Exposição - Pontos Cruzados
O CENDREV, Escola Superior de Teatro e Cinema inauguram a exposição PONTOS CRUZADOS.
O CENDREV e a Escola Superior de Teatro e Cinema, em parceria com a companhia Teatro Niño Proletário e a C.M. de Arraiolos, inauguram a exposição “Pontos Cruzados”. Esta exposição estará patente de dia 11 de outubro a dia 3 de dezembro (2023), no Espaço Garrett, na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa.
O cruzamento de ideias, trabalhos e relações humanas é uma inevitabilidade na conceção artística, especialmente na teatral.
O teatro nasce da partilha. A partilha de uma estória, de uma ideia, um conceito, um pensamento. São várias linhas que se cruzam, se entrelaçam e tecem o objeto artístico.
Não falamos de tapetes, mas podíamos. Se encararmos as diferentes instituições como os fios de lã colorida e as pessoas como os pontos que as cruzam, podemos vislumbrar nas suas relações, os padrões e motivos que compõem o seu percurso.
Começando por Arraiolos, com quem o CENDREV tem um protocolo que dura há várias décadas e que nos une a este município e à sua população.
Em Lisboa, a ligação do CENDREV à Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC) antecede a criação do mesmo. Mário Barradas, que fundou o Centro Cultural de Évora (atual CENDREV) em 1975, foi também diretor do antigo Conservatório Nacional de Lisboa, entre 1972 e 1974.
Em 2022 o CENDREV ligou-se pela primeira vez com a companhia chilena Teatro Niño Proletário (TNP). Esta relação não foi fruto da casualidade, mas um cruzamento fomentado por antigos alunos da ESTC, que trabalharam com o TNP. Através do apoio do Iberescena, criaram o primeiro projeto em comum, “(R)existir”.
Em 2023, cruzando a relação estabelecida com ambas as entidades, o CENDREV fez a mediação do projeto “Ponto Cruzado Oblíquo”, apoiado pela Câmara Municipal de Arraiolos e realizado pelo TNP.
“Ponto Cruzado Oblíquo” é um trabalho que celebra o valor da manufatura, refletindo sobre a importância do coletivo na criação.
Partiu de um convite do município de Arraiolos à companhia Teatro Niño Proletário (Chile) para realizar uma residência artística para conhecer e refletir sobre o ofício do Tapete de Arraiolos. Foi apresentada uma instalação integrada na programação de ’O Tapete está na Rua’, de 7 a 11 de junho deste ano, e contou com o apoio do CENDREV.
A exposição “Pontos Cruzados” que irá ser então inaugurada na próxima quarta-feira, soma à instalação apresentada a informação necessária que a contextualiza. Informação técnica sobre os reconhecidos tapetes de Arraiolos, assim como o entrelaçamento das várias instituições que contribuem para a sua existência.
PONTOS CRUZADOS, de 11 de outubro a 3 de dezembro, Espaço Garret, ESCOLA SUPERIOR DE TEATRO E CINEMA. Av. Marquês de Pombal, 22B, 2700-571 Amadora
Fotografia: Beatriz Sousa

148º Aniversário do Comando Distrital da PSP de Évora
No 148º Aniversário do Comando Distrital da PSP de Évora é comemorado com um grande concerto com a Banda Sinfónica da PSP.
A Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública teve origem num agrupamento de elementos policiais com conhecimentos de música que pertenciam ao então Comando Distrital da PSP de Lisboa – atual Comando Metropolitano.
A partir de 1979, sob a Chefia do Major Silvério de Campos, aquele agrupamento evolui para um estágio de absoluto desenvolvimento artístico, o que permitiu concretizar a realização de um velho sonho de todo o pessoal da Polícia de Segurança Pública – integrar no seu efetivo uma Banda Sinfónica oficial.
0 reconhecimento público do seu mérito é notório, tendo já atuado nos mais distintos auditórios nacionais, tais como: Teatro Nacional de S. Carlos, Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural de Belém, entre muitos outros, para além de ter participado em programas de Rádio e Televisão.
