Apresentação da BIME 2023
“Para lá do teatro, durante a BIME, as marionetas vão contar com uma exposição, no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, e um seminário internacional em parceria com o CHAIA – Centro de História de Arte e Investigação Artística, da Universidade de Évora.
In: Évora Noticias.
SALÃO EM TRÊS ATOS: III - Qual a realidade do ensino superior artístico, universitário e politécnico?
Convidados:
Maria Joao Vicente (Atriz, encenadora, professora na Escola Superior De Teatro e Cinema)
Vitor Lemos (Ator, encenador, professor na Universidade de Évora)
Esta atividade que nasceu no ano de 2022, com o subtítulo de “Espaço desempoeirado”, foi um ensaio com um objetivo claro: através da partilha de experiências incentivar o desenvolvimento da massa crítica.
Num momento em que o mundo gira a uma velocidade vertiginosa, não é simples encontrar tempo/espaço para que a conversa flua calmamente. Para nossa felicidade através do “Salão” este tempo/espaço tem vindo a ser encontrado.
Mantemos o “Salão”, mas não sem questionar, adaptar e evoluir. Vamos ter um “Salão em três atos” através de três ciclos de três conversas, em volta de três temas distintos e três perguntas sobre os mesmos: formação; criação; evolução / Quando?; como?; porquê?
Distribuindo as conversas pelos meses de fevereiro, março e abril queremos levantar as seguintes questões:
— Quando deve começar a formação artística?
— Como devemos introduzir, fomentar e gerir esta formação?
— Porque devemos desenvolver urgentemente este aspeto formativo?
Com este conjunto de questões pretendemos refletir em conjunto com a cidade e convidados específicos sobre o nosso papel enquanto criadores, formadores, artistas e agentes culturais.
Contamos convosco, para vir questionar connosco!
19 de abril, 18h30
Salão Nobre do TGR
Entrada gratuita.
informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral @cendrev.com / www.bol.pt
Espetáculo Final do VI Estágio da Orquestra Juvenil de Sopros
Concerto da Páscoa
O público-alvo deste estágio serão jovens do concelho, com particular foco nos músicos das bandas filarmónicas das freguesias rurais, uma vez que nestas localidades a oferta é menor ou mesmo inexistente comparativamente ao meio urbano. Este é um projeto que permite ainda uma grande aprendizagem através de um contacto mais aprofundado com a música e com outros jovens formadores. Deste modo estará também a contribuir para melhorar a qualidade das bandas, fomentando até uma maior atração de jovens para esta atividade cultural.
Teatro Garcia de Resende
17h30
Entrada livre!
Informações: (+351) 266 703 112 / Contactos
Compra de bilhetes: www.bol.pt
Reservas para espetáculos gratuitos: Reservas
SONS NO SALÃO: Águas paradas não movem moinhos - Homenagem a José Mário Branco
No sentido de assinalar e celebrar o 80º aniversário do nascimento de José Mário Branco, surge 6 VIOLAS, sexteto de violas inédito. Pensado e elaborado pelo aclamado compositor e violetista José Valente, este projeto estabelece um inesperado vínculo entre a música erudita e a canção de intervenção como forma de homenagem e enaltecimento ao incontornável legado do cantautor desaparecido em 2019, um dos mais importantes da história da música em Portugal.
Para a viagem por este importante repertório, Valente desafiou cinco dos mais brilhantes violetistas da nova geração de músicos clássicos para, em conjunto, inaugurarem um momento musical inédito. Sofia Silva Sousa, Miguel Sobrinho, João Tiago Dinis, José Miguel Freitas e Edgar Perestrelo abraçaram o desafio de constituir um sexteto de violas – a primeira formação com esta configuração em Portugal – para interpretar as belas e assertivas canções do autor de Inquietação.
FICHA ARTÍSTICA:
Sofia Silva Sousa, Miguel Sobrinho, João Tiago Dinis, José Miguel Freitas e Edgar Perestrelo – Viola de arco
José Valente – viola de arco e direcção musical
Produção: Black Dress
Fotografia : Beatriz Sousa – CENDREV
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
18h30
8.00€
Informações: (+351) 266 703 112 / Contactos
Compra de bilhetes: www.bol.pt
Reservas para espetáculos gratuitos: Reservas
Molly Sweeney
Molly Sweeney é uma peça em dois atos de Brian Friel. Conta a história de sua personagem-título, Molly, uma mulher cega desde a infância, que passa por uma operação para tentar restaurar sua visão.
O Teatro das Beiras regressa à dramaturgia irlandesa com Molly Sweeney, de Brian Friel.
O texto estrutura-se a partir da alternância das narrativas de três personagens sem interação umas com as outras – Molly, uma mulher independente e capaz, cega desde a infância, submete-se a uma cirurgia para tentar restaurar a visão; Frank, o entusiasta e inquieto marido que faz da cegueira da esposa a sua última causa; e Dr. Rice, outrora um famoso cirurgião, agora um alcoólico caído em desgraça que tenta restaurar a visão de Molly, numa tentativa de recompor a sua reputação.
