Contos Cantados
Contos Cantados é um concerto encenado para famílias que reflete mais de 15 anos de pesquisa do performer Carlos Marques como contador de histórias.
É um trabalho de recolha de contos e lengalengas junto dos mais velhos para passar aos mais novos.
Além do espetáculo, contos cantados é simultaneamente um audiolivro com as músicas do autor e as ilustrações de André da Loba
FICHA TÉCNICA
Texto, músicas, criação e interpretação: Carlos Marques (a partir da tradição oral)
Ilustrações: André da Loba
Animações: Patrícia Neves
Design: Susana Malhão
Duração: 50m aproximadamente
Público alvo: Famílias e jovens do 1o ciclo
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
26 e 27 de janeiro, 2025
11h00
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Residência - Musicálogos
Os Musicálogos são encontros que invocam a experimentação e o cruzamento de processos criativos entre compositores de diferentes áreas musicais. Dois compositores, um local e um de outra região, juntam-se numa curta residência artística de dois dias para explorar e cruzar técnicas criativas, cujo resultado será partilhado publicamente num ambiente intimista e descontraído, com a mediação de um anfitrião.
Durante a residência artística, os compositores abraçam o instinto criativo e a liberdade de escolher o caminho que o seu Musicálogo seguirá no terceiro dia, o da apresentação pública, seja pela autoestrada do improviso, a ponte da reinterpretação conjunta ou o caminho de terra da composição.
Nesta 4ª edição, os encontros terão lugar numa nova e emblemática sala: o Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende, com três sessões: em Janeiro, Fevereiro e Março.
Mara x Margarida Campelo é a primeira parelha deste 1º encontro do 4º ciclo de Musicálogos:
Mara, cantora portuguesa de voz profunda, transita entre o fado, o cante alentejano e a música tradicional, com um percurso marcado por colaborações nacionais e internacionais e atuações em prestigiados festivais como o FMM Sines e Bons Sons.
Margarida Campelo, pianista, cantora e compositora, tem um trajecto ligado ao jazz e à música contemporânea, integrando projetos como Bruno Pernadas e Cassete Pirata. Em 2023 lançou em nome próprio o aclamado álbum “Supermarket Joy”.
Mais informação: Capote Música
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
16 e 17 de janeiro, 2025 – Residência Artística
18 de janeiro – Apresentação às 21h30
* Participação limitada
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Fado Jazz - Filhos da Revolução
O mais recente espetáculo do pianista e compositor Júlio Resende, Fado Jazz – Filhos da Revolução representa uma viagem única pela alma musical portuguesa e é uma celebração da Liberdade, dos 50 anos do 25 de abril e da relação com África. Na sequência do álbum anterior, “Fado Jazz Ensemble”, este novo álbum, lançado mundialmente no dia 13 de outubro de 2023, e que conta com o apoio de duas grandes etiquetas discográficas (Sony Music em Portugal e ACT Music no resto do Mundo), desenvolve e aprofunda a dialética entre os dois estilos musicais referidos (Fado e Jazz), contando ainda com a presença do extraordinário Salvador Sobral no tema “A Casa Dela”.
Com música original composta por Júlio Resende, este trabalho conta ainda com a presença de Bruno Chaveiro na guitarra portuguesa (um instrumento que detém uma sonoridade muito particular e típica), Alexandre Frazão na bateria e percussão e André Rosinha no contrabaixo. O espetáculo inclui ainda um gesto inédito: sendo Júlio Resende o único artista autorizado a utilizar a voz da Amália Rodrigues nos seus espetáculos, poderemos contar com um dueto impossível entre ele próprio e a extraordinária Diva do Fado na canção “Medo”.
Júlio Resende, é um dos mais internacionais músicos portugueses e conta já com nove álbuns editados, num percurso que se inicia no Jazz, passa pelo Fado e pela Palavra, numa procura contínua do lugar perfeito que nunca existe e que só assim lhe permite explorar mais e mais, conseguindo que essa insatisfação e irreverência permitam a quem o ouve, o contacto com novas descobertas.
Em fevereiro de 2022 Júlio Resende lançou mundialmente o seu álbum “Fado Jazz” pela importante etiqueta ACT Music e que recebeu as mais extraordinárias avaliações por parte dos mais relevantes críticos especializados em todo o Mundo. Em outubro de 2023 lançou o seu mais recente álbum “Filhos da Revolução”, novamente pela Sony Music (em Portugal) e pela ACT Music (resto do Mundo), o qual conta com a participação de Salvador Sobral.