No 128º Aniversário da Cruz Vermelha Internacional, a Banda Sinfónica da PSP foi agraciada com o Diploma e Medalha de agradecimento pela “ESPONTÂNEA E VALIOSA COOPERAÇÃO” prestada àquela Instituição.
Em junho de 1997 participa no “7º FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDAS” realizado em Saumur, França, tendo sido eleita como a “BANDA OFICIAL” daquele Festival entre as 11 Bandas dos vários países participantes e onde obteve os mais eloquentes elogios.
Em final de setembro de 2000 foi convidada a participar no “5º FESTIVAL INTERNACIONAL DE BANDAS” realizado em Saint-Etienne, França, tendo representado Portugal naquele Evento e onde recebeu as mais calorosas ovações pelo elevado nível artístico das suas apresentações.
Entrada livre! Sujeita a reserva antecipada através das habituais bilheteiras.
Teatro Garcia de Resende
10 de outubro, 2023
21h30
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
O Cerco de Leninegrado
Priscila e Natália, respetivamente esposa e amante de Nestor Coposo, famoso diretor de teatro, homem de esquerda presumivelmente assassinado há vinte e três anos, vivem num teatro que irá ser expropriado e demolido. As duas atrizes procuram nos arquivos o texto de um autor desconhecido que Nestor ensaiava quando morreu e que ninguém tinha chegado a conhecer na íntegra, “O Cerco de Leninegrado”. Quando o encontram chegam à conclusão que Nestor pode ter sido assassinado, tanto pelos amigos de esquerda como pelos inimigos de direita. Apesar disso, as duas mulheres permanecem fiéis às suas recordações e aos seus ideais, resistindo a tudo, testemunhas e participantes de uma época em que as ilusões, os ideais, as utopias e os impérios se desmoronam.
Ficha técnica:
Texto: José Sanchis Sinisterra | Tradução: Ernesto Sampaio | Dramaturgia e Encenação: Isabel Leitão | Consultor de Dramaturgia: Fernando Rebelo | Adereços e Figurinos: Isabel Muñoz Cardoso | Banda Sonora: Fernando Rebelo | Desenho de Luz: António Plácido | Fotografia: Margarida Araújo | Costureira: Teresa Plácido | Interpretação: Isabel Leitão e Isabel Muñoz Cardoso | Produção: Teatro Em Curso
6 de outubro, 2023
19h00
❆ ENCONTRO DE TEATRO IBÉRICO ❆
2 a 7 de outubro de 2023
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Libro de Buen Amor
El Libro de Buen Amor é uma das principais obras da literatura espanhola medieval, um clássico obrigatório para compreender a cultura dos povos de Espanha.A companhia Guirigai traz a oportunidade de assistir a esta comédia e aprender esta obra de uma forma única.
A Comparsa del Arcipreste chega a comemorar a procissão da Virgem e a fertilidade da Terra. Menestréis anunciam os prazeres do Bom Amor e do bom humor, tão necessários para as artes da sedução. Diante do público, encenam a juventude inexperiente do Arcipreste apaixonado por cristãs, mouras e judias; os conselhos de Don Amor e Dona Vénus; as histórias de amantes preguiçosos, as de Pitas Payas; o amor de Don Melón e Dona Endrina; a astúcia de Trotaconventos; a luta entre Don Carnal e Dona Cuaresma…
A Comparsa despede-se até à romaria seguinte, comemorando a Morte Alegre de Trotaconventos.
