VER&APRENDER : Ópera Acis and Galatea

A Camerata Atlântica apresenta a ópera Acis and Galatea, de Handel, com prólogo do compositor português Fábio Cachão. A história, com personagens da mitologia grega imortalizadas nas Metamorfoses de Ovídio, é a do amor trágico entre a ninfa do mar Galatea e o mortal Acis, destruído pelo ciclope Polyphemus.

Um dos principais motivos para a escolha da ópera pastoral «Acis and Galatea» de G. F. Handel foi o conjunto de características originais na sua composição, cujas primeiras performances foram pensadas para espaços fora dos teatros (aproveitando a própria natureza dos espaços como cenário) e um ensemble vocal e orquestral pequeno, tornando a ópera facilmente itinerante.

A ópera «Acis and Galatea» é uma obra de grande importância histórica e artística, sendo considerada como a mais importante ópera pastoral alguma vez escrita.

Os intérpretes para este espetáculo são Ana Beatriz Manzanilla, na direção musical da Camerata Atlântica, quem assegura a fidelidade estilística e a qualidade artística da performance, conjuntamente com Nuno Margarido Lopes, no cravo.

A voz e encenação será da Alexandra Bernardo, que junto aos destacados cantores portugueses João Pedro Cabral, Mariana Castello-Branco, Carlos Baltazar, trazem uma visão criativa e adaptável, capaz de transformar qualquer espaço em um palco adequado para a ópera.

 

 

Galatea: Mariana Castello-Branco
Acis: João Pedro Cabral
Damon: Alexandra Bernardo
Polyphemus: Carlos Baltazar
Ninfas e Pastores: Catarina Carvalho, Estrela Martinho, António Geraldo, João Fará
Maestro correpetidor e cravo: Nuno Margarido Lopes
Conceito, tradução e monólogos: Alexandra Bernardo
Prólogo: Fábio Cachão
Camerata Atlântica
Direção: Ana Beatriz Manzanilla

Apoio:

Direção Geral das Artes.

 

Teatro Garcia de Resende

30 de maio, 2026
17h00

 

Sujeito a reservas


MÚSICA : Camané

Camané é a voz mais emblemática do fado. Um intérprete com uma profundidade rara e um rigor melódico que tem honrado a tradição sem deixar de a reinventar.
Com 13 discos já editados, o último dos quais nomeado nos Grammy Latinos 2025 na categoria de «Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa», é um intérprete com uma intensidade única, onde cada palavra e cada silêncio contam uma história.
Camané dá nova vida a grandes poetas e compositores, respeitando as tradições com uma frescura que cativa novas gerações.
Um dos nomes mais emblemáticos do fado, uma voz inconfundível, Camané continua a marcar o tempo e a memória do fado, tornando-se uma referência incontornável da música portuguesa.

 

FICHA TÉCNICA:
Camané
Carlos Manuel Proença – Viola de Fado
José Manuel Neto – Guitarra Portuguesa
Paulo Paz – Baixo

Teatro Garcia de Resende

24 de maio, 2026
19h00


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


O Faroleiro

“O Faroleiro” é um testemunho sobre a solidão do ofício e sua responsabilidade. Este faroleiro procura o Amor Absoluto para se salvar de cada noite passada no farol. O mar como único interlocutor de desejos, medos e desesperos – A redenção como objectivo. O devaneio ansioso a cada noite pelo passar das horas e o sono diurno acompanhado pelo cantar dos pássaros.

“Solidão não é caminho. Nenhuma onda morre sozinha” in “O Faroleiro”.

Este espectáculo híbrido cruza a música improvisada com a prosa poética original do criador Tiago Mateus. Cada récita é única. É proposta uma plasticidade na eloquoção do texto por parte do actor na relação com a música improvisada. A procura do Novo através dos intérpretes e consequente escuta do momento presente, na relação com os elementos propostos e bagagens artísticas.

