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Documentos

Cartazes 1975 – 2020

Cartazes de peças da companhia desde a sua fundação em 1975.


Cartazes de programação

Divulgação mensal de programação ao abrigo da estratégia da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP)


Cartazes 1892 – 1974

Alguns cartazes/programa de atividades no Teatro Garcia de Resende. (Cortesia do Arquivo Distrital de Évora)



Propostas à Programação RTCP

Propostas à Programação  

Envio de propostas para integração na programação realizada pelo CENDREV no âmbito do protocolo com apoio da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP) da DGArtes.

[ Para questões gerais que não candidaturas siga esta ligação: Contactos ]
[ Para compra de bilhetes na receção do Teatro Garcia de Resende – segunda a sexta-feira, das 09h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30 ou www.bol.pt.]


A responsabilidade dos Direitos de Autor, é da entidade contratada, deste modo solicitar-se-à, o envio da declaração da SPA e a Classificação Etária emitida pelo IGAC.

Nos espetáculos de música não é necessário classificação etária, nos espetáculos de dança  para maiores de 6 anos ou superior, será necessário efetuar o pedido ao IGAC.




















     

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    Documentos Técnicos

    Documentos técnicos

     

    O projeto Teatro Garcia de Resende é inspirado pelos modelos neoclássicos, tendo como paradigma os teatros italianos de meados do século XVIII, sendo um dos mais representativos teatros à italiana existentes em Portugal e na Europa.

    Os espaços funcionais distribuem-se em diversos pisos, e dividem-se em espaços administrativos, públicos e técnicos.

    Depois da porta principal, encontramos a Receção/bilheteira que nos acolhe com um leque de materiais que vão da divulgação da programação a revistas e livros de teatro. Logo depois deparamo-nos com o Foyer um espaço retangular, ladeado pela zona da receção e bar, que tem como elementos decorativas telas pintadas e algumas esculturas contemporâneas umas delas de João Cutileiro.Sucedem-se as escadarias que nos guiam aos corredores de circulação, às frisas e à sala principal, bem como as escadarias em madeira com ligação às várias ordens de camarotes superiores e salas.No primeiro piso encontramos o Salão Nobre composto por três salas que comunicam entre si por arcos. O espaço tem capacidade de acolher reuniões, mesas redondas, ensaios de mesa, pequenos debates e alguns espetáculos de pequena complexidade.

    No último piso temos a Sala Estúdio, antiga sala da escola de formação de atores do Centro Cultural de Évora, que funciona como sala de ensaios. No mesmo piso encontramos o Centro de Documentação, criado pelo Centro Cultural de Évora, atual CENDREV, onde pode consultar-se um significativo espólio de documentos, livros de dramaturgia e fotos de cena, dignos de uma biblioteca.

    O edifício de planta retangular insere-se no grupo de auditórios de planta em ferradura, com capacidade de 338 lugares, distribuídos por plateia, frisas, camarotes de 1º ordem, camarotes de 2º ordem e galinheiro situado no último piso, e que atualmente não acolhe público.

    A sala está ligada à caixa de palco pela boca de cena em arco abatido (10,8 m x 10 m), e é dotada de um discreto fosso de orquestra.

    Os espaços técnicos/cena (palco) têm a largura de 30 metros e 23 metros de profundidade, com pendente de 3, 5 %, e soalho em madeira. Ao fundo do Palco distribuem-se os 18 camarins por diversos pisos.

    A caixa de palco contém também a teia com estrutura e piso em madeira, a 22 m de distância do piso do palco, falsa teia, igualmente em madeira, montada a 25 m, e uma ordem de varandas laterais que servem toda a mecânica de cena ali existente (mecânica de cena mista – contrabalançada e motorizada através da chaminé de contra pesos).

     

    Horário Equipa Técnica:

    O horário da Equipa Técnica do teatro é 9h00 às 12h30 / das 14h00 às 17h30. O horário da noite é das 20h00 às 00h00 para o dia do espetáculo ou em extrema necessidade para montagem, assim que solicitado.


