VER&APRENDER: Não se pode! Não se pode!
Dois cães de guarda passam o dia a patrulhar um quintal, de um muro para o outro, cauda apontada e nariz para o ar. Ali há regras muito importantes para cumprir. Só assim conseguem que nenhum intruso apareça. Mas, então… o que faz um gato vadio junto ao portão? Só pode ser um ataque! Os gatos são perigosos, sabe-se lá o que trazem de fora. A menos que descubram o que existe para além do quintal… Não se pode! Não se pode!
Em 2025, artistas de Lagos, Ourém e Ponte de Lima foram convocados a participar na criação de dois novos espetáculos Boca Aberta, a partir de um mesmo tema. Os espetáculos — ‘Cabe mais um?’ e ‘Não se pode! Não se pode!’ —, estrearam e foram inicialmente apresentados nas cidades de origem dos respetivos artistas e seguiram em digressão por Portugal. Em 2026, estas criações são apresentadas pela primeira vez em Lisboa e continuam a digressão pelo país. Apresentam-se em Évora agora.
textos Inês Fonseca Santos e Maria João Cruz
encenação Catarina Requeijo
interpretação em Évora, Faro, Lagoa, Lisboa (3-7 jun), Mafra, Ponta Delgada Berna Huidobro, Guilherme Félix, Inês Cardoso
interpretação em Águeda, Barcelos, Bragança, Fafe, Lisboa (17-21 jun), Paredes, Paredes de Coura, Penafiel, Seia, Viana do Castelo e Vila Real Mário Alberto Pereira, Marta Garcia Cruz, Sofia Pereira
cenografia Carla Martínez
figurinos Aldina Jesus
sonoplastia Sérgio Delgado
assistência de encenação Luís Godinho, Manuela Pedroso
produção / mediação Nelda Magalhães, Rita Silva
produção Teatro Nacional D. Maria II
Decorre em jardins de infância da cidade.
1, 2 e 3 de junho
mais informação: tndm.pt/pt/programacao/espetaculos/nao-se-pode-nao-se-pode
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Fantasia sem Abrigo
Esta trilogia começa pelo fim: Fantasia sem Abrigo, que dá o nome ao espetáculo, Na Porra do Texas e Notícias do Novo Mundo. Nesta viagem o acaso é provocado por um desejo impetuoso de alcançar a liberdade que percorre diferentes tempos e espaços. Numa casa sem teto, num deserto ou numa grande metrópole inventam-se motivações para dar novos significados à vida, ao amor e ao medo.
I
Em Fantasia Sem Abrigo: dois amigos de rua vivem uma vida ausente de compromisso.
Estes dois vagabundos com mantos de veludo vivem o seu tempo como gesto poético e convidam a uma fantasia de que um mundo realmente livre está ao nosso alcance.
Quebram a ideia de que uma sociedade deverá ser regida por leis – fossem elas a solução de todos os males da Humanidade.
Estes dois seres, talvez erráticos aos olhos de hoje, apresentam-nos uma exigência ética e uma bonomia perante o mundo que concretiza, em cena, a Liberdade enquanto Poética e mais ampla forma de viver.
II
Em Na Porra do Texas: dois amigos viajam até ao Texas para comparecerem ao funeral de um outro com o qual passaram a adolescência. Existe entre eles a incógnita se, “aquele que não se pode dizer o nome”, efetivamente morreu ou não. Entre um desenrolar cómico e absurdo dos acontecimentos, surge, a estas duas personagens centrais, um perigo de vida que agudiza ao ouvirem baleias cantar… mas, baleias?, na porra do Texas?
III
Em Notícias do Novo Mundo: existem forças contrastantes – a ordem e o caos convivem.
Dois jovens enamorados lutam para conquistar o futuro num ambiente apocalíptico enquanto o Indiferente, sentado na sua poltrona, rejeita a ideia de uma resolução terrena.
Nesta terceira e última peça, as personagens encarnam, simbolicamente, possíveis comportamentos face a uma efabulação do apocalipse bíblico.
