Era uma vez uma linha de fronteira…
“Esta é a história de uma linha de fronteira — a primeira e as que se seguiram.
Três criaturas absurdas, situadas entre o divino e o humano, observam e transformam os traços da linha, os seus cruzamentos, quebras e emaranhados, vestindo a pele e a memória das pessoas que a atravessam.
Esta é uma história que, como todas, começa com “era uma vez”, mas não se sabe bem que vez é a primeira. Sem linha do tempo, tudo se passa agora. 1968 é agora. 2010 é agora. 1140, também é agora.
Esta é a história dos de agora, que também são os de antes. A história de uma ferida com nome de ordem, mas também uma possibilidade de lembrar, pensar e imaginar formas de redenção coletiva.”
Criação: Patrick Murys, Pepa Macua, Ricardo Augusto, Sofia Moura | Interpretação: Patrick Murys, Ricardo Augusto, Sofia Moura | Dramaturgia: Sofia Moura | Textos: Rui Macário Ribeiro e Sofia Moura | Cenografia e Figurinos: Inês de Carvalho | Desenho de Luz: Francisco Alves | Criação Musical: Ricardo Augusto | Design, Vídeo e Fotografia: Luís Belo | Direção Executiva: Dennis Xavier | Produção Executiva: Marta Costa | Assistente de Produção: Raquel Ventura | Produção: Mochos no Telhado – Estrutura com Direção Artística de Dennis Xavier e Sofia Moura | Financiamento: DGArtes – Ministério da Cultura, República Portuguesa | Coproduções: Teatro Municipal da Guarda, CENDREV, Teatro-Cine de Pombal, Centro Cultural de Carregal do Sal, Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros, Centro Cultural de Paredes de Coura, Centro de Artes de Águeda
Teatro Garcia de Resende
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
A Primeira Vez
“A Primeira Vez é uma peça sobre a juventude. Um rapaz e uma rapariga refugiam-se num parque, longe dos olhares alheios, para se descobrirem pela primeira vez. Mas o que se perspetiva como um encontro íntimo, acaba por ter outros contornos. Numa situação aparentemente moldada pelo embaraço e o constrangimento, descobrimos que a sua intimidade, a sua relação, é o verdadeiro refúgio. Ambos estão diante de algo maior, que não se atrevem a enfrentar.
A Primeira Vez foi escrita a convite do Teatro Nacional São João, no âmbito do Between Lands / Theatre for Democracy Day 2023 , um projeto de cooperação internacional com a Comédia de Reims, o KVS (Bruxelas), o Teatro Nacional da Catalunha e o Teatro Nacional Emilia Romagna, com traduções, leituras encenadas e audiodramas, em França, Espanha e Itália.”
Texto Original e Encenação: Tiago Correia | Interpretação: Francisca Sobrinho e Rafael Paes | Cenografia: Ana Gormicho | Desenho de Figurinos: Sara Miro | Desenho de Luz: Pedro Nabais | Música Original: André Júlio Turquesa | Desenho de Som: Filipe Louro | Assistência à Criação (Estágio-ESTC): Gabriel Pessoa | Direção de Produção: Inês Arinto | Produção Executiva: Inês Guedes Pereira | Direção de Comunicação: Catarina de Dios Fonseca | Imagem: Francisco Lobo | Design de Comunicação (A Turma): Francisco Ribeiro | Produção: A Turma | Coprodução: FITEI e 23 Milhas
Agradecimentos: Comédie de Reims (França), Emilia Romagna Teatro Fondazione (Itália), KVS (Bélgica), Teatre Nacional de Catalunya (Espanha) e Teatro Nacional São João
Teatro Garcia de Resende
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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
A Serie Clopen
“Acrobacias impossíveis, aéreos impactantes, comédia hilariante, dança, clown e uma história cativante. “”A Serie Clopen”” é um espectáculo multidisciplinar que, reflecte, com humor, sobre os desafios que a juventude tem de enfrentar nestes tempos de incerteza.
Alicia é uma rapariga que está nesse momento vital em que começa a construir a sua identidade e a investigar o mundo que a rodeia. O seu quarto continua cheio de bonecas e brinquedos, mas as perguntas invadem a sua mente. No seu afã de encontrar as respostas, cria um canal nas redes sociais para explicar curiosidades acerca de uma das suas paixões: a matemática.
