Amor de Dom Perlimplim com Belisa em seu Jardim

Não esperem encontrar aqui o lado quimérico e altruísta do amor romântico. Quando a luz se apagar, começará a história cruel e engraçada de um homem que precisa de uma mulher para não morrer sozinho, para não se entregar à idade e à simples morte. Quando a luz se apagar, começará a aventura louca e exaustiva de uma jovem que busca em todos e não encontra em nenhum. Porque esta é uma história de amor, esta é uma história de desejos: desejo louco de amar, de gostar, de viver ao extremo, de desafiar o tempo e a idade inevitável. Os personagens desta aventura na escuridão, impulsionados por um desejo inesgotável, vagueiam pelo meio da noite e através de um jardim exuberante em busca da eterna juventude.

 

FICHA TÉCNICA:
Texto: Federico Garcia Lorca | Tradução: Eugénio de Andrade | Interpretação: Ana Dias, Jorge Baião e Maria Marrafa | Encenação e Dramaturgia: José Russo | Cenografia, Figurinos e Adereços: Filipa Malva | Direção musical e banda sonora: Hugo Monteiro | Desenho de Luz: António Rebocho | Operação luz: Fabrisio Canifa | Operação de som: Ivo Luz | Contrarregra e figuração: Beatriz Sousa | Confeção de Figurinos: Adozinda Cunha, Eliana Valentine | Construção cenografia: Helder Cavaca | Apoio nas pinturas: Bernardo Bagulho | Direção Técnica: António Rebocho | Direção de produção: Claudia Silvano | Produção executiva e Direção de Cena: Beatriz Sousa | Comunicação: Carolina Lecoq | Desenho gráfico: Alexandra Mariano | Secretariado: Ana Duarte | Tradução LGP: Núria Galinha | Apoio colaborativo: Serralharia Correia & Pulido, Lda

Circulação pelas freguesias rurais do Concelho de Évora em julho de 2023

Sempre às 21h30

Dia 2 – Pátio da Casa do Povo de Nossa Senhora de Machede
Dia 4 – Largo Abel Augusto – Guadalupe
Dia 11 – Largo Dr. Barahona, Azaruja
Dia 14 – Largo dos cogominhos – Torre de Coelheiros
Dia 16 – polidesportivo, recinto de festas ao ar livre, S. Sebastião da Giesteira
Dia 22 – Largo da Junta de Freguesia da Graça do Divor
Dia 27 – Praça José Joaquim Calado Piteira, Canaviais
Dia 29 – Edifício da Casa do Povo, S. Miguel de Machede

Em circulação por outros locais

Dia 8 de julho – Jardim Público de Viana do Castelo
Dia 19 de julho – Espaço NORA de Serpa


A Receita

Neste espetáculo de humor, duas jovens amigas debatem os altos e baixos dos seus relacionamentos enquanto procuram a receita para um namoro perfeito. Com uma linguagem contemporânea e diálogos modernos elas opinam sobre a vida uma da outra e reproduzem momentos que todas as mulheres já tiveram com a sua melhor amiga. Ao longo do espetáculo, Elis e Helena vão desdobrando as situações passadas com os seus respetivos namorados e, ouvindo os conselhos dados pela amiga, apercebem-se de problemas dos quais não sabiam anteriormente. O espetáculo traz algumas críticas para com relacionamentos tóxicos dando o exemplo das protagonistas, que enquanto tentam resolver as suas vidas amorosas também têm que lidar com as consequências de uma tempestade num cenário de mudança.

 

Exercício/Espetáculo Finalistas da Licenciatura em Teatro

A Licenciatura em Teatro da Universidade de Évora organiza-se transversalmente nas várias dimensões dos conhecimentos, técnicas e práticas cénicas, visando a formação de atores-criadores, no sentido da promoção de uma visão contemporânea do fazer teatral, do desenvolvimento crítico reflexivo e da autonomia criativa do estudante. O plano curricular visa a formação artística, cultural e científica dos estudantes, promovendo a prática experimental de diversas formas de expressão teatral através da realização de exercícios públicos e espetáculos. Pretende assim dotar os estudantes de ferramentas que lhes permitam enfrentar de forma criativa as solicitações do mundo teatral contemporâneo.

