Mundos Interiores | Gatilho da Felicidade

Gatilho da Felicidade

A definição de felicidade varia de pessoa para pessoa. Pode ser até considerado um estado. Um estado de bem-estar e satisfação. Como podemos ser felizes? E sobretudo, como podemos ser felizes numa sociedade infeliz?

Ana Borralho & João Galante convidam em cada local 12 jovens adultos. Eles não são atores e têm entre 18 e 23 anos. Sentados na mesma mesa, com uma arma no meio, jogam à roleta russa e respondem a uma lista de perguntas sobre os seus amores, as suas preocupações, as suas inquietações, as suas famílias, as suas visões do futuro.

As palavras libertam-se, os percursos de vida sobrepõem-se, desenhando uma cartografia multicultural e explosiva da juventude local. Um jogo mortal em busca da felicidade.

 

Mundos interiores

Mundos Interiores é uma performance com pessoas deitadas no chão, de olhos fechados e sem movimento evidente. Os 15 performers sussurram as palavras poéticas e zangadas do autor dramaturgo Rodrigo Garcia. O público é “convidado” a aproximar-se dos corpos dos performers para entender o que dizem. World of Interiors explora a fronteira entre o espectador e a obra, integrando o público no espaço e no tempo da performance, identificando as tensões que se criam entre a arte e os códigos que regem a sociedade. O espectador pode entrar e sair da sala à sua vontade durante a duração da peça. Ele ou ela têm a liberdade de definir o tempo a permanecer na sala, o tempo que dedicam a um performer ou mudam para outro. Cada performer tem uma colagem diferente de textos a dizer. Existe uma partitura para os textos. Todas as partituras dos performers fazem parte de uma partitura coletiva, com momentos de coro, silêncio e canon.

FICHA ARTÍSTICA:

Ana Borralho & João Galante

Organização: Évora 2027

 

Teatro Garcia de Resende

15 e 16 de maio, 2026

20h00 – Performance. Mundos Interiores
21h15 – Teatro. Gatilho da Felicidade


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


CICLO GEOGRAFIAS EM CENA: Mistério Da Vinci

Cientista, matemático, engenheiro, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta, músico, aviador, mergulhador.
Quem inventou tantas coisas?
Para descobrires vais ter que desvendar este mistério!

 

FICHA ARTÍSTICA:

Autor: Adriel Filipe
Interpretação: Alexandre Calçada, Luís Bonito, Ricardo Ribeiro
Locução: Rafaela Sá
Multimédia: João Grisantes
Iluminação: Nuno Almeida
Construção de Cenário: Adriel Filipe, José Esteves
Costureira: Helena Matos

 

Teatro Garcia de Resende

12 de maio, 2026

10h30. Grupos escolares, outros públicos organizados e público em geral


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


VER&APRENDER : Fernanda e a inesperada virtude de aprender a voar

Fernanda é uma gaivota, diferente das outras gaivotas, que não se contenta com voos curtos e repetidos. Todos os dias tenta um novo salto, um novo ritmo, um novo voo. Todos os dias cai, mas cada queda é apenas o começo de uma nova tentativa. “Voar, cair, levantar e voltar a tentar”.
Neste espetáculo, acompanhamos Fernanda na sua descoberta de que a persistência é uma forma de coragem e que a imaginação é a asa mais rápida que existe. 

Este espetáculo nasceu da vontade de trabalhar a partir do aclamado livro “Fernão Capelo Gaivota”, de Richard Bach, que conta a história de uma gaivota que quer voar mais alto e mais rápido do que todo o Bando, e que voa, acima de tudo, pelo simples prazer de voar. É uma história sobre superação, sobre a procura de sentido e sobre a dedicação a algo que, à partida, parece não servir para nada.

Rapidamente percebemos que a história de Fernão, sobretudo nas suas partes finais, se torna complexa para o público infantil, enveredando por uma reflexão crítica sobre a religião e a ausência de pensamento livre. Interessa-nos, por isso, partir de outro lugar: o da persistência e da determinação, da coragem em ser diferente e romper com a herança familiar imposta, através do estudo da aeronáutica avançada que se transformou, nesta nova narrativa, na capacidade de imaginar e transformar a realidade com a própria imaginação.

