Não Andes Nua pela Casa!

Monsieur Ventroux, um deputado ambicioso, tem apenas um defeito: a Mulher, que tem uma tendência fugaz para se exibir.

Mal-entendidos, falsos pretextos, a situação escala a uma catástrofe social para o deputado à medida que confusões e coincidências inoportunas fazem circular pela casa um mordomo impertinente (Victor), um político rival (Hochepaix), um repórter do El Figaro (Jaival) e – em participação fulgurante – uma vespa.

Uma das comédias mais engraçadas e delirantes de Feydeau.

Uma comédia picante de uma atualidade impressionante!

Sobre o autor

Observador lúcido da sociedade do seu tempo, Feydeau construiu intrigas impecáveis e esquadrinhou sem concessões a natureza humana, especialmente a da pequena burguesia.

Satirizou os temas comuns da comédia popular, como maridos enganados e mulheres estúpidas, e os modismos da época, divertiu as plateias parisienses do início do século XX e tornou-se universalmente apreciado.

As suas peças foram incorporadas ao repertório da Comédie-Française em Paris e montadas por muitas outras companhias no exterior. Criador de uma técnica perfeita e renovadora da técnica do vaudeville, elevou o padrão literário parisiense e internacional.

O seu amigo Sacha Guitry disse a propósito da sua técnica renovadora do vaudeville: “Ele aperfeiçoou o vaudeville onde Eugène Labiche parou”.

 

 

Teatro Garcia de Resende

8 de junho, 2024.
21h30


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Informações: (+351) 266 703 112 / Contactos
Compra de bilhetes: www.bol.pt

 

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A Cidade e as Serras, Não é Eça.

Terras de Sol Posto é uma aldeia no meio das serras onde Idalécio e Amândio são os únicos habitantes. Tratam das ovelhas, na realidade é só uma, pois as outras foram para a cidade em busca de uma vida melhor. Amândio é dono de uma oficina de automóveis e dinamiza uma rádio local, única ligação das aldeias enterradas no vale e onde o sinal de telemóvel e de televisão não chega.

Um dia chega às Terras de Sol Posto um empreendedor, com o objetivo de apresentar uma candidatura a fundos europeus para a criação de um lar de terceira idade na aldeia, que parece finalmente sair do marasmo e entrar diretamente no século XXI. No entanto, no dia seguinte, regressa à terra uma estudante empreendedora, com a intenção de criar uma mina de lítio no local, prometendo não o século XXI, mas sim, saltar diretamente para o século XXII. Face ao inusitado interesse nas riquezas da região, chega por fim a comunicação social para dar eco aos sucessos das Terras de Sol Posto e ao futuro risonho que os espera.

 

EQUIPA

Cocriação: Teatro do Montemuro e Teatro da Palmilha Dentada

Texto e Encenação: Ricardo Alves

Cenografia e figurinos: Sandra Neves

Música: Carlos Adolfo

Interpretação: Abel Duarte/Cristiana Sousa/Eduardo Correia/Ivo Bastos/Paulo Duarte/Rodrigo Santos

Desenho de Luz: Paulo Duarte

Direção de Cena: Abel Duarte

Direção Técnica: Dário Pais/Vasco Mósa

Assistência à construção de cenários e figurinos: Carlos Cal/Maria Conceição Almeida

Produção: Abel Duarte /Helena Fortuna / Sofia Macedo

Assistência à Produção e Comunicação: Joana Miranda

Foto de Cena: Júlio Eme

Coprodução: Teatro Viriato

Estruturas financiadas pela República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes

 

 

 

Teatro Garcia de Resende

10 de maio, 2024.
19h00


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


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Limites

A criação “Limites” nasceu de um convite da Companhia romena Centrul de Teatru Educational
Replika ao TdA para ser seu parceiro juntamente com a Companhia grega Modernoi Kairoi no
programa CREA – Cultura 2021. O projeto consiste na criação de três diferentes encenações da
peça romena Limites em cada uma das línguas dos parceiros.
Limites” é um espetáculo sobre a escola onde ninguém parece encontrar o seu lugar ou direção. O tema da Educação assume particular pertinência atendendo à relevância das questões da Educação e das alterações de paradigma do papel dos intervenientes no ambiente escolar e do próprio ensino e da forma de transmissão de conhecimentos.

