Fado Jazz - Filhos da Revolução

O mais recente espetáculo do pianista e compositor Júlio Resende, Fado Jazz – Filhos da Revolução representa uma viagem única pela alma musical portuguesa e é uma celebração da Liberdade, dos 50 anos do 25 de abril e da relação com África. Na sequência do álbum anterior, “Fado Jazz Ensemble”, este novo álbum, lançado mundialmente no dia 13 de outubro de 2023, e que conta com o apoio de duas grandes etiquetas discográficas (Sony Music em Portugal e ACT Music no resto do Mundo), desenvolve e aprofunda a dialética entre os dois estilos musicais referidos (Fado e Jazz), contando ainda com a presença do extraordinário Salvador Sobral no tema “A Casa Dela”.
Com música original composta por Júlio Resende, este trabalho conta ainda com a presença de Bruno Chaveiro na guitarra portuguesa (um instrumento que detém uma sonoridade muito particular e típica), Alexandre Frazão na bateria e percussão e André Rosinha no contrabaixo. O espetáculo inclui ainda um gesto inédito: sendo Júlio Resende o único artista autorizado a utilizar a voz da Amália Rodrigues nos seus espetáculos, poderemos contar com um dueto impossível entre ele próprio e a extraordinária Diva do Fado na canção “Medo”.

Júlio Resende, é um dos mais internacionais músicos portugueses e conta já com nove álbuns editados, num percurso que se inicia no Jazz, passa pelo Fado e pela Palavra, numa procura contínua do lugar perfeito que nunca existe e que só assim lhe permite explorar mais e mais, conseguindo que essa insatisfação e irreverência permitam a quem o ouve, o contacto com novas descobertas.

Em fevereiro de 2022 Júlio Resende lançou mundialmente o seu álbum “Fado Jazz” pela importante etiqueta ACT Music e que recebeu as mais extraordinárias avaliações por parte dos mais relevantes críticos especializados em todo o Mundo. Em outubro de 2023 lançou o seu mais recente álbum “Filhos da Revolução”, novamente pela Sony Music (em Portugal) e pela ACT Music (resto do Mundo), o qual conta com a participação de Salvador Sobral.

 

FICHA ARTÍSTICA

Júlio Resende, piano
Bruno Chaveiro, guitarra portuguesa
André Rosinha, contrabaixo
Alexandre Frazão, bateria e percussão

 

Teatro Garcia de Resende

12 de janeiro, 2025

19h00

 

Bilhetes na BOL


SONS NO SALÃO: Atravessando o Atlântico em 10 Cordas

Entrelaçando e conectando o repertório clássico para violino e guitarra com seleções musicais do Renascimento Ibérico (re-imaginadas para estes dois instrumentos) e do folclore Português e Espanhol, este concerto concerto levará o público numa viagem transatlântica, desde as paisagens soalheiras da Andaluzia aos bares de tango mal-iluminados de Buenos Aires. Além de seleções musicais do cancioneiro de Elvas e de Paris, o programa conta com obras favoritas do público como a “Suite Popular Espanhola” de Manuel De Falla e a “História do Tango” de Astor Piazzolla, assim como com obras menos conhecidas de compositores como Radamés Gnattali e seleções da recolha folclórica de Federico García Lorca.

Manuel De Almeida-Ferrer, violino
Silvia Escamilla Jimenez, guitarra clássica

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

7 de janeiro, 2025

18h30

 

Bilhetes na BOL


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


Concerto de Ano Novo - Orquestra de Sopros Eborae Musica

O Conservatório Regional de Évora – Eborae Mvsica, a Associação Eborae Mvsica e a Câmara Municipal de Évora promovem o tradicional Concerto de Ano Novo, pelas Orquestra de Cordas e Orquestra de Sopros do Conservatório Regional de Évora – Eborae Mvsica, sob as direções de Luís Rufo e Artur Barroso.

 

A Orquestra de Sopros do Conservatório Regional de Évora – Eborae Mvsica foi criada durante o ano letivo de 2009/2010, sob a direção do professor António Rosado. Constituída por iniciativa dos alunos e professores de instrumentos de sopro e percussão, com o objetivo de promover a prática de Conjunto, estabelecer e reforçar as relações de partilha e cooperação a nível musical com reflexos na qualidade de interpretação instrumental. A partir de 2013/2014 passou a ser da responsabilidade do professor Artur Barroso. Fez várias apresentações públicas e promove a organização de estágios para orquestra de sopros. 

