesa é amplamente reconhecida, pelo público e pela crítica, como uma das melhores orquestras sinfónicas nacionais. Os elevados padrões de qualidade e de exigência impressos desde a sua génese, levam-na a integrar um conjunto de músicos de elevado nível técnico e artístico das mais variadas nacionalidades, como sejam instrumentistas premiados em concursos nacionais e internacionais, ex-integrantes da Orquestra Jovem da União Europeia e músicos estrangeiros residentes em Portugal.
A Orquestra Filarmónica Portuguesa conta com a Direção Artística do maestro Osvaldo Ferreira, fundador do projeto e um dos mais representativos chefes de orquestra nacionais da atualidade.

 

ORQUESTRA FILARMÓNICA PORTUGUESA

FICHA ARTÍSTICA
Música e Libreto – Alexandre Delgado
Encenação – Allex Aguillera
Cenografia, caracterização e figurinos- Nuno Esteves “Blue”
Desenho de luz – Manuel Abrantes
Direção de Cena – Bernardo Lorga
Orquestra Filarmónica Portuguesa – direção artística, Osvaldo Ferreira
Coro Proarte – direção musical, Filipa Palhares
Preparador vocal e correpetidor – Pedro Lopes

ELENCO
Sílvia Sequeira, soprano – Matilde Melo
Carlos Guilherme, tenor – Principal Sousa
André Henriques, barítono – Bersdford e Antigo Soldado
Christian Lujan, baixo/barítono – António de Sousa Falcão
Tiago Amado Gomes, barítono – João Miguel Forjaz
Raquel Mendes, soprano – Mulher do povo
Pedro Cruz, tenor – Vicente
Osvaldo Ferreira – direção musical

FICHA TÉCNICA
Diretor de produção – André Cunha Leal – Proarte
Apoio à produção OFP
Maestro assistente – André Lousada
Stage manager – Paulo Alves
Produção artística – Carolina Frederico

Comemoração 50º aniversário do 25 de Abril.
Projeto apoiado pela DGartes, através dos concursos plurianuais de apoio à criação da OFP

 

Teatro Garcia de Resende

1 de junho, 2024

21h30

 

Bilhetes na BOL


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


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SONS NO SALÃO: João Barradas

João Barradas é um dos mais conceituados e reconhecidos acordeonistas europeus, movendo-se, simultaneamente, entre a música Clássica, o Jazz e a música improvisada. Venceu alguns dos mais prestigiados concursos internacionais para o seu instrumento na área da música erudita, dos quais se destacam, entre outros, o Troféu Mundial de Acordeão (CMA). Enquanto intérprete teve a seu cargo dezenas de estreias mundiais para acordeão solo escritas para ele por alguns dos mais destacados compositores europeus. Foi nomeado ECHO Rising Star pela European Concert Hall Organization para a temporada 2019/2020. Nessa mesma temporada a prestigiada BBC Music Magazine nomeou João Barradas como um dos seus Rising Stars.

Tem dado Masterclasses em algumas das mais prestigiadas Instituições do meio musical, tais como: Mupa Budapeste, Conservatório Municipal de Barcelona, Sage Gasteshead, Fundação Calouste Gulbenkian, Philharmonie Luxembourg, Sata-Hame Soi International Festival, Conservatório de Ghent, entre muitos outros. Em 2020, João Barradas obteve o 2º Prémio do Concurso de Composição SPA|/Antena 2 com a sua obra “The Edge of the Sea” para Orquestra Sinfónica.

 

 

 

Teatro Garcia de Resende

7 de maio, 2024

18h30

 

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Orquestra de Jazz da Universidade de Évora

A Orquestra Jazz da Universidade de Évora é um projeto inserido na unidade curricular Coro / Orquestra e que envolve alunos dos vários ciclos de estudos do Curso Jazz da UÉ. Fundada pelo Prof. Eduardo Lopes, a Orquestra Jazz tem vindo a desenvolver o seu trabalho, sob a direção do maestro dinamarquês Claus Nymark, em torno dos temas standard do Jazz: Dizzy Gillespie, Duke Ellington, Thelonious Monk, Charlie Parker, Tom Jobim, entre outros. O projeto “Viver e Re-viver Évora” trouxe a oportunidade da Orquestra Jazz da UÉ receber maestros convidados numa partilha e interação de ideias e conceitos que aprofundam os saberes e desenvolvem novas qualidades na música que é transmitida ao ouvinte.

