Trilogia de Alice

Inédita em Portugal, “Trilogia de Alice” foi escrita em 2005 e originalmente produzida pelo Royal Court Theatre, em Londres. A peça oferece-nos uma viagem por três momentos da vida de uma mesma personagem (Alice, uma doméstica casada com um banqueiro de sucesso, mãe de filhos), ao longo de três décadas e meia – entre os anos 80 do século XX e o início do século XXI.

A jornada, adianta o encenador, relata a “peregrinação interior” desta mulher, através de “ligações, em tempos alternados, de experiências, de descobertas, de anseios” da personagem e de “breves relatos de vidas que se cruzam com a sua, respectivos gestos falhados e (des)ilusões”. “Talvez sejam só fantasmas em viagem, que transportam o desconforto da existência cheia de ‘desconhecido a que dão o nome de Deus’” – acrescenta Nuno Carinhas, citando uma das frases de Alice.

 

FICHA TÉCNICA:

Texto: Tom Murphy | Tradução: Paulo Marques Dias | Encenação: Nuno Carinhas | Interpretação: Ana Teresa Santos, Igor Lebreaud, Miguel Magalhães, Ricardo Kalash, Rita Brütt | Cenografia: Henrique Pimentel | Figurinos: Ana Rosa Assunção | Desenho de luz: Danilo Pinto | Som: Zé Diogo

 

 

Teatro Garcia de Resende

21h30

Entrada: 8.00€


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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VER E APRENDER: Bojador

Em 1961, uma Mãe, escritora, e um dos seus cinco filhos, embarcam numa aventura de Descobertas.
A partir de uma peça de Teatro que ela começou a escrever, que retrata o ano de 1434 e a passagem do Cabo Bojador (para muitos impossível), surge um conjunto de desafios, num palco improvisado: uma sala com uma janela virada para o Mundo. Descobrir este Mundo requer apenas ir além do medo e, em conjunto, tentar sempre chegar mais longe!…

 

A dificuldade, ou melhor, o desafio, era fazer uma adaptação de “O Bojador” de Sophia de Mello Breyner Andresen, para 2 atores, a ser apresentada nas Escolas do 3º Ciclo. A peça, escrita em 1961, passa-se em 1434 e tem 9 personagens! Inspirada na cena inicial, na qual uma mãe e um filho observam o Infante D. Henrique de costas a ver o mar, parti para o ponto seguinte: porque não ser a própria Sophia e 1 dos seus 5 filhos a “brincar” com “O Bojador”? E assim foi: o Miguel (à época com 11 anos), acompanha a sua Mãe na representação e na escrita deste texto baseado nos Descobrimentos.
Sendo também encenadora do espetáculo, as coisas acabaram por ser indissociáveis e muitos elementos da adaptação e encenação foram surgindo nos ensaios, no trabalho direto com os atores – Mané Carvalho (Sophia) e Pedro Roquette (Miguel). Foi feito um trabalho de pesquisa a nível documental sobre estas duas “personagens reais”, mas acima de tudo, um trabalho criativo de relação entre uma Mãe e um Filho e da importância do jogo no desenvolvimento das suas ligações, com uma ponte direta para a importância do jogo no Teatro.
Ao longo do processo criativo, a cenografia foi um fator essencial. Em conjunto com Ricardo Sá, aluno do Mestrado em Design Integrado (Licenciatura em Design do Produto) da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (Instituto Politécnico de Viana do Castelo), foram idealizadas 1 mesa, 1 cadeira e 1 banco, com o fator prático de terem dimensões e estrutura que permitissem o transporte na digressão, mas sobretudo que oferecessem simbolismo e jogo ao espetáculo.
É uma – ou várias – viagens no tempo, por vários espaços – reais ou fantasiosos… Uma multiplicação de possibilidades onde o limite é apenas a imaginação!
Ana Perfeito

 

FICHA TÉCNICA:

Dramaturgia e encenação | Ana Perfeito
Interpretação | Mané Carvalho e Pedro Roquette
Cenografia | Ricardo Sá (MeDeIn – ESTG/IPVC)
Guarda-roupa | Casa de São José
Desenho de Luz | Ana Perfeito
Seleção Musical | Tiago Fernandes
Videografia | Luís Lagadouro
Desenho Gráfico e Fotografia de Cena | Rui Carvalho
Construção Cenográfica | Oficina Criativa ESTG, Double Concept Bar
(protótipos), Carpintaria Rocha (mesa), Neves Magalhães, Lda – Cadeiras e
Móveis (cadeira e banco), José Esteves, Alexandre Calçada
Produção executiva | Adriel Filipe

 

Teatro Garcia de Resende

8.00€ (gratuito até aos 12)

11h00 e 15h00

 


Informações: (+351) 266 703 112 / Contactos
Compra de bilhetes: www.bol.pt
Reservas para espetáculos gratuitos: Reservas


Antero Q

Antero Q, baseado em Antero de Quental, é um homem deprimido, muito atento aos seus problemas de saúde e sentindo dores por todo o lado, é personagem principal numa obra de ficção sob a forma de uma peça de teatro, que não é um livro de História nem uma biografia. A autora decidiu investigar o território proibido do êxtase amoroso por uma estrangeira, o enamoramento de um homem idealista, uma peripécia experimentada como um ‘veneno rápido’ na sua atormentada vida. Num homem que pareceu dedicar-se quase exclusivamente a assuntos intelectuais e políticos, o ‘veneno lento’ foi inoculado pela solidão e por crises de pessimismo schopenhaueriano.

