45º Aniversário do Coral Évora

O Coral Évora iniciou os seus ensaios em 1978, e deu o seu primeiro concerto no dia 31 de Janeiro de 1979. É esta a data que consideramos como referência para a celebração dos nossos aniversários.
Em 2024 comemoramos 45 anos de Vida.
Sempre quisemos honrar o nome da nossa cidade, em atuações em Portugal – continente, Açores e Madeira, bem como em vários países onde já atuámos, nomeadamente França, Alemanha, Bélgica e Espanha. Por outro lado, tem sido também nosso objetivo trazer corais a Évora, com propostas diferenciadas, que queremos compartilhar com o nosso público.
É neste contexto que convidámos para a nossa “festa” de aniversário um coral do país vizinho. Trata-se do Coral Annuba, de Salamanca.
Certamente que a sua presença irá dar brilho e alegria ao concerto.

 

Teatro Garcia de Resende

4 de fevereiro, 2024

16h30


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


Mulheres de Shakespeare

Os papéis femininos são marcantes nas obras de Shakespeare. Embora relegadas para segundo plano, por contingências certamente mais sociais que dramatúrgicas, o autor inglês mostra-nos, apesar de tudo, como influenciam de forma decisiva as decisões dos homens, que se assumem como centro de decisão e poder.

Afinal, o que representa e qual a relevância do espírito feminino na obra de Shakespeare e como se define num contexto assumidamente masculino que impedia as próprias mulheres de se apresentarem em cena? Será somente um contraponto que permite justificar as ações dos homens ou, por outro lado, o seu enaltecimento é assumido pelo bardo como uma espécie de “fuga à censura” e às contingências políticas e sociais da sua época?

Recorrendo a uma única atriz em cena que se apresenta como espírito do feminino – convocando diversas personagens e personalidades – procuramos analisar a questão da presença da mulher no âmbito da dramaturgia shakespeariana. Além de Emília Silvestre, que dará corpo e voz às mulheres de Shakespeare, e de Sofia Fernandes, que cantará alguns dos sonetos, contamos com a dramaturgia de Fátima Vieira e Matilde Real, grandes conhecedoras das obras e temáticas shakespearianas reforçando, desta forma, o trabalho sobre a questão do feminino que determina a realização do projeto.

Coprodução: Ensemble/Casa das Artes de Famalicão/ São Luiz Teatro Municipal/ Teatro Municipal de Bragança

Apoios: U. Porto Press/Editora da Universidade do Porto, Fundação Calouste Gulbenkian/Programa Gulbenkian Cultura, Antena 2 e RDP África

 

Ficha artística:

Dramaturgia: Fátima Vieira e Matilde Real | Encenação e cenografia: Carlos Pimenta | Desenho de luz: Rui Monteiro | Operação de luz: Luís Silva

Música e desenho de som: Ricardo Pinto | Vídeo: João Pedro Fonseca | Figurinos: Bernardo Monteiro

Interpretação: Emília Silvestre e Sofia Fernandes

 

 

Teatro Garcia de Resende

2 e 3 de fevereiro, 2024

19h00


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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CENDREV - Balanço de atividades 2023

No ano em que se celebram 50 anos sobre o 25 de abril de 1974, o Cendrev encontra-se a iniciar o seu 49º ano de serviço público através da cultura, tendo nascido no terreno fértil deixado pela Revolução dos Cravos. O compromisso para com a cidade de Évora tem sido, desde o início, trazer ao palco do Teatro Garcia de Resende criações artísticas que levem ao desenvolvimento do pensamento e da sociedade, e que continuem a trilhar o caminho da liberdade. Tal como Mário Barradas, o fundador da estrutura, continuamos a sentir que “a ideia de que o desenvolvimento cultural do povo português” é “o mais revolucionário dos caminhos a desbravar”.
No cumprimento das suas funções como estrutura de criação e programação, a companhia tem o dever de dar conhecimento dos números relativos às atividades que empreendeu no último ano, a saber:

Realizaram-se 75 sessões que abrangeram 5385 espectadores; 36 foram realizadas em Évora e 39 em digressão, levando o Cendrev a Reguengos de Monsaraz, Castro Daire, Lisboa, Coimbra, Covilhã, Arraiolos, Porto e Maia. Estas compreendem duas novas criações: “Magnético”, de Abel Neves, e “Pó e Batom”, de Esther F. Carrodeguas, bem como a reposição de “Amor de Dom Perlimplim com Belisa em seu Jardim” de Federico García Lorca, principalmente pelas freguesias do concelho de Évora (Nossa Senhora de Machede, Guadalupe, Azaruja, Torre de Coelheiros, S. Sebastião da Giesteira, Graça do Divor, Canaviais e S. Miguel de Machede). Repuseram-se igualmente os espetáculos “Jeremias Peixinho”, de Mohamed Rouabhi e “Embarcação do Inferno”, de Gil Vicente, mantendo-se desta forma a relação da companhia com os públicos escolares.
Com o objetivo de preservar a identidade cultural alentejana no âmbito do teatro de marionetas através dos Bonecos de Santo Aleixo, a estrutura levou a cabo uma oficina em Sintra e uma masterclass na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, no Porto, bem como 9 sessões da Oficina “Baile dos Anjinhos” – Os Bastidores dos Bonecos de Santo Aleixo, por Beniko Tanaka, em escolas do concelho e no Teatro Garcia de Resende. Dá-se nota também da conclusão do projeto Reativar Memórias dos Bonecos, com apoio da CIMAC, que se realizou em 8 freguesias rurais dos concelhos de Estremoz, Borba, Vila Viçosa e Alandroal e que resultou na edição de uma pequena publicação que regista o circuito e de um documentário sobre o projecto.