 

FICHA TÉCNICA:
Texto e direção artística: Tiago Mateus
Interpretação: Flak e Tiago Mateus
Desenho de luz: João Chicó
Produção: Estado Zero

 

Teatro Garcia de Resende

19 de abril, 2026

19h00


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro

A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


hOLD

Mais do que uma etapa da vida, o envelhecimento é um fenómeno universal que se desdobra em múltiplas dimensões — física, psicológica, social e cultural. hOLD parte da experiência de duas bailarinas-intérpretes profissionais, ambas perto dos 50 anos, que propõem uma escuta sensível sobre a consciência de uma transição que acontece maioritariamente no corpo, mas, simultaneamente, reconhecendo o envelhecimento não apenas como uma questão biológica, mas como construção social com implicações éticas e existenciais.
Entre o desejo de segurar o instante e a aceitação da inevitabilidade da mudança, esta peça investiga o envelhecer como campo fértil para a criação de novas narrativas e representações no futuro.

 

O envelhecimento, enquanto fenómeno universal, encerra uma multiplicidade de dimensões – física, psicológica, social e cultural. A narrativa associada ao processo de envelhecimento, frequentemente ligada a uma perda de capacidades, contrasta com a realidade de indivíduos que, no decorrer deste processo, continuam a desempenhar um papel ativo e significativo na sociedade. Esta dicotomia desafia estereótipos e promove uma reflexão sobre as potencialidades e contribuições dos indivíduos seniores, nos mais diversos contextos.

Este projeto propõe explorar a poética e a ferocidade inerentes ao processo de envelhecimento, a partir das suas implicações em várias esferas da vida humana. Considerando a singular capacidade dos seres humanos em reconhecer a passagem do tempo e diferenciar as suas dimensões: passado – presente – futuro, Simone de Beauvoir destaca que, de uma maneira geral, refletimos frequentemente com
propriedade sobre o futuro, mas resguardamo-nos ao revistar o passado, especialmente quando se trata de trazer dele um sentido critico construtivo, subestimando a sabedoria e experiência.

São Castro e Teresa Alves da Silva, ambas bailarinas-intérpretes profissionais, perto dos 50 anos, e tendo em conta que legalmente segundo o Decreto-Lei nº 482/99, os bailarinos profissionais de clássico ou contemporâneo podem aceder, a partir dos 45 anos, ao regime especial de pensão por velhice, propõem uma reflexão que se estende à consciência presente de uma transição que acontece significativamente no
corpo. Uma transição que não só valoriza um passado mas pavimenta a criação de novas narrativas e o desenvolvimento de novas expressões no futuro.

Dependendo das diversas realidades e singularidades, os discursos sobre as questões que envolvem o envelhecimento, poderão variar dependendo de diversos fatores. Torna-se crucial o entendimento sobre a complexidade dessas diversas realidades, permeadas por um espectro de experiências influenciadas por aspetos sociais, económicos, culturais, profissionais e pessoais.

hOLD” representa uma tentativa de agarrar o tempo, para perceber como melhor prosseguir. Segurar por instantes a essência do momento presente, extraindo dele o que de facto resulta do chegar até aqui.

Chegar aqui, poderá envolver uma nova e diferente forma de mover e pensar, a partir de perspetivas profundas e uma dimensão interpretativa que apenas a vivência acumulada permite. Como refere Charles Augustin Sainte-Beuve “ Envelhecer ainda é a única maneira que se descobriu de viver muito tempo”.

O processo de criação desta peça faz-se acompanhar por obras relacionadas com a temática. Cícero, Yvonne Rainer, Manuel Curado, Simone de Beauvoir e Carmen Garcia inspiram uma reflexão profunda sobre esta etapa madura da existência, não apenas como uma questão biológica, mas também como
uma construção social com implicações éticas e existenciais.

São Castro é Mestre em Criação Coreográfica e Práticas Profissionais pela Escola Superior de Dança/ IPL. Foi bailarina no Balleteatro Companhia, Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo e Ballet Gulbenkian. Em 2015 recebeu o Prémio Autores – Melhor Coreografia, com a peça “Play False” em cocriação com António M Cabrita e em 2016 foi distinguida com a Medalha de Prata de Valor e Distinção, pelo Instituto Politécnico de Lisboa.
De 2017 a 2021, São Castro foi, juntamente com António M Cabrita, diretora artística da Companhia Paulo Ribeiro e desde 2019, assume a curadoria do evento A CIDADE DANÇA, a convite do Município de São João da Madeira. É membro fundador da Play False | associação cultural.

