VER&APRENDER : Fernanda e a inesperada virtude de aprender a voar
Fernanda é uma gaivota, diferente das outras gaivotas, que não se contenta com voos curtos e repetidos. Todos os dias tenta um novo salto, um novo ritmo, um novo voo. Todos os dias cai, mas cada queda é apenas o começo de uma nova tentativa. “Voar, cair, levantar e voltar a tentar”.
Neste espetáculo, acompanhamos Fernanda na sua descoberta de que a persistência é uma forma de coragem e que a imaginação é a asa mais rápida que existe.
Este espetáculo nasceu da vontade de trabalhar a partir do aclamado livro “Fernão Capelo Gaivota”, de Richard Bach, que conta a história de uma gaivota que quer voar mais alto e mais rápido do que todo o Bando, e que voa, acima de tudo, pelo simples prazer de voar. É uma história sobre superação, sobre a procura de sentido e sobre a dedicação a algo que, à partida, parece não servir para nada.
Rapidamente percebemos que a história de Fernão, sobretudo nas suas partes finais, se torna complexa para o público infantil, enveredando por uma reflexão crítica sobre a religião e a ausência de pensamento livre. Interessa-nos, por isso, partir de outro lugar: o da persistência e da determinação, da coragem em ser diferente e romper com a herança familiar imposta, através do estudo da aeronáutica avançada que se transformou, nesta nova narrativa, na capacidade de imaginar e transformar a realidade com a própria imaginação.
Nasceu assim a Fernanda. Uma gaivota sonhadora, estudiosa e exploradora do voo. Uma gaivota que não desiste. “Voar, cair, levantar e voltar a tentar” é o seu lema.
A sua procura leva-a aos Penhascos Mais que Inóspitos, onde encontra o Mestre Chuang. É aqui que o espetáculo se cruza com filosofias orientais que nos convidam a desacelerar para ir mais longe, a compreender que a velocidade não está apenas no corpo, mas também no pensamento e na forma como olhamos o mundo.
A Fernanda e o Mestre recordam-nos da famosa fábula da lebre e da tartaruga e do caminho diferente que cada uma faz até à sua própria meta. Recordam-nos, também, do Panda do Kung Fu e do Karate Kid e de muitas outras histórias sobre dedicação, determinação e sonho.
Voar é (pode ser), afinal de contas, muitas coisas diferentes e é isso que desejamos que a Fernanda seja: um convite à imaginação, à liberdade e à descoberta. Um espaço onde cada um possa encontrar o seu próprio voo, especialmente para o público mais novo que ainda sabe ver a magia numa gaivota (ou num balão) a voar.
Fernanda Filha Gaivota = Possibilidades de voar.
Sobre a Mochos no Telhado:
A Mochos no Telhado é uma estrutura artística, fundada e dirigida por Dennis Xavier e Sofia Moura, desde 2019.
Dedica-se à investigação, criação e programação no domínio das artes performativas e deriva da vontade de iniciar um caminho próprio, com uma identidade pronunciada, modelada, por um lado, por apelos e inquietações próprias e, por outro, pelo cruzamento com diferentes artistas convidados a integrar as suas criações.
A Mochos no Telhado conta com um percurso denotado com ações e iniciativas de Intervenção Educativa e no amplo espectro das Ações Estratégicas de Mediação, sendo que ao nível das criações próprias se podem destacar “Kamarád” (2021), “A História das Coisas” (2023), “Mãe” (2024) e, mais recentemente, “Era uma vez uma linha de fronteira…” (2025). É igualmente responsável pela organização dos Festivais DEMOC e No Fio da Palavra (5 edições).
Ficha artística
Direção Artística: Cláudia Gaiolas e Sofia Moura
Texto: Sandro William Junqueira – a partir do livro de Richard Bach – “Fernão Capelo Gaivota” (“Jonathan Livingston Seagull” – título original)
Co-criação: Cláudia Gaiolas, Sofia Moura, Matilde Barbas e Miguel Rodrigues
Interpretação: Sofia Moura e Miguel Rodrigues
Apoio ao Movimento: Matilde Barbas
Música: Miguel Rodrigues
Cenografia e Figurinos: Inês de Carvalho
Confeção de Figurinos: Nuno Queirós – Atelier de costura Deolinda Ribeiro
Direção Técnica e Desenho de Luz: Afonso Ferreira Lemos
Design e Fotografia: Luís Belo
Direção Executiva/Artística: Dennis Xavier
Produção Executiva: Marta Costa
Assistência de produção: Filipa Fróis, Gabriel Vilela e Raquel Ventura
Agradecimentos: Teresa Gentil e Lugar Presente
Produção: Mochos no Telhado
Financiamento: DGArtes – Ministério da Cultura, Desporto e Juventude – República Portuguesa; Fundação GDA
Co-produções: Centro de Artes de Águeda, Centro Cultural de Carregal do Sal, Centro das Artes do Espetáculo de Sever do Vouga, Auditório Municipal Augusto Cabrita, Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida, Cineteatro Messias
Parceiros: Casa das Artes de V.N. Famalicão, ACERT, CENDREV, 23 Milhas,Teatro Municipal da Guarda, A Moagem, Municípios de Viseu e de Castro Daire
Teatro Garcia de Resende.