Espetáculo com 7 personagens e uma só atriz, que aborda a escola e a educação.
Para a documentação artística desta peça foram entrevistados na Roménia dezenas de professores e professoras do ensino secundário, bem como inspetores e inspetoras escolares e representantes das instituições que desempenham um papel decisivo no sistema educativo romeno. Em Portugal, foram realizadas entrevistas e foram acompanhadas as atuais reivindicações e lutas dos professores. Assim, procurou-se apresentar as realidades educativas com que nos deparamos enquanto sociedade, juntamente com os complexos vínculos entre professores, crianças e pais.


FICHA TÉCNICA
:

Texto: Mihaela Michailov e Radu Apostol | Tradução: Mick Greer e Graça Margarido |
Encenação: Radu Apostol | Interpretação: Elsa Valentim | Cenografia: José Manuel Castanheira |
Figurinos: Dino Alves | Música: Rui Rebelo | Voz: Mafalda Evaristo | Desenho de Luz: Aurélio
Vasques | Adereços: Pedro Antunes | Fotografia: José Frade | Vídeo: José Ricardo Lopes |
Design Gráfico: João Rodrigues | Consultoria de Comunicação/Assessoria de Imprensa: Sofia
Peralta | Assistente de cena e contra-regra: Nérika Amaral / Mafalda Evaristo | Montagem e
Operação: Gi Carvalho| Direção de Produção: Daniela Sampaio | Produção Executiva: Gabriela
Frade.

Produção: Teatro dos Aloés 2023.

 

Teatro Garcia de Resende

10 de maio, 2024.
19h00


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

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Antigonick

É sempre arriscado revisitar um clássico, sobretudo quando já foi revisitado por outro autor. Contudo, pareceu imprescindível, à luz dos dias que correm, revisitar Antígona — a de Sófocles e a de Carson —, apresentando Antigonick. No clássico grego, Antígona é condenada à morte após a violação de um dos éditos de Creonte, que a impedia de dar sepultura digna ao seu irmão, Polinices, considerado um traidor.

Poderia ser considerada uma peça sobre o luto e a responsabilidade moral que temos para com os mortos, mas desengane-se o espectador. Antigonick é, para lá disso, um apelo à desobediência civil quando somos governados por tiranos, por haver uma diferença radical entre justiça e legalidade e porque todo o plano autocrático deve ser combatido com uma vontade inabalável.

 

Ficha Técnica:

Autor: Anne Carson | Tradução e dramaturgia: Isabel Lopes| Encenação: Fernando Mora Ramos | Desenho de Luz: Jorge Ribeiro | Cenografia e Criação de Imagem: José Serrão

Interpretação: Isabel Lopes, Nuno Machado, Beatriz Antunes, Mafalda Taveira, José Carlos Faria, Henrique Manuel Bento Fialho, Fernando Mora Ramos, João Costa, Fábio Costa, Carlos Borges e Diogo Marques

 

Teatro Garcia de Resende

3 de maio, 2024

– 15h00 (sessão para escolas)

– 21h30

 

 

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A que Cheira a Liberdade?

O espectáculo “A que cheira a Liberdade?” pretende assinalar a data que marcou profundamente o nosso país – 25 de abril de 1974. Faz 50 anos que um golpe de estado deu lugar a uma revolução que mudou para sempre a vida de milhares de portugueses.

“A que cheira a Liberdade?” abraça todas as gerações e todos os sentidos: visão, olfato, paladar, audição e tacto. Durante a criação deste espectáculo foi fundamental revisitar o conceito e a palavra “liberdade”, o que significava antes e o que significa hoje. O que é liberdade? O que significa para cada um de nós?