Mas tudo o que descobre gera mais perguntas…
Poderá a matemática explicar o momento político actual: a expansão dos absolutismos, dos fascismos, o aumento da desigualdade ou o novo contexto bélico?
Poderá a nossa juventude superar os desafios que lhes impõe a sua geração?
E, sobretudo, poderá o circo, a arte do momento presente, do físico, do risco, da cooperação, oferecer alternativas num mundo absolutamente digitalizado?
CENTRO DRAMÁTICO GALEGO – O Centro Dramático Galego é a companhia pública de teatro da Galiza, vinculada à Xunta de Galicia. Fundado em 1984 com o objectivo de “contribuir para a normalização e institucionalização da atividade teatral galega”, consolidou ao longo de quatro décadas um percurso marcado pela produção própria, pelas co-produções com companhias galegas e internacionais e pela circulação dos seus espectáculos em todo o território e no exterior.
Nestes 40 anos de história, o CDG tem desenvolvido um trabalho constante que combina a recuperação dos grandes autores galegos, a divulgação da dramaturgia contemporânea, a adaptação de textos fundamentais da literatura universal, a atenção ao teatro infantil e juvenil e a projecção internacional da cena galega. A companhia tem ampliado a sua presença, alcançando mais de uma centena de concelhos e participando em colaborações com vários países da Europa e das Américas, ao mesmo tempo que reforça os laços com a vizinha cultura portuguesa.”
O Centro Dramático Galego é a companhia pública de teatro da Galiza, vinculada à Xunta de Galicia. Fundado em 1984 com o objectivo de “contribuir para a normalização e institucionalização da atividade teatral galega”, consolidou ao longo de quatro décadas um percurso marcado pela produção própria, pelas co-produções com companhias galegas e internacionais e pela circulação dos seus espectáculos em todo o território e no exterior.
Nestes 40 anos de história, o CDG tem desenvolvido um trabalho constante que combina a recuperação dos grandes autores galegos, a divulgação da dramaturgia contemporânea, a adaptação de textos fundamentais da literatura universal, a atenção ao teatro infantil e juvenil e a projecção internacional da cena galega. A companhia tem ampliado a sua presença, alcançando mais de uma centena de concelhos e participando em colaborações com vários países da Europa e das Américas, ao mesmo tempo que reforça os laços com a vizinha cultura portuguesa.
FICHA ARTÍSTICA
encenação Pablo Reboleiro dramaturgia Clara Gayo e Pablo Reboleiro elenco Marián Bañobre, Luz García, Johanna Hesse, Raquel Oitavén, Natalia Pajarito, Inés Santos, Guillermo Solo iluminação e vídeo Laura Iturralde cenografia José Faro e Laura Iturralde caracterização e maquilhagem Erea Pérez figurinos Carlos Alonso desenho de movimento e coreografia Marta Alonso Tejada assistência de encenação e espaço sonoro Marcos PTT assistência de circo José Expósito música original Xosé Lois Romero assistência de produção Santi Romay
Teatro Garcia de Resende
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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Complexo de Édipo
“O mito imortal do homem que mata o pai, deita-se com a mãe e chama aos irmãos de filhos é comentado pela taberneira de um porto galego que, para além do mais, é a mãe do infeliz soliloquista Cadaval. A tal taberneira despreza o mito clássico e aproveita para dar uma receita de carne assada. Pelo meio, o desordenado cérebro de Cadaval leva-nos por uma odisseia de micro-histórias de marinheiros e emigrados.
Um só homem a falar, que se divide em múltiplos assuntos: gastronomia, épica, haute culture, cusquices, notícias da família real espanhola. Tudo em 71 minutos de vertigem.
É uma criação de Quico Cadaval, que faz uma mistura de conto tradicional de lareira, teatro épico e cabaret literário.”
Quico Cadaval nasceu no mês de março de 1960, dado que, com uma simples operação matemática, permite atualizar a sua idade automaticamente.
É miope e divorciado. Mas isto nem sempre foi assim.
Na primeira década da sua vida nem sonhava que um dia chegaria a ser o que é. Foi criado por um setter inglês chamado Tule e influenciado por um violento professor chamado Bayón.