Programa: Orquestra de Sopros – Orquestra de Cordas – Concerto “Alla rustica” Rv.151 de A. Vivaldi (Allegro, Andante, Presto); Concerto grosso op.6 nº4 de A. Corelli (Adagio – Allegro, Adagio, Vivace – Allegro) com os solistas: Violino l – Joana Canhoto; Violino ll – Carla Lourenço; Violoncelo – Duarte Semeão; Adagio da Sinfonia nº2 de S. Rachmaninov; “Holberg suite”, de E. Grieg; Prealudium.
Orquestra de Sopros: Highland Cathedral, de Michael Korb, (Arr: Siegfried Rundel), com o solista Filipe Marques; Tuba Concerto Español, de Kurt Gäble (solista Luís Ferreira); 1ª Suite Alentejana (Fandango), de Luís de Freitas Branco e transcrição de Carlos Marques; Pasodole Ganadaria Murteira Grave, de Fernando Ramos; The Second Waltz, de Dimitri Shostakovitch (Arr. André Waignein); Radetzky March, de Johann Strauss.

 

Artur Barroso começou a estudar trompete em 1991 na Escola Profissional de Música de Évora. Tem o Curso Superior e a profissionalização para o Ensino Especializado da Música da Academia Nacional Superior de Orquestra – Orquestra Metropolitana de Lisboa. Tocou várias vezes a solo com os Organistas Sibertin Blanc e António Mota. Foi convidado para tocar com várias orquestras e grupos nacionais e internacionais. Em 2004,  com o Ensemble Português de Trompetes (Ensemble fundado na Academia Nacional Superior de Orquestra, Orquestra Metropolitana de Lisboa), participa num dos maiores encontros mundiais de trompetistas: ITG (International Trumpet Guild ) em Denver (Estados Unidos). Fez vários concertos com este grupo em Inglaterra, Portugal , Espanha, Alemanha e França. Frequentou o curso de aperfeiçoamento de Direção de Banda, organizado pela Sociedade Filarmónica Artística Estremocense. Estudou Direção de Orquestra e Direção de Banda de Sopros.

Para este concerto não haverá reservas, exceto a pessoas de fora de Évora ou de mobilidade reduzida. Para mais informações deverá contactar o Teatro Garcia de Resende. Mais informações pelo telefone 266 746 750 , ou por e-mail eboraemusica@gmail.com .

 

 

 

Teatro Garcia de Resende

5 de janeiro, 20254

18h30


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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SONS NO SALÃO: Quarteto de Guitarras Canticum

Volta ao Mundo em 80 Imagens

A sugestão do presente programa consiste de uma viagem por diversos estilos e épocas. Partindo da música imortal do compositor barroco J. S. Bach, passando pelas melodias intemporais do bailado Quebra-Nozes de P. I. Tchaikovsky, que tantas vezes nos assaltaram a imaginação com as suas danças e valsas, e pela música e ritmos brasileiros de Paulo Bellinati. Esta viagem termina com uma série de imagens musicais (F. Moreno-Torroba), criadas para melhor descrever as peculiaridades do país de Espanha e expressas por um conjunto de postais (Estampas).

 