Nasceu assim a Fernanda. Uma gaivota sonhadora, estudiosa e exploradora do voo. Uma gaivota que não desiste. “Voar, cair, levantar e voltar a tentar” é o seu lema.

A sua procura leva-a aos Penhascos Mais que Inóspitos, onde encontra o Mestre Chuang. É aqui que o espetáculo se cruza com filosofias orientais que nos convidam a desacelerar para ir mais longe, a compreender que a velocidade não está apenas no corpo, mas também no pensamento e na forma como olhamos o mundo.

A Fernanda e o Mestre recordam-nos da famosa fábula da lebre e da tartaruga e do caminho diferente que cada uma faz até à sua própria meta. Recordam-nos, também, do Panda do Kung Fu e do Karate Kid e de muitas outras histórias sobre dedicação, determinação e sonho.

Voar é (pode ser), afinal de contas, muitas coisas diferentes e é isso que desejamos que a Fernanda seja: um convite à imaginação, à liberdade e à descoberta. Um espaço onde cada um possa encontrar o seu próprio voo, especialmente para o público mais novo que ainda sabe ver a magia numa gaivota (ou num balão) a voar.

Fernanda Filha Gaivota = Possibilidades de voar.

Sobre a Mochos no Telhado:

A Mochos no Telhado é uma estrutura artística, fundada e dirigida por Dennis Xavier e Sofia Moura, desde 2019.
Dedica-se à investigação, criação e programação no domínio das artes performativas e deriva da vontade de iniciar um caminho próprio, com uma identidade pronunciada, modelada, por um lado, por apelos e inquietações próprias e, por outro, pelo cruzamento com diferentes artistas convidados a integrar as suas criações.

A Mochos no Telhado conta com um percurso denotado com ações e iniciativas de Intervenção Educativa e no amplo espectro das Ações Estratégicas de Mediação, sendo que ao nível das criações próprias se podem destacar “Kamarád” (2021), “A História das Coisas” (2023), “Mãe” (2024) e, mais recentemente, “Era uma vez uma linha de fronteira…” (2025). É igualmente responsável pela organização dos Festivais DEMOC e No Fio da Palavra (5 edições).

Ficha artística

Direção Artística: Cláudia Gaiolas e Sofia Moura
Texto: Sandro William Junqueira – a partir do livro de Richard Bach – “Fernão Capelo Gaivota” (“Jonathan Livingston Seagull” – título original)
Co-criação: Cláudia Gaiolas, Sofia Moura, Matilde Barbas e Miguel Rodrigues
Interpretação: Sofia Moura e Miguel Rodrigues
Apoio ao Movimento: Matilde Barbas
Música: Miguel Rodrigues
Cenografia e Figurinos: Inês de Carvalho
Confeção de Figurinos: Nuno Queirós – Atelier de costura Deolinda Ribeiro
Direção Técnica e Desenho de Luz: Afonso Ferreira Lemos
Design e Fotografia: Luís Belo
Direção Executiva/Artística: Dennis Xavier
Produção Executiva: Marta Costa
Assistência de produção: Filipa Fróis, Gabriel Vilela e Raquel Ventura
Agradecimentos: Teresa Gentil e Lugar Presente
Produção: Mochos no Telhado 

Financiamento: DGArtes – Ministério da Cultura, Desporto e Juventude – República Portuguesa; Fundação GDA
Co-produções: Centro de Artes de Águeda, Centro Cultural de Carregal do Sal, Centro das Artes do Espetáculo de Sever do Vouga, Auditório Municipal Augusto Cabrita, Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida, Cineteatro Messias
Parceiros: Casa das Artes de V.N. Famalicão, ACERT, CENDREV, 23 Milhas,Teatro Municipal da Guarda, A Moagem, Municípios de Viseu e de Castro Daire

 

Teatro Garcia de Resende.

26 de abril, 16h00 – Famílias e público em geral
27 de abril, 10h30 – Grupos escolares e públicos organizados


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


O Faroleiro

“O Faroleiro” é um testemunho sobre a solidão do ofício e sua responsabilidade. Este faroleiro procura o Amor Absoluto para se salvar de cada noite passada no farol. O mar como único interlocutor de desejos, medos e desesperos – A redenção como objectivo. O devaneio ansioso a cada noite pelo passar das horas e o sono diurno acompanhado pelo cantar dos pássaros.