“The Great American Songbook”
Direção de Luís Cunha (convidado especial).

Programa:
TAKE THE A TRAIN – BILLY STRAYHORN
SUMMERTIME – GEORGE GERSWIN, DU BOSE, DOROTHY HAYWARD E IRA GERSHWIN
THIS CAN’T BE LOVE – LORENTZ HART E RICHARD RODGERS
OUR LOVE IS HERE TO STAY – GEORGE & IRA GERSHWIN
TIME AFTER TIME – JULE STYNE E SAMMY COHN
PICK YOURSELF UP – JEROME KERN E DOROTHY FIELDS
I WONT DANCE – JIMMY McHUGH, DOROTHY FIELDS, JEROME KERN, OSCAR HAMMERSTEIN II E OTTO
HARBACH
COME RAIN OR COME SHINE – HAROLD ARLEN E JOHNNY MERCER
SWEET GEORGIA BROWN – BEN BERNIE, MACEO PINKARD E KENNETH CASEY

Direção: Prof. Claus Nymark
Voz: Ana Beatriz Baptista.
Saxofones: Eduardo Saragoça, Filipe Salvado, Filipe Valentim, Rodrigo Leal e Joaquim Condesso.
Trompetes: André Caçador, Rúben Serrão, Ana Catarina Farinha e Tiago Penna.
Trombones: Afonso Valente, Marcos Cominho, Barbara Moody e Tomás Faria.
Guitarras: Vasco Finuras e Paulo Sousa.
Piano: Mariana Mendes.
Baixo: Javier Cortes.
Bateria: Lucas Silva e José Ignácio.

 

Teatro Garcia de Resende

Domingo, 21 de abril, 2024

17h00

 

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Mário Lopes : Quimera

Quimera consiste no primeiro trabalho publicado em nome próprio do baterista e compositor eborense Mário Lopes.

Trata-se de um álbum de fusão instrumental onde se pode compreender o variado leque de influências sonoras do artista, resultando nesta criatura multifacetada que promete ter várias “cabeças”, como o nome indica. São influências claras deste trabalho nomes como Tigran Hamasyan, Snarky Puppy, Dafnis Prieto, Dream Theater e Meshuggah.

A proposta consiste num álbum de oito temas onde se poderá escutar esta fusão de estilos que abarca sonoridades de rock progressivo, metal, jazz, música cubana, brasileira, do médio oriente e também dos balcãs, resultando numa paisagem sonora de cariz cinematográfico.

Acompanhado por instrumentistas de excelência, Mário leva ao público um espetáculo poderoso e energético, atestado de ritmos desafiantes e compassos compostos, predominantes na sua música.

 

Teatro Garcia de Resende

13 de abril, 2024

21h30

 

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Estrada Branca. José Afonso e Vinicius de Moraes

José Afonso e Vinicius de Moraes

Estrada Branca, um livro, um filme, um concerto.

Que pontos unem estes dois vultos navegando a mesma jangada do verbo e do tempo em terras opostas?
Como se cruzam os seus discursos? Onde se tocam os seus universos?

O encontro de duas vozes autorais maiores de Portugal e do Brasil, José Afonso e Vinícius de Morais, por duas vozes do presente, José Pedro Gil e Mónica Salmaso, aconteceu no Porto, em Sintra, em Lisboa, nos idos de Maio e Junho de 2017.

O resultado foi uma felicidade merecedora de ser estendida no tempo e no espaço, uma preciosidade rara em projectos desta natureza, pouco tentados entre Portugal e Brasil, distantes na aparência do real mas estranhamente próximos na universalidade do sentido e na língua que os patrocina, onde as suas diferenças são ricas e enriquecedoras. As pernas do projecto Estrada Branca estão aí, ainda jovens e vibrantes de seiva, aguardando o apuro da estrada e o comprovativo de outros olhos.

Carlos Tê

 

Ficha artística:

Mônica Salmaso e José Pedro Gil, Voz
Nelson Ayres, Piano e acordeão
Teco Cardoso, Flauta e Shruti
Emanuel de Andrade, Piano
Ana Pereira, Violino
Filipa Serrão, Violino
Joana Cipriano, Viola d’Arco
Nuno Abreu, Violoncelo
Mônica Salmasotoca, Ovinho, Pandeiro, Tambor, Vassourinha, Kalimba, Metrônomo, Agogô
José Pedro Giltoca, piano em Endechas a Bárbara Escrava.

 

Teatro Garcia de Resende

10 de abril, 2024

21h30

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