26 de abril, 16h00 – Famílias e público em geral
27 de abril, 10h30 – Grupos escolares e públicos organizados
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
E_27 : Academia do Vagar | O Vagar e a terra - Agricultura no Alentejo
A Academia do Vagar é um espaço de reflexão e diálogo que promove mensalmente conferências internacionais, encontros, conversas e workshops. Com curadoria de Jacinto Lageira, é uma iniciativa que coloca o VAGAR no centro de uma nova proposta de futuro para a Europa e o mundo.
Esta sessão terá o tema “O Vagar e a terra – Agricultura no Alentejo”, com João Raposeira (Engenheiro Agrícola), Marta Cortegano (Engenheira Florestal) e Teresa Pinto Correia (Geógrafa).
Saiba mais na página oficial da E_27
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
23 de abril, 2026
18h00
Entrada gratuita.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
O Faroleiro
“O Faroleiro” é um testemunho sobre a solidão do ofício e sua responsabilidade. Este faroleiro procura o Amor Absoluto para se salvar de cada noite passada no farol. O mar como único interlocutor de desejos, medos e desesperos – A redenção como objectivo. O devaneio ansioso a cada noite pelo passar das horas e o sono diurno acompanhado pelo cantar dos pássaros.
“Solidão não é caminho. Nenhuma onda morre sozinha” in “O Faroleiro”.
Este espectáculo híbrido cruza a música improvisada com a prosa poética original do criador Tiago Mateus. Cada récita é única. É proposta uma plasticidade na eloquoção do texto por parte do actor na relação com a música improvisada. A procura do Novo através dos intérpretes e consequente escuta do momento presente, na relação com os elementos propostos e bagagens artísticas.
FICHA TÉCNICA:
Texto e direção artística: Tiago Mateus
Interpretação: Flak e Tiago Mateus
Desenho de luz: João Chicó
Produção: Estado Zero
Teatro Garcia de Resende
19 de abril, 2026
19h00
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
hOLD
Mais do que uma etapa da vida, o envelhecimento é um fenómeno universal que se desdobra em múltiplas dimensões — física, psicológica, social e cultural. hOLD parte da experiência de duas bailarinas-intérpretes profissionais, ambas perto dos 50 anos, que propõem uma escuta sensível sobre a consciência de uma transição que acontece maioritariamente no corpo, mas, simultaneamente, reconhecendo o envelhecimento não apenas como uma questão biológica, mas como construção social com implicações éticas e existenciais. Entre o desejo de segurar o instante e a aceitação da inevitabilidade da mudança, esta peça investiga o envelhecer como campo fértil para a criação de novas narrativas e representações no futuro.
O envelhecimento, enquanto fenómeno universal, encerra uma multiplicidade de dimensões – física, psicológica, social e cultural. A narrativa associada ao processo de envelhecimento, frequentemente ligada a uma perda de capacidades, contrasta com a realidade de indivíduos que, no decorrer deste processo, continuam a desempenhar um papel ativo e significativo na sociedade. Esta dicotomia desafia estereótipos e promove uma reflexão sobre as potencialidades e contribuições dos indivíduos seniores, nos mais diversos contextos.
Este projeto propõe explorar a poética e a ferocidade inerentes ao processo de envelhecimento, a partir das suas implicações em várias esferas da vida humana. Considerando a singular capacidade dos seres humanos em reconhecer a passagem do tempo e diferenciar as suas dimensões: passado – presente – futuro, Simone de Beauvoir destaca que, de uma maneira geral, refletimos frequentemente com
propriedade sobre o futuro, mas resguardamo-nos ao revistar o passado, especialmente quando se trata de trazer dele um sentido critico construtivo, subestimando a sabedoria e experiência.
São Castro e Teresa Alves da Silva, ambas bailarinas-intérpretes profissionais, perto dos 50 anos, e tendo em conta que legalmente segundo o Decreto-Lei nº 482/99, os bailarinos profissionais de clássico ou contemporâneo podem aceder, a partir dos 45 anos, ao regime especial de pensão por velhice, propõem uma reflexão que se estende à consciência presente de uma transição que acontece significativamente no
corpo. Uma transição que não só valoriza um passado mas pavimenta a criação de novas narrativas e o desenvolvimento de novas expressões no futuro.