“Solidão não é caminho. Nenhuma onda morre sozinha” in “O Faroleiro”.

Este espectáculo híbrido cruza a música improvisada com a prosa poética original do criador Tiago Mateus. Cada récita é única. É proposta uma plasticidade na eloquoção do texto por parte do actor na relação com a música improvisada. A procura do Novo através dos intérpretes e consequente escuta do momento presente, na relação com os elementos propostos e bagagens artísticas.

 

FICHA TÉCNICA:
Texto e direção artística: Tiago Mateus
Interpretação: Flak e Tiago Mateus
Desenho de luz: João Chicó
Produção: Estado Zero

 

Teatro Garcia de Resende

19 de abril, 2026

19h00


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro

A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


O Céu da Língua

Gregório Duvivier tem na língua portuguesa não somente uma pátria mas uma obsessão. Ou, como dizem os jovens, um hiperfoco. Afinal a palavra é uma fonte inesgotável de humor, desde os primórdios. No Princípio era o Verbo, disse Deus. E logo de seguida vieram os erros de concordância. O mesmo Deus disse: Faça-se a Luz. Mas disse para quem? E por quê?

O espetáculo mistura Stand Up Comedy com poesia falada e uma dramaturgia que costura tudo. Stand up poetry? Linguistic comedy? Como preferir. Gregório prefere na nossa língua: Comédia Poética. Dirigido pela atriz Luciana Paes, Gregório descobre o poder da fala e lembra-nos que o homem nada mais é do que um macaco que fala – e todas as outras diferenças derivam disso.

Uma peça fenómeno, vista por mais de 200.000 espectadores, regressa agora a Portugal para uma digressão que inclui uma apresentação no magnífico e histórico Teatro Garcia de Resende, prometendo emocionar o público numa viagem pela palavra e pelo poder da linguagem.

Interpretação
Gregório Duvivier

Produção: H2N – Culture Connectors

FICHA TÉCNICA:
Texto e Interpretação Gregório Duvivier
Direção Luciana Paes
Assistencia de Direção Theodora Duvivier
Direcção Musical e Execução da Trilha Pedro Aune
Criação Visual e Projeções Theodora Duvivier
Figurino Elisa Fauhaber & Brunella Provvidente
Iluminação Ana Luzia de Simoni

 

Teatro Garcia de Resende

25 de março, 2026

18h30

 

Bilhetes na BOL

fotografia de capa: Joana Calejo Pires


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


Ao longe, o fim do mundo

Um grupo de terraplanistas parte rumo à Antártida para provar que a terra é plana. O já antes navegado apresenta-se como possibilidade de descoberta de uma nova verdade. Na travessia que vai da hipótese à verificação da prova relevam não a verdade mas as crenças que sobre ela têm, cada vez menos suportáveis.

Ao longe, o fim do mundo é o horizonte onde a realidade se impõe às nossas ilusões. Será a adequação entre discurso e realidade mais relevante do que as verdades que criamos em conjunto?

 

FICHA TÉCNICA

Texto: Beatriz e Leonor Wellenkamp Carretas
Encenação: Leonor W. Carretas
Interpretação: Afonso Santos, Beatriz Wellenkamp Carretas, Joana Pialgata, Vasco Barroso
Participação especial: Emanuel Botelho
Produção: Gabriela Cavaz
Cenografia: Vítor Freitas
Realização, edição e operação de vídeo: Fábio Coelho
Sonoplastia e operação de som: Emanuel Botelho
Desenho e operação de Luz: Francisco Monteiro
Curadoria de debates: Simão Freitas

Coprodução: CENDREV
Apoios: Terceira Pessoa, Teatro Experimental do Porto, GrETUA, Teatro Oficina, Circolando, Antena 2, Coffeepaste

Projeto financiado pelo: Ministério da Cultura, Juventude e Desporto — Direcção Geral das Artes e pela Sociedade Portuguesa de Autores

 

Teatro Garcia de Resende

20 a 22 de março, 2026

19h00


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

© 2026 Centro Dramático de Évora.
Direitos reservados.

Privacy Preference Center

Utilizamos cookies para personalizar conteúdos e anúncios, para fornecer características das redes sociais e para analisar o nosso tráfego. View more
Accept
Decline