FICHA ARTÍSTICA
Júlio Resende, piano
Bruno Chaveiro, guitarra portuguesa
André Rosinha, contrabaixo
Alexandre Frazão, bateria e percussão
Teatro Garcia de Resende
12 de janeiro, 2025
19h00
SONS NO SALÃO: Atravessando o Atlântico em 10 Cordas
Entrelaçando e conectando o repertório clássico para violino e guitarra com seleções musicais do Renascimento Ibérico (re-imaginadas para estes dois instrumentos) e do folclore Português e Espanhol, este concerto concerto levará o público numa viagem transatlântica, desde as paisagens soalheiras da Andaluzia aos bares de tango mal-iluminados de Buenos Aires. Além de seleções musicais do cancioneiro de Elvas e de Paris, o programa conta com obras favoritas do público como a “Suite Popular Espanhola” de Manuel De Falla e a “História do Tango” de Astor Piazzolla, assim como com obras menos conhecidas de compositores como Radamés Gnattali e seleções da recolha folclórica de Federico García Lorca.
Manuel De Almeida-Ferrer, violino
Silvia Escamilla Jimenez, guitarra clássica
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
7 de janeiro, 2025
18h30
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Concerto de Ano Novo - Orquestra de Sopros Eborae Musica
O Conservatório Regional de Évora – Eborae Mvsica, a Associação Eborae Mvsica e a Câmara Municipal de Évora promovem o tradicional Concerto de Ano Novo, pelas Orquestra de Cordas e Orquestra de Sopros do Conservatório Regional de Évora – Eborae Mvsica, sob as direções de Luís Rufo e Artur Barroso.
A Orquestra de Sopros do Conservatório Regional de Évora – Eborae Mvsica foi criada durante o ano letivo de 2009/2010, sob a direção do professor António Rosado. Constituída por iniciativa dos alunos e professores de instrumentos de sopro e percussão, com o objetivo de promover a prática de Conjunto, estabelecer e reforçar as relações de partilha e cooperação a nível musical com reflexos na qualidade de interpretação instrumental. A partir de 2013/2014 passou a ser da responsabilidade do professor Artur Barroso. Fez várias apresentações públicas e promove a organização de estágios para orquestra de sopros.
Programa: Orquestra de Sopros – Orquestra de Cordas – Concerto “Alla rustica” Rv.151 de A. Vivaldi (Allegro, Andante, Presto); Concerto grosso op.6 nº4 de A. Corelli (Adagio – Allegro, Adagio, Vivace – Allegro) com os solistas: Violino l – Joana Canhoto; Violino ll – Carla Lourenço; Violoncelo – Duarte Semeão; Adagio da Sinfonia nº2 de S. Rachmaninov; “Holberg suite”, de E. Grieg; Prealudium.
Orquestra de Sopros: Highland Cathedral, de Michael Korb, (Arr: Siegfried Rundel), com o solista Filipe Marques; Tuba Concerto Español, de Kurt Gäble (solista Luís Ferreira); 1ª Suite Alentejana (Fandango), de Luís de Freitas Branco e transcrição de Carlos Marques; Pasodole Ganadaria Murteira Grave, de Fernando Ramos; The Second Waltz, de Dimitri Shostakovitch (Arr. André Waignein); Radetzky March, de Johann Strauss.
Artur Barroso começou a estudar trompete em 1991 na Escola Profissional de Música de Évora. Tem o Curso Superior e a profissionalização para o Ensino Especializado da Música da Academia Nacional Superior de Orquestra – Orquestra Metropolitana de Lisboa. Tocou várias vezes a solo com os Organistas Sibertin Blanc e António Mota. Foi convidado para tocar com várias orquestras e grupos nacionais e internacionais. Em 2004, com o Ensemble Português de Trompetes (Ensemble fundado na Academia Nacional Superior de Orquestra, Orquestra Metropolitana de Lisboa), participa num dos maiores encontros mundiais de trompetistas: ITG (International Trumpet Guild ) em Denver (Estados Unidos). Fez vários concertos com este grupo em Inglaterra, Portugal , Espanha, Alemanha e França. Frequentou o curso de aperfeiçoamento de Direção de Banda, organizado pela Sociedade Filarmónica Artística Estremocense. Estudou Direção de Orquestra e Direção de Banda de Sopros.
Para este concerto não haverá reservas, exceto a pessoas de fora de Évora ou de mobilidade reduzida. Para mais informações deverá contactar o Teatro Garcia de Resende. Mais informações pelo telefone 266 746 750 , ou por e-mail eboraemusica@gmail.com .
Teatro Garcia de Resende
5 de janeiro, 20254
18h30
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Florbela, Florbela!
“CONDENSAR O MUNDO NUM SÓ GRITO!”
Celebrando os 50 anos do 25 de Abril, quando se perfazem 130 anos do seu nascimento e é publicado, em Portugal e no Brasil um grande dicionário da sua obra, “FLORBELA, FLORBELA” é uma homenagem a Florbela Espanca através de um espetáculo que interpreta a sua obra e a sua vida.