 

Texto: Giulia Glasser | Encenação: Giulia Glasser e Sara Barros | Cenografia: Giulia Glasser | Figurinos e maquilhagem: Sara Barros | Produção: Beatriz Dias, Giulia Glasser e Sara Barros | Coordenação Técnica e Artística: Ana Tamen, Isabel Bezelga, Beatriz Cantinho e Renato Machado

 

Teatro Garcia de Resende

30 de junho, 17h e 21h30, 2023

 


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


Trilogia de Alice

Inédita em Portugal, “Trilogia de Alice” foi escrita em 2005 e originalmente produzida pelo Royal Court Theatre, em Londres. A peça oferece-nos uma viagem por três momentos da vida de uma mesma personagem (Alice, uma doméstica casada com um banqueiro de sucesso, mãe de filhos), ao longo de três décadas e meia – entre os anos 80 do século XX e o início do século XXI.

A jornada, adianta o encenador, relata a “peregrinação interior” desta mulher, através de “ligações, em tempos alternados, de experiências, de descobertas, de anseios” da personagem e de “breves relatos de vidas que se cruzam com a sua, respectivos gestos falhados e (des)ilusões”. “Talvez sejam só fantasmas em viagem, que transportam o desconforto da existência cheia de ‘desconhecido a que dão o nome de Deus’” – acrescenta Nuno Carinhas, citando uma das frases de Alice.

 

FICHA TÉCNICA:

Texto: Tom Murphy | Tradução: Paulo Marques Dias | Encenação: Nuno Carinhas | Interpretação: Ana Teresa Santos, Igor Lebreaud, Miguel Magalhães, Ricardo Kalash, Rita Brütt | Cenografia: Henrique Pimentel | Figurinos: Ana Rosa Assunção | Desenho de luz: Danilo Pinto | Som: Zé Diogo

 

 

Teatro Garcia de Resende

21h30

Entrada: 8.00€


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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VER E APRENDER: Bojador

Em 1961, uma Mãe, escritora, e um dos seus cinco filhos, embarcam numa aventura de Descobertas.
A partir de uma peça de Teatro que ela começou a escrever, que retrata o ano de 1434 e a passagem do Cabo Bojador (para muitos impossível), surge um conjunto de desafios, num palco improvisado: uma sala com uma janela virada para o Mundo. Descobrir este Mundo requer apenas ir além do medo e, em conjunto, tentar sempre chegar mais longe!…

 

A dificuldade, ou melhor, o desafio, era fazer uma adaptação de “O Bojador” de Sophia de Mello Breyner Andresen, para 2 atores, a ser apresentada nas Escolas do 3º Ciclo. A peça, escrita em 1961, passa-se em 1434 e tem 9 personagens! Inspirada na cena inicial, na qual uma mãe e um filho observam o Infante D. Henrique de costas a ver o mar, parti para o ponto seguinte: porque não ser a própria Sophia e 1 dos seus 5 filhos a “brincar” com “O Bojador”? E assim foi: o Miguel (à época com 11 anos), acompanha a sua Mãe na representação e na escrita deste texto baseado nos Descobrimentos.
Sendo também encenadora do espetáculo, as coisas acabaram por ser indissociáveis e muitos elementos da adaptação e encenação foram surgindo nos ensaios, no trabalho direto com os atores – Mané Carvalho (Sophia) e Pedro Roquette (Miguel). Foi feito um trabalho de pesquisa a nível documental sobre estas duas “personagens reais”, mas acima de tudo, um trabalho criativo de relação entre uma Mãe e um Filho e da importância do jogo no desenvolvimento das suas ligações, com uma ponte direta para a importância do jogo no Teatro.
Ao longo do processo criativo, a cenografia foi um fator essencial. Em conjunto com Ricardo Sá, aluno do Mestrado em Design Integrado (Licenciatura em Design do Produto) da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (Instituto Politécnico de Viana do Castelo), foram idealizadas 1 mesa, 1 cadeira e 1 banco, com o fator prático de terem dimensões e estrutura que permitissem o transporte na digressão, mas sobretudo que oferecessem simbolismo e jogo ao espetáculo.
É uma – ou várias – viagens no tempo, por vários espaços – reais ou fantasiosos… Uma multiplicação de possibilidades onde o limite é apenas a imaginação!
Ana Perfeito