Dependendo das diversas realidades e singularidades, os discursos sobre as questões que envolvem o envelhecimento, poderão variar dependendo de diversos fatores. Torna-se crucial o entendimento sobre a complexidade dessas diversas realidades, permeadas por um espectro de experiências influenciadas por aspetos sociais, económicos, culturais, profissionais e pessoais.
“hOLD” representa uma tentativa de agarrar o tempo, para perceber como melhor prosseguir. Segurar por instantes a essência do momento presente, extraindo dele o que de facto resulta do chegar até aqui.
Chegar aqui, poderá envolver uma nova e diferente forma de mover e pensar, a partir de perspetivas profundas e uma dimensão interpretativa que apenas a vivência acumulada permite. Como refere Charles Augustin Sainte-Beuve “ Envelhecer ainda é a única maneira que se descobriu de viver muito tempo”.
O processo de criação desta peça faz-se acompanhar por obras relacionadas com a temática. Cícero, Yvonne Rainer, Manuel Curado, Simone de Beauvoir e Carmen Garcia inspiram uma reflexão profunda sobre esta etapa madura da existência, não apenas como uma questão biológica, mas também como
uma construção social com implicações éticas e existenciais.
São Castro é Mestre em Criação Coreográfica e Práticas Profissionais pela Escola Superior de Dança/ IPL. Foi bailarina no Balleteatro Companhia, Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo e Ballet Gulbenkian. Em 2015 recebeu o Prémio Autores – Melhor Coreografia, com a peça “Play False” em cocriação com António M Cabrita e em 2016 foi distinguida com a Medalha de Prata de Valor e Distinção, pelo Instituto Politécnico de Lisboa.
De 2017 a 2021, São Castro foi, juntamente com António M Cabrita, diretora artística da Companhia Paulo Ribeiro e desde 2019, assume a curadoria do evento A CIDADE DANÇA, a convite do Município de São João da Madeira. É membro fundador da Play False | associação cultural.
Teresa Alves da Silva fez formação na Academia de Dança Contemporânea de Setúbal sob a orientação de António Rodrigues e Graça Bessa. Foi bailarina principal na CeDeCe, Ballet Gulbenkian e na Companhia Aterballetto. Fundou com André Mesquita a TOK’ART (2007/2015), sendo codirectora artística, bailarina e produtora. Em 2009 conquistou o 1º prémio de interpretação com o solo “Lake”, no 13º International Solo-Tanz-Theater (Estugarda).
Foi assistente de coreografia e diretora de ensaio de coreógrafos como Didy Veldman, Rui Horta e Victor Hugo Pontes. Teresa Alves da Silva é atualmente artista independente, professora e coordenadora em instituições escolares na área da dança.
PLAY FALSE | associação cultural foi fundada em 2019 por São Castro e António M Cabrita, com o objetivo de representar o trabalho autoral destes dois coreógrafos, com uma colaboração artística desde 2011. Atualmente com direção artística de São Castro, a Play False é uma estrutura que promove não apenas a criação coreográfica, mas também a difusão, produção e investigação maioritariamente na área da dança, mas alargando a sua missão a projetos multidisciplinares que fomentem o cruzamento de linguagens artísticas. Desde 2019, é membro da rede internacional Studiotrade, que reúne estruturas artísticas de vários países europeus.
CONCEITO, COREOGRAFIA E INTERPRETAÇÃO – São Castro e Teresa Alves da Silva
DESENHO DE LUZ – Cárin Geada
CENOGRAFIA – Nuno Esteves «Blue»
FIGURINOS – Dino Alves
MÚSICA ORIGINAL – Gonçalo Alegre
MÚSICA ADICIONAL – Filipe Raposo, Aaron Martin & Machinefabriek, Emptyset, Russian Circles, Marsen Jules, Filipe Raposo & Rita Maria
TEXTO – São Castro e Teresa Alves da Silva
VOZ – Sylvia Rijmer
DIREÇÃO TÉCNICA – Hélio Pereira
DIREÇÃO DE CENA – Matilde Barbas
PRODUÇÃO – PLAY FALSE | associação cultural
COPRODUÇÃO – Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Centro Cultural de Belém, Teatro Viriato/Viseu, Teatro Municipal de Faro, Teatro Garcia de Resende/Évora, Cineteatro Alba/ Albergaria-a-Velha
APOIO A RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS – Orsolina 28 / Itália, Centro Coreográfico Canal / Madrid, Goethe Institut /Madrid, Centro Cultural de Belém, Teatro Viriato, Escola de Dança Lugar Presente/ Viseu
AGRADECIMENTOS – Filipe Raposo, Sylvia Rijmer, Catarina Câmara e Miguel Mendes
A PLAY FALSE é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes, e conta com o apoio do Município de Viseu
Teatro Garcia de Resende
17 de abril, 2026
19h00
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
SALÃO: Ainda há revolução na arte?
