Exposição CENDREV 47 Anos em Cena - Escola Superior de Teatro e Cinema
Folheto da exposição:
exposicao_47anos_ESTC2022-folhetoAqui, Onde Acaba a Estrada
Uma família, que há gerações foge da guerra, chega, por fim, ao local onde a estrada termina. Aí ergue-se o Portão, para lá do qual se encontra a promessa de um mundo melhor. Para poderem entrar, contudo, terão de renunciar à língua que falam, às roupas que trazem e à caixa que, durante anos, arrastaram pelo mundo.
O espectáculo tem cenografia de João Mendes Ribeiro, figurinos e adereços de Ana Rosa Assunção, desenho de luz de Danilo Pinto, sonoplastia de Zé Diogo e interpretação de Ana Teresa Santos, Hugo Inácio, Margarida Dias, Miguel Magalhães e Ricardo Kalash.
Pela Companhia Escola da Noite. Fotografia: Carolina Lecoq
Horário: 19h00
Telefone: 266 703 112
Email: geral@cendrev.com
Organização: Cendrev | Câmara Municipal de Évora
Apoios: DGArtes, IEFP | Estrutura pertencente à Rede Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP)
Media partners: Registo, Diário do Sul e Telefonia do Alentejo
Preço: 8€ (descontos para estudantes, séniores, grupos e famílias)
De Mozart a Brahms no quinteto com clarinete
Por Ana Pereira, José Pereira, Joana Cipriano, Nuno Abreu e Nuno Silva
A formação de quinteto com clarinete é composta por quarteto de cordas e clarinete. Esta combinação foi bastante explorada no repertório camerístico das diferentes épocas da história da música. Um dos primeiros e mais importantes quintetos compostos, foi o de Mozart, que viria a permanecer até aos dias de hoje, como uma das mais importantes obras da música de câmara. Assim é também o quinteto de Brahms, composto cerca de 100 anos depois e já com uma maior tradição de repertório para esta formação. Weber, Reicha, Busoni, Glazunov, Max Reger, Fuchs, Hindemith, Jean Français.
Fotografia: Carolina Lecoq
Horário: 18h30
Telefone: 266 703 112
Email: geral@cendrev.com
Organização: Cendrev | Câmara Municipal de Évora
Apoios: DGArtes, IEFP | Estrutura pertencente à Rede Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP)
Media partners: Registo, Diário do Sul e Telefonia do Alentejo
Preço: 8€ (descontos para estudantes, séniores, grupos e famílias)
No dia Seguinte Ninguém Morreu
A partir de “As intermitências da morte” de José Saramago
No dia seguinte ninguém morreu.
A morte faz greve e não aparece. Ou, melhor, não se sabe dela.
Talvez tenha partido para uma reflexão de força maior. Quem sabe? E agora?
Ninguém morre. E sem a morte o sistema como o conhecemos entra em falência. Seguradoras, bancos, agências, hospitais, enfim todos os negócios que têm interesses económicos e que provêm da morte parecem colapsar… até mesmo o Estado – tal como numa pandemia!
Só que a morte regressa e com ela a normalidade (ou uma nova normalidade): ela decide que não é justo aparecer sem avisar e como tal decide enviar previamente uma mensagem para que o destinatário se possa apaziguar com os seus.
Só que há um dia – há sempre um dia – em que uma mensagem é devolvida. Intrigada com aquela situação a morte propõe-se averiguar quem é o sujeito que não recebe a missiva, que se recusa a morrer. Depara-se com um artista, um músico meio ausente. A morte decide ir ver um espetáculo dele para o matar, mas o inimaginável acontece. No dia seguinte ninguém morreu.