Dejan Ivanović
O guitarrista croata Dejan Ivanović nasceu em Tuzla (Bósnia e Herzegovina), em 1976, iniciando os seus estudos de guitarra com 8 anos de idade. Estudou com Predrag Stankovic e Vojislav Ivanovic na Escola Primária e Secundária de Música, e com Darko Petrinjak na Academia de Música de Zagreb. Participou em masterclasses de John Duarte, Thomas Müller-Pering, Elliot Fisk, Costas Cotsiolis, Valter Dešpalj (violoncelo), Michael Steinkühler (viola da gamba) e Igor Lešnik (percussão). A sua carreira profissional começou simultaneamente com o estudo superior (1994-1998). Atuou nalguns dos mais prestigiosos Festivais de Música como Festival de Spoleto (convidado pessoalmente pelo maestro Gian Carlo Menotti para o lugar de Artista Residente), Festival de Verão de Edimburgo, Festival de Costa de Estoril, Festival de Guitarra de Gevelsberg, Porto — Cidade Europeia da Cultura e Guitarra Viva (Croácia), entre outros. Atua também integrado em vários conjuntos de música de câmara: com flautista Vasco Gouveia, violoncelista Jed Barahal, guitarrista Masakazu Tokutake, soprano Ana Ester Neves, Quarteto de Cordas Lyra, etc. É o vencedor do 1º Prémio e Prémio especial para Melhor Interpretação da Música Espanhola no 13º Concurso Internacional de Guitarra Doña Infanta Cristina (Madrid, 1998); 1º Prémio do 3º Concurso Internacional da cidade de Sinaia (Roménia, 1998); 1º Prémio do 17º Certamen Internacional de Guitarra Andrés Segovia (Herradura, 2001); 1º Prémio e Prémio do Público no 35º Certamen Internacional de Guitarra Francisco Tarrega (Benicássim, 2001); 1º Prémio do 4º Concurso Internacional de Creta (Arhanes, 2005). Colabora regularmente com várias orquestras como a Orquestra Real de Câmara de Wallonie (Bélgica), Orquestra de Benicássim (Espanha), Orquestra de Câmara da Eslováquia, Orquestra Sinfónica de Vojvodina (Sérvia), Orquestra Sinfónica das Beiras, Orquestra Clássica do Centro e Orquestra Metropolitana de Lisboa. Os seus recitais na Europa, África, América do Norte, América do Sul e Ásia receberam uma forte aceitação por parte do público e da crítica. A sua discografia a solo é constituída por CD Recital na Laureate Series da NAXOS (2002) com obras de Matilde Salvador, Anton García Abril, Frederic Mompou, Richard Rodney Bennett, Malcolm Arnold, Gordon McPherson e Francisco Tárrega, e por CD Mediterraneo (gravado em 2001, aguarda publicação) com obras de Boris Papandopulo, Vicente Asencio, Antonio José Martinez Palácio, Joaquín Rodrigo, Carlo Domeniconi e Mario Castelnuovo-Tedesco. Integra desde 2004, juntamente com o guitarrista grego Michalis Kontaxakis, o Duo de guitarras Kontaxakis-Ivanovich. O primeiro CD deste Duo, intitulado Les Deux Amis e gravado pelo produtor Hubert Kappel em Colónia (Alemanha), foi lançado em 2010 pela Editora KSGEXAudio. Em 2005 cria o Festival Internacional Guitarmania em Lisboa do qual é diretor artístico até 2010. É desde 2007, professor de guitarra no Departamento de Música da Universidade de Évora. É doutorado em Música/Musicologia desde Março de 2015.

Gonçalo Gomes Gouveia
Mestre em Direcção Coral pelo Instituto Piaget (Almada), estudou com os maestros Paulo Lourenço, Stephen Coker, Cara Tasher e José Luís Borges Coelho, e especializou-se em arranjos corais de música tradicional portuguesa de Fernando Lopes-Graça e Eurico Carrapatoso. É licenciado em Guitarra pela Escola Superior de Música de Lisboa, tendo ao longo da sua formação estudado com Dejan Ivanović, Piñeiro Nagy e José Diniz (guitarra) e Olga Prats, Fernando Fontes e Nuno Inácio (música de câmara).
Como instrumentista apresentou-se em diversos palcos do país quer como solista quer integrando grupos de música de câmara – destacando-se as formações de quinteto de cordas com guitarra, canto e guitarra, flauta e guitarra e duo e trio de guitarras. Colaborou com a Orquestra Metropolitana de Lisboa sob a direcção do maestro Michael Zilm num programa dedicado a obras de Anton Webern. Participou no projecto Orquestra Portuguesa de Guitarras sob a direcção do maestro Christopher Bochmann. Integra o Trio Orpheus juntamente com Filipa Pinto Ribeiro e Dejan Ivanović.
No âmbito da música vocal, integra o Ensemble VOCT desde 2003 como director artístico e membro fundador, e o Coro Odyssea desde 2006, tendo assumido a direcção artística deste grupo em 2009. É também desde essa data que assume a direcção da Associação Coral Vozes de Lisboa. Desde 2011 faz parte da direcção artística do projecto VOCALIZZE, onde trabalha na formação de jovens maestros no âmbito da direcção coral. Fundou em 2003 o Coro de Câmara de Setúbal, tendo integrado a direcção artística do mesmo até 2006.
Lecciona na Universidade de Évora (Guitarra e Orquestra de Guitarras), no Conservatório Regional de Setúbal (Guitarra e Música de Câmara), onde também assume a função de coordenador do Departamento de Guitarra, e no Conservatório Regional de Palmela (Guitarra e Coro). Leccionou no Instituto Piaget (Almada) entre 2010 e 2013 (Guitarra, Música de Câmara, Técnica de Direcção e Ateliê de Coro).

