SALÃO: UM ESPAÇO DESEMPOEIRADO – Arte e Revolução

Vamos pensar em Liberdade no SALÃO, pôr a conversa em dia neste espaço propício à criação de massa crítica que abre portas em fevereiro e que se repetirá, mensalmente, no Salão Nobre do TGR.
Partimos em busca de um SALÃO onde se partilham ideias e que possamos desarrumar, virá-lo às avessas, deixá-lo de pernas para o ar. Procuramos neste SALÃO um lugar do outro lado do espelho, um espaço desempoeirado que sirva para criar desajustes e onde a conversa ganha contornos mais performáticos. É o SALÃO de vontades, este. O SALÃO que se movimenta e ocupa o teatro, ao invés de ser ocupado. O SALÃO que espreita à varanda e vai para a rua, que se torna numa arena de desafios. Um SALÃO transformador. Avançamos para esta aventura sabendo que o desafio é titânico. Mas como na própria génese dos salões, espaços de atração de livres-pensadores, o desafio está-nos intrínseco.
No SALÃO de Abril, como não poderia deixar de ser, temos uma sessão dedicada à revolução e ao papel da arte na mesma. Dois conceitos indissociáveis.
Nesta quarta para um tema de discussão tão premente, contamos com: o Teatro Niño Proletário, companhia marcante no panorama cultural e político chileno; Teatro Art’Imagem, companhia com uma marcada faceta social; Eugénia Vasques, reconhecida teatróloga, crítica e especialista na matéria.
Temos como objetivo fazer o cruzamento das experiências destes convidados, juntando-lhes as vossas.
Bem Vind@s ao Salão!

Com:
Teatro Niño Proletário | Teatro Art’Imagem | Eugénia Vasques

 

Salão Nobre
13 de Abril – 18h30
90′
informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt
Entrada Livre


À Solta

Cenas soltas de obras de Luigi Pirandello, Carlo Goldini e Aristófanes dão forma a este exercício/espetáculo.
As 7 alunas do Curso Profissional de Artes do Espetáculo – Interpretação da ESAG interpretam as personagens que se cruzam na escrita de Pirandello e de Goldoni e que habitam o próprio Teatro, enfim é o teatro a ver-se por dentro. Outra cena solta chega-nos da escrita com mais de 2000 anos de Aristófanes, é uma ideia que resulta da urgência da mudança. As mulheres de Atenas cansadas de verem a cidade sem rumo e malgovernada pelos homens, disfarçam-se de homens e vão para a Assembleia… “Se elas cuidam bem do lar por que não haveriam de tratar bem os assuntos da cidade.”
Projeto desenvolvido numa parceria, que se mantém já há alguns anos, entre a Escola Secundária André de Gouveia – ESAG e o Centro Dramático de Évora – Cendrev, companhia residente no Teatro Garcia de Resende que conta também com o apoio da Câmara Municipal de Évora.

Ficha Técnica:
Direção Artística: Jorge Baião | Assistência de Direção Artística: Ivo Luz, Maria Marrafa | Diretor do Curso e Orientador de Estágio: Carlos Alves | Alunos atores: Inês Madeira, Fátima Nita, Luana Abranja, Luana Rodrigues, Claúdia Godinho, Mónica Casqueira e Sara Miguel | Iluminação: António Rebocho | Sonoplastia: José Diogo | Organização de Guarda-roupa: Rosário Gonzaga | Arranjos de Guarda-roupa: Adosinda Cunha

Produção: CENDREV, Escola Secundária André de Gouveia

31 de março, 1 e 2 de abril
45′
Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt
Entrada Livre


SALÃO: UM ESPAÇO DESEMPOEIRADO - Molière, entre a cena e o salão

com Christine Zurbach.

Vamos pensar em Liberdade no SALÃO, pôr a conversa em dia neste espaço propício à criação de massa crítica que abre portas em fevereiro e que se repetirá, mensalmente, no Salão Nobre do TGR.

Passados 400 anos do nascimento de um dos maiores actores e autores franceses, “Molière, entre a cena e o salão” é o mote para a partilha de ideias. A nossa convidada é Christine Zurbach, para nos ajudar a desempoeirar o assunto.

Partimos em busca de um SALÃO onde se partilham ideias e que possamos desarrumar, virá-lo às avessas, deixá-lo de pernas para o ar. Procuramos neste SALÃO um lugar do outro lado do espelho, um espaço desempoeirado que sirva para criar desajustes e onde a conversa ganha contornos mais performáticos. É o SALÃO de vontades, este. O SALÃO que se movimenta e ocupa o teatro, ao invés de ser ocupado. O SALÃO que espreita à varanda e vai para a rua, que se torna numa arena de desafios. Um SALÃO transformador. Partimos para esta aventura sabendo que o desafio é titânico. Mas como na própria génese dos salões, espaços de atração de livres-pensadores, o desafio está-nos intrínseco.