 

FICHA TECNICA:

Texto: Ana Rocha | Encenação e Dramaturgia: Carlos J. Pessoa | Interpretação: Anette Naiman, Guilherme Gomes, Maurício Bittencourt e Rafaela Jacinto| Música e Vídeo: Daniel Cervantes | Cenografia e Adereços: Herlandson Duarte| Figurinos: Ana Palma| Direção de Produção: Raquel Matos| Produção Executiva: Mafalda Ferraz| Registo Fotográfico: Vitorino Coragem | Comunicação: José Grilo | Acompanhamento Técnico: André Mateus | Coprodução: Teatro da Garagem e Teatro Garagem (São Paulo).

 


Informações: (+351) 266 703 112 / Contactos
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Reservas para espetáculos gratuitos: Reservas


SALÃO EM TRÊS ATOS: III - Qual a realidade do ensino superior artístico, universitário e politécnico?

Convidados:

Maria Joao Vicente (Atriz, encenadora, professora na Escola Superior De Teatro e Cinema)
Vitor Lemos (Ator, encenador, professor na Universidade de Évora)

 

Esta atividade que nasceu no ano de 2022, com o subtítulo de “Espaço desempoeirado”, foi um ensaio com um objetivo claro: através da partilha de experiências incentivar o desenvolvimento da massa crítica.
Num momento em que o mundo gira a uma velocidade vertiginosa, não é simples encontrar tempo/espaço para que a conversa flua calmamente. Para nossa felicidade através do “Salão” este tempo/espaço tem vindo a ser encontrado.
Mantemos o “Salão”, mas não sem questionar, adaptar e evoluir. Vamos ter um “Salão em três atos” através de três ciclos de três conversas, em volta de três temas distintos e três perguntas sobre os mesmos: formação; criação; evolução / Quando?; como?; porquê?
Distribuindo as conversas pelos meses de fevereiro, março e abril queremos levantar as seguintes questões:

— Quando deve começar a formação artística?
— Como devemos introduzir, fomentar e gerir esta formação?
— Porque devemos desenvolver urgentemente este aspeto formativo?

Com este conjunto de questões pretendemos refletir em conjunto com a cidade e convidados específicos sobre o nosso papel enquanto criadores, formadores, artistas e agentes culturais.
Contamos convosco, para vir questionar connosco!

 

19 de abril, 18h30

Salão Nobre do TGR

Entrada gratuita.

informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral @cendrev.com / www.bol.pt


Espetáculo Final do VI Estágio da Orquestra Juvenil de Sopros

Concerto da Páscoa

O público-alvo deste estágio serão jovens do concelho, com particular foco nos músicos das bandas filarmónicas das freguesias rurais, uma vez que nestas localidades a oferta é menor ou mesmo inexistente comparativamente ao meio urbano. Este é um projeto que permite ainda uma grande aprendizagem através de um contacto mais aprofundado com a música e com outros jovens formadores. Deste modo estará também a contribuir para melhorar a qualidade das bandas, fomentando até uma maior atração de jovens para esta atividade cultural.

 

Teatro Garcia de Resende

17h30

Entrada livre!

 


Informações: (+351) 266 703 112 / Contactos
Compra de bilhetes: www.bol.pt
Reservas para espetáculos gratuitos: Reservas


SONS NO SALÃO: Águas paradas não movem moinhos - Homenagem a José Mário Branco

No sentido de assinalar e celebrar o 80º aniversário do nascimento de José Mário Branco, surge 6 VIOLAS, sexteto de violas inédito. Pensado e elaborado pelo aclamado compositor e violetista José Valente, este projeto estabelece um inesperado vínculo entre a música erudita e a canção de intervenção como forma de homenagem e enaltecimento ao incontornável legado do cantautor desaparecido em 2019, um dos mais importantes da história da música em Portugal.

Para a viagem por este importante repertório, Valente desafiou cinco dos mais brilhantes violetistas da nova geração de músicos clássicos para, em conjunto, inaugurarem um momento musical inédito. Sofia Silva Sousa, Miguel Sobrinho, João Tiago Dinis, José Miguel Freitas e Edgar Perestrelo abraçaram o desafio de constituir um sexteto de violas – a primeira formação com esta configuração em Portugal – para interpretar as belas e assertivas canções do autor de Inquietação.

FICHA ARTÍSTICA:

Sofia Silva Sousa, Miguel Sobrinho, João Tiago Dinis, José Miguel Freitas e Edgar Perestrelo – Viola de arco
José Valente – viola de arco e direcção musical

Produção: Black Dress

Fotografia : Beatriz Sousa – CENDREV

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
18h30

 

8.00€

 


Informações: (+351) 266 703 112 / Contactos
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Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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