Estrada Branca. José Afonso e Vinicius de Moraes
José Afonso e Vinicius de Moraes
Estrada Branca, um livro, um filme, um concerto.
Que pontos unem estes dois vultos navegando a mesma jangada do verbo e do tempo em terras opostas?
Como se cruzam os seus discursos? Onde se tocam os seus universos?
O encontro de duas vozes autorais maiores de Portugal e do Brasil, José Afonso e Vinícius de Morais, por duas vozes do presente, José Pedro Gil e Mónica Salmaso, aconteceu no Porto, em Sintra, em Lisboa, nos idos de Maio e Junho de 2017.
O resultado foi uma felicidade merecedora de ser estendida no tempo e no espaço, uma preciosidade rara em projectos desta natureza, pouco tentados entre Portugal e Brasil, distantes na aparência do real mas estranhamente próximos na universalidade do sentido e na língua que os patrocina, onde as suas diferenças são ricas e enriquecedoras. As pernas do projecto Estrada Branca estão aí, ainda jovens e vibrantes de seiva, aguardando o apuro da estrada e o comprovativo de outros olhos.
Carlos Tê
Ficha artística:
Mônica Salmaso e José Pedro Gil, Voz
Nelson Ayres, Piano e acordeão
Teco Cardoso, Flauta e Shruti
Emanuel de Andrade, Piano
Ana Pereira, Violino
Filipa Serrão, Violino
Joana Cipriano, Viola d’Arco
Nuno Abreu, Violoncelo
Mônica Salmasotoca, Ovinho, Pandeiro, Tambor, Vassourinha, Kalimba, Metrônomo, Agogô
José Pedro Giltoca, piano em Endechas a Bárbara Escrava.
Teatro Garcia de Resende
10 de abril, 2024
21h30
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Concerto final do VII Estágio da Orquestra Juvenil de Sopros
Concerto da Páscoa, final de estágio
O público-alvo deste estágio serão jovens do concelho, com particular foco nos músicos das bandas filarmónicas das freguesias rurais, uma vez que nestas localidades a oferta é menor ou mesmo inexistente comparativamente ao meio urbano. Este é um projeto que permite ainda uma grande aprendizagem através de um contacto mais aprofundado com a música e com outros jovens formadores. Deste modo estará também a contribuir para melhorar a qualidade das bandas, fomentando até uma maior atração de jovens para esta atividade cultural.
Teatro Garcia de Resende
17h00
Entrada livre!
(Estágio no Teatro Garcia de Resende, de 2 a 5 de abril.)
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
SONS NO SALÃO: Fragmentos de uma Revolução
Programa para as celebrações do cinquentenário da Revoluçāo dos Cravos com obras de Ludwig van Beethoven, Dmitri Shostakovitch e música alusiva ao 25 de Abril de 1974.
Tendo recebido vários prémios internacionais, o Trio Jakob é um ensemble com o objetivo de explorar o repertório de trio com piano e uma sonoridade única através da conjunção de três personalidades distintas.
Presentemente residindo nos Países Baixos e provenientes de Portugal e Espanha, o trio é constituído pelo violinista Manuel De Almeida-Ferrer, a violoncelista Carla Peña Romero e o pianista Imanol Casán. Desde a sua fundação em 2014 o trio apresentou-se em festivais e temporadas de concerto internacionais — entre as quais a Fundación Juan March (Madrid), Fringe Festival de Torroella de Montgrí (Espanha), Prisma Poliedric Festival (Itália) e a Stadsgehoorzaal (Leiden) — e é laureado em vários concursos internacionais como o XVI CIM Les Corts (Barcelona), o II Concurso Cambra Románica (Andorra) e a La Follia Nuova International Competition (Itália). O trio foi recipiente do Prémio Champagne Maillard do Concurso Europeu de Música de Câmara FNAPEC (Paris), o terceiro prémio no Concurso Internacional de Música de Câmara Antonio García Abril, e o segundo prémio na edição de 2021 do concurso de música de câmara das Juventudes Musicais de Espanha.
O Trio Jakob foi o primeiro trio com piano a integrar a Nederlands Strijkkwartet Akademie NSKA, onde trabalha regularmente com o seu líder artístico, Marc Danel, assim como outros músicos convidados, entre os quais Luc-Marie Aguera, Simone Gramaglia e Alexander Pavlovsky. Formam também parte da academia ProQuartet em Paris, e participam regularmente nos encontros anuais de música de câmara da Juventudes Musicais Internacionais da Alemanha em Weikersheim, com uma bolsa completa da JMI-Deutschland assim como conta com o apoio da fundação holandesa Stichting Young Notables.
A história da humanidade é uma história de revolução. Compreender os grandes saltos no desenvolvimento humano tem de passar pelo estudo de momentos revolucionários. Celebrar Abril é celebrar as revoluções aos ombros das quais a Revolução dos Cravos se encontra.
A função, ou talvez o fardo, de grandes artistas é a de cristalizar os impulsos revolucionários do seu momento histórico numa linguagem unificadora e que possa ser compreendida por todos. A forma de compreender movimentos revolucionários passados, presentes e futuros — esses verdadeiros motores de mudança e progresso que fazem décadas acontecerem em meras semanas — tem, portanto, de passar por perceber a arte que os acompanhou.
