SALÃO EM TRÊS ATOS: Quando é que de facto estamos a criar algo?

Esta atividade que nasceu no ano de 2022, com o subtítulo de “Espaço desempoeirado”, foi um ensaio com um objetivo claro: através da partilha de experiências incentivar o desenvolvimento da massa crítica.
Num momento em que o mundo gira a uma velocidade vertiginosa, não é simples encontrar tempo/espaço para que a conversa flua calmamente. Para nossa felicidade através do “Salão” este tempo/espaço tem vindo a ser encontrado.
Mantemos o “Salão”, mas não sem questionar, adaptar e evoluir. Vamos ter um “Salão em três atos” através de três ciclos de três conversas, em volta de três temas distintos e três perguntas sobre os mesmos: formação; criação; evolução / Quando?; como?; porquê?
Distribuindo as conversas pelos meses de fevereiro, março e abril queremos levantar as seguintes questões:

— Quando deve começar a formação artística?
— Como devemos introduzir, fomentar e gerir esta formação?
— Porque devemos desenvolver urgentemente este aspeto formativo?

Com este conjunto de questões pretendemos refletir em conjunto com a cidade e convidados específicos sobre o nosso papel enquanto criadores, formadores, artistas e agentes culturais.
Contamos convosco, para vir questionar connosco!

 

Salão Nobre do TGR

17 de maio, 18h30

 

Entrada gratuita.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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VER&APRENDER: OFICINA – Atelier d’Écriture au Portugal

Criada em 2021, a Cosmogama é um projeto cultural e artístico desenvolvido em França, Portugal e Suíça. É tanto Estúdio de Design Gráfico e Visual quanto Estúdio de Invenção e Produção de Formas Artísticas, o Cosmogama implementa conceitos originais onde dialogam a escrita, o teatro, a cozinha, as artes circenses, a música, a performance, a instalação, o vídeo, as artes plásticas. Privilegia uma arte cidadã, colaborativa, participativa, solidária, imersiva, em todos os espaços do mundo: ruas, jardins, teatros, bosques, etc.

Pelo segundo ano consecutivo, a Cosmogama, em colaboração com o CENDREV – Centro Dramático de Évora, organiza um workshop de escrita de 15 a 20 de maio de 2023 dirigido pelo autor, encenador e performer Fabrice Melquiot – membro fundador da Cosmogama com a designer gráfica e artista plástica Jeanne Roualet e a colaboradora artística Camille Dubois.

Este workshop reunirá uma dezena de participantes francófonos em torno de um programa dedicado à escrita do monólogo teatral. Leituras partilhadas, workshops críticos e excursões poéticas em Évora e arredores pontuarão a semana.

 

ARTISTAS:

Fabrice Melquiot, Jeanne Roualet, Camille Dubois.

 

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

15 a 20 de maio, 2023


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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SONS NO SALÃO: Duo Corda Latina

A literatura não é abundante para a formação de violoncelo e guitarra. No entanto, este tipo de instrumentação remonta ao período barroco, em que um alaúde acompanhava frequentemente a viola da gamba. A desproporção entre o poder sonoro do violoncelo e a fragilidade da guitarra – talvez motivo de escassez de repertório – é compensada atualmente pelo uso da amplificação da guitarra. 

Paulo Vaz de Carvalho iniciou o estudo de guitarra como autodidacta em Vila Real.Concluiu o curso superior de guitarra com a classificação de “Primeiro Prémio por Unanimidade” na Escola Nacional de Música de Aulnay, sob orientação de Raymond Gratien. Concluiu em 1993 o curso de Mestrado em Ciências Musicais acerca da vida e obra do guitarrista e compositor portuense António da Silva Leite. Sob orientação de João Pedro Oliveira e François Dry, concluiu Doutoramento na Universidade de Aveiro sobre o tema ” Pensamento Polifónico na Didáctica de Guitarra, séculos XVII a XX”.Apresentou-se em programas musicais de Rádio e Televisão e em temporadas da Fundação Calouste Gulbenkian, Ministério da Cultura, Fundação de Serralves, Festival de Guitarra de Aveiro, e Semana de Guitarra de Lisboa, Festival Internacional de Santo Tirso e Bolivar Guitar Festival, em Londres.Tem participado na divulgação de obras a solo, em conjunto e com orquestra dos compositores Cândido Lima, Fernando Lopes-Graça, Victorino de Almeida e Isabel Soveral. Tem composto música para cena e recitais de poesia.