José Carvalho
Nasceu em Alcácer do Sal. Iniciou os seus estudos musicais na academia de Música e Belas Artes Luísa Tody, em Setúbal.
Ingressou no Conservatório de Música de Lisboa, onde concluiu o curso de Guitarra na classe do professor José Diniz, tendo frequentado também a classe de Música de Câmara do Maestro Fernando Eldoro. Estudou Análise e técnicas de Composição com Carlos Caires e Maria de Lurdes Martins.
Frequentou cursos de aperfeiçoamento e Master Classes de guitarra em Portugal e no estrangeiro com David Russel; Carlos Bonell; Abel Carlevaro; Robert Brightmore; Carlos Barbosa Lima; Robert Aussel e Alberto Ponce.
Tem realizado apresentações públicas, quer em concertos de professores, quer em agrupamentos de música de câmara.
É licenciado e mestre em ensino da Educação Musical pelas Escolas Superiores de Educação de Lisboa e Setúbal, respetivamente.
Presentemente, leciona Educação Musical na Escola D. João I e é professor de Guitarra no Conservatório Regional de Setúbal, desde a sua abertura, em 1988.

Tiago Alexandre
Começou os seus estudos musicais tardiamente, aos 18 anos, no Conservatório Regional do Algarve, sendo aluno de Eudoro Grade. Prosseguiu os estudos na Escola Superior de Música de Lisboa, terminando a licenciatura em 2012. Teve como professor de instrumento António Jorge Gonçalves, e como professores de Música de Câmara Fernando Fontes, Olga Pratz e Nuno Inácio.
Em regime de Masterclass, em Portugal e no estrangeiro, trabalhou com alguns dos nomes fundamentais do panorama guitarrístico a nível mundial: Sérgio Assad, Odair Assad, Michalis Kontaxakis, Dejan Ivanovic, Roland Dyens, Hubert Kappel, Marco Socías, Gaëlle Solal, entre outros.
Iniciou a sua atividade letiva no Conservatório de Música de Olhão em 2008. Entre 2009 e 2010 lecionou na Academia de Música de Orquestra de Tejo (atualmente Conservatório de Lisboa), e em 2011 começou a trabalhar no Conservatório Regional de Setúbal, onde se mantém até à data presente, tendo tido também uma passagem pela Academia dos Amadores de Música de Lisboa.
Para além de explorar a habitual vocação solística do instrumento, a sua carreira performativa tem tido um foco particular na Música de Câmara. Entre outros projetos teve dois Quartetos de Guitarras dedicados à música contemporânea, um Duo de Guitarras com o colega de longa data Mickael Viegas, duos com Flauta, Violino, Canto, Piano, Clarinete e Violoncelo. Teve também participação em projetos interdisciplinares, nomeadamente com Teatro e Dança Contemporânea.

 

 

Programa:

– 1.ª parte –
J. S. Bach: Aria BWV 1068 & Badinerie BWV 1067
P. I. Tchaikovsky: Suite Quebra-nozes

– 2.ª parte –
Paulo Bellinati: Baião de Gude
F. Moreno-Torroba: Estampas

 

 

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

3 de dezembro, 2024

18h30

 

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Black, Brown and Beige

Para as comemorações dos 75 Anos do Hot Clube de Portugal, a sua Orquestra de Jazz propõe-se recriar a emblemática peça de Duke Ellington, tendo como convidada Selma Uamusse e com Direcção de Pedro Moreira.
Black, Brown and Beige é uma extensa obra de jazz escrita por Duke Ellington para o seu primeiro concerto no Carnegie Hall, em 23 de janeiro de 1943.
Conta a história dos afro-americanos e foi a ousada tentativa do compositor de transformar atitudes sobre raça, elevar a música americana (Jazz) a par da música clássica europeia e desafiar a América a viver de acordo com os seus princípios fundadores de liberdade e igualdade para todos.
O primeiro movimento, Black, é dividido em três partes: a Work Song; o espiritual Come Sunday; and Light. Brown, o segundo andamento, também tem três partes: West Indian Influence (or West Indian Dance); Emancipation Celebration); e The Blues.
Beige retrata “o afro-americano dos anos 1920, 30 e da Segunda Guerra Mundial”, de acordo com as notas de Leonard Feather para o lançamento de 1977 da performance original de 1943.