Teresa Alves da Silva fez formação na Academia de Dança Contemporânea de Setúbal sob a orientação de António Rodrigues e Graça Bessa. Foi bailarina principal na CeDeCe, Ballet Gulbenkian e na Companhia Aterballetto. Fundou com André Mesquita a TOK’ART (2007/2015), sendo codirectora artística, bailarina e produtora. Em 2009 conquistou o 1º prémio de interpretação com o solo “Lake”, no 13º International Solo-Tanz-Theater (Estugarda).
Foi assistente de coreografia e diretora de ensaio de coreógrafos como Didy Veldman, Rui Horta e Victor Hugo Pontes. Teresa Alves da Silva é atualmente artista independente, professora e coordenadora em instituições escolares na área da dança.

PLAY FALSE | associação cultural foi fundada em 2019 por São Castro e António M Cabrita, com o objetivo de representar o trabalho autoral destes dois coreógrafos, com uma colaboração artística desde 2011. Atualmente com direção artística de São Castro, a Play False é uma estrutura que promove não apenas a criação coreográfica, mas também a difusão, produção e investigação maioritariamente na área da dança, mas alargando a sua missão a projetos multidisciplinares que fomentem o cruzamento de linguagens artísticas. Desde 2019, é membro da rede internacional Studiotrade, que reúne estruturas artísticas de vários países europeus.

 

CONCEITO, COREOGRAFIA E INTERPRETAÇÃO – São Castro e Teresa Alves da Silva
DESENHO DE LUZ – Cárin Geada
CENOGRAFIA – Nuno Esteves «Blue»
FIGURINOS – Dino Alves
MÚSICA ORIGINAL – Gonçalo Alegre
MÚSICA ADICIONAL – Filipe Raposo, Aaron  Martin & Machinefabriek, Emptyset,  Russian Circles, Marsen Jules, Filipe Raposo  & Rita Maria
TEXTO – São Castro e Teresa Alves da Silva
VOZ – Sylvia Rijmer
DIREÇÃO TÉCNICA – Hélio Pereira
DIREÇÃO DE CENA – Matilde Barbas
PRODUÇÃO – PLAY FALSE | associação cultural
COPRODUÇÃO – Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Centro Cultural de Belém, Teatro Viriato/Viseu, Teatro Municipal de Faro, Teatro Garcia de Resende/Évora, Cineteatro Alba/ Albergaria-a-Velha
APOIO A RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS – Orsolina 28 / Itália, Centro Coreográfico Canal / Madrid, Goethe Institut /Madrid, Centro Cultural de Belém, Teatro Viriato, Escola de Dança Lugar Presente/ Viseu
AGRADECIMENTOS – Filipe Raposo, Sylvia Rijmer, Catarina Câmara e Miguel Mendes

A PLAY FALSE é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes, e conta com o apoio do Município de Viseu

 

 

Teatro Garcia de Resende

17 de abril, 2026

19h00


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro

A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Musicálogos III 2026

MUSICÁLOGOS Capote Música | 5º ciclo | janeiro, fevereiro e abril de 2026, Évora

Os MUSICÁLOGOS são encontros únicos onde a criação acontece em tempo real. Dois compositores de diferentes percursos e universos musicais – um local e outro de outra região – são convidados para um processo criativo colaborativo, de exploração e partilha de ideias e linguagens, sem saberem previamente com quem irão emparelhar.

É nesse território de risco, de entrega e descoberta, que os MUSICÁLOGOS ganham forma: dois dias de residência artística onde o desconhecido se torna processo. Cada dupla escolhe o seu rumo – pelo improviso, pela reinterpretação mútua ou pela composição de raiz. Não há fórmula, apenas a liberdade de explorar técnicas, partilhar instintos criativos e descobrir caminhos em conjunto.

