Lucidez

“…O código genético disso a que, sem pensar muito, nos temos contentado em chamar
natureza humana, não se esgota na hélice orgânica do ácido desoxirribonucléico, ou DNA, tem
muito mais que se lhe diga e muito mais para nos contar, mas essa, por dizê-lo de maneira
figurada, é a espiral complementar que ainda não conseguimos fazer sair do jardim de infância,
(…)
José Saramago, in Ensaio sobre a Lucidez

Ficha técnica:
Direção e Coreografia: Nélia Pinheiro | Bailarinos: Almudena Maldonado, Gonçalo Almeida Andrade, João Costa, Patrícia Main | Sonoridades Adicionais: Gonçalo Almeida Andrade | Figurinos: José António Tenente | Desenho de Luz: Nuno Meira | Produção: CDCE 2022 | Apoio: Centro de Artes de Marvila

CDCE é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura | Direção Geral das Artes | Tem o apoio da Câmara Municipal de Évora

CDCE – Companhia de Dança Contemporânea de Évora

Fotografia: Carolina Lecoq

17 e 18 de Junho às 21h30

Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt
Bilhete: 8€ (descontos para estudantes, séniores, famílias e grupos)


Pequeno retábulo de García Lorca

“Pequeno retábulo de García Lorca” é uma criação original organizada a partir da obra de Federico García Lorca, poeta, dramaturgo e artista plástico espanhol do séc. XX. A “escrita” dramatúrgica que produzimos decorre da abordagem à multifacetada obra do autor; poemas, canções, guiões cinematográficos, etc. O espetáculo decorre da abordagem suportada por sinais que evocam a presença desses movimentos artísticos capazes de despertar a curiosidade e interesse nos espetadores de hoje, promovendo o encontro com estéticas artísticas que constituíram matéria de referência, confirmando consistentemente a universalidade da obra do autor como um valioso contributo para a edificação da ideia de cultura e da sua importância no desenvolvimento das sociedades. Obra que é um património da humanidade e, como tal, merecedora de reencontro para ser de novo contada ao público do nosso tempo, público heterogéneo, a quem queremos estimular e convidar para a fruição do teatro e das artes em geral, abrindo mais um espaço de análise que incentive a sua sensibilidade e o seu sentido crítico. A nossa proposta contém ainda uma renovada e sempre estimulante leitura sobre os conceitos do “popular” e “erudito”, estabelecendo uma ponte entre as artes tradicionais e a criação contemporânea. O teatro como uma arte multidisciplinar com recurso a linguagens diversas.

Ficha técnica:
Autor: Federico Garcia Lorca | Dramaturgia e Encenação: Gil Salgueiro Nave | Cenografia, figurinos e cartaz: Luís Mouro | Desenho de luz, operação de luz e som e edição vídeo: Hâmbar de Sousa | Confecção de figurinos: Sofia Craveiro | Adereços: Luís Oliveira e Roberto Álvarez Gregores | Insuflável: Denise Collin | Carpintaria: Ivo Cunha | Produção: Celina Gonçalves | Fotografia e Vídeo: Ovelha Eléctrica | Interpretação: Gonçalo Babo, Paulo Monteiro, Sílvia Morais, Susana Gouveia e Tiago Moreira
Teatro Das Beiras

 

15 e 16 de Junho às 22h
LOCAL: Largo 1º de Maio

Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt


Miniaturas

É um desfile pitoresco com personagens muito divertidos que, nos breves momentos da sua existência em cena, pretendem agarrar aqueles momentos poéticos da vida que estão escondidos. Estes personagens, com os seus sonhos, frustrações, com os seus êxitos e fracassos, narram o eterno drama da trágico-comédia humana…

 

“Miniaturas” por Teatro Hugo y Ines – Peru
7 Junho, 21h30
8 e 9 Junho, 18h30

Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt
Bilhete: 8€ (descontos para estudantes, séniores, famílias e grupos)


130 Anos do Teatro Garcia de Resende

O Theatro Garcia de Rezende comemora os seus 130 anos e abre as suas portas para um espetáculo em colaboração com a cidade. Convidamos a comunidade criativa de Évora, composta pelas suas várias entidades culturais, a ocupar transversalmente todos os espaços do Teatro que serão, durante os 3 dias do evento, explorados pelo público. Uma festa de criação coletiva para juntos realizarmos uma nova reaproximação do Teatro à população.
Bem-vindos à celebração da reabertura do Garcia de Resende à cidade.


