DANÇA : Artes de Palco
Neste espetáculo as diferentes artes de palco confluem numa só.. a Dança.
Organização: Escola de Dança Amélia Mendoza & IPDJ
Teatro Garcia de Resende
11 de julho | 15h30 e 21h30
12 de julho | 21h30
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Exílio em Manaus
Três intérpretes movem-se por um terreno instável, onde tempo, história e olhar oscilam. Entre factos, invenções e perdas confessadas ou herdadas, procuram vestígios de um mundo em desaparecimento, guiados por música ao vivo. No percurso, surgem fantasmas literários — António Patrício e Roberto Gomes — que se misturam às memórias do seringal e às marcas do trabalho na selva. O espetáculo convida o público a habitar um espaço onde passado e presente se confundem.
Texto complementar para a divulgação do objeto artístico:
A peça nasce do encontro entre memória, ficção e corpo em movimento. Partindo de relatos pessoais, ecos históricos e imaginários herdados, os intérpretes constroem um território onde presença e desaparecimento coexistem. A dramaturgia expõe camadas de um passado que insiste em reaparecer — nas vozes do seringal, nos gestos que transportam histórias silenciadas, nas figuras literárias que invadem a cena como espectros ainda ativos.
A música ao vivo funciona como uma pulsação constante, conduzindo a deriva entre tempos e lugares, enquanto a composição visual e performativa fragmenta e reconstrói narrativas, criando um espaço que se desdobra diante do público. Mais do que contar uma história, o espetáculo propõe uma experiência sensorial e crítica, convidando cada espectador a questionar o que permanece, o que se perde e o que continua a ressoar quando as vozes do passado se cruzam com o presente.
Ficha Artística e Técnica:
Criação Dramatúrgica: a partir do Texto de Armando Nascimento Rosa
Direção: Clara Passarinho
Interpretação: Fábio Nóbrega Vaz, Joana Tavares e Luiz Guarnieri
Cenografia e Figurinos: Maria Luiz
Desenho de luz e Operação Técnica: Rui Ferreira
Fotografia e vídeo: Berê Cruz e Thatiane Ferraz
Design gráfico: Larissa Kansler
Música: Joana Tavares
Produção: Armando Nascimento Rosa, Fábio Nóbrega Vaz e Luiz Guarnieri
Projeto financiado pela DGARTES
Teatro Garcia de Resende
1 de julho, 2026
19h00
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Shopping and Fucking
Espetáculo final da Licenciatura em Teatro da Escola de Artes da Universidade de Évora
«Vi o sofrimento. E as guerras. E como é tudo só explorar, explorar, explorar. E eu pensei: merda para o dinheiro. Merda para tudo. Para as vendas. Para as compras. Para o sistema. Merda para este mundo de estrume e temos é de ser… lindos. Lindos. E felizes.»
Numa sociedade capitalista e fragmentária, sem estruturas nem grandes narrativas capazes de orientar a nossa relação com o mundo, criamos as nossas próprias histórias que nos socializam e ajudam a sobreviver. Apoiando-se nelas, Mark, Robbie, Lulu e Gary navegam as tensões que ligam o amor e o prazer à transação e autodestruição.
Há trinta anos, Mark Ravenhill escreveu uma obra de relevância inequívoca para uma atualidade dominada pelo desejo de satisfação instantânea; de certo modo, também presciente da forma como os algoritmos e a hiperconectividade vieram exacerbar a dessensibilização e desumanização que atravessam as relações interpessoais, sejam elas afetivas ou não. Levá-la à cena hoje obriga-nos, portanto, a refletir sobre as consequências dessa violência, tão banal e invisibilizada, tanto no plano individual como no coletivo.
Sinopse
Mark mora num apartamento vazio com Robbie e Lulu, um casal que “comprou” no supermercado. Sobrevivem à base de refeições pré-cozinhadas e mantêm uma dinâmica pseudofamiliar pautada pela dependência emocional. Quando Mark decide internar-se numa clínica de reabilitação para tratar o vício em heroína, Lulu e Robbie são obrigados a encontrar outras formas de sustento, nomeadamente a venda de trezentas pastilhas de ecstasy.
Durante o internamento, Mark chegou à conclusão de que o apego emocional é uma dependência tão forte como o vício em drogas, pelo que estabelece uma relação puramente transacional com Gary, um prostituto que conheceu online. Numa euforia induzida pela droga, Robbie distribui as pastilhas de graça numa discoteca, contraindo uma dívida de três mil euros. Entretanto, Gary e Mark tornam-se cada vez mais próximos, comprando bens de luxo com cartões de crédito roubados. Mark decide levar Gary ao seu apartamento para que este conheça os seus ex-companheiros, o que provoca os ciúmes de Robbie e dá início a um jogo entre os quatro que assumirá contornos violentos e inesperados.