No final, Molly diz: “vivo agora num país de fronteiras” onde as perceções deixaram de ser fidedignas, e a loucura e a realidade se fundem no mesmo caos.
Depois de Uma História na Cama (1997) de Sean O’Casey e Oeste Solitário (2006) de Martin McDonagh, o Teatro das Beiras regressa à dramaturgia irlandesa com Molly Sweeney, de Brian Friel.
Friel (1929 – 2015) expande a sua obra por mais de 3 dezenas de peças, tendo merecido especial atenção e divulgação na última década do século XX. Cofundador, com o ator Stephen Rea, da Field Day Theatre Company, tem sido traduzido e encenado em Portugal desde os anos 70 do século XX, com títulos como Amantes e Triunfantes (1970/71), Pais e Filhos (1991), Traduções (1996), Danças a um deus pagão (1996), Molly Sweeney (1999), O Fantástico Francis Hardy, curandeiro (2000) e Terapia das Almas (2019), que o situam na linhagem de Yeats e de Synge, universalizando as especificidades irlandesas, convocando à reflexão induzida pela emoção e imaginação sustentadas na valorização da palavra, muito embora “as palavras não sejam dotadas de plenos poderes até um actor as libertar e as preencher”.
A estreia de Molly Sweeney em 1994 no Gate Theatre ficou marcada por ser a primeira encenação de Brian Friel, experiência que voltaria a repetir em 1997 com Give me your answer. O espetáculo teve na altura uma receção dividida entre o louvor e o ceticismo. A peça chega ao público português em 1999 através do Ensemble – Sociedade de Actores, com encenação de Nuno Carinhas.
O texto estrutura-se a partir da alternância das narrativas de três personagens sem interação umas com as outras – Molly, uma mulher independente e capaz, cega desde a infância, submete-se a uma cirurgia para tentar restaurar a visão; Frank, o entusiasta e inquieto marido que faz da cegueira da esposa a sua última causa; e Dr. Rice, outrora um famoso cirurgião, agora um alcoólico caído em desgraça que tenta restaurar a visão de Molly, numa tentativa de recompor a sua reputação.
Parte da construção dramática do texto é inspirada no estudo “Ver e Não Ver” de Oliver Sacks, mais especificamente em Virgil, um homem cego desde a infância cuja visão fora recuperada em adulto e, assim como Molly, após a operação, vê o seu mundo percetivo desmoronar e não se consegue ajustar ao novo mundo visual. A sua experiência é descrita como um “milagre abortado”.
No final, Molly diz: “vivo agora num país de fronteiras” onde as perceções deixaram de ser fidedignas, e a loucura e a realidade se fundem no mesmo caos.
Ficha técnica:
Tradução: Paulo Eduardo Carvalho
Encenação: Nuno Carinhas
Cenografia: Luís Mouro
Figurinos: Luís Mouro
Cartaz: Luís Mouro
Desenho de luz: Fernando Sena
Sonoplastia: Hâmbar de Sousa
Interpretação: João Melo, Susana Gouveia e Tiago Moreira
Carpintaria: Ivo Cunha
Produção: Celina Gonçalves
Fotografia: Ovelha Eléctrica
Vídeo: Ovelha Eléctrica
Assistente de produção: Patrícia Morais
Assistente de encenação: Sílvia Morais
Pintura de telão: Luís Mouro
Costureira: Sofia Craveiro
Agradecimentos: Dª Marília Carvalho e Rute Machado
Mais informação sobre a companhia:
120 min.
Classificação etária: M/12
Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt/
Preço: 8,00€
VER&APRENDER: Lusíadas para Miúdos: A Epopeida
LUSÍADAS PARA MIÚDOS: A EPOPEIDA é, como o próprio nome indica, um espetáculo que parte do universo daquela que é, para muitos, a obra-prima da literatura portuguesa. É um espetáculo de teatro pensado para o público mais jovem – pois acreditamos que a educação e criação de públicos começa nas mais tenras idades – vivendo sobretudo da componente visual e musical, sendo reconhecíveis episódios da obra como o Adamastor ou a chegada à Ilha dos Amores.
O nariz do palhaço é a máscara mais pequena do Mundo. O que acontece quando a colocamos na maior Epopeia Portuguesa de todos os tempos? Outras e novas aventuras e peripécias se adicionam às já vividas pelo Herói Coletivo Nacional, quando coloca a batatinha no nariz. Conseguirá Camões salvar a sua obra?
FICHA TECNICA:
Criação: Bruno Domingos, Paulo Roque, Quarteto Ma non Troppo | Direcção Artística: Paulo Roque | Interpretação: Bruno Domingos, Daniela Carmona, Mariana Abreu, Patrícia Camelo, Paulo Roque | Adereços, Cenografia, Design Gráfico e Fotografia: Júlio Quirino | Desenho de Luz: Bruno Domingos | Produção: Colectivo Cal – Associação Corpo na Arte | Produção Executiva: Patrícia Camelo, Paulo Roque | Apoios: Câmara Municipal de Évora, Banda Filarmónica do Círculo Artístico Musical Safarense, Era Uma Vez – Teatro de Marionetas
26 de março, 2023
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
11h00
Entrada gratuita até aos 12
Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt





