Tristão e Isolda

Adaptado do drama musical em três actos de Richard Wagner, com um libreto alemão do compositor,  vagamente baseado no romance medieval do século XII de Gottfried von Strassburg.

 

 

FICHA TÉCNICA:

Tradução directa do alemão: Rosário Queirós
Encenação e Dramaturgia: Jorge Castro Guedes
Cenografia e Figurinos: José Carlos Barros
Guarda-roupa: Natividade Pereira
Coreografia/movimento: Amélia Mendonza
Música e direcção musical: José Prata
Direcção de produção: Dina Nunes, Elisa Amado e Gil Salgueiro Nave
Banda sonora/sonoplastia: Quico
Iluminação/desenho de luz: António Rebocho, assistido por Jorge Baião
Operação de som: António Rebocho, assistido por Jorge Baião
Direcção de montagem/construção: António Galhano
Maquinistas: Carlos Godinho
Direcção de cena: Figueira Cid
Assistência musical: Raquel Pinto Pais El EE

Coros:
Sopranos. Ana Celeste, Anabela Mavioso, Agostinha Ventura, Ermelinda Carrilho e Maria Helena Zuber.
Altos: Ama Pitti Ferreira, Ana Paula Gavela, Ana Victória Nunes, Camila Ferreira, Isabel Mendes, Joaquina Brites, Maria Angelina e Maria Helena Gallis.
Tenores: António Prates, Carlos Picassinos, José António Vieira, José Maria Saldanha, Manuel Oliveira e Santos Paulino.
Baixos. Carlos Borges Ferreira, Carlos Mavioso, Fernando Brites, José António Roque e Paulo Mavioso

Músicos/execução musical: Anabela Malarranha, José Amaral, Carlos Rosado, Francisco Ribeiro, Timóteo Neves, Vicente Marcelino, Joaquim Nascimento e Augusto Caeiro

 

Datas em circulação:

Estreia em Junho de 1989

Geral: 14 sessões, 1.635 espectadores
Évora: 14 sessões, 1.635 espectadores


Todos os Anos o Mesmo

Eduardo De Filippo (1900 – 1984), também conhecido simplesmente como Eduardo, foi um ator, realizador, argumentista e dramaturgo italiano, mais conhecido pelas suas obras napolitanas Filumena Marturano e Napoli Milionaria. Considerado um dos mais importantes artistas italianos do século XX, De Filippo foi o autor de muitos dramas teatrais encenados e realizados por ele próprio, primeiro e mais tarde premiados e interpretados fora de Itália. Pelos seus méritos artísticos e contribuições para a cultura italiana, foi nomeado senador vitalício pelo Presidente da República Italiana Sandro Pertini.

 

FICHA TÉCNICA:

Tradução: Luís Nogueira
Encenação: Figueira Cid
Cenografia e Figurinos: Coca Fróis David, Pedro Fazenda e Sílvia Westphalen
Guarda-roupa: Natividade Pereira
Coreografia/movimento: Nélia Pinheiro
Iluminação/desenho de luz: António Rebocho
Direção de montagem/construção: António Galhano

Atores: Álvaro Corte-Real, Ana Meira, João Sérgio Palma, Jorge Baião e Maria João Toscano (Voz da rádio: Rui Nuno)

Datas em circulação:

Estreia em dezembro de 1988

Geral: 72 sessões, 7.081 espectadores
Évora: 39 sessões, 3.454 espectadores
Digressão: 33 sessões, 3.627 espectadores


O Cavaleiro da Mão de Fogo

Javier Villafañe (1909 – 1996) foi um marionetista, poeta e contador de histórias argentino.

Com o seu carro La Andariega viajou, no início, com o seu amigo Juan Pedro Ramos, pela Argentina, Chile, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Venezuela.

Enquanto viajava, ensinou as crianças em idade escolar a construir os seus próprios fantoches a partir de uma abóbora, utilizando a técnica do papel-mâché e da cartapesta; simultaneamente, dedicou-se a escrever poemas, histórias e peças de teatro de fantoches que realizou, recolhendo também os desenhos das crianças para ilustrar as suas histórias. As cenografias das suas obras foram feitas por artistas plásticos como Emilio Petorutti, Antonio Berni ou Elba Fábregas. Numa ocasião, durante 1940, viveu no barco de um amigo alemão, chamado Carolus da cidade de Gualeguaychú (Entre Ríos, Argentina), um barco a que chamaram “La andariega del río”. Em 1940 recebeu uma bolsa da Comissão Nacional de Cultura para “divulgar a actividade das marionetas”.


FICHA TÉCNICA
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Encenação: Gil Salgueiro Nave
Cenografia e Figurinos: Vasco Fernando
Atores: João Sérgio Palma e Maria João Toscano

Datas em circulação:

Estreia em setembro de 1988

Geral: 19 sessões, 2.113 espectadores
Évora: 7 sessões, 668 espectadores
Digressão: 12 sessões, 1.445 espectadores


O Juiz da Beira

Peça de Gil Vicente. Representada ao rei D. João III, em Almeirim.
Pero Marques, casado com Inês Pereira, vai morar com Inês para a sua fazenda na Beira e aí se torna juiz. No entanto, e dado ser um homem simples e sem formação, as suas sentenças são pouco usuais. Pero Marques acaba por ser chamado à corte para se justificar perante o rei.