***
Uma criação ESTADO ZERO – Associação cultural | Tiago Mateus
Em co-produção com o São Luiz Teatro Municipal @teatrosaoluiz
Em parceria com Os Músicos do Tejo @osmusicosdotejo
Com direção musical de Marcos Magalhães
Interpretação:
David Pereira Bastos, Dinarte Branco, Marcello Urgeghe, Sofia Fialho, Tiago Barbosa e Zé Alves (atores);
Susana Gaspar e Luís Beirão (Cantores líricos);
Nuno Mendes, André Reis, Paul Wakabayashi, Hugo Paiva, Marina Camponês, Luís Marques, Miguel Costa, Marcos Magalhães (músicos)
Teatro Garcia de Resende
* Neste espetáculo são usados efeitos de fumo e fuma-se em cena.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
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Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
O Céu da Língua
Gregório Duvivier tem na língua portuguesa não somente uma pátria mas uma obsessão. Ou, como dizem os jovens, um hiperfoco. Afinal a palavra é uma fonte inesgotável de humor, desde os primórdios. No Princípio era o Verbo, disse Deus. E logo de seguida vieram os erros de concordância. O mesmo Deus disse: Faça-se a Luz. Mas disse para quem? E por quê?
O espetáculo mistura Stand Up Comedy com poesia falada e uma dramaturgia que costura tudo. Stand up poetry? Linguistic comedy? Como preferir. Gregório prefere na nossa língua: Comédia Poética. Dirigido pela atriz Luciana Paes, Gregório descobre o poder da fala e lembra-nos que o homem nada mais é do que um macaco que fala – e todas as outras diferenças derivam disso.
Uma peça fenómeno, vista por mais de 200.000 espectadores, regressa agora a Portugal para uma digressão que inclui uma apresentação no magnífico e histórico Teatro Garcia de Resende, prometendo emocionar o público numa viagem pela palavra e pelo poder da linguagem.
Interpretação
Gregório Duvivier
Produção: H2N – Culture Connectors
FICHA TÉCNICA:
Texto e Interpretação Gregório Duvivier
Direção Luciana Paes
Assistencia de Direção Theodora Duvivier
Direcção Musical e Execução da Trilha Pedro Aune
Criação Visual e Projeções Theodora Duvivier
Figurino Elisa Fauhaber & Brunella Provvidente
Iluminação Ana Luzia de Simoni
Teatro Garcia de Resende
25 de março, 2026
18h30
fotografia de capa: Joana Calejo Pires
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Ao longe, o fim do mundo
Um grupo de terraplanistas parte rumo à Antártida para provar que a terra é plana. O já antes navegado apresenta-se como possibilidade de descoberta de uma nova verdade. Na travessia que vai da hipótese à verificação da prova relevam não a verdade mas as crenças que sobre ela têm, cada vez menos suportáveis.
Ao longe, o fim do mundo é o horizonte onde a realidade se impõe às nossas ilusões. Será a adequação entre discurso e realidade mais relevante do que as verdades que criamos em conjunto?
FICHA TÉCNICA
Texto: Beatriz e Leonor W. Carretas
Encenação: Leonor W. Carretas
Interpretação: Afonso Santos, Beatriz Wellenkamp Carretas, Joana Pialgata, Vasco Barroso
Participação especial: Emanuel Botelho
Produção: Gabriela Cavaz
Cenografia: Vítor Freitas
Realização, edição e operação de vídeo: Fábio Coelho
Sonoplastia e operação de som: Emanuel Botelho
Desenho e operação de Luz: Francisco Monteiro
Curadoria de debates: Simão Freitas
Coprodução: CENDREV
Apoios: Terceira Pessoa, Teatro Experimental do Porto, GrETUA, Teatro Oficina, Circolando, Antena 2, Coffeepaste
Agradecimentos: Instável Centro Coreográfico, Margarida Sabino
Projeto financiado pelo: Ministério da Cultura, Juventude e Desporto — Direcção Geral das Artes e pela Sociedade Portuguesa de Autores
Teatro Garcia de Resende
20 a 22 de março, 2026
19h00
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
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E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Teatro às Três Pancadas
“Teatro às Três Pancadas” é um original de António Torrado, do qual serão apresentadas três peças, com encenação de Jorge Baião. “Serafim e Malacueco na Corte do Rei Escama”, “As Três Abóboras” e “Os Quatro Pés do Trono” são três dos textos que podem ser encontrados no livro ‘Teatro às Três Pancadas’, obra incluída no plano nacional de leitura. Segundo o autor, estas peças foram inspiradas em histórias tradicionais e contos que, adaptados pelo próprio, desencadearam a sua transformação em obras teatrais.