Ficha técnica:
Criação: Carlos Marques | Texto: Carlos Marques e Jorge Palinhos | Interpretação: Carlos Marques, Chissangue Afonso, Lúcia Caroço, Filipa Jaques e Pedro Moreira | Figurinos e Cenografia: Chissangue Afonso | Composição Musical: Carlos Marques | Arranjos Musicais: Pedro Moreira | Vídeo: Pedro Moreira e André Tasso | Desenho de Luz: Pedro Bilou | Operação Técnica: Pedro Bilou e Pedro Moreira | Execução de Figurinos: Luísa Sousa | Fotografia de Cena: Joana Calhau | Produção: Alexandra de Jesus | Design: Susana Malhão | Comunicação: Sira Camacho
21 e 22 de Outubro às 21h30
Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt
Bilhete: 8€ (descontos para estudantes, séniores, famílias e grupos)
Música na viragem do século
Este concerto, com obras de Edward Elgar, Paul Juon e Ermanno Wolf-Ferrari, apresenta três obras escritas dentro de um espaço de menos de uma década: as serenatas de Elgar e de Wolf-Ferrari em 1892; as cinco peças de Paul Juon em 1900. Esta semelhança de data chama ainda maior atenção ao contraste de estilos dos respectivos compositores.
Edward Elgar (1857-1923), tem como obras mais conhecidas são as Variações Enigma, o Concerto para violoncelo, a oratória O Sonho de Gerôncio e as marchas Pompa e Circunstância.
A obra de Paul Juon (1872-1940) é pouco conhecida mas demonstra características perfeitamente atualizadas para a época, por vezes com uma certa influência de Tchaikovsky.
Esta obra de Ermanno Wolf-Ferrari (1876-1948) é uma das suas primeiras peças mas demonstra um domínio excepcional do métier de compositor, acabando com uma fuga de uma energia irresistível.
Este programa apresenta obras do período áureo da orquestra de cordas como conjunto – obras que se juntam a um cânone de peças de Dvorák, Tchaikovsky, Grieg, Nielsen, Janacek, Sibelius, entre outros.
Ficha técnica:
Concerto: Orquestra do Alentejo | Direção: Christopher Bochmann | Obras de: Edward Elgar, Paul Juon e Ermanno Wolf-Ferrari | Violino 1: Luís Rufo, Vasken Fermanian, Júlia Nunes, Margarida Oliveira | Violino 2: Susana Nogueira, Tamara Torres, Rui Ramos, Joana Canhoto | Violeta: André Penas, Ana Russo, Francisca Bonacho | Violoncelo: Samuel Santos, André Rocha, Joana Rosa | Contrabaixo: Hugo Monteiro
Fotografia: Carolina Lecoq
Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt
Bilhete: 8€ (descontos para estudantes, séniores, famílias e grupos)
Meio no Meio
Este passado fim de semana, recebemos a nova criação de Victor Hugo Pontes que reflete um processo de três anos com um grupo de várias gerações proveniente de quatro territórios – Almada, Barreiro, Lisboa, e Moita – ao qual se vieram juntar outros intérpretes profissionais, num trabalho que combina e retrata diferentes percursos artísticos. Acompanhando a vida destes participantes ao longo de três anos, atravessados por uma pandemia, parte das ideias de percurso e de expectativa; de memória e autobiografia; e do movimento incessante de corpos levados ao limite por Victor Hugo Pontes. Às vezes, chama-se ‘futuro’ a esses caminhos, ou somente ‘vida’, ou ‘destino’, ou uma dessas palavras que designa o que aí vem. Meio no Meio usa a documentação e (auto)-reflexão sobre cada uma das vidas retratadas em cena, para construir um mapa afectivo de memórias e possibilidades, fixadas no texto de Joana Craveiro. Tudo isto, ao som da música intensa, mas também intimista, guerreira e libertadora dos Throes + The Shine, que era a música pedida por aqueles corpos.
Teatro Garcia de Resende
8 e 9 de Outubro 2022 – 21h30
Sem lugares marcados
informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt
Bilhete: 8€ (descontos para estudantes, seniores, famílias e grupos)





