SALÃO EM TRÊS ATOS: I - Quando deve começar a formação artística?

No passado dia 8 de fevereiro, teve lugar a primeira sessão de 2023 de “Salão em Três Atos: Quando deve começar a formação artística?”, com as convidadas Christine Zurbach e Sílvia Correia.

Esta atividade que nasceu no ano de 2022, com o subtítulo de “Espaço desempoeirado”, foi um ensaio com um objetivo claro: através da partilha de experiências incentivar o desenvolvimento da massa crítica.
Num momento em que o mundo gira a uma velocidade vertiginosa, não é simples encontrar tempo/espaço para que a conversa flua calmamente. Para nossa felicidade através do “Salão” este tempo/espaço tem vindo a ser encontrado.
Mantemos o “Salão”, mas não sem questionar, adaptar e evoluir. Vamos ter um “Salão em três atos” através de três ciclos de três conversas, em volta de três temas distintos e três perguntas sobre os mesmos: formação; criação; evolução / Quando?; como?; porquê?
Distribuindo as conversas pelos meses de fevereiro, março e abril queremos levantar as seguintes questões:

— Quando deve começar a formação artística?
— Como devemos introduzir, fomentar e gerir esta formação?
— Porque devemos desenvolver urgentemente este aspeto formativo?

Com este conjunto de questões pretendemos refletir em conjunto com a cidade e convidados específicos sobre o nosso papel enquanto criadores, formadores, artistas e agentes culturais.
Contamos convosco, já no dia 8 de fevereiro, para vir questionar connosco!

 

8 de fevereiro, 18h30

Salão Nobre do TGR

informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral @cendrev.com / www.bol.pt


SALÃO: UM ESPAÇO DESEMPOEIRADO – Escrita para Cena

No mês de Novembro falamos de escrita para cena. A génese da escrita para teatro é indissociável do corpo e da voz do ator. Não se trata só de literatura. Os grandes clássicos, como Molière, Shakespeare ou Gil Vicente sempre escreveram para companhias, para corpos vivos.

A escrita dramática afasta-se das suas irmãs literárias por de facto só estar completa quando habita o efémero. Como é que se escreve sabendo desta condição profana.

Bem Vind@s ao Salão.
Horário: 18h30
Telefone: 266 703 112
Email: geral@cendrev.com
Site: https://www.facebook.com/cendrev.teatro/

Organização: Cendrev | Câmara Municipal de Évora
Apoios: DGArtes, IEFP | Estrutura pertencente à Rede Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP)
Media partners: Registo, Diário do Sul e Telefonia do Alentejo
Entrada Livre


Art Allurement - Masterclass

É uma formação artística itinerante, ministrada pelo país, numa lógica de proximidade, proporcionando uma experiência única, intensa e imersiva, onde interdisciplinaridade na arte é a palavra de ordem.
Uma formação totalmente original, desenhada especialmente para ir ao encontro das necessidades de cada artista numa simbiose profunda e imersiva, onde várias vertentes da arte se encontram numa complementaridade única, indispensável ao desenvolvimento artístico, técnico e humano do participante.
Os diretores/formadores artistas versáteis prestigiados nacional e internacionalmente, através de parcerias com formadores de diversas áreas, possibilitam uma formação artística direcionada.

 

Classificação etária: M/6
Horário: 14h às 18h
Telefone: 266 703 112
Email: geral@cendrev.com

 

Organização: Cendrev | Câmara Municipal de Évora
Apoios: DGArtes, IEFP | Estrutura pertencente à Rede Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP)
Media partners: Registo, Diário do Sul e Telefonia do Alentejo
Preço: 8€ (descontos para estudantes, séniores, grupos e famílias)


Exposição CENDREV 47 Anos em Cena - Escola Superior de Teatro e Cinema

Exposição que mostra através de imagens, documentos e artigos diversos a história da companhia que atravessa e constrói as últimas cinco décadas da história do teatro em Portugal. Encabeçando inegavelmente o percurso das políticas de descentralização teatral do país.
Podemos constar não só do trabalho cénico, editorial e de divulgação como o trabalho de investigação e recuperação dos patrimónios culturais e identitários do Alentejo como é exemplo o trabalho em torno dos Bonecos de Santo Aleixo.