Marco Pereira estudou violoncelo na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo e na Academia Nacional Superior de Orquestra, em Lisboa, com Paulo Gaio Lima. Frequentou posteriormente a Escuela Superior de Música Reina Sofia, em Madrid, onde foi aluno de Natalia Shakovskaya. Durante este percurso teve a oportunidade de trabalhar com outros grandes mestres do violoncelo como Natalia Gutman, Gary Hoffman, Phillipe Muller, ou Ivan Monighetti. É 1.º Solista no naipe de violoncelos da Orquestra Gulbenkian. Apresenta-se regularmente como solista de concerto, tendo colaborado com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Joensuu Orchestra (Finlândia) e a Orquestra do Atlantic Music Festival (E.U.A.), entre outras. Foi professor de violoncelo na Universidade de Aveiro e na Universidade do Minho. Desde 2011, é D’Addario Bowed Artist e Faculty Artist do Atlantic Music Festival – Watterville (E.U.A.).

FICHA ARTÍSTICA:

Paulo Vaz de Carvalho, guitarraMarco Pereira, violoncelo

Produção: Black Dress

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
2 de maio : 18h30

8.00€


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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Trilogia de Alice

Inédita em Portugal, “Trilogia de Alice” foi escrita em 2005 e originalmente produzida pelo Royal Court Theatre, em Londres. A peça oferece-nos uma viagem por três momentos da vida de uma mesma personagem (Alice, uma doméstica casada com um banqueiro de sucesso, mãe de filhos), ao longo de três décadas e meia – entre os anos 80 do século XX e o início do século XXI.

A jornada, adianta o encenador, relata a “peregrinação interior” desta mulher, através de “ligações, em tempos alternados, de experiências, de descobertas, de anseios” da personagem e de “breves relatos de vidas que se cruzam com a sua, respectivos gestos falhados e (des)ilusões”. “Talvez sejam só fantasmas em viagem, que transportam o desconforto da existência cheia de ‘desconhecido a que dão o nome de Deus’” – acrescenta Nuno Carinhas, citando uma das frases de Alice.

 

FICHA TÉCNICA:

Texto: Tom Murphy | Tradução: Paulo Marques Dias | Encenação: Nuno Carinhas | Interpretação: Ana Teresa Santos, Igor Lebreaud, Miguel Magalhães, Ricardo Kalash, Rita Brütt | Cenografia: Henrique Pimentel | Figurinos: Ana Rosa Assunção | Desenho de luz: Danilo Pinto | Som: Zé Diogo

 

 

Teatro Garcia de Resende

21h30

Entrada: 8.00€


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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VER E APRENDER: Bojador

Em 1961, uma Mãe, escritora, e um dos seus cinco filhos, embarcam numa aventura de Descobertas.
A partir de uma peça de Teatro que ela começou a escrever, que retrata o ano de 1434 e a passagem do Cabo Bojador (para muitos impossível), surge um conjunto de desafios, num palco improvisado: uma sala com uma janela virada para o Mundo. Descobrir este Mundo requer apenas ir além do medo e, em conjunto, tentar sempre chegar mais longe!…

 