Não haverá provavelmente compositores mais capazes de encapsular um verdadeiro espírito revolucionário e um perspicaz tom político do que Ludwig van Beethoven e Dmitri Shostakovitch. O primeiro viveu durante o longo desenrolar da Revolução Francesa, a ascensão de Napoleão e a sua eventual derrota. O segundo, filho da Revolução de Outubro, sobreviveu a um dos seus momentos mais negros momentos durante o cerco de Leningrado pelas mãos da invasão nazi-fascista, tornando-se eventualmente um dos mais reconhecidos compositores da União Soviética. A música ambos, com as suas características mais individuais, não é apenas capaz de capturar a vontade revolucionária dos seus tempos mas também de criar um diálogo contínuo através do tempo e do espaço, um diálogo que rompe as especificidades dos seus próprios momentos históricos e se torna, através da justaposição da sua música, uma narrativa de uma eterna centelha revolucionária. Nas palavras do filho de Shostakovitch, Maxim, grandes artistas “não escrevem sobre esta guerra ou aquela revolução, mas sobre Guerra e Revolução em geral, o estado da mente e as emoções, não os factos.”
Este programa, que inclui o Trio No. 5 em Ré Maior de Beethoven, o Trio No. 2 em mi menor de Shostakovich, assim como uma seleção de música portuguesa alusiva à Revolução de Abril de 1974, cria um espaço para que este diálogo aconteça, permitindo ao público explorar as semelhanças, diferenças e, acima de tudo, o contínuo caminho traçado por estes momentos na história das revoluções, esperando que a sua intemporalidade ressoe exatamente da forma que Shostakovitch insistia que a música devesse sempre soar: “a verdadeira música é sempre revolucionária, pois cimenta as fileiras do povo; ela une-as e lidera-as avante.”
Trio Jakob:
Manuel De Almeida-Ferrer, violino
Carla Peña Romero, violoncelo
Imanol Casán, piano
Teatro Garcia de Resende
2 de abril, 2024
18h30
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Concerto de Páscoa : Orquestra Metropolitana de Lisboa
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Ensemble de Trompetes Almost6
J. Haydn “As Sete Últimas Palavras de Cristo”
Fanfarras para ensemble de trompetes de G. Jacob, S. Charrinho, Satie, Roussel, Joubert, Stravinsky, Bantock, Britten e Falla.
Nesta Semana Santa, a Orquestra Metropolitana de Lisboa interpreta uma obra evocativa do drama da morte de Cristo. Carregada de simbolismo, é uma narrativa que, para lá do cerimonial religioso, ajuda a melhor perceber a cultura e a mentalidade no Ocidente. Composta em 1787, As Sete Últimas Palavras de Cristo de Joseph Haydn expressa emoções extremas, comoções limite que obrigam a um questionamento sobre a nossa forma de estar no Mundo e na Vida. Em alternância, soarão pelo espaço fanfarras diversas tocadas pelas trompetes do grupo Almost6.
A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) é pedra angular de um projeto que se estende além do formato habitual de uma orquestra clássica. Quando se apresentou pela primeira vez em público, no Mosteiro dos Jerónimos a 10 de junho de 1992, anunciou o propósito de fazer confluir as missões artística, pedagógica e cívica por intermédio de uma gestão otimizada de recursos e uma visão ampla e integrada de todas as vertentes do fenómeno musical.
Maestro: Pedro Neves
Teatro Garcia de Resende
29 de março, 2024
19h00
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
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Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
ARTHE - Arquivar o Teatro: produzindo um Guia de Práticas Arquivísticas em Artes performativas
28 de março – O CENDREV acolhe no Teatro Garcia de Resende a 3ª Jornada do projeto ARTHE – Arquivar o Teatro que reunirá a equipa de investigadores, as companhias parceiras, os consultores, os parceiros institucionais e convidados para a apresentação de uma primeira proposta visando a elaboração do Guia de Práticas Arquivísticas em Artes performativas que será um dos resultados do projeto. A Jornada decorrerá entre as 10h e as 17h30.
Depois da elaboração, aplicação, validação e análise de um questionário preparado para identificar a situação dos arquivos das 18 companhias parceiras, é o momento de identificar as necessidades sentidas pelas companhias e às quais as práticas de arquivo pensadas a partir das artes performativas podem responder. Haverá que colher o contributo da ciência arquivística e cruzá-lo quer com as especificidades dos materiais das estruturas de criação – sem descurar tipologias várias da organicidade dos seus arquivos – quer com os usos que esses materiais e agentes propõem nas suas atividades de criação e conservação.
Iremos então apresentar uma proposta ainda em aberto para que o trabalho concreto a realizar na Jornada possa acontecer para prosseguirmos devidamente informados até à produção de um guia que poderá servir estruturas com longo historial de produção de arquivo, assim como estruturas mais recentes que aplicam, a essa produção, ações enquadradas por diferentes modalidades de gestão e de criação artística.
Este trabalho é financiado por fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P. no âmbito do projeto PTDC/ART-PER/1651/2021
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
28 de março, 2024
10h00 – 17h30
* Entradas condicionadas pelo projeto para participantes das sessões anteriores.

A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
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Dia Mundial do Teatro 2024
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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.