Entrada Livre
Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt

Criação coletiva a partir de uma ideia de Rui Rebelo
Direção Artística: Rafaela Covas, Raquel Oliveira e Rui Rebelo
Equipa técnica e artística do CENDREV em colaboração com outros artistas e organizações artísticas.


Apoio: Arquivo Distrital, Câmara Municipal de Évora, 

 

Carolina Lecoq

(R) Existir

Mais do que responder, pretendemos questionar. Este é um trabalho que pretende questionar o papel da arte na revolução e a forma como esta habita nas formas artísticas. Esta inquietação responde à memória do passado, a fragilidade do presente e às inquietações do futuro.
É neste panorama que nos parece ser favorável o encontro destas duas companhias, separadas pelo oceano e pela história, mas juntas nas suas preocupações.
A revolução ainda é possível? A arte ainda oferece resistência ou apenas resiste? O passado pode fortalecer o presente e impulsionar as utopias futuras?
Estas são algumas das questões que impulsionam a realização deste projeto, que certamente só levantará mais.

 

FICHA TÉCNICA:
Direção Artística: Beatriz Sousa, Catalina Devia, Francisco Medina Donoso, Ivo Luz e Rosário Gonzaga | Encenação: Francisco Medina Donoso | Espaço cénico: Catalina Devia Garrido e Francisco Medina Donoso | Iluminação: Catalina Devia Garrido | Apoio à execução de adereços: Filipa Madeira | Sonoplastia: Jaime Muñoz | Apoio à sonoplastia: Fernando Mendes | Direção audiovisual: Infímo Frame | Interpretação: Ivo Luz; Luz Jimenez e Rosário Gonzaga; | Design: Alexandra Mariano | Direção Técnica: António Rebocho | Operação de Som: Arnald Blasco | Operação de Luz: Francesc Bosch | Recolha de material audiovisual: José Coimbra e Tiago Guimarães | Direção de produção: Claudia Silvano | Produção executiva e Direção de Cena: Beatriz Sousa | Secretariado: Ana Duarte | Apoio à Direção de Cena: Kathleen Louise | Fotografia e Comunicação: Carolina Lecoq | Tradução LGP: Núria Galinha | Equipa técnica: Tomé Baixinho e Miguel Madeira | Dramaturgia (a partir de materiais diversos): Cendrev e Teatro Niño Proletário | Agradecimentos: Teatro Oriente de Providencia, Santiago de Chile; Daniela Contreras;


Octetos de Cordas - Solistas da Metropolitana

O Octeto de Cordas é uma combinação instrumental que junta quatro violinos, duas violas d’arco e dois violoncelos. Esta formação terá tido origem em inícios do século XIX, altura em que o alemão Louis Spohr compôs os seus duplos quartetos de cordas. Glière nasceu em Kiev em 1875, ainda nos tempos da Rússia Imperial. A influência dessa tradição cultural distingue-se aqui na comoção melódica do segundo andamento e na exuberância expressiva do último. Por seu turno, Enescu nasceu na Roménia em 1881, mas formou-se em Viena, primeiro, e depois em Paris. O seu octeto é uma partitura laboriosamente trabalhada e na qual a coerência cíclica dos temas interliga os quatro andamentos.
Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) é pedra angular de um projeto que se estende além do formato habitual de uma orquestra clássica. Quando se apresentou pela primeira vez em público, no Mosteiro dos Jerónimos a 10 de junho de 1992, anunciou o propósito de fazer confluir as missões artística, pedagógica e cívica por intermédio de uma gestão otimizada de recursos e uma visão ampla e integrada de todas as vertentes do fenómeno musical.

Ficha Técnica:
Ana Pereira, José Pereira, Vitor Vieira, Juan Maggiorani: violinos | Joana Cipriano, Jorge Alves: violas | Nuno Abreu, Marco Pereira violoncelos

Salão Nobre
60’
M/6

Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 / geral@cendrev.com / www.bol.pt
Bilhete: 8€ (descontos para estudantes, séniores, famílias e grupos)


Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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