Em “Teatro às Três Pancadas” uma trupe de saltimbancos caminha de terra em terra para apresentar o seu espetáculo, onde música transforma o caminho em festa. Na carroça que puxam, transportam um mundo imaginário, onde não faltam reis, piratas, ilhas, guardas, palácios, magos, cortesãos, mendigos, camponeses… e “o prazer irresistível de inventar o Teatro”. Entramos assim no mundo da imaginação como se entra num sonho que nos leva a um universo transformador, que nos permite ser o que quisermos. É nesse universo de transformação, onde vivem as personagens destas histórias, cujas aventuras pretendem cativar tanto crianças e jovens como os adultos.
Jorge Baião, encenador
António Torrado nasceu em Lisboa, mas com raízes familiares na Beira Baixa. Foi poeta, ficcionista, dramaturgo, autor de obras de pedagogia e de investigação pediográfica, por excelência um contador de histórias, estando muitos dos seus livros e contos traduzidos em várias línguas. Foi jornalista, editor, professor, produtor principal e chefe do Departamento de Programas Infantis da RTP. A sua bibliografia regista atualmente mais de 120 títulos, onde sobressai a produção literária para crianças, contemplada em 1988, com o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças. Livros seus foram, em 1974 e 1996, incluídos na Lista de Honra do IBBY – Internacional Board on Books for Young People. Segundo o crítico e investigador José António Gomes, “Torrado impôs-se como uma das figuras de maior relevo da nossa literatura do pós-25 de abril e dificilmente se encontrará hoje um autor que, de forma tão equilibrada, saiba dosear em livro o humor, a crítica e os sinais de um profundo conhecimento do imaginário infantil.”
FICHA TÉCNICA:
Autor: António Torrado | Interpretação: Beatriz Sousa, Fabrisio Canifa, Ivo Luz, Luís Bonito e Maria Marrafa | Encenação: Jorge Baião | Cenário, figurinos e adereços: Filipa Malva | Música e ambiente sonoro: António Bexiga | Desenho de luz: António Rebocho | Operação luz e som: Beatriz Sousa | Tradução LGP: Associação de Surdos de Évora – Núria Galinha | Fotografia e vídeo: Carolina Lecoq | Design gráfico: Alexandra Mariano | Execução de figurinos: Adozinda Cunha e Eliana Valentine | Execução de cenário: Serralharia Pedro & Pegacho, Lda e Tomé Baixinho | Apoio execução de adereços e cenário: Coletivo de atores | Comunicação: Helena Estanislau | Direção técnica: António Rebocho | Direção de produção: Tânia da Graça (Claudia Silvano – 1ª fase) | Produção e direção de cena: Beatriz Sousa | Programação e Produção em digressão: Patrícia Hortinhas | Apoio administrativo: Inês Guerra | Apoio técnico da equipa do TGR: Ana Duarte, Carlos Mavioso, Margarida Mouro, Miguel Madeira, Paulo Carocho e Tomé Baixinho | Distribuição: Vítor Fialho | Limpeza: Fernanda Rochinha | Estágio do Curso Profissional de Artes do espetáculo do Agrupamento de Escolas dos Templários de Tomar: Daniela Santos
Agradecimentos: Câmara Municipal de Évora, Centro de Recursos do Património Cultural Imaterial Municipal, Do Imaginário – Associação Cultural, José Baltazar, Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba e Sol Luz.
2026:
Teatro Garcia de Resende
10 a 13 – 10h30 e 14h30 – publico organizado
14 e 15 – 16h00 – publico geral
Dia 27 de março. Dia Mundial do Teatro – Sessão geral, às 19h00
(gratuito e apenas na bilheteira do teatro)
Viana do Castelo
31 de maio
DATAS ANTERIORES:
2025:
Festival Sementes, Teatro-Estúdio António Assunção. Almada
24 de maio, 11h00 e 16h00.