 

Ficha Artística:
Criação e Encenação: Jeannine Trévidic | Interpretação e manipulação: Carolina Maio e Luís Campião | Construção de Cenografia: Nuno Silvestre | Objectos e Bonecos/Desenho: Nuno Silvestre | Construção e Pintura: Jeannine Trévidic e Nuno Silvestre | Desenho de Luz: Octávio Oliveira | Operação de Luz e Som: Adriana Pereira | Direcção de Produção: Luís Vicente

 

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

28 de abril, 11h00
29 de abril, 11h00 e 15h00

19h00


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

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Dança de Roda

Com doze anos de existência, o Curso Profissional Intérprete/Ator/Atriz, da Escola Secundária André de Gouveia, em Évora, tem constituído, ao longo destes anos, uma mais-valia para a região do Alentejo, por representar uma área artística que, para além da forte ação que exerce sobre os alunos que o frequentam, age também sobre a comunidade recetora – o público – imprescindível para o trabalho por ele desenvolvido.

Poucos domínios conseguirão, como o teatro, enriquecer tão profundamente a formação de um indivíduo, desenvolvê-lo, dotá-lo de capacidades que nem o próprio julgava possuir, estimulá-lo em outras que poderá aprender, despertando o seu potencial imaginativo e criativo. É a pessoa em si o espaço prioritário do teatro e a imaginação não tem limites.

Um Curso que tem parcerias com várias estruturas artísticas e que proporciona, aos alunos, a experiência de contactar com diferentes artistas, com diferentes estéticas, a possibilidade de assistirem a espetáculos de Teatro, Dança, Circo Contemporâneo, Ópera; Exposições; Workshops; visitas de estudo a Museus e a Festivais.

A peça é um delicioso exercício cénico. “Dança de Roda” é uma dança em dez quadros, em que cada par vai evoluindo numa ligação sem falhas. A prostituta fala com o soldado, este passa à cena seguinte onde troca galanteios com a criada que, por sua vez se deixa seduzir pelo jovem senhor na cena 3. Jovem senhor que desvia do bom caminho uma jovem senhora, que depois mostra o seu dia a dia com o marido, que por seu turno se envolve com a doce burguesinha, sendo que esta arrebata o poeta na cena 7, para a seguir o poeta se envolver com a actriz, esta com o conde e finalmente o Conde reencontrar a prostituta da cena 1, no final.
Arthur Schnitzler fez da sexualidade e dos códigos comportamentais da sociedade burguesa vienense do final do século XIX os grandes temas da sua obra. O olhar de um clínico de alma humana, sentado no leito de morte de uma sociedade decadente.

O objectivo deste estágio no Teatro Garcia de Resende, dirigido por profissionais de teatro, traduz-se num conjunto de práticas artísticas que aproximem os formandos ao trabalho teatral de uma estrutura profissional.

Ficha Técnica:
Direção Artística, espaço cénico e guarda-roupa: José Russo e Ana Meira
Diretor do Curso e Orientador de Estágio: Carlos Alves
Professora de Movimento: Margarida Abrantes
Professora de Voz: Glória Costa Silva
Alunos atores: Ana Martins, Beatriz Barreiros, Carlota Figueiredo, Fábio Pé-Leve, Guilherme Bento, Inês Fernandes, Jéssica Rebocho, Kawanny Martins, Maria Brito, Miguel Seloca, Núria Graça, Rafael Mateus, Ricardo Pereira e Sofia Gomes
Iluminação: António Rebocho, assistido por Victor Emil – aluno em estágio do Instituto del Teatro de Barcelona
Música: João Loio (temas criados para uma montagem de “Dança de Roda” em 1983)

 

Teatro Garcia de Resende

26 de abril, 15h00
27 e 28 de abril, 16h00


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

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