Este espetáculo conta com três personagens: 1 – atriz que representa a poetisa; 2 – atriz atual que interpreta o papel de Florbela Espanca na peça; 3 – encenadora e autora da peça teatral.
As três personagens, desenvolvem uma relação de conflito, aproximação / afastamento, apreço / crítica entre si, revelando não só os principais momentos da vida de Florbela, os seus dramas e paixões, a forte crítica social preconceituosa da época em que viveu, como as tensões existentes entre si, entre a mentalidade atual e a mentalidade da época em que viveu Florbela, entre os preconceitos de ontem e os de hoje. Todas estas tensões explodem e confluem para a criação do espetáculo dramático e lírico destas três mulheres / personagens.
“FLORBELA, FLORBELA” intenta homenagear esta poetisa de origem alentejana, através de um espetáculo que interpreta a sua obra e a sua vida (1894 – 1930), nascida em Vila Viçosa, que estudou e viveu em Évora, antes de se deslocar para Lisboa, tendo morrido em Matosinhos.
Esta peça é igualmente uma homenagem à mulher portuguesa, sobretudo à mulher do interior, que, mais do que a das grandes cidades, viveu durante o regime do Estado Novo segundo um estatuto social de opressão e de humilhação. Com efeito, Historicamente, ao longo do século XX, a poesia de Florbela foi enredada em dois labirintos que a ultrapassavam e de certo modo a deformavam, ou, pelo menos a inclinavam hiperbolicamente num sentido exterior à sua poesia: 1. – o labirinto das representações culturais portuguesas, no qual Florbela sofre da condição inferior do estatuto da mulher ao longo do regime do Estado Novo, para lhe ser feita justiça após a instauração do regime democrático em 1974; 2. – o labirinto das sucessivas disputas hermenêuticas literárias, que ora acolhiam, ora diabolizavam a sua obra.
Do primeiro, nasce a imagem de Florbela como mulher angustiada, que a dor, o sofrimento e a desadaptação social convertem genialmente em poesia lírica, exprimindo as emoções prevalecentes na natureza feminina. Este é o núcleo central da imagem de Florbela face aos quadros mentais do Estado Novo: uma mulher romântica, desequilibrada, incapaz de reprimir e esconder os seus desejos sensuais femininos.
Face a este núcleo central, desenha-se, ao mesmo tempo, uma outra imagem social que pode ser designada por contra-mito: Florbela tinha sido uma mulher livre, que rompera a barreira dos preconceitos conservadores, nacionalistas e tradicionalistas da sociedade portuguesa patriarcal. Em síntese, alguns sonetos são vistos como libertinos, expressão de uma espécie de D. Juan feminina, outros recolhem a tradição portuguesa da mulher sofrida, esmagada pela sociedade, vivência comum à mulher urbana, popular, esposa, mãe e dona de casa.
“FLORBELA, FLORBELA” ressuscita estas vivências em palco através de três mulheres, tornando-se, assim, um tributo à memória da cultura portuguesa do século XX.
Miguel Real
LINHAS DRAMATÚRGICAS e NOTAS DE ENCENAÇÃO
Uma escrita dramatúrgica e um espetáculo que pretendem que o público reflita connosco sobre o que se passa no palco. Intenta-se que o espetador seja estimulado a pensar a vida de Florbela tanto como se fosse uma construção de ontem, como com momentos similares atuais. As tensões múltiplas da vida de Florbela, a que o espetador assiste, são transpostas para o tempo de hoje, não o tempo em que Florbela viveu.
O espetáculo consiste num ensaio para a criação do espetáculo “FLORBELA, FLORBELA”.
Três mulheres: Uma de há 100 anos, Florbela, e duas atuais, a Atriz e a Encenadora, de duas gerações diferentes.
Dois espaços e dois tempos com 100 anos de distância: 1920 e 2024. Sala de Florbela de há 100 nos, mais elevada, que nos transporta para a sua época, e espaço de trabalho da Encenadora e da Atriz, o palco.
Encenadora e Atriz invocam Florbela para lhe fazer perguntas, esclarecer dúvidas, discutir ideias. Ora estão em tempos diferenciados, ora rompem o tempo e encontram-se as três num tempo presente. Florbela fala do que sente, deseja, de momentos da sua vida, das suas certezas, arrependimentos, mágoas.
Encenadora e Atriz pesquisam, trocam ideias, questionam-se, afirmam convicções. Por vezes as respostas às suas perguntas são dadas por Florbela sem comunicação, outras vezes comunicam diretamente. Umas vezes discordam, outras estão de acordo. Também nos gestos, nos movimentos, Florbela e Atriz, ora são díspares, ora se harmonizam, tornando-se uma só. Esse é o desígnio da Encenadora, que a Atriz se transforme em Florbela.