Folheto da exposição:


Quem tem Medo das Emoções

A pandemia Covid 19 provocou um choque emocional em todo o mundo, convulsionando a vida como a conhecíamos e contaminando a nossa experiência íntima. Ainda não falámos o bastante sobre ela. Ainda não ganhámos uma maior consciência colectiva sobre como a nossa vida privada é determinada por condicionantes políticas, mediáticas, sociais ou culturais. O livro Quem tem medo das emoções? reúne episódios em que esses condicionamentos são evidentes fazendo uma ponte com abordagens teóricas contemporâneas, numa perspetiva de construção de futuro, não de um relato do passado. Nesta sessão, pretende-se abrir um espaço de partilha sobre experiências da pandemia a partir de autores que pensam criticamente os afectos.
Ana Pais é investigadora em artes performativas (Centro Estudos de Teatro – FLUL), dramaturgista e curadora. É autora do livro O Discurso da Cumplicidade. Dramaturgias Contemporâneas (2004) e de Ritmos Afetivos nas Artes Performativas (2018). Organizou ainda a antologia Performance na Esfera Pública (2017). Como dramaturgista, colaborou com criadores de teatro e dança em Portugal e, como curadora, concebeu e coordenou vários eventos de curadoria discursiva, dos quais destaca o Projecto P! (2017).

 

Salão Nobre
8 Outubro, 2022 – 18h00

Sem lugares marcados
informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt

Entrada livre.

 


Tchiloli, uma Tragédia Actual

“Tchiloli, uma tragédia actual”. Exercício – Espetáculo

Embalados pelos ritmos da tragédia do Tchiloli, oito jovens actores debatem as dificuldades que enfrentam
nas suas próprias vidas. Perante a consciência da falta de oportunidades na sua terra natal e a ideia de que
é “lá fora” que se consegue obter melhores condições de vida, torna-se inevitável a discussão: construir uma
casa ou fazer um barco? Onde perseguir os sonhos? Como evitar a rendição?
Com um texto criado colectivamente no grupo de trabalho a partir de improvisações dos actores, ”Tchiloli,
uma tragédia actual” é um exercício-espectáculo que resulta do Laboratório Teatral de São Tomé, realizado
entre Abril e Julho de 2022. A acção de formação, que inclui a presente digressão por Portugal, integra a
programação do projecto RECITE – Rede de Centros de Intercâmbio Teatral nos Países de Língua
Portuguesa, uma parceria entre o Ministério do Turismo e Cultura de São Tomé e Príncipe e a AEGUI –
Associação de Escritores da Guiné-Bissau.

Ficha Técnica:
Texto: Criação Colectiva | Encenação: Andrzej Kowalski | Cenografia e Figurinos: Sara Machado | Desenho de Luz: António Rebocho | Interpretação: Adelaide Taraveira, António dos Santos, Dério Costa, Eufrásia dos Santos, Joel Cabanga, Nalzy do Rosário, Regner Fonseca, Tânia Bruzaca | Assistência de Encenação: Mardginia Pinto | Operação de Luz: Cátia Fernandes | Operação de Som: Leonaldo Andreza | Carpinteiro de Cena: Jamilson Fernandes | Execução de Figurinos: Adejanete Ramos, Eliseu Aguiar, Maiker David | Coordenação de Produção: José Mora Ramos, Myklail de Ceita | Produção: Hermitério Sacramento, Yuri Trindade

Organização: Ministério do Turismo e Cultura de São Tomé e Príncipe e Centro de Intercâmbio Teatral de São Tomé, no âmbito do RECITE, um projecto apoiado pela PROCULTURA, acção do programa PALOP-TL e UE, financiada pela União Europeia, co-financiada e gerida pelo Camões, I.P.

Fotografia: Carolina Lecoq

10 de Setembro às 21h30
M/12

Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt
Bilhete: 8€ (descontos para estudantes, séniores, famílias e grupos)


Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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