 

A Big Band do Hot Club de Portugal surgiu em 1991, reunindo alguns dos melhores músicos de jazz nacionais. No seu concerto de estreia no Teatro São Luiz, em Lisboa, foi dirigida por Zé Eduardo, tendo posteriormente, sido dirigida por Pedro Moreira, e Luís Cunha.
Inaugurou a programação de Jazz da Culturgest, tendo como solista convidado o trompetista Freddie Hubbard. Tocou também com Benny Golson, Curtis Fuller e Eddie Henderson.
Apresentou-se no festival Jazz em Agosto da Fundação Gulbenkian em 1995 e em 1999 com os saxofonistas Mark Turner e John Ellis.
Recriou as obras de Miles Davis/Gil Evans Porgy and Bess e Sketches of Spain, sob a direção do maestro Bob Sadin, tendo como solistas Tim Haganse Tom Harrell.
Realizou uma digressão nacional produzida pela Culturgest com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos. Em 2000 apresentou-se em Madrid no prestigiado Círculo de Belas Artes.
Participou em vários festivais de jazz como o do Porto, o de Guimarães, o de Coimbra, Lisboa em Jazz, Jazz no Parque (Serralves), Jazz em Agosto, Festa do Avante, Angra Jazz, Funchal Jazz, Festa do Jazz (Teatro São Luíz), entre outros.
Nas comemorações dos 60 anos do HCP, com música original de Mário Laginha e com Maria João como
convidada faz várias apresentações.
Participa em várias edições do Ciclo a Arte da Big Band produzido pela EGEAC.
Em residência no Clube da Praça da Alegria, apresentou repertórios de Duke Ellington, Count Basie, Thad Jones, Charles Mingus, Bob Brookmeyer, Maria Schneider, Perico Sambeat, John Hollenbeck,Kenny Wheeler, entre outros.
No Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, um concerto de homenagem a Bernardo Sassetti com música do pianista e compositor. Apresentou o “Sacred Concerts” de Duke Ellington com o coro de 60 elementos “Chor St Johannis” de Hamburgo. O repertório de António Pinho Vargas, editado em disco, “A Dança dos Pássaros”, tendo realizado diversos concertos.
De novo com a Direcção artística de Pedro Moreira apresentou-se no Festival dos 75 Anos do Hot Clube de Portugal.

 

Selma Uamusse canta o seu mundo, com um mundo dentro de si!
A sua versatilidade, o seu poderoso instrumento vocal e a sua genialidade performativa levaram-na a brilhar desde o rock (WrayGunn) ao afrobeat (Cacique’97), passando pelo gospel, pela soul e pelo jazz (Gospel Collective, tributos a Nina Simone e Miriam Makeba e Rodrigo Leão).
Em nome próprio, Selma Uamusse é bem mais do que um mosaico ou uma colagem de todas as aventuras musicais e artísticas que viveu. É um organismo próprio, individual, identitário, de frescura e
actualidade surpreendentes e inconfundíveis.

O primeiro álbum a solo de Selma Uamusse é, por isso, um mergulho no desconhecido. É o documento de uma mulher em busca assumida da sua africanidade e da sua moçambicanidade, sem certezas quanto ao(s) caminho(s) a tomar, mas certa de que não há glória artística possível na mera exploração daquilo que já se conhece e se recita de cor.
Mais do que uma excelente voz, Selma Uamusse é uma performer incrível, de uma energia contagiante, que nos faz sentir como nossas as palavras que são as dela. Em palco, a sua entrega é avassaladora e o público não fica indiferente à profundidade da sua voz. Selma canta-nos com toda a sua alma.

 

Teatro Garcia de Resende

15 de novembro, 2024

21h30

 

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SONS NO SALÃO: 4tUbOs

O Quarteto de Tubas “4tUbOs” surge da vontade de quatro músicos profissionais em criar um projeto camerístico que lhes permita recuperar a tradição do quarteto de tubas, onde se exploram as diferentes texturas e géneros musicais próprios destes instrumentos (a Tuba e o Eufónio).
Tem como intenção promover cada um dos instrumentos intervenientes através da disciplina de grupo, estimulando a criação dos ouvintes de novos projetos de música de câmara nos diferentes contextos como também desenvolver e difundir a música original para quarteto de tubas a través de obras de referência desta formação.
O grupo está também empenhado na promoção de repertório nacional ao incentivar os compositores contemporâneos a explorarem esta formação para a criação de novas obras.
Os elementos dos “4tUbOs” são músicos profissionais que se destacam nas áreas da formação, da criação e participação em projetos de estilos diversificados e que pretendem partilhar as suas experiências nas diversas áreas cultivando o interesse pela exploração e desenvolvimento de cada instrumento.

Eufónios: Bruno Pascoal, Nuno Arraiano
Tubas: Filipe Carvalho, Pedro Santos.

 

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

12 de novembro, 2024

18h30

 

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Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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