Opheliamachine

Opheliamachine é um drama pós-modernista da dramaturga, Magda Romanska. Escrita num período de dez anos, de 2002 a 2012, a peça é uma resposta e uma polémica com a peça Hamletmachine (em alemão, Die Hamletmaschine) do dramaturgo alemão Heiner Mueller. Tal como Hamletmachine, Opheliamachine é vagamente baseada em Hamlet, de William Shakespeare. A peça teve origem na tese de doutoramento de Romanska sobre a representação da morte e da feminilidade.

Em Hamletmachine, Mueller desconstrói a posição impossível de um intelectual da Europa de Leste no auge da Guerra Fria, bem como a influência aparentemente desaparecida do autor. Do mesmo modo, Opheliamachine capta “o momento histórico atual com todas as suas armadilhas: a dissolução das identidades nacionais e de género, a perda de capacidade de ação e o solipsismo das vidas contemporâneas num mundo cada vez mais fragmentado – ainda que ligado -, a qualidade brutal e animalesca das relações modernas, o colapso de uma ordem social e a sua distinção, o caos e a violência que se seguem”.

 

Exercício/Espetáculo Finalistas da Licenciatura em Teatro

A Licenciatura em Teatro da Universidade de Évora organiza-se transversalmente nas várias dimensões dos conhecimentos, técnicas e práticas cénicas, visando a formação de atores-criadores, no sentido da promoção de uma visão contemporânea do fazer teatral, do desenvolvimento crítico reflexivo e da autonomia criativa do estudante. O plano curricular visa a formação artística, cultural e científica dos estudantes, promovendo a prática experimental de diversas formas de expressão teatral através da realização de exercícios públicos e espetáculos. Pretende assim dotar os estudantes de ferramentas que lhes permitam enfrentar de forma criativa as solicitações do mundo teatral contemporâneo.

 

 

Teatro Garcia de Resende

27 de junho, 19h00, 2025

 


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro

A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Retratos Contados - Ruy de Carvalho

Exposição inaugurada com a presença do ator.

Ruy de Carvalho dispensa apresentações.

Transversal a várias gerações, é considerado por muitos como “o avô de todos os portugueses”.

É o ator mais velho do mundo, no ativo.

Embaixador do Alentejo, Ruy de Carvalho foi agraciado com o grau de Doutoramento Honoris Causa pela Universidade de Évora em 2009, juntamente com Eunice Muñoz, sendo os primeiros atores em Portugal a receber essa distinção.

A exposição “Retratos Contados de Ruy de Carvalho” celebra os 98 anos de vida do ator e os 83 anos de carreira.

Uma linha do tempo com fotos do arquivo do Teatro D. Maria II. Uma homenagem a Ruy de Carvalho e a muitos atores que contracenaram com ele, ao longo da sua carreira.

Ruy de Carvalho está muito entusiasmado com esta iniciativa no Teatro Garcia de Rezende, sala pela qual o ator sente um enorme carinho.

Juntem-se a nós nesta homenagem, no dia 15 de junho, a partir das 15.30h.

Exposição patente até 13 de julho. Entrada grátis.

 

 

Organizado pela Câmara Municipal de Évora, CCDR Alentejo, União de Freguesias da Horta das Figueiras e Malagueira, União de Freguesias do Bacelo e Sra. da Saúde, União de Freguesias do Centro Histórico e Fundação Eugénio de Almeida.

 

Teatro Garcia de Resende

15 de junho, 15h30. 2025

 


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Salgueiro Maia : Cartografia de um monólogo

“Chamo-me Ricardo Simões e esta é a cartografia de um monólogo.
A estória de um espetáculo e das pessoas que o fizeram e viram. E das pessoas que o continuam a fazer e a ver.
Que não começou hoje, aqui. E que não acaba aqui, hoje.
Que começou há dez anos. E que vai continuar, até um momento e um lugar que ainda não é possível determinar.
Se consultarmos as definições de cartografia, e existem muitas, podemos ver que cartografia pode ser um mapa. E o que é um mapa? É um registo. E o que é um registo? Para que serve? Para fixar a memória. Para vencer o tempo, através da possibilidade de voltar a aceder à informação registada.
De todas as definições de cartografia, a que me interessa mais é aquela que diz que cartografia é o processo de pesquisa através do qual quem procura e quem é procurado dá origem a novo conhecimento e o projeta no futuro.
Durante o tempo em que estaremos aqui, vou dizer-vospartes de um texto. Vou partilhar algumas memórias pessoais relacionadas com esse texto. E vou revelar-vos algumas micro-estórias sobre o protagonista e autor desse texto.