Ficha técnica:
de Mark Ravenhill
com Bruna Coelho, Eduardo Freitas, Francisco Serafim, João Santos e Mário Sena
cenografia e adereços Mário Sena e Francisco Serafim
figurinos e caracterização Bruna Coelho e João Santos
desenho de luz Renato Machado
sonoplastia Mário Sena e João Santos
encenação, dramaturgia e tradução Mário Sena
assistência de encenação João Santos
cartaz Catarina Pardal, Guilherme Monginho, Mariana Arranja e Vitor Soares
produção Bruna Coelho, Francisco Serafim, João Santos e Mário Sena
coordenação Ana Tamen, Beatriz Cantinho, Isabel Bezelga e Renato Machado
Teatro Garcia de Resende
26 e 27 de junho, 2026
21h30
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
CICLO CONTRATEMPO : Jéssica Pina
Jéssica Pina traça um percurso ímpar na música nacional. Entre o trompete e a voz, a sua formação jazzística deu-lhe consistência musical que a destacam ao ponto de receber o convite de Madonna para integrar a digressão MADAME X worldtour da estrela internacional. Após a experiência mundial, Jéssica Pina editou o EP “Vento Novo”. Do EP são conhecidos os vídeos “Vento Novo”, “Romeu” e “Drama Queen”, todos com assinatura de João Pedro Moreira, responsável por vídeos de artistas como Dino `D’Santiago, Branko e Rita Vian.
Em 2023, Jéssica Pina foi convidada por Mikky Blanco para a sua digressão europeia e no ano seguinte foi a vez do colectivo norte-americano Brooklyn Funk Essentials convidar a artista portuguesa para apresentações por toda a Europa.
A participação no Festival da Canção seguiu-se em 2025, com o tema “Calafrio”.
O percurso de Jéssica Pina continua a resultar em conquistas de palcos em Portugal e fora de portas, com apresentações em eventos como AGEAS COOLJAZZ, Matosinhos em Jazz, MEO Marés Vivas, Sol da Caparica, bem como espectáculos em Espanha, Itália, África do Sul (festival Joy of Jazz).
Ficha técnica:
Jéssica Pina
Eron Gabriel – Bateria
Anderson Ivo – Teclados
Teatro Garcia de Resende
16 de julho, 2026
21h30
SALÃO: Manifesto em Defesa da Cultura
Com a presença de representantes do Manifesto em Defesa da Cultura.
A conversa será transmitida em direto, online, através da nossa página de Facebook.
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
20 de junho, 2026
18h30
Entrada gratuita.
Reserva na BOL.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
O Auto da Revolta do Mestre Salas
A Revolta do Mestre-Salas, começa como mais uma representação típica dos Bonecos de Santo Aleixo que se vira do avesso quando o Mestre-Salas se farta de ser manipulado e decide assumir o controlo da narrativa. Ao conquistar a tão desejada liberdade, arrasta consigo a Prima e o Padre Chancas para um caótico território desconhecido, onde as personagens se veem, subitamente, donas do seu próprio destino.
Entre a euforia de poderem fazer o que lhes apetece e o peso da responsabilidade das suas próprias decisões, navegam na loucura que é a liberdade enquanto se levantam as derradeiras questões: o que acontece quando se tomam as rédeas da própria vida? Alguma vez as tomamos?
FICHA TÉCNICA:
Autor, encenação e direção plástica: Ricardo Alves
Interpretação: Beatriz Baptista, Ivo Luz, Rosário Gonzaga
Cenografia e adereços: Ricardo Alves
Figurinos: Adozinda Cunha, Rosário Gonzaga
Desenho de luz: António Rebocho
Fotografia e vídeo: Carolina Lecoq
Comunicação: Helena Estanislau
Design gráfico: Alexandra Mariano
Produção artística: Beatriz Sousa e Helena Fortuna
Direção de produção: Tânia da Graça
Equipa técnica e construção de cenário: Dário Pais, Emanuel Santos, Fabrísio Canifa
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa: Associação de Surdos de Évora – Núria Galinha
Distribuição: Vítor Fialho
Limpeza: Fernanda Rochinha
apoio técnico da equipa do TGR: Ana Duarte, Carlos Mavioso, Margarida Mouro, Tomás Catalão e Tomé Baixinho
Agradecimentos: Câmara Municipal de Évora
PRÓXIMOS ESPETÁCULOS:
Coimbra
18 e 19 de junho, 2026
Covilhã
21 de novembro, 2026
CONCRETIZADOS:
Vila Nova de Gaia, Auditório Municipal
27–30 de maio, 2026
Porto, O Lugar
21–24 de maio, 2026
Évora. Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
7 a 17 de maio, 2026
Quarta a sábado às 19h00, Domingos às 16h00
Sessões com interpretação em Língua Gestual Portuguesa: 9 e 16 de maio
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.