    Ficha técnica do Teatro Garcia de Resende (DOWNLOAD)


    Sobre o Teatro Garcia de Resende

    Sobre o TEATRO GARCIA DE RESENDE

     

    “Edificado entre 1881-92, igualmente sob beneplácito dos mesmos cidadãos beneméritos e de uma Sociedade Cívica dedicada ao progresso artístico eborense, teve a assistência técnica dos Eng.os Adriano Monteiro e Oliveira e Silva, que se inspiraram no Teatro de S. Carlos, de Lisboa e em modelos de interiores italo-franceses, onde persiste o arcaísmo do estilo Luís XVI. Grandes pintores e estucadores trabalharam nas decorações do vestíbulo, sala de espectáculos, pano de boca e salão nobre: João Vaz, António Ramalho, Eloy Amaral, Manini, Leandro Braga e os mestres de Afife. Após o acto inaugural de 1892, presidido pelo infante D. Afonso de Bragança, os fundadores doaram o imóvel à Câmara de Évora, autarquia que para manter o edifício em funcionamento teve de modificar o estatuído pelas classes aristocráticas e burguesas que o destinavam, apenas, para récitas de gala, ópera e concertos classificados. E finalmente, atravessando períodos de agonia, o Município cedeu a mais importante casa de espectáculos do Sul do País, ao Centro Cultural de Évora, que nele tem exercido, desde 1975, uma notável obra pedagógica como Escola de Teatro.”

    ESPANCA, Túlio. Encontro com a Cidade. 1988. CME


    DA PÁGINA OFICIAL DO MUNICÍPIO:

    A exemplo de outros teatros construídos no séc. XIX, a construção do TGR resultou de uma iniciativa das elites locais, destinada a conter o desemprego e a criminalidade daí resultante. O grande proprietário José Ramalho Dinis Perdigão dinamizou a criação de uma Sociedade e, em 31 de Outubro de 1881, foi lançada 1ª. pedra.

    Só em 1890, no entanto, o Teatro estaria pronto a funcionar, após vários contratempos, entre os quais a morte, em 1884, de Ramalho Perdigão. A viúva, D. Inácia Fernandes de Barahona, viria mais tarde a casar com o benemérito Dr. Francisco Barahona, que deu continuidade à obra.

    Os acabamentos seriam, aliás, influenciados pelo seu gosto requintado, pois contrataram, para o efeito, uma equipa de pintores e artífices de grande qualidade. Luigi Manini, cenógrafo titular do S. Carlos, colaborou na dotação do cenário e na realização do pano de boca.

    O TGR seria inaugurado em 1 de Junho de 1892, na presença do infante D. Afonso, com uma peça de E. Schwalbach, “O Íntimo”, levada à cena pela Companhia de Teatro do D. Maria II.

    Em 1941, um vendaval destelhou-o, e, tendo permanecido assim durante todo o Inverno, as pinturas foram danificadas. Para além disso, durante os trabalhos de recuperação foi roubado o revestimento interior em chumbo da cobertura, que garantia o isolamento térmico e acústico. Em 1943, a Câmara arrendou-o como teatro e cinema, autorizando alterações na plateia, que foi descaraterizada. Em 1969, uma intervenção desastrada alterou irremediavelmente a sua imagem original (fachada principal).

    O TGR chegou a ser utilizado como depósito de lixo, até que, em 1975, na sequência da Revolução dos Cravos, foi ocupado pelo Centro Cultural de Évora, que a partir dali deu início à primeira experiência de descentralização teatral. Mas depois de profundas reformas levadas a cabo pelo município nos últimos 20 anos, mantém-se hoje como um espaço cultural de referência, gerido​ pelo CENDREV – Centro Dramático de Évora.​

     

    O Teatro Garcia de Resende faz  parte da Rota Europeia de Teatros Históricos.