…”

 

 

FICHA TÉCNICA:

Criação e Interpretação: Ricardo Simões
Apoio: Adriel Filipe, Ana Barbosa, Ana Reguengo, Alexandre Calçada, Elisabete Pinto, João Grisantes, José Esteves, Marta Bonito, Liliana Barbosa, Patrícia Soares, Tiago Fernandes
Guarda-Roupa: Casa de São José

 

 

Teatro Garcia de Resende, Évora
8 de maio, 2025 – 19h00

 

 

Bilhetes na BOL



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Autos da Revolução

É o próprio Lobo Antunes que diz: “Não consigo conceber uma história onde as personagens não tenham carne”. Por isso é que as suas criaturas romanescas se encarnam tão naturalmente sobre um palco. Hoje, para falar da Revolução quarenta * anos depois e na situação dramática em que Portugal se encontra, pareceu-me imperativo convocar a linguagem e as imagens interiores deste imenso escritor, sabemos que apenas nos apoiando em poetas rebeldes podemos dar conta dum mundo que mete medo. António Lobo Antunes, ao dirigir o seu olhar para o passado, recusa-se a contribuir para a edificação duma lenda dourada do 25 de Abril. As personagens que cria nos romances que colocam a Revolução como tela de fundo não são nenhuns heróis, mas pessoas comuns, cheias de contradições, que levam uma vida anónima nas margens dos acontecimentos históricos. O espetáculo propõe os relatos cruzados de diferentes personagens: um operário carregador de mudanças, um empregado de escritório militante maoista, uma camponesa explorada numa Quinta, uma burguesa caridosa e um dono de empresas. Cada um recorda o seu 25 de Abril e conta o que sucedeu com ele. Desta confrontação nascem, por certo, perguntas inevitáveis com o andar do tempo e à luz da fervura que sacode o país atualmente.

Pierre-Étienne Heymann (2014) *

 

“Não podemos deixar fechar as portas que Abril abriu”

Como é sabido, o projeto teatral criado em Évora em janeiro de 1975 é, naturalmente, filho legítimo da revolução portuguesa. Daí que, quando o Ministério da Cultura nos lançou o desafio para integrar a programação das celebrações dos cinquenta anos do 25 de Abril, surgiu de imediato a ideia de voltar, mais uma vez, aos textos de António Lobo Antunes. Estes tinham resultado já num primeiro espetáculo em 2004 e numa segunda abordagem, em 2014, numa parceria do CENDREV com a ACTA – Companhia de Teatro do Algarve, ambos os projetos com dramaturgia e direção do nosso amigo Pierre-Étienne Heymann – homem de teatro, profundamente conhecedor da obra deste autor que se debruçou sobre a revolução portuguesa em várias das suas obras.
Convocámos este painel de personagens, desenhados pela poética e perspicácia de Lobo Antunes, para confrontar o público com um conjunto de olhares e inquietações sobre esses acontecimentos que transformaram profundamente a vida do povo português.
Com a Revolução de Abril, não foi conquistada apenas a liberdade e a democracia política, criaram-se também condições para notáveis avanços civilizacionais que hoje estão a ser profundamente delapidados. Sendo o teatro um espaço privilegiado de encontro e reflexão dos homens, este acontecimento maior da nossa História não podia deixar de constituir matéria do nosso trabalho.

CENDREV (2024)

Prólogo e epílogo (A partitura) de Auto dos Danados (1985) e Conhecimento do inferno (1980); Abílio e Militante de Fado Alexandrino (1983); Sofia, Filha do caseiro, Banqueiro de O Manual dos Inquisidores (1996) (Publicações Dom Quixote).

Canções:
El dia que me quieres (Carlos Gardel/Alfredo Le Pera)
Fadinho da prostituta da rua de Santo António da Glória (A.L. Antunes/Vitorino)
Fado Alexandrino (popular)

Espetáculo acompanhado da exposição itenerante LIBERDADE! LIBERDADE! A REVOLUÇÃO NO TEATRO
Integrado nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.