O Cendrev continuou a propiciar o debate sobre a formação artística com o ciclo de conversas “Salão em Três Atos”, que registou 139 espetadores nas suas 9 sessões, acolhendo também um dos encontros “Criar e Produzir”, da Companhia Mascarenhas Martins e participando nos Encontros de Criação do Circuito Ibérico de Artes Cénicas.
Na prática, incentivou-se a formação de novos artistas com Exercícios-Espectáculo dos alunos estagiários do Curso de Teatro da Escola André de Gouveia (2 sessões: 92 espetadores), dos alunos finalistas da Licenciatura em Teatro da Escola de Artes da Universidade de Évora (“À Espera de Godot” – 1 sessão: 64 espectadores e “A Receita” – 2 sessões: 149 espectadores) e através de uma residência de criação pela companhia de circo contemporâneo TreMoças. Acolheram-se também, em estágio profissional, dois alunos das áreas técnicas do Institut del Teatre de Barcelona.

O coletivo abriu espaço à relação com as artes plásticas com a exposição “SAUDADE OU ET L’OR DE LEUR CORPS” na Biblioteca Pública de Évora ao abrigo do intercâmbio com a Escola Superior de Teatro e Cinema, com 1500 visitantes; a instalação “Ponto Cruzado Oblíquo” no âmbito da parceria com a Câmara Municipal de Arraiolos com a companhia chilena Niño Proletário, com 450 visitantes; celebrou a sua vida com a exposição “Cendrev – 48 anos em Cena” em Arraiolos, Cabeção e Lisboa, com cerca de 2000 visitantes; e participou na exposição sobre Gil Vicente, no Museu Nacional do Teatro e da Dança.
Para além destas iniciativas, realizaram-se 20 visitas guiadas ao Teatro Garcia de Resende com um total de 472 visitantes.

Graças ao apoio conjunto da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses/Direcção-Geral das Artes e da Câmara Municipal de Évora, o Cendrev encontra-se no exercício da gestão da programação do Teatro Garcia de Resende (equipamento credenciado pela mencionada RTCP), tendo programado 78 sessões às quais assistiram 11 728 espectadores. Nestas sessões contam-se as áreas de Dança (13), Teatro (26), Música (37) e Circo (2). O financiamento obtido permitiu promover 35 sessões de vários projectos de mediação cultural e envolvimento com a comunidade, nos quais participaram 1473 pessoas. Entre estes contam-se a ação de formação para professores com a contadora de histórias Bru Junça, a oficina “Dançando com a Diferença”, o ciclo de espectáculos para a infância “Ver & Aprender”, a residência da Malvada Associação Artística, o retomar do Encontro de Teatro Ibérico, e a oficina de escrita criativa pela Cosmogama – Fabrice Melquiot. Este apoio abrangeu também a 16ª edição da BIME – Bienal Internacional de Marionetas de Évora, com 90 apresentações de 33 espetáculos, por 27 companhias, tocando um total de 24 000 espetadores.

Ao todo, 2023 viu acontecer 155 espetáculos no Teatro Garcia de Resende, com a participação de 15 948 espetadores.

Não seria possível concretizar todas estas iniciativas sem as equipas do Cendrev, auxiliadas por vários colaboradores externos, em conjunto com as Juntas de Freguesia do concelho de Évora, e as parcerias com o Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, Centro de História da Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora, Biblioteca Pública de Évora e os Municípios de Arraiolos e Reguengos de Monsaraz. É vital também a parceria da Câmara Municipal de Évora, com o apoio que esta nos concede a todos os níveis.
O Cendrev continua a trabalhar para que o Teatro Garcia de Resende se destaque como uma das principais salas de espetáculos a nível nacional enquanto continuamos a caminhar em direção ao privilégio de ver a nossa cidade ser Capital Europeia da Cultura em 2027.


VER&APRENDER : Horizonte

Horizonte é a história de João, um miúdo de sete anos, nascido em Paradela, Miranda do Douro, que tem o sonho de conhecer o mar. Desde muito pequeno que insiste com os pais para que lhe proporcionem essa alegria, mas dinheiro é coisa que escasseia na família e, como se não bastasse, Paradela é o ponto mais distante do mar que há em Portugal. Inconformado, o miúdo prepara uma trouxa com roupas e alimentos, ata-a a um pau e segue caminho até Esposende.