O que nasce desses dois dias é partilhado num terceiro momento: uma apresentação pública onde música e conversa se entrelaçam, mediada por um anfitrião que guia o público pelos caminhos de experimentação musical percorridos em residência.
MUSICÁLOGOS são um espaço de escuta privilegiada, onde se assiste ao nascimento de novas possibilidades sonoras e a processos criativos ainda em ebulição.

 

Carlos Coincas (Évora, 1973), iniciou a formação musical aos 6 anos em Évora, estudando no Conservatório (violoncelo, piano e canto). Foi violoncelista, tenor no coro “Eborae Musica” e assistente do maestro Francisco D’Orey. Representou Portugal na Europália (1991) e integrou posteriormente o coro do Teatro Nacional de São Carlos. Em 1994, foi finalista do “Chuva de Estrelas”, passando da música clássica para a ligeira. Foi professor de educação musical e participou em vários programas de televisão como cantor e instrumentista, gravou músicas e deu voz a Hércules (Disney). Participou do Festival da Canção em várias edições e integrou a boys band D’Arrasar (1999-2004) como intérprete e autor. Com 4 discos gravados, é também diretor musical em televisão (incluindo Rising Star e A Tua Cara Não Me É Estranha), trabalha em teatro e leciona canto há mais de 20 anos. Desde 2010, dedica-se à música espiritual, lançando o seu 1º álbum de mantras “Divine Lotus” como Shanti Anand.
https://www.instagram.com/carlos_coincas/


Lisa Sereno cresceu em Leiria, onde, no coro da igreja local, se familiarizou com os louvores e o culto da música ao transcendente. Hoje, secularizou este louvor e dedica-o a episódios que a marcaram, enquanto encerra capítulos e aprende a lidar com a sua visão sensível do mundo, através de canções influenciadas pelo universo da música folk, que compõem o seu álbum de estreia, “Belonging”.
https://www.instagram.com/lisa__sereno/


ficha artística e técnica MUSICÁLOGOS 2026

conceito e produção _ Capote Música
direção artística e programação _ Rita Piteira e Alexandre Tavares
produção e comunicação _ Rita Piteira
design _ Alexandre Tavares
moderação apresentação pública _ Tiago Castro
som _ Fernando Mendes
vídeo _ Anna França e Rogério Almeida/Depois das Cinco
fotografia _ André Cruz
interpretação para Língua Gestual Portuguesa _ Sandra Cavaco

coprodução _ Cendrev – Centro Dramático de Évora, Teatro Garcia de Resende
parceria _ União de Freguesias do Centro Histórico de Évora
apoio _ República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto | DGARTES – Direção-Geral das Artes, Câmara Municipal de Évora
apoio media _ Antena 3 e Rádio Diana FM

 

Mais informação: Capote Música

 

 

Teatro Garcia de Resende

8 e 9 de abril – Residência artística
10 de abril (sexta-feira) – Apresentação pública às 21h30
com moderação de Tiago Castro

bilheteira – 3€
* A apresentação pública tem interpretação para Língua Gestual Portuguesa.

 

Bilhetes na BOL

* Participação limitada


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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Concerto final do IX Estágio da Orquestra Juvenil de Sopros

IX Estágio Orquestra Juvenil de Sopros de Évora

O público-alvo deste estágio são jovens do concelho, com particular foco nos músicos das bandas filarmónicas das freguesias rurais, uma vez que nestas localidades a oferta é mais reduzida ou mesmo inexistente comparativamente ao meio urbano. Este é um projeto que permite ainda uma grande aprendizagem através de um contacto mais aprofundado com a música e com outros jovens formadores. Deste modo estará também a contribuir para melhorar a qualidade das bandas, fomentando até uma maior atração de jovens para esta atividade cultural.

Organização da Câmara Municipal de Évora

 

Teatro Garcia de Resende

Estágio de 30 de março a 1 de abril.

Concerto dia 2 de abril, 18h00

 

Sujeito a reservas


Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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Direitos reservados.

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