CONVIDADOS:
Ricardo Alves, diretor da companhia Palmilha Dentada
Pedro Fazenda, escultor e fundador da “Pó de Vir a Ser” – Departamento de Escultura em Pedra – Centro Cultural de Évora
A conversa será transmitida em direto, online, através da nossa página de Facebook.
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
15 de abril, 2026
18h30
Entrada gratuita.
Reserva na BOL.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Musicálogos III 2026
MUSICÁLOGOS Capote Música | 5º ciclo | janeiro, fevereiro e abril de 2026, Évora
Os MUSICÁLOGOS são encontros únicos onde a criação acontece em tempo real. Dois compositores de diferentes percursos e universos musicais – um local e outro de outra região – são convidados para um processo criativo colaborativo, de exploração e partilha de ideias e linguagens, sem saberem previamente com quem irão emparelhar.
É nesse território de risco, de entrega e descoberta, que os MUSICÁLOGOS ganham forma: dois dias de residência artística onde o desconhecido se torna processo. Cada dupla escolhe o seu rumo – pelo improviso, pela reinterpretação mútua ou pela composição de raiz. Não há fórmula, apenas a liberdade de explorar técnicas, partilhar instintos criativos e descobrir caminhos em conjunto.
O que nasce desses dois dias é partilhado num terceiro momento: uma apresentação pública onde música e conversa se entrelaçam, mediada por um anfitrião que guia o público pelos caminhos de experimentação musical percorridos em residência.
MUSICÁLOGOS são um espaço de escuta privilegiada, onde se assiste ao nascimento de novas possibilidades sonoras e a processos criativos ainda em ebulição.
Carlos Coincas (Évora, 1973), iniciou a formação musical aos 6 anos em Évora, estudando no Conservatório (violoncelo, piano e canto). Foi violoncelista, tenor no coro “Eborae Musica” e assistente do maestro Francisco D’Orey. Representou Portugal na Europália (1991) e integrou posteriormente o coro do Teatro Nacional de São Carlos. Em 1994, foi finalista do “Chuva de Estrelas”, passando da música clássica para a ligeira. Foi professor de educação musical e participou em vários programas de televisão como cantor e instrumentista, gravou músicas e deu voz a Hércules (Disney). Participou do Festival da Canção em várias edições e integrou a boys band D’Arrasar (1999-2004) como intérprete e autor. Com 4 discos gravados, é também diretor musical em televisão (incluindo Rising Star e A Tua Cara Não Me É Estranha), trabalha em teatro e leciona canto há mais de 20 anos. Desde 2010, dedica-se à música espiritual, lançando o seu 1º álbum de mantras “Divine Lotus” como Shanti Anand.
https://www.instagram.com/carlos_coincas/
Lisa Sereno cresceu em Leiria, onde, no coro da igreja local, se familiarizou com os louvores e o culto da música ao transcendente. Hoje, secularizou este louvor e dedica-o a episódios que a marcaram, enquanto encerra capítulos e aprende a lidar com a sua visão sensível do mundo, através de canções influenciadas pelo universo da música folk, que compõem o seu álbum de estreia, “Belonging”.
https://www.instagram.com/lisa__sereno/
ficha artística e técnica MUSICÁLOGOS 2026
conceito e produção _ Capote Música
direção artística e programação _ Rita Piteira e Alexandre Tavares
produção e comunicação _ Rita Piteira
design _ Alexandre Tavares
moderação apresentação pública _ Tiago Castro
som _ Fernando Mendes
vídeo _ Anna França e Rogério Almeida/Depois das Cinco
fotografia _ André Cruz
interpretação para Língua Gestual Portuguesa _ Sandra Cavaco
coprodução _ Cendrev – Centro Dramático de Évora, Teatro Garcia de Resende
parceria _ União de Freguesias do Centro Histórico de Évora
apoio _ República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto | DGARTES – Direção-Geral das Artes, Câmara Municipal de Évora
apoio media _ Antena 3 e Rádio Diana FM
Mais informação: Capote Música
Teatro Garcia de Resende
8 e 9 de abril – Residência artística
10 de abril (sexta-feira) – Apresentação pública às 21h30
com moderação de Tiago Castro
bilheteira – 3€
* A apresentação pública tem interpretação para Língua Gestual Portuguesa.
Bilhetes na BOL
* Participação limitada
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.