Viana do Castelo
26 de julho, 17h00
Mafra
13 de setembro, 16h00
Theatro Gil Vicente, Barcelos
11 de Maio, 16h00,
Teatro Lethes, Faro
30 de Abril, 10h30, 2025
Évora – Teatro Garcia de Resende
20 a 24 de janeiro, 10h30 e 14h30. 2025
(Sessões para escolas)
Faro – Teatro LeThes, ACTA
30 de abril, 10h30. 2025
Montemuro
24 de novembro, 2024
16h00 – Serões na Serra, Teatro do Montemuro
Arraiolos
28 de junho, 2024
Teatro Garcia de Resende
13 a 15 de maio, 2024 – Sessões para escolas:
10h00 e às 14h30
Sociedade Recreativa E Dramática Eborense
10 de maio, 2024
15h00
Associação de Moradores do Bairro do Bacelo
6 de maio, 2024
15h00
Associação de Moradores do Bairro de Almeirim
3 de maio, 2024
14h30
Grupo Cultural e Desportivo Santa Maria e Fontanas
2 de maio, 2024
14h30
Casa do Povo dos Canaviais
26 de abril, 2024
15h00
Casas Pintadas, Feira do Livro, Évora
21 de abril, 2024
Salão Desportivo Unidos da Giesteira
19 de abril, 2024
Casa do Povo de N- Sra. de Machede
18 de abril, 2024
Centro de Dia de S. Manços
17 de abril, 2024
Grupo União e Recreio Azarujense
16 de abril, 2024
Centro Cultural do Redondo
10 de abril, 2024
Teatro Garcia de Resende
14 a 24 de março, 2024
Quarta a sábado às 19h00
Domingos às 16h00
Sessões para escolas nos dias 20, 21 e 22 às 11h00
Sessões em LGP dias 16, 23 e 27
Sessão no Dia Mundial do Teatro às 21h30
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
im-POSSIBILIDADES
“im-POSSIBILIDADES” é um mergulho na mente de um organismo vivo: o próprio Teatro Garcia de Resende. Nesta criação, os alunos do Curso Profissional de Artes do Espetáculo da Escola Secundária André de Gouveia apropriam-se da arquitetura secreta do edifício.
O palco dá lugar às entranhas do teatro, o antigo espaço da escola de atores do CENDREV e a vertiginosa varanda de serviço, lugares escolhidos pelo seu potencial cénico inato. A partir do universo insólito de “Histórias Mínimas” de Javier Tomeo, construímos um mosaico de micro-narrativas onde a lógica se rende ao impossível. São diálogos breves e desconcertantes que ganham vida num cenário que não foi construído, mas sim revelado. O processo criativo abraçou o imprevisto como motor estético. A partida de duas alunas para Erasmus incentivou-nos a ressignificar o conceito de presença.
Através do vídeo, Zoom ou voz off elas surgem na relação com os colegas e tornam-se integrantes deste exercício cénico, provando que o teatro resiste à distância. Entre animais que filosofam num não lugar, moinhos e gigantes, poetas que voam e estrelas que se apagam com um sopro, “im-POSSIBILIDADES” convida o público a aceitar que, neste espaço, tudo o que se imagina é real.
FICHA TÉCNICA:
Orientação do exercício: Ivo Luz
Diretor de curso e orientador de estágio: Carlos Alves
Professora de Movimento: Margarida Abrantes
Professora de Voz: Glória Costa Silva
Alunos/atores: Bea Nepomuceno, Joana Tavares, João Rodrigues, Leonor Jesus, Lua Guerreiro, Miguel Cardoso, Rachel Almeida, Zaizy Teles
Iluminação: Fabrísio Canifa
Ambiente sonoro: Beatriz Sousa e Ivo Luz
Guarda-roupa e Adereços: Beatriz Sousa e Ivo Luz
Execução de adereços e cenografia: Criação coletiva
Operação de luz e som: Beatriz Sousa e Fabrisio Canifa
Direção Técnica: António Rebocho
Produção artística: Beatriz Sousa
Direcção de produção: Tânia da Graça
Comunicação: Helena Estanislau
Fotografia: Carolina Lecoq
Design gráfico: Alexandra Mariano
Ilustração: Ivo Luz
Apoio técnico da equipa TGR: Ana Duarte, Carlos Mavioso, Margarida Mouro, Sílvia Rosado, Tomás Catalão e Tomé Baixinho
Agradecimentos: Câmara Municipal de Évora
Produção: CENDREV
Sala Estúdio e varanda do Teatro Garcia de Resende
6, 7 e 8 de março, 2026
dia 6: 19h00
dia 7 e 8: 16h00 e 19h00
Bilhetes para este espetáculo só na bilheteira do Teatro Garcia de Resende.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.