Cenário, figurinos, luzes, música e orgânicas sonoras caracterizam os dois tempos, o de há 100 anos e a atualidade. Imagens simbólicas revelam a imaginação e os grandes temas da vida e da obra de Florbela.
Por último, um agradecimento muito especial a toda e a equipa e ao CENDREV.
MUITO OBRIGADA.
Filomena Oliveira
ORGÂNICA SONORA, ILUMINAÇÃO E VÍDEO
Foi um desafio fazer nascer a música para este espetáculo, ainda mais dar-lhe vida em palco e fazê-la dialogar com o texto, as atrizes, a cenografia, a iluminação e o vídeo, de forma a criarmos uma bolha que contagie o espectador. Sendo a narrativa um ensaio de uma peça de teatro sobre Florbela Espanca, temos uma história dentro de uma outra história. Afastamo-nos, assim, de um conceito de época para um tempo transversal com uma margem de 100 anos de história. Desta forma, a música tanto se aproxima da poesia de Florbela como de vetores eletrónicos próprios da passagem do Séc. XX para o Séc. XXI. Assim se caracteriza o conceito de Orgânica Sonora, unindo a composição musical com a sua coexistência num ecossistema complexo de dimensões inerentes ao espetáculo. O sincronismo com a iluminação e a utilização de inteligência artificial na produção de vídeos sublinham a procura de uma abordagem orgânica dos vários média na operação técnica do espetáculo. A música procura, neste contexto, um equilíbrio entre o dramatismo da condição humana sôfrega, inevitável, absorta na profunda tristeza, e um derradeiro rasgo de esperança e reivindicação da vida em plenitude e liberdade, próprios do lirismo trágico de Florbela Espanca.
David Martins
CENÁRIO, FIGURINOS E ADEREÇOS
Florbela e Florbela… um desdobramento, dela mesma e o das atrizes que a representam.
A Vida corre em planos paralelos, desenrolando-se em tempos diferentes – no palco e fora dele vive-se com a memória.
Convocar passado e presente num mesmo espaço é uma constante dessa memória que se vai revelando em territórios feitos de palavra e adereços, figurinos e cenário.
Que o teatro possa ser sempre um testemunho de vida, alerta e liberdade.
Helena Calvet
FICHA ARTÍSTICA
TEXTO E DRAMATURGIA: Filomena Oliveira e Miguel Real
ENCENAÇÃO: Filomena Oliveira
INTERPRETAÇÃO: Carla Chambel, Maria Marrafa, Rosário Gonzaga
DESENHO DE LUZ, MÚSICA ORIGINAL, ORGÂNICA SONORA E VÍDEO: David Martins
CENÁRIO, FIGURINOS E ADEREÇOS: Helena Calvet
COMUNICAÇÃO: Helena Estanislau
FOTOGRAFIA E VÍDEO PROMOCIONAL: Carolina Lecoq
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E GESTÃO FINANCEIRA: Cláudia Silvano
PRODUÇÃO EXECUTIVA E ASSISTÊNCIA DE CENOGRAFIA E FIGURINOS: Beatriz Sousa
PROGRAMAÇÃO E CIRCULAÇÃO: Patrícia Hortinhas
TRADUÇÃO LGP: Associação de Surdos de Évora – Núria Galinha
CONSTRUÇÃO DE CENÁRIO: Helder Cavaca com colaboração de João Concha
DESIGN GRÁFICO: Alexandra Mariano
DIREÇÃO TÉCNICA: António Rebocho
OPERAÇÃO DE LUZ E SOM: David Martins e Pedro Viegas
APOIO TÉCNICO: Fabrísio Canifa
ESTAGIÁRIO ERAMUS+ DA ESCOLA SUPERIOR DE ARTES DRAMÁTICAS DE CASTELA E LEÃO, ESPANHA: Daniel Velasquez
APOIO TÉCNICO DA EQUIPA DO TGR: Ana Duarte, Carlos Mavioso, Margarida Mouro, Miguel Madeira, Paulo Carocho, Sílvia Rosado e Tomé Baixinho
DISTRIBUIÇÃO: Vítor Fialho
LIMPEZA: Fernanda Rochinha
AGRADECIMENTOS: Câmara Municipal de Évora, Carlos Ferreira, Graciete Fidalgo, Joana Espanca Bacelar, João Espanca Bacelar, Luís Inocentes
COCRIAÇÃO CENDREV – CENTRO DRAMÁTICO DE ÉVORA E ÉTER – PRODUÇÃO CULTURAL
Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra
24 de Abril, 21h30.
Datas anteriores:
Serpa
15 de novembro, 21h30. 2024
10º Cenas de Novembro, Baaal17, Cineteatro Municipal de Serpa
Teatro Garcia de Resende
10 de outubro a 3 de novembro, 2024
Espetáculo de 3 de novembro é inserido nos ENCONTROS DE TEATRO IBÉRICO 2024
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.





