Tremor
O Teatro Niño Proletario é constituído como um núcleo de investigação e criação artística por Luis Guenel, Francisco Medina e Catalina Devia.
O nome do grupo foi escolhido em alusão ao conto com o mesmo nome pelo escritor argentino Osvaldo Lamborghini (1940), que, através de uma história, narra a vida de miséria de uma criança e a sua impossibilidade de quebrar o círculo de pobreza e discriminação. A história, portanto, contém a essência dos temas e preocupações que a empresa trabalha e depois traz para o palco. De temas como território, memória, género, classe, popular e identidade, o Teatro Niño Proletario encenou as peças “HAMBRE”, “TEMPORAL”, “EL OLIVO”, “EL OTRO”, “BARRIO MISERIA”, “FULGOR”, “PA PÉ , “NO TENGA MIEDO” e “NADIE LEE FUEGO MIENTRAS TODO SE ESTÁ QUEMANDO
Graduado pela Escola de Teatro da Universidade do Chile, Francisco Medina desenvolveu sua carreira como ator em variadas produções teatrais nacionais e na área audiovisual, além de trabalhar como professor em diversas casas de estudos. O seu desenvolvimento profissional tem sido marcado por intensas pesquisas sobre identidade e sua relação com o território, com destaque para a imagética, o desenvolvimento corporal e as técnicas de estudo da voz. Junto com a companhia Teatro Niño Proletario, da qual é um dos fundadores.
25 e 26 de março, 2023
Sala 8 dos Ex-Celeiros EPAC.
18h30
Entrada gratuita.
Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt/
Descobrir Louise Farrenc
Este é um programa que celebra os mundos imaginários. Começando pela misteriosa Romance de Sibelius, propõe-se a expansão da imaginação musical em vários sentidos. Inspirado pelo texto de Maurice Maeterlinck, Sibelius escreve em 1905 a música de cena para acompanhar Pelléas et Mélisande, peça teatral fundamental da estética simbolista. Na segunda metade, o programa prossegue com a majestosa e dramática abertura da ópera Idomeneo, em que Mozart dá música às tempestades e oceanos que se opuseram a esta figura mitológica, Rei de Creta. A conclusão será com a estreia em Portugal da imponente sinfonia em sol menor de Louise Farrenc, compositora do romantismo oitocentista cujo legado está, justamente, a conhecer cada vez maior disseminação. Esta sinfonia será ouvida pela primeira vez em Portugal, conduzida pela jovem maestrina Constança Simas
Sobre a Orquestra:
www.ocs.pt
Teatro Garcia de Resende
17h00
Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt/
Bilhete: 6€ (com descontos para crianças, idosos e famílias)