 

 

FICHA TÉCNICA:

Autor: António Lobo Antunes | Seleção de textos e dramaturgia: Pierre-Étienne Heymann | Direção: Gil Salgueiro Nave e José Russo | Interpretação: Ana Meira, Carolina Pequito, Ivo Luz, Jorge Baião, José Russo e Mariana Ramos Correia | Direção musical: Gil Salgueiro Nave | Execução musical: Mariana Ramos Correia | Iluminação: António Rebocho | Espaço cénico, figurinos e adereços: CENDREV | Comunicação: Helena Estanislau | Fotografia e vídeo: Carolina Lecoq | Direção de produção e Gestão financeira: Cláudia Silvano | Programação e circulação: Patrícia Hortinhas | Costureira: Adozinda Cunha | Design gráfico: Alexandra Mariano | Apoio técnico: Beatriz Sousa e Fabrísio Canifa | Colaboração da equipa do TGR: Ana Duarte, Carlos Mavioso, Margarida Mouro, Miguel Madeira, Sílvia Rosado e Tomé Baixinho | Distribuição: Vítor Fialho | Limpeza: Fernanda Rochinha | Tradução LGP: Associação de Surdos de Évora – Núria Galinha |Agradecimentos: Câmara Municipal de Arraiolos e Câmara Municipal de Évora

 

Apresentações anteriores:

 

Teatro da Cerca de São Bernardo, Coimbra
16 de Abril, 19h00. 2025.

Mora
18 de abril, às 21h30. 2025.

Teatro Garcia de Resende, Évora
21 a 26 de abril, 19h00. 2025.

Casa da Música Jorge Peixinho, Montijo
27 de Abril, 16h00. 2025.

 

Évora
26 de novembro, 19h00. 2024 – Escola Primária do Bairro de Almeirim

Graça do Divor
21 de novembro, 19h00. 2024 – Novo Espaço Recreativo de Nossa Senhora da Graça do Divor (Antigo Lavadouro)

Biblioteca Municipal de Arraiolos

25 de outubro, 2024 – 21h30
26 de outubro, 2024 – 18h00



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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
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Dois homens e uma rapariga querem mais da vida. Do interior para a cidade, nos anos sessenta do século passado, da cidade para o interior, na atualidade, a sua história é uma metáfora das migrações nas últimas décadas e, também, das desigualdades territoriais neste canto da Europa.

Texto José Luís Peixoto
Encenação e desenho de luz Miguel Seabra
Interpretação Abel Duarte, Cristiana Sousa e Eduardo Correia
Espaço cénico Hugo F. Matos e Miguel Seabra
Figurinos Hugo F. Matos
Música original e espaço sonoro Rui Rebelo
Fotografia Susana Monteiro
Assistência de encenação Mariana Lencastre
Assistência de cenografia e figurinos Marco Fonseca (Teatro Meridional) e Carlos Cal e Conceição Almeida (Teatro do Montemuro)
Montagem e operação técnica André Reis (Teatro Meridional) e José José (Teatro do Montemuro)
Produção executiva, comunicação Abel Duarte e Sofia Macedo, Joana Miranda (Teatro do Montemuro) e Susana Monteiro, Teresa Serra Nunes, Catarina Pereira (Teatro Meridional)
Gestão financeira e direção de produção Paulo Duarte (Teatro do Montemuro) e Vanessa Alvarez (Teatro Meridional)
Direção artística do Teatro do Montemuro Abel Duarte, Eduardo Correia e Paulo Duarte
Direção artística do Teatro Meridional Miguel Seabra e Natália Luiza
Coprodução Teatro Meridional e Teatro do Montemuro 2025

 

 

Teatro Garcia de Resende

11 e 12 de abril às 19h00



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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
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VER&APRENDER: Dois Ratos

A história do Rato do Campo e do Rato da Cidade contada com desenhos, música e algumas minhocas.

No campo, os vizinhos sabem tudo. As notícias correm depressa, mesmo entre as criaturas mais lentas (estou a olhar para vocês, caracóis!). Por isso, quando o Rato do Campo decide visitar o seu primo na Cidade, todos os animais já sabem da viagem. Quando chega à metrópole, apercebe-se de como tudo é diferente, e ele e o primo discutem sobre onde é melhor viver, no Campo ou na Cidade? 
Não chegam a nenhuma conclusão, mas não faz mal, a viagem para fora sempre foi mais divertida do que a viagem para dentro

Peça de teatro criada e interpretada com Nicolau, co-produzida com LU.CA.

 

Criação  Joana Estrela e Nicolau | Texto Joana Estrela | Música Nicolau | Intérpretes Joana Estrela e Nicolau | Vozes Éme e Moxila

Coprodução  LU.CA – Teatro Luís de Camões

 

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

30 e 31 de março, 11h00

 

Bilhetes na BOL


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O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


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Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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