Bem-vind@s ao SALÃO.

Produção: Cendrev – Centro Dramático de Évora

Salão Nobre
9 fevereiro – 18h30
Lotação: 40 lugares
informações:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com
Entrada Grátis


Floresta de Enganos

“Oh, quantos modos de enganos
acho nesta triste vida!”
Gil Vicente (1536)

 

Escrita e representada pela primeira vez em Évora em 1536, “Floresta de Enganos” é a última obra de Gil Vicente. Considerada, a muitos títulos, como uma “peça-problema” dentro da obra vicentina, é uma peça de enigmas e mistérios, de subentendidos que deixaram de ter o seu contexto, em que se cruzam os planos de seres mitológicos e terrenais.
Classificada como comédia na Compilação de 1562, esse é o tom em que a peça se desenvolve, com personagens que reciprocamente tentam enganar-se em histórias paralelas e um “gran finale”, com casamento e música. No prólogo, o Filósofo anuncia mesmo uma “fiesta de alegría”, que começa com um Mercador que “pensando d’enganar, / ha de quedar engañado” e nos há-de contar a história de Grata Célia, filha do Rei Telebano, vítima dos amores do próprio Cupido e dos sucessivos enganos que este engendra para conquistar o afecto da Princesa.
Ao contrário do resto da peça, e sobrevivendo como “texto autónomo”, este prólogo tem contudo acentos trágicos. O Filósofo, com um Parvo atado ao pé, preso e proibido de falar, não deixa de segredar ao público que está a pagar pelo que disse, pelo que criticou, pelos seus “consejos muy sanos”. Escrito no mesmo ano em que a Inquisição haveria de chegar a Portugal e ponto terminal da obra de Gil Vicente, o discurso deste Filósofo parece constituir um testemunho e um testamento das ideias políticas, sociais e religiosas do autor.

 

Ficha técnica:
Encenação: José Russo | elenco: Ana Meira, Beatriz Wellencamp Carretas, Hugo Olim, Jorge Baião, José Russo, Maria Marrafa, Miguel Magalhães | espaço cénico: João Mendes Ribeiro, Luísa Bebiano, Sebastião Resende | música: Paulo Vaz de Carvalho | esculturas: Sebastião Resende | luz: António Rebocho | figurinos e imagem gráfica Ana Rosa Assunção | cabelos Carlos Gago | consultadoria científica: José Augusto Cardoso Bernardes
fotografias de Carolina Lecoq

 

Co-produção CENDREV | A ESCOLA DA NOITE

 

ÉVORA:
TEATRO GARCIA DE RESENDE
2 a 12 de Dezembro, 2021

 

COIMBRA:
TEATRO DA CERCA DE SÃO BERNARDO
20 de janeiro a 6 de fevereiro, 2022


O Cerejal

Co-produção entre CENDREV – Centro Dramático de Évora e Escola de Artes da Universidade de Évora.

Esta co-produção junta no mesmo palco e alunos, antigos alunos, professores e atores profissionais do Cendrev, numa encenação de Ana Tamen.

‘O Cerejal’ de Tchékhov, além de peça emblemática, foi a sua última peça, escrita em 1904. Nesta peça, Tchékhov convida o espetador a refletir sobre questões de grande atualidade, como qual o impacto da ‘turistificação’ na transformação da paisagem.

A cenografia de Luís Santos dá destaque a um dos tesouros do Teatro Garcia de Resende – a grande tela da autoria do cenógrafo e arquiteto italiano Luigi Manini, datada de 1890.

 

Ficha Técnica e Artística:
Texto: Anton Tchékhov Tradução: António Pescada | Encenação: Ana Tamen | Cenografia e Figurinos: Luís Santos | Direcção Musical: Jean Aroutiounian | Piano: Eduardo Proença – Apoio: Ana Dias Violino: Lizana Loch Marciel Viola: André Penas | Composição original para guitarra: António Machado | Guarda-roupa: Luís Santos | Assistente de guarda-roupa: Rosário Gonzaga | Adereços: Beatriz Sousa, Luís Santos, Margarida Rita e Rosário Gonzaga | Direcção Técnica e Iluminação: António Rebocho | Operação de Luz e Som: António Rebocho Sonoplastia: João Espanca Bacelar | Maquinaria e Construção de Cenário: Paulo Carocho, Tomé Antas e Tomé Baixinho | Contra – Regra: Margarida Rita e estagiária ESTC: Beatriz Sousa | Design Gráfico: Célia Figueiredo | Fotografia e edição vídeo: João Bettencourt Bacelar |  Captação de Imagem: João Mesquita | Costura: Vicência Moreira | Produção: Cláudia Silvano | Secretariado: Ana Duarte | Comunicação: Mariana Mata Passos | Apoio à produção: Vítor Fialho.
Interpretação: Ana Meira, António Machado, Constança França, Gonçalo Ribeiro, Inês Rocha, Jorge Baião, José Russo, Maria Anita, Nuno Zuniga, Ricardo Dias, Rosário Gonzaga, Rúben Jaulino e Rui Nuno

