A Ilusão Cómica
Pierre Corneille foi um dramaturgo de tragédias francês. Geralmente considerado um dos três grandes dramaturgos franceses do século XVII, junto com Molière e Racine.
Esta peça pode ser considerada como o fim de uma aprendizagem, durante o qual o autor demonstra suas proezas literárias. Em A Ilusão Cómica, Corneille faz uso de todos os gêneros teatrais: o primeiro ato é um prólogo inspirado no estilo pastoral, os seguintes três atos são uma comédia imperfeita com o personagem ridículo Matamore no centro. O quarto e o quinto atos evoluem para uma tragicomédia com seus episódios de rivalidade, prisão e até morte. A ilusão Cómica é, portanto, um resumo de um universo teatral, e é nesta peça que Corneille mostra seu domínio do teatro como um todo.
FICHA TÉCNICA:
Tradução: Regina Abramovici
Encenação: Fernando Mora Ramos
Assistente de encenação: VIctor Zambujo e joão Sérgio Palma
Cenografia e Figurinos: José Carlos Faria
Música: Carlos Alberto Augusto
Máscara: Victor Zambujo
Guarda roupa: Natividade Pereira
Direcção de produção: José Alegria e Carlos Mota
Banda sonora/sonoplastia: Nuno Finote
Iluminação/ desenho de luz: João Caros Marques, António Plácido e António Rebocho
Direcção de montagem /construção: António Galhano
Fotografia de cena: Nuno Finote
Grafismos: Olga Moreira
Secretariado: Ana Pereira
Actores: Rui Nuno, Victor Santos, Mário Barradas, João Sérgio Palma, Isabel Bilou, Victor Zambujo, Rosário Gonzaga, José
Alegria e Jorge Baião
Estreia em Abril de 1990
Évora: 19 sessões, 478 espectadores