FICHA TÉCNICA
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Encenação: Luís Varela
Dramaturgia: Christine Zurbach
Cenografia e Figurinos: Vasco Fernando
Guarda-roupa: Natividade Pereira
Iluminação/desenho de luz: João Carlos Marques
Direção de montagem/construção: António Galhano
Maquinistas: Arsénio Borrucho e Noé Carloto
Costureiras: Celeste Passinhas, Mariana do Vale, Natalícia Martins e Victória Almaça
Fotografia de cena: Álvaro Corte-Real
Grafismos: Figueira Cid e João Sérgio Palma
Cartaz: Vasco Fernando
Documentação: Alexandre Passos
Apoio literário: Elsa Nunes
Apoio musical: Manuel Morais
Eletricista: António Rebocho
Composição: Maria João Toscano

Atores: Álvaro Corte-Real, Augusto Leal, Figueira Cid, João Sérgio Palma, José Caldeira, Rosário Gonzaga e Victor Zambujo. (Ana Meira substitui a 22 de Abril Rosário Gonzaga)

Datas em circulação:

Estreia em março de 1988

Évora: 17 sessões, 2.384 espectadores


Solness, o Construtor

Henrik Ibsen, (1828 – 1906) dramaturgo norueguês do final do século XIX que introduziu na cena europeia uma nova ordem de análise moral posicionada contra um contexto severamente realista da classe média e desenvolvida com economia de ação, diálogo penetrante, e pensamento rigoroso.

Halvard Solness é um mestre construtor de meia-idade de uma pequena cidade na Noruega que se tornou um arquiteto próspero de alguma distinção e reputação local.
Durante a construção do seu projecto mais recente, que inclui uma torre de campanário, Hilda descobre que Solness sofre de vertigens, mas no entanto encoraja-o a subir o campanário até ao topo na abertura pública do edifício recentemente concluído.


FICHA TÉCNICA
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Tradução: Christine Zurbach (da versão francesa).Revisão a partir do original: Richard Sinding
Encenação: Luís Varela
Dramaturgia: Christine Zurbach
Cenografia e Figurinos: Vasco Fernando
Guarda-roupa: Natividade Pereira
Sonoplastia e Iluminação: João Carlos Marques
Direção de montagem/construção: António Galhano
Carpinteiros de cena: Arsénio Borrucho e Noé Carloto
Costureiras: Natalícia Martins, Vitória Almaça e Mariana do Vale
Grafismos e Cartaz: Figueira Cid

Atores: Álvaro Corte-Real, Augusto Leal, Isabel Bilou, João Sérgio Palma, José Caldeira, Maria João Toscano e Rosário
Gonzaga

Datas em circulação:

Estreia em novembro de 1987

Évora: 10 sessões, 574 espectadores


Afonso III

Ernesto Leal, ficcionista e autor dramático, nascido em 1913, no Funchal, Ilha da Madeira, oficial do exército reformado, traduziu Faulkner. Para David Mourão-Ferreira (Portugal, a Terra e o Homem, II v., 2.ª série, Lisboa, 1980), “os contos de Ernesto Leal constituem, quase sempre, não só condensados e preciosos documentos de natureza etnográfica ou costumbrista, mas também conseguidos artefactos de ordem literária, em que as qualidades de observação e análise, de transposição e de síntese vão de par com a flagrância das atmosferas, a economia das descrições, a naturalidade dos diálogos. Mas não menos importante em tais contos é a carga de crítica social que deles se desprende sem que o autor tenha necessidade de diretamente intervir”.

Afonso III foi publicado em 1970.

“Esta é a história irónica e fabulosa de um rei sem história: Afonso III. Barbudo e lusitano o deseja, no prólogo para ser lido desconsoladamente por um manga-de-alpaca de 1968, o autor, que nos dá nesta peça simultaneamente grave e jocosa uma das mais curiosas experiências literárias do nosso teatro contemporâneo. A crítica de costumes alia-se à crítica moral, à facécia, ao ridículo, para nos oferecerem um curiosíssimo retrato português reinventado e no qual a história burlesca do rei Afonso dá as mãos à história burlesca e grotesca dos atavismos, dos lugares-comuns, das credulidades (e singularidades) de todo um povo.
Afonso III é, não obstante, uma peça profundamente séria e crítica, obra de análise subtil e de desmontagem dos chapões da fábula nacional.”


FICHA TÉCNICA
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Encenação: Luís Varela
Dramaturgia: Christine Zurbach
Cenografia e Figurinos: Vasco Fernando
Música: Gil Salgueiro Nave
Guarda-roupa: Natividade Pereira
Sonoplastia e Iluminação: João Carlos Marques
Direção de montagem/construção: António Galhano
Maquinistas: Arsénio Borrucho e Noé Carloto
Costureiras: Celeste Passinhas, Alcina Casbarra, Natalícia Martins e Mariana do Vale
Alunos do Grupo VII da Escola de Formação Teatral do CCE

Vídeo: Realização – Carlos Galiza, Operadores – Luís Raposo e Luís Cruz, Condutor – Rui Pedro

(Div. de Audiovisuais da DG de Acção Cultural da SEC)

Músicos/execução musical: Gil Salgueiro Nave, José Liaça e Luís Cardoso

Gravação da banda sonora: Estúdio Liaça

Atores: Alexandre Passos, Álvaro Corte-Real, Célia Aldegalega, Figueira Cid, Isabel Bilou, João Sérgio Palma, Jorge Coelho, Jorge Silva, José Alegria, José Caldeira, José Russo, José Teles, Luís Cardoso, Maria João Toscano, Maria de Jesus Mota, Paula Bicho, Rosário Gonzaga, Rui Peixoto e Victor Zambujo. Vo vídeo: Célia Aldegalega, Figueira Cid, Jorge Coelho, Jorge Silva, José Teles, Maria João Toscano, Maria de Jesus Mota e Paula Bicho

Datas em circulação:

Estreia em julho de 1987

Évora: 9 sessões, 894 espectadores


Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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