Ficha técnica:
Texto e direção: Agustín Iglesias | Música original: Fernando Ortiz | Cenografia: Marcelino Santiago Kukas (Monicreques de Kukas) | Figurinos: Luisa Santos | Coreografia: Fernando Sanz Romualdo | Interpretação: Raúl Rodríguez, Magda García-Arenal, Jesús Peñas, Mercedes Lur e Asunción Sanz | Desenho de luz: Lucía Alvarado | Espaço Cénico: Jean Halbing | Gravação: EWWK | Técnico de luz e som: José María Mato | Design gráfico: Isabel Dublino | Comunicação: Toñi Escobero | Produção: TEATRO GUIRIGAI
5 de outubro, 2023
19h00
❆ ENCONTRO DE TEATRO IBÉRICO ❆
2 a 7 de outubro de 2023
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Telefone: 266 703 112
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Viaje a Pancaya
Viagem a Pancaya propõe-nos uma travessia. Uma viagem àquela ilha fantástica e utópica em que o ser humano era feliz e vivia em harmonia, em que a comida e o teto se partilhavam e o maior tesouro eram os risos. E é agora, numa época como a que vivemos ultimamente, na qual viagens, celebrações e refeições partilhadas parecem uma recordação de outro tempo, que a companhia Tranvía Teatro regressa ao palco pronta para navegar até às origens da comédia. Com vontade de se reconectar com o público e convidá-lo a deixar as suas preocupações de lado e a usufruir da festa que é o teatro.
Ficha técnica:
Interpretação: Daniel Martos, Ana Cózar, Amanda Recacha, Jesús Bernal, Carmen Marín | Espaço cénico: F. Labrador | Desenho de luz: Javier Anós | Composição musical: Elena Olmos | Figurinos: Santiago Giner | Caracterização: Ana Bruned | Desenho gráfico: Samuel Aznar | Figurinos: Jesús Sesma | Assistente de produção: Raffaella Ciuffreda | Diretor de produção: Fernando Vallejo Labrador | Dramaturgia e Direção: Cristina Yáñez
4 de outubro, 2023
19h00
❆ ENCONTRO DE TEATRO IBÉRICO ❆
2 a 7 de outubro de 2023
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Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
O Homem do Caminho
“O Homem do Caminho” é um monólogo teatral adaptado pelo autor brasileiro Plínio Marcos (1935-1999) a partir do conto “Sempre em frente” (1987) É inspirado pelo universo circense e pela cultura cigana, com os quais Plínio conviveu de perto no início da sua carreira, nos seus tempos de palhaço Frajola.
Iur – a personagem única da peça – é um dos homens do caminho: anda sem termo, não teme fazer frente ao mistério e conta-nos esta história na primeira pessoa. Tem três nomes, sendo que um deles é desconhecido pelo próprio Iur. Essa condição é uma forma de enganar a morte: quando chegar a sua vez, ele não vai escutar o chamamento. As histórias de Iur oferecem uma reflexão sobre poder, egoísmo, manipulação, luta de classes e o sentido da existência humana, no limbo entre a liberdade e as amarras que a condicionam ou oprimem.
Ficha técnica:
Texto: Plínio Marcos | Adaptação e encenação: José Caldas | Interpretação: Allex Miranda, José Caldas, Juliana Roseiro | Espaço cénico: Ana Rosa Assunção, José Caldas | Música: Allex Miranda, José Caldas | Figurinos: Ana Rosa Assunção | Luz: Danilo Pinto, José Caldas | Montagem: Danilo Pinto, Diogo Lobo, Eduardo Pinto, Rui Valente, Zé Diogo | Operação Técnica: Danilo Pinto, Diogo Lobo, Zé Diogo | Execução de adereços: Elsa Rajado, José Caldas, Joshua G. Ford | Direcção de cena: Juliana Roseiro | Fotografia: Eduardo Pinto | Folha de sala (edição): Igor Lebreaud | Grafismo: Ana Rosa Assunção | Produção e comunicação: Eduardo Pinto, Pedro Rodrigues; Juliana Roseiro e Mariana Banaco (estagiárias)
Limpeza e bar no TCSB: Cláudia Natividade | Assistentes de sala: Andreia Natividade, Cláudia Morais, João Sousa, Maria Dias, Mariana Banaco, Patrícia Mendonça | Objecto cénico (mala-mesa): adaptação de modelo criado por João Mendes Ribeiro | Agradecimentos: Cena Lusófona, Eduardo Moreira, Luís Pedro Madeira, João Mendes RIbeiro, Robert Souza, Silvana Garcia
3 de outubro, 2023
21h30
❆ ENCONTRO DE TEATRO IBÉRICO ❆
2 a 7 de outubro de 2023
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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.