A dificuldade, ou melhor, o desafio, era fazer uma adaptação de “O Bojador” de Sophia de Mello Breyner Andresen, para 2 atores, a ser apresentada nas Escolas do 3º Ciclo. A peça, escrita em 1961, passa-se em 1434 e tem 9 personagens! Inspirada na cena inicial, na qual uma mãe e um filho observam o Infante D. Henrique de costas a ver o mar, parti para o ponto seguinte: porque não ser a própria Sophia e 1 dos seus 5 filhos a “brincar” com “O Bojador”? E assim foi: o Miguel (à época com 11 anos), acompanha a sua Mãe na representação e na escrita deste texto baseado nos Descobrimentos.
Sendo também encenadora do espetáculo, as coisas acabaram por ser indissociáveis e muitos elementos da adaptação e encenação foram surgindo nos ensaios, no trabalho direto com os atores – Mané Carvalho (Sophia) e Pedro Roquette (Miguel). Foi feito um trabalho de pesquisa a nível documental sobre estas duas “personagens reais”, mas acima de tudo, um trabalho criativo de relação entre uma Mãe e um Filho e da importância do jogo no desenvolvimento das suas ligações, com uma ponte direta para a importância do jogo no Teatro.
Ao longo do processo criativo, a cenografia foi um fator essencial. Em conjunto com Ricardo Sá, aluno do Mestrado em Design Integrado (Licenciatura em Design do Produto) da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (Instituto Politécnico de Viana do Castelo), foram idealizadas 1 mesa, 1 cadeira e 1 banco, com o fator prático de terem dimensões e estrutura que permitissem o transporte na digressão, mas sobretudo que oferecessem simbolismo e jogo ao espetáculo.
É uma – ou várias – viagens no tempo, por vários espaços – reais ou fantasiosos… Uma multiplicação de possibilidades onde o limite é apenas a imaginação!
Ana Perfeito

 

FICHA TÉCNICA:

Dramaturgia e encenação | Ana Perfeito
Interpretação | Mané Carvalho e Pedro Roquette
Cenografia | Ricardo Sá (MeDeIn – ESTG/IPVC)
Guarda-roupa | Casa de São José
Desenho de Luz | Ana Perfeito
Seleção Musical | Tiago Fernandes
Videografia | Luís Lagadouro
Desenho Gráfico e Fotografia de Cena | Rui Carvalho
Construção Cenográfica | Oficina Criativa ESTG, Double Concept Bar
(protótipos), Carpintaria Rocha (mesa), Neves Magalhães, Lda – Cadeiras e
Móveis (cadeira e banco), José Esteves, Alexandre Calçada
Produção executiva | Adriel Filipe

 

Teatro Garcia de Resende

8.00€ (gratuito até aos 12)

11h00 e 15h00

 


Informações: (+351) 266 703 112 / Contactos
Compra de bilhetes: www.bol.pt
Reservas para espetáculos gratuitos: Reservas


Antero Q

Antero Q, baseado em Antero de Quental, é um homem deprimido, muito atento aos seus problemas de saúde e sentindo dores por todo o lado, é personagem principal numa obra de ficção sob a forma de uma peça de teatro, que não é um livro de História nem uma biografia. A autora decidiu investigar o território proibido do êxtase amoroso por uma estrangeira, o enamoramento de um homem idealista, uma peripécia experimentada como um ‘veneno rápido’ na sua atormentada vida. Num homem que pareceu dedicar-se quase exclusivamente a assuntos intelectuais e políticos, o ‘veneno lento’ foi inoculado pela solidão e por crises de pessimismo schopenhaueriano.

 

FICHA TECNICA:

Texto: Ana Rocha | Encenação e Dramaturgia: Carlos J. Pessoa | Interpretação: Anette Naiman, Guilherme Gomes, Maurício Bittencourt e Rafaela Jacinto| Música e Vídeo: Daniel Cervantes | Cenografia e Adereços: Herlandson Duarte| Figurinos: Ana Palma| Direção de Produção: Raquel Matos| Produção Executiva: Mafalda Ferraz| Registo Fotográfico: Vitorino Coragem | Comunicação: José Grilo | Acompanhamento Técnico: André Mateus | Coprodução: Teatro da Garagem e Teatro Garagem (São Paulo).

 


Informações: (+351) 266 703 112 / Contactos
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Reservas para espetáculos gratuitos: Reservas


Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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