A Política dos Restos

Arthur Adamov (França 1908 – 1970), foi dramaturgo e vanguardista notável. Publicou: L`Invasion, La Parodie, Tous contre Tous, Le Professeur Taranne, etc. Foi Inicialmente influenciado por Strindberg e pelo surrealismo, depois optou posteriormente por um teatro de temática social e política, seguindo a linha de Bertolt Brecht. Incontornável para formação do teatro do absurdo.

 


FICHA TÉCNICA
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Texto: Arthur Adamov | Encenação: Mário Barradas | Cenografia e figurinos: Francisco Baião | Mestra de Guarda-Roupa: Amélia Varejão | Sonoplastia e iluminação: João Carlos Marques e Manuel Pais | Régie geral: Manuel Catarino | Direção técnica: Mano António | Direção de montagem: António Galhano | Maquinistas: Arsénio Borrucho e Noé Carloto | Costureiras: Celeste Passinhas, Mariana Rendeiro e Natividade Baptista | Animador: António Paiva Pinto | Atores: Álvaro Corte-Real, António Paiva Pinto, Fernando Oliveira, Francisco Baião, Jorge Oliveira, Figueira Cid, Laurinda Ferreira, Rosário Gonzaga, Victor Zambujo e Manuel Catarino


Histórias do Ruzante

Angelo Beolco (Itália c. 1496 – 1542), mais conhecido pelo apelido Ruzzante ou Ruzante, era um actor e dramaturgo italiano (veneziano). É famoso pelas suas comédias rústicas, escritas principalmente no dialecto paduano da língua veneziana, com um camponês chamado “Ruzzante”. Estas peças pintam um quadro vivo da vida campestre paduana no século XVI.

 


FICHA TÉCNICA
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Texto: Angelo Beolco | Tradução: Christine Zurbach, José Peixoto e Mário Barradas | Encenação: José Peixoto | Dramaturgia: Christine Zurbach | Cenografia e figurinos: Chistian Ratz | Adereços: Manuel Costa Dias | Mestra de Guarda-Roupa: Amélia Varejão | Sonoplastia: João Carlos Marques | Iluminação e desenho de luz: Luís Varela e João Carlos Marques | Direção técnica: Mano António | Maquinistas: António Galhano, Arsénio Borrucho e Noé Carloto | Grafismos: Manuel Costa Dias | Execução de Maquetas: Hernâni Martins | Atores: Fernando Mora Ramos, Leandro Vale, Teresa Gonçalves, José Água Doce, Rui Madeira e José Caldeira.
Estreia em Montemor-o-Novo


O Preconceito Vencido

Pierre de Marivaux, foi um jornalista, dramaturgo e romancista francês.

O teatro de Marivaux retoma o princípio da comédia “A rir se corrigem os costumes” e constrói uma espécie de ponte entre o teatro tradicional italiano da commedia dell’arte e seus personagens (principalmente Arlequim) e o teatro mais literário, mais próximo dos autores franceses e ingleses da época.

Marivaux é considerado por alguns como o mestre francês da máscara e da mentira. Principal instrumento da mentira, a linguagem é também máscara por trás da qual se escondem os personagens.

 


FICHA TÉCNICA
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Texto: Marivaux | Encenação: Mário Barradas | Mestra de Guarda-Roupa: Amélia Varejão | Ilustração e desenho de luz: João lenine | Direção técnica, montagem e construção: Mano António | Maquinistas: Arsénio Borrucho e Noé Carloto.
Atores: Júlia Correia, Manuela Carlos, Leandro Vale, Rui Madeira e Avelino Bento.


O Senhor Puntila e o Seu Criado Matti


FICHA TÉCNICA
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Texto: Bertold Brecht (Alemanha, Séc. XX) |Tradução: Christine Zurbach, José PEixoto e Mário Barradas | Encenação: Mário Barradas | Dramaturgia: Christine Zurbach | Cenografia e figurinos: Chistian Ratz | Adereços: Dalton Salem Assef | Canções: júlia Babo | Mestra de guarda-roupa: Amélia Varejão | Caracterização: Alice Vasconcelos | Iluminação/desenho de luz: Luís Varela e João Carlos Marques | Direção técnica: António Galhanos | Direção de montagem e construção: António Galhano | Maquinistas: António Galhano, Arsénio Borrucho e Noé Carloto | Grafismos: José Caldeira | Secretariado: Zita Caldeira | Administração: José Caldeira | Adjunto de direção: José Peixoto | Músicos/execução musical: Carlos Areias e Carlos Meneses.
Atores: Mário Barradas, josé Caldeira, Rui Madeira, José Peixoto, Júlia Correia, João Lagarto, Júlia Babo, Fernando Mora Ramos, Manuela Carlos, Clara Joana, Alice Vasconcelos, Leandro Vale, Dantas Lima, josé Água Doce, Rui Peixoto, Arsénio Borrucho, Teresa Gonçalves, Virgínia Francisca, Luís Filipe Rebelo, Maria Santos, Avelino Bento e Amélia Varejão.
Datas em circulação:

Estreia em Julho de 1975 em Évora

Geral: 31 sessões, 13.390 espectadores

Évora: 13 sessões, 5.060 espectadores

Digressão: 18 sessões, 8.330 espectadores

 

 


Lux in Tenebris


FICHA TÉCNICA
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Texto: Bertold Brecht (Alemanha, Séc. XX) | Encenação e dispositivo cénico: Luís Varela | Dramaturgia: Fernando Mora Ramos | Figurinos e guarda-roupa: Henrique Manoel | Direção de montagem/construção: Mano António | Grafismos: José Caldeira.
Atores: Amélia Varejão, Avelino Bento, Carlos Manuel, Clara joana, Fernando Mora Ramos, João Lagarto, Joaquim Rosa, José Caldeira, José Manuel Peixoto, Luís Amaral, Luís Jacobety, Manuela Carlos, Rui Peixoto e Teresa Gonçalves.
Datas em circulação: (em conjunto com o Soldado Raso)

Estreia em Julho de 1975 em Évora

Geral: 27 sessões, 7.307 espectadores

Évora: 15 sessões, 4.707 espectadores

Digressão: 12 sessões, 2.600 espectadores

 

 


As Duas Caras do Patrão


FICHA TÉCNICA
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Texto: Luíz Valdez (EUA, Séc. XX) | Encenação: Luís Varela | Direção de montagem/construção: Mano António | maquinistas: Luís Cruz, Arsénio Borrucho e Noé Carloto | Carpintaria: António Galhano | Diretor: Mário Barradas | Adjunto de direção: Luís Varela | Animação: Teresa Motta | Tesoureira: Teresa Gonçalves | Recepcionista: Alzira de Matos | Eletricista: João Lenine | Interpretação: José Peixoto, Fernando Mora Ramos e Luís Amaral |
 
 
Datas em circulação: (em conjunto com o Soldado Raso)

Estreia em Abril de 1975 em São Manços

Geral: 36 sessões, 20125 espectadores

Évora: 25 sessões, 7.785 espectadores

Digressão: 38 sessões, 12.340 espectadores

 

 


Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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