    Para saber mais clique aqui

    A Rota Europeia dos Teatros Históricos distingue e liga, através de doze rotas geográfica e turisticamente estratégicas, os mais belos, interessantes e preservados teatros construídos entre o período renascentista e primeiras décadas do século XX.


    Foi agora lançado o novo site da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP).

    O Teatro Garcia de Resende (TGR) é uma das 81 entidades artísticas de norte a sul do país que integram esta rede em prol de uma oferta cultural de qualidade e diversificada. A gestão desta plataforma pertence à Direção-Geral das Artes.
    O CENDREV realiza a programação para o TGR ao abrigo deste instrumento com base no apoio concebido com a aprovação de candidatura.

     


    Artigo sobre a história do Teatro Garcia de Resende publicado no Boletim de Cultura da Câmara Municipal de Évora “A Cidade de Évora” n. 61-62 – 1978-79.

    Consulte aqui o artigo completo:


    Um Teatro à Italiana” pelo Arq. Miguel Lima.
    Artigo sobre a o Teatro Garcia de Resende publicado na revista ADÁGIO n. 3. Março-abril 1991.

    Consulte aqui o artigo completo:


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    O Centro Dramático de Évora

    O Centro Dramático de Évora

     

    O CENDREV é um projeto desenvolvido em torno da criação e difusão artística, da formação teatral e da gestão do Teatro Garcia de Resende.

    A companhia estreou-se-se em 1975 com a apresentação da peça A Noite do 28 de Setembro de Richard Demarcy. O Centro Cultural de Évora, primeira designação do projeto, foi pioneiro no processo de descentralização cultural criado no país após a revolução democrática do 25 de Abril e deu um importante impulso ao desenvolvimento cultural da cidade e da região.

    Para além da atividade de criação e difusão artística, o CENDREV tem acolhido centenas de espetáculos de teatro, de música e de dança produzidos por outras estruturas artísticas nacionais e estrangeiras, e a recente credenciação do Teatro Garcia de Resende na Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP) sob uma candidatura levada a cabo pelo Município de Évora e a aprovação da candidatura apresentada pelo CENDREV ao programa de apoios à programação da RTCP/DGArtes, veio permitir perspetivar, de forma sustentada, uma intensa e variada programação cultural que garanta o envolvimento de diferentes segmentos de públicos, como se pode constatar no primeiro ano da implementação deste novo quadro de programação no Teatro Garcia de Resende.

    O CENDREV é também responsável pela recuperação do importante espólio de marionetas tradicionais do Alentejo, os Bonecos de Santo Aleixo, com os quais já realizou centenas de representações no país e no estrangeiro e organiza a BIME – Bienal Internacional de Marionetas de Évora, cuja primeira edição se realizou em 1987.

    Esta companhia tem sido um verdadeiro laboratório de onde têm saído profissionais que foram integrando outras estruturas profissionais no Alentejo e por todo o país. Esta prática continuada de trabalho tem implicado também a constituição de redes de contactos e parcerias com inúmeros criadores e instituições no plano nacional e internacional. Exemplos dessa prática é a criação do Circuito Ibérico de Artes Cénicas que envolve um conjunto de estruturas de criação artística de ambos os países com responsabilidades na gestão e programação de outras salas de espetáculo.

    A dimensão cultural da cidade de Évora no plano nacional, a tradição de grande polo regional que lhe é atribuída e o seu peso na esfera das relações internacionais, nomeadamente a partir da classificação do seu Centro Histórico como Património da Humanidade – UNESCO, têm determinado também o percurso do CENDREV, que se define como um projeto da cidade voltado prioritariamente para a região e que, a partir daí, projeta a sua intervenção no país e no estrangeiro.

    O CENDREV mais do que uma companhia de teatro é um verdadeiro centro de ação teatral onde se cruzam diversas áreas e componentes da vida do teatro e a sua prática sistemática e continuada configura uma clara vocação de serviço público.

     

     


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