 

FICHA TÉCNICA:

Dramaturgia e encenação | Ana Perfeito
Interpretação | Mané Carvalho e Pedro Roquette
Cenografia | Ricardo Sá (MeDeIn – ESTG/IPVC)
Guarda-roupa | Casa de São José
Desenho de Luz | Ana Perfeito
Seleção Musical | Tiago Fernandes
Videografia | Luís Lagadouro
Desenho Gráfico e Fotografia de Cena | Rui Carvalho
Construção Cenográfica | Oficina Criativa ESTG, Double Concept Bar
(protótipos), Carpintaria Rocha (mesa), Neves Magalhães, Lda – Cadeiras e
Móveis (cadeira e banco), José Esteves, Alexandre Calçada
Produção executiva | Adriel Filipe

 

Teatro Garcia de Resende

8.00€ (gratuito até aos 12)

11h00 e 15h00

 


Informações: (+351) 266 703 112 / Contactos
Compra de bilhetes: www.bol.pt
Reservas para espetáculos gratuitos: Reservas


Molly Sweeney

Molly Sweeney é uma peça em dois atos de Brian Friel. Conta a história de sua personagem-título, Molly, uma mulher cega desde a infância, que passa por uma operação para tentar restaurar sua visão.

O Teatro das Beiras regressa à dramaturgia irlandesa com Molly Sweeney, de Brian Friel.

O texto estrutura-se a partir da alternância das narrativas de três personagens sem interação umas com as outras – Molly, uma mulher independente e capaz, cega desde a infância, submete-se a uma cirurgia para tentar restaurar a visão; Frank, o entusiasta e inquieto marido que faz da cegueira da esposa a sua última causa; e Dr. Rice, outrora um famoso cirurgião, agora um alcoólico caído em desgraça que tenta restaurar a visão de Molly, numa tentativa de recompor a sua reputação.

No final, Molly diz: “vivo agora num país de fronteiras” onde as perceções deixaram de ser fidedignas, e a loucura e a realidade se fundem no mesmo caos.

 

Depois de Uma História na Cama (1997) de Sean O’Casey e Oeste Solitário (2006) de Martin McDonagh, o Teatro das Beiras regressa à dramaturgia irlandesa com Molly Sweeney, de Brian Friel.

Friel (1929 – 2015) expande a sua obra por mais de 3 dezenas de peças, tendo merecido especial atenção e divulgação na última década do século XX. Cofundador, com o ator Stephen Rea, da Field Day Theatre Company, tem sido traduzido e encenado em Portugal desde os anos 70 do século XX, com títulos como Amantes e Triunfantes (1970/71), Pais e Filhos (1991), Traduções (1996), Danças a um deus pagão (1996), Molly Sweeney (1999), O Fantástico Francis Hardy, curandeiro (2000) e Terapia das Almas (2019), que o situam na linhagem de Yeats e de Synge, universalizando as especificidades irlandesas, convocando à reflexão induzida pela emoção e imaginação sustentadas na valorização da palavra, muito embora “as palavras não sejam dotadas de plenos poderes até um actor as libertar e as preencher”.