 

Informações e Reservas:
geral@cendrev.com / 266 703 112
Preço Normal: €6
Preço Reduzido: €3 (Crianças até aos 12 anos; Grupos e Escolas; Estudantes; M/ 65; Funcionários CMÉ; Cartão PassaPorTeatro) Sindicato Professores da Zona Sul: €4
Apoios:
Ministério da Cultura, Direcção Geral das Artes, Câmara Municipal de Évora, Diário do Sul, Rádio Telefonia, Semanário Registo

 


Apocalipse Hoje

Estreia, no dia 2 de Maio de 2019, com a presença do dramaturgo Michel Vinaver, o espectáculo Apocalipse Hoje, uma encenação de Pierre-Étienne Heymann para o CENDREV.
O nosso mundo está a perder a cabeça. O Atentados terríveis ameaçam todo o sistema político e social das democracias ocidentais. Ao mesmo tempo, estas democracias parecem um eldorado para milhões de pobres que sonham abandonar a sua terra africana ou americana.
Dois imensos escritores franceses escolheram escrever textos de teatro acerca destes assuntos. MICHEL VINAVER, importante dramaturgo da segunda metade do século XX, em 11 de Setembro de 2001 (escrito em 2002), junta, em forma de cantata, palavras de vítimas da destruição das Torres Gémeas, de sobreviventes e também de G.W. Bush e de Ossama Bin Laden. LAURENT GAUDÉ, famoso escritor do início do século XXI (Prémio Goncourt 2004), conta em Daral Shaga (2014) a marcha dos emigrantes africanos em direcção à vedação de Ceuta e o sonho do emigrado: trazer tudo sem deixar nada.
Justapor num espectáculo único estes três textos comoventes, escritos de uma maneira lírica, é propor um teatro imediatamente contemporâneo. É colocar no palco “APOCALIPSE HOJE”.
Pierre-Étienne Heymann
APOCALIPSE HOJE reúne três textos de dois dramaturgos franceses contemporâneos – Michel Vinaver (11 de Setembro de 2001) e Laurent Gaudé (Daral Shaga e O Juramento de Paris) – para pôr em cena, em Évora, aquilo que o encenador classifica como uma proposta de teatro imediatamente contemporâneo. Nas palavras de Heymann, justapor num espectáculo único estes três textos comoventes, escritos de uma maneira lírica, é propor um teatro imediatamente contemporâneo. É colocar no palco “APOCALIPSE HOJE”.
O espectáculo estará em cena de 2 a 25 de Maio.
Informações e reservas:
geral@cendrev.com ou 266 703 112
FICHA TÉCNICA:
Textos: Michel Vinaver (11 de Setembro de 2001)
Laurent Gaudé (Daral Shaga e O Juramento de Paris)
Niki Gianneri (trechos do poema Andam Espectros pela Europa)
Traduções: Luís Varela
Encenação: Pierre-Étienne Heymann com a colaboração de Rosário Gonzaga
Cenografia e figurinos: Elsa Blin
Música, sonoplastia e direcção musical: Gil Salgueiro Nave
Interpretação: Ana Meira, Jorge Baião, José Russo, Margarida Rita, Maria Marrafa, Rosário Gonzaga e Rui Nuno
Figuração: Ana Coelho, Ana Dias, Danilo Galvão, Margarida Rita e Nuno Zuniga
Vozes: Gil Salgueiro Nave e Takis Sarantopoulos
Direcção técnica e iluminação: António Rebocho
Operação de Luz: António Rebocho
Construção e Montagem: Paulo Carocho, Tomé Antas e Tomé Baixinho
Operação de som e vídeo: João Espanca Bacelar
Contra – Regra: Margarida Rita
Design gráfico: Alexandra Mariano
Gravação e edição vídeo: Ínfimo Frame
Costura: Vicência Moreira
Produção: Cláudia Silvano
Secretariado: Ana Duarte
BILHETEIRA:
Preço normal: 6,00 €
Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS): 4,00€
Descontos 50%:
Cartão Estudante – 3,00€
+ 65 anos, Reformados/Pensionistas – 3,00€
Funcionários da C. M. Évora: 3,00€
Crianças até aos 12 anos: 3,00€
Grupos para mais de 12 pessoas (com marcação prévia): 3,00€
Preço para Grupos Escolares (com marcação prévia) : 3,00€
Cartão PassaporTeatro (estudante): 3,00€ | 3.º bilhete oferta
Funciona o Cartão PassaporTeatro Sénior (Assinatura Anual)


Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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