Encontra um pequeno pássaro caído junto a um sobreiro, com uma asa ferida, incapaz de voar. Pergunta-lhe se o quer acompanhar na viagem, prometendo tratar dele, e o pássaro diz-lhe que sim. Daí em diante, João vai encontrar uma série de animais pelo caminho, cada um à vez. Eles aparecem-lhe como resposta a dificuldades ou medos com que se depara, ajudando-o a superá-los.

 

Teatro Garcia de Resende

28 de janeiro, 11h00

29 de janeiro, 11h00 e 15h00


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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Masterclass de Piano

No âmbito do concerto Sons no Salão: 202 Campos Elísios, o Cendrev promove uma masterclass ministrada pelo pianista Duarte Pereira Martins.

 

Licenciado em piano pela Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Jorge Moyano, concluiu o curso do Conservatório Nacional com a classificação máxima, tendo aí estudado com Hélder Entrudo e Carla Seixas. Fundou o MPMP Património Musical Vivo, instituição na qual é actualmente coordenador de projectos e produção e em que coordenou projectos inéditos. Foi director executivo da Glosas, revista de música, entre 2017 e 2020. Premiado em diversos concursos de piano, apresenta-se regularmente em concerto por todo o país e estrangeiro, em variadas formações, com destaque para a divulgação do património musical português e para o duo que mantém com o violoncelista Nuno Cardoso.
Realizou já gravações para a RTP/Antena 2, para a TV Brasil (no âmbito de uma digressão realizada em 2014) e para a etiqueta do MPMP. Apresenta regularmente estreias de obras de compositores contemporâneos: foi o caso de João Pedro Oliveira, Sérgio Azevedo, Amílcar Vasques-Dias, Luís Salgueiro, Edward Ayres d’Abreu ou Hugo Ribeiro.

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScUo6YXBb2zbqcVl5reG8K-A7pUYyHcvjuG1rsjvgyfs0r1XA/viewform

 

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

10 de janeiro, 2024

11h00


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
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202 Campos Elísios

Inspirado no universo do Eça de Queirós, o duo tem como nome 202 Campos Elísios.

O duo 202 Campos Elísios evoca Eça de Queiroz, com música para violoncelo e piano de Offenbach – compositor que influenciou consideravelmente o humor de Eça – e Augusto Machado, o modelo do Cruges d’Os Maias. Petrarca, Senancour e Byron são a inspiração de dois trechos de Liszt, num recital que termina com a romântica sonata para violoncelo e piano de Chopin.

Inspirado no universo de Eça de Queiroz, este dueto é constituído por Duarte Martins e Nuno Cardoso.

 

Duarte Martins (Piano)

Licenciado em piano pela Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de Jorge Moyano, concluiu o curso do Conservatório Nacional com a classificação máxima, tendo aí estudado com Hélder Entrudo e Carla Seixas. Fundou o MPMP Património Musical Vivo, instituição na qual é actualmente coordenador de projectos e produção e em que coordenou projectos inéditos. Foi director executivo da Glosas, revista de música, entre 2017 e 2020. Premiado em diversos concursos de piano, apresenta-se regularmente em concerto por todo o país e estrangeiro, em variadas formações, com destaque para a divulgação do património musical português e para o duo que mantém com o violoncelista Nuno Cardoso. Realizou já gravações para a RTP/Antena 2, para a TV Brasil (no âmbito de uma digressão realizada em 2014) e para a etiqueta do MPMP. Apresenta regularmente estreias de obras de compositores contemporâneos: foi o caso de João Pedro Oliveira, Sérgio Azevedo, Amílcar Vasques-Dias, Luís Salgueiro, Edward Ayres d’Abreu ou Hugo Ribeiro.

Nuno Cardoso (violoncelo):

Nasceu em Lisboa e iniciou os estudos de violoncelo na Fundação Musical dos Amigos das Crianças com Estêvão da Silva e Luís Sá Pessoa. Licenciou-se, em 2014, pela Academia Nacional Superior de Orquestra na especialidade de Violoncelo, onde estudou sob a orientação de Paulo Gaio Lima. Paralelamente, frequentou a Licenciatura em Matemática na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Em Portugal e no estrangeiro, tem beneficiado de masterclasses com reconhecidos mestres, como Márcio Carneiro, Xavier Gagnepain, Hans Jørgen Jensen, Jan-Erik Gustafsson ou Rainer Zipperling. No domínio da música de câmara trabalhou com Paul Wakabayashi, Paulo Pacheco, Olle Sjöberg e Hans Pålsson. Co-fundador do MPMP Património Musical Vivo, é membro da Comissão de Redacção da revista Glosas.

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

9 de janeiro, 2024

18h30


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

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E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
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Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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