A estreia de Molly Sweeney em 1994 no Gate Theatre ficou marcada por ser a primeira encenação de Brian Friel, experiência que voltaria a repetir em 1997 com Give me your answer. O espetáculo teve na altura uma receção dividida entre o louvor e o ceticismo. A peça chega ao público português em 1999 através do Ensemble – Sociedade de Actores, com encenação de Nuno Carinhas.

O texto estrutura-se a partir da alternância das narrativas de três personagens sem interação umas com as outras – Molly, uma mulher independente e capaz, cega desde a infância, submete-se a uma cirurgia para tentar restaurar a visão; Frank, o entusiasta e inquieto marido que faz da cegueira da esposa a sua última causa; e Dr. Rice, outrora um famoso cirurgião, agora um alcoólico caído em desgraça que tenta restaurar a visão de Molly, numa tentativa de recompor a sua reputação.

Parte da construção dramática do texto é inspirada no estudo “Ver e Não Ver” de Oliver Sacks, mais especificamente em Virgil, um homem cego desde a infância cuja visão fora recuperada em adulto e, assim como Molly, após a operação, vê o seu mundo percetivo desmoronar e não se consegue ajustar ao novo mundo visual. A sua experiência é descrita como um “milagre abortado”.

No final, Molly diz: “vivo agora num país de fronteiras” onde as perceções deixaram de ser fidedignas, e a loucura e a realidade se fundem no mesmo caos.

 

Ficha técnica:

Tradução: Paulo Eduardo Carvalho
Encenação: Nuno Carinhas
Cenografia: Luís Mouro
Figurinos: Luís Mouro
Cartaz: Luís Mouro
Desenho de luz: Fernando Sena
Sonoplastia: Hâmbar de Sousa
Interpretação: João Melo, Susana Gouveia e Tiago Moreira
Carpintaria: Ivo Cunha
Produção: Celina Gonçalves
Fotografia: Ovelha Eléctrica
Vídeo: Ovelha Eléctrica
Assistente de produção: Patrícia Morais
Assistente de encenação: Sílvia Morais
Pintura de telão: Luís Mouro
Costureira: Sofia Craveiro
Agradecimentos: Dª Marília Carvalho e Rute Machado

 

Mais informação sobre a companhia:

 

120 min.
Classificação etária: M/12

Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt/

Preço: 8,00€


VER&APRENDER: Lusíadas para Miúdos: A Epopeida

LUSÍADAS PARA MIÚDOS: A EPOPEIDA é, como o próprio nome indica, um espetáculo que parte do universo daquela que é, para muitos, a obra-prima da literatura portuguesa. É um espetáculo de teatro pensado para o público mais jovem – pois acreditamos que a educação e criação de públicos começa nas mais tenras idades – vivendo sobretudo da componente visual e musical, sendo reconhecíveis episódios da obra como o Adamastor ou a chegada à Ilha dos Amores.

O nariz do palhaço é a máscara mais pequena do Mundo. O que acontece quando a colocamos na maior Epopeia Portuguesa de todos os tempos? Outras e novas aventuras e peripécias se adicionam às já vividas pelo Herói Coletivo Nacional, quando coloca a batatinha no nariz. Conseguirá Camões salvar a sua obra?

 

FICHA TECNICA:

Criação: Bruno Domingos, Paulo Roque, Quarteto Ma non Troppo | Direcção Artística: Paulo Roque | Interpretação: Bruno Domingos, Daniela Carmona, Mariana Abreu, Patrícia Camelo, Paulo Roque | Adereços, Cenografia, Design Gráfico e Fotografia: Júlio Quirino | Desenho de Luz: Bruno Domingos | Produção: Colectivo Cal – Associação Corpo na Arte | Produção Executiva: Patrícia Camelo, Paulo Roque | Apoios: Câmara Municipal de Évora, Banda Filarmónica do Círculo Artístico Musical Safarense, Era Uma Vez – Teatro de Marionetas

26 de março, 2023

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
11h00

Entrada gratuita até aos 12

Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt


Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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