Na segunda década da sua vida leu com avidez e dificuldade A Vida É um Sonho, de Calderón, e Duas Táticas da Social-Democracia na Revolução Democrática, de Vladimir Ilitch. E desfrutou de Seven Hassel e da sua literatura repugnante.
Na terceira década, ficou finalmente miope ao ponto de ser dispensado do serviço militar. Fechou-se-lhe a porta do heroísmo, tanto do lado de soldado da pátria espanhola como de arrogante insubmisso. Ao não ser posto à prova em combate, nunca pôde demonstrar ao mundo a sua coragem ou cobardia. Nesta década, leu a obra completa de Shakespeare.
Na quarta década da sua vida desdobrou as suas capacidades na arte da narração, da dramaturgia e da provocação. Contraiu matrimónio com uma mulher e devorou a obra de Rubem Fonseca.
Na quinta década entrou no terceiro milénio e comprovou que todas as profecias resultaram falsas, as utopias defeituosas e as ilusões intactas. Na contabilidade do amor, recebeu muito mais do que deu e entrará brevemente em concurso de credores. Entusiasmou-se pela cultura lusófona e visitou com paixão lugares arqueológicos. A década terminou com uma festa dos 50 anos, de carácter propiciatório, que não deu resultado.
Na sexta década continua a contar contos e a tentar fazer teatro na mais velha nação da Europa, que tentaram destruir durante cinco séculos, e que parece que o vão conseguir nestes tempos, dado que o império conta com importante ajuda nativa.
Fora disso, é divorciado e miope.
Contador: Quico Cadaval
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
Encontro de Teatro Ibérico 2025
O Encontro de Teatro Ibérico é uma iniciativa que, ano após ano, promove o diálogo entre criadores, companhias e instituições de Portugal e Espanha.
Com uma programação que inclui debates e espetáculos, o Encontro constitui-se como um espaço de partilha artística, reflexão crítica e cooperação cultural no panorama ibérico.
Este ano, o festival volta-se para norte e dedica a sua programação à Galiza, região cuja vitalidade artística e teatral tem sido uma das mais estimulantes do panorama ibérico contemporâneo.
Ao longo de três dias, o público é convidado a assistir a espetáculos que refletem a diversidade e a força poética do teatro galego atual. Entre o humor de Cadaval, a energia criativa do Centro Dramático Galego e o pensamento partilhado na Conferência/Debate, Évora torna-se, por alguns dias, o palco de uma verdadeira festa ibérica do teatro e das ideias.
O Encontro de Teatro Ibérico renova, assim, a sua missão de estreitar as relações culturais entre os povos da Península, celebrando a diversidade linguística, artística e humana
que nos une.
Programa:
2 de novembro, domingo
* 16h00 – Espetáculo UM SONHO, de August Strindberg – CENDREV / A ESCOLA DA NOITE
3 de novembro, segunda-feira
* 15h00 – 18h00 – Conferência / debate
O EXEMPLO DO CENTRO DRAMÁTICO GALEGO COMO CONTRIBUTO PARA A REFLEXÃO SOBRE MODELOS DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL
* 19h00 – Espetáculo COMPLEXO DE ÉDIPO, de Quico Cadaval
4 de novembro, terça-feira
* 19h00 – Espetáculo A SERIE CLOPEN, pelo Centro Dramático Galego
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Terreiro Mestiço
Concerto com Uxía (GAL), António Nóbrega (BR), Ceumar (BR), Luís Pedro Madeira (PT), Manuel Rocha (PT) e Quiné Teles (PT) Espectáculo construído na sequência de uma residência de criação artística realizada em Coimbra, no âmbito da Mostra de Teatro Galego. O alinhamento cruzará músicas tradicionais do Brasil, da Galiza e de Portugal e peças emblemáticas dos reportórios dos artistas envolvidos, todos com largas carreiras na recolha e interpretação dos cancioneiros tradicionais dos seus países.
Voz, violino, violão: António Nóbrega (BR)
Voz, violão, zabumba: Ceumar (BR)
Guitarra, piano, cordofones: Luís Pedro Madeira (PT)
Violino, bandolim: Manuel Rocha (PT)
Percussão: Quiné Teles (PT)
Voz, pandeireta: Uxía (GAL)
Biografias e descrição mais pormenorizada
Teatro Garcia de Resende
14 de novembro, 2025
21h30
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Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
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A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
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