A Cidade e as Serras (Não é Eça)

Terras de Sol Posto é uma aldeia no meio das serras onde Idalécio e Amândio são os únicos habitantes. Tratam das ovelhas, na realidade é só uma, pois as outras foram para a cidade em busca de uma vida melhor. Amândio é dono de uma oficina de automóveis e dinamiza uma rádio local, única ligação das aldeias enterradas no vale e onde o sinal de telemóvel e de televisão não chega.

Um dia chega às Terras de Sol Posto um empreendedor, com o objetivo de apresentar uma candidatura a fundos europeus para a criação de um lar de terceira idade na aldeia, que parece finalmente sair do marasmo e entrar diretamente no século XXI. No entanto, no dia seguinte, regressa à terra uma estudante empreendedora, com a intenção de criar uma mina de lítio no local, prometendo não o século XXI, mas sim, saltar diretamente para o século XXII. Face ao inusitado interesse nas riquezas da região, chega por fim a comunicação social para dar eco aos sucessos das Terras de Sol Posto e ao futuro risonho que os espera.

 

Cocriação: Teatro do Montemuro e Teatro da Palmilha Dentada
Texto e Encenação: Ricardo Alves
Cenografia e figurinos: Sandra Neves
Música: Carlos Adolfo
Interpretação: Abel Duarte, Cristiana Sousa, Eduardo Correia, Ivo Bastos, Paulo Duarte, Rodrigo Santos
Desenho de Luz: Paulo Duarte
Direção de Cena: Abel Duarte
Direção Técnica: Dário Pais, Vasco Mósa
Assistência à construção de cenários e figurinos: Carlos Cal, Maria Conceição Almeida
Produção: Abel Duarte, Helena Fortuna, Sofia Macedo
Assistência à Produção e Comunicação: Joana Miranda
Foto de Cena: Júlio Eme
Coprodução: Teatro Viriato

Estruturas financiadas pela República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes

 

Largo do Chão das Covas, Évora

6 de junho, 2024.
21h30
Evento gratuito


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
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Limites

A criação “Limites” nasceu de um convite da Companhia romena Centrul de Teatru Educational
Replika ao TdA para ser seu parceiro juntamente com a Companhia grega Modernoi Kairoi no
programa CREA – Cultura 2021. O projeto consiste na criação de três diferentes encenações da
peça romena Limites em cada uma das línguas dos parceiros.
Limites” é um espetáculo sobre a escola onde ninguém parece encontrar o seu lugar ou direção. O tema da Educação assume particular pertinência atendendo à relevância das questões da Educação e das alterações de paradigma do papel dos intervenientes no ambiente escolar e do próprio ensino e da forma de transmissão de conhecimentos.

Espetáculo com 7 personagens e uma só atriz, que aborda a escola e a educação.
Para a documentação artística desta peça foram entrevistados na Roménia dezenas de professores e professoras do ensino secundário, bem como inspetores e inspetoras escolares e representantes das instituições que desempenham um papel decisivo no sistema educativo romeno. Em Portugal, foram realizadas entrevistas e foram acompanhadas as atuais reivindicações e lutas dos professores. Assim, procurou-se apresentar as realidades educativas com que nos deparamos enquanto sociedade, juntamente com os complexos vínculos entre professores, crianças e pais.


FICHA TÉCNICA
:

Texto: Mihaela Michailov e Radu Apostol | Tradução: Mick Greer e Graça Margarido |
Encenação: Radu Apostol | Interpretação: Elsa Valentim | Cenografia: José Manuel Castanheira |
Figurinos: Dino Alves | Música: Rui Rebelo | Voz: Mafalda Evaristo | Desenho de Luz: Aurélio
Vasques | Adereços: Pedro Antunes | Fotografia: José Frade | Vídeo: José Ricardo Lopes |
Design Gráfico: João Rodrigues | Consultoria de Comunicação/Assessoria de Imprensa: Sofia
Peralta | Assistente de cena e contra-regra: Nérika Amaral / Mafalda Evaristo | Montagem e
Operação: Gi Carvalho| Direção de Produção: Daniela Sampaio | Produção Executiva: Gabriela
Frade.

Produção: Teatro dos Aloés 2023.

 

Teatro Garcia de Resende

10 de maio, 2024.
19h00

 


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
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Antigonick

É sempre arriscado revisitar um clássico, sobretudo quando já foi revisitado por outro autor. Contudo, pareceu imprescindível, à luz dos dias que correm, revisitar Antígona — a de Sófocles e a de Carson —, apresentando Antigonick. No clássico grego, Antígona é condenada à morte após a violação de um dos éditos de Creonte, que a impedia de dar sepultura digna ao seu irmão, Polinices, considerado um traidor.

Poderia ser considerada uma peça sobre o luto e a responsabilidade moral que temos para com os mortos, mas desengane-se o espectador. Antigonick é, para lá disso, um apelo à desobediência civil quando somos governados por tiranos, por haver uma diferença radical entre justiça e legalidade e porque todo o plano autocrático deve ser combatido com uma vontade inabalável.

 

FICHA ARTÍSTICA:

Autor: Anne Carson | Tradução e dramaturgia: Isabel Lopes | Encenação e dramaturgia: Fernando Mora Ramos | Desenho de Luz: Jorge Ribeiro | Cenografia: José Serrão | Guarda-roupa:   Teatro da Rainha

Interpretação: Isabel Lopes, Nuno Machado, Beatriz Antunes, Mafalda Taveira, José Carlos Faria, Henrique Manuel Bento Fialho, Fernando Mora Ramos, Tiago Moreira, Fábio Costa, Hâmbar de Sousa e Diogo Marques.

FICHA TÉCNICA:

Direção de Produção: Ana Pereira | Produção Executiva: Rebeca Vendrell | Direção técnica: Hâmbar de Sousa
Construção e montagem da cenografia: Joel Pereira com a colaboração de Cristiana Alves, Maria Magalhães e Cíntia Martins | Montagem da luz: Hâmbar de Sousa e Raquel Capitão | Operação de luz: Raquel Capitão
Organização do programa: Henrique Manuel Bento Fialho | Design gráfico e imagem: José Serrão
Spot rádio e TV: Raquel Capitão | Comunicação e públicos: Henrique Fialho, Inês Pereira, Nuno Machado
Fotografia: Paulo Nuno Silva e Margarida Araújo | Secretariado: Teresa Almeida
Agradecimento: Gonçalu’ S Moda – Rio Maior

 

Teatro Garcia de Resende

3 de maio, 2024
– 15h00 (sessão para escolas)
– 21h30

 

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A que Cheira a Liberdade?

O espectáculo “A que cheira a Liberdade?” pretende assinalar a data que marcou profundamente o nosso país – 25 de abril de 1974. Faz 50 anos que um golpe de estado deu lugar a uma revolução que mudou para sempre a vida de milhares de portugueses.

“A que cheira a Liberdade?” abraça todas as gerações e todos os sentidos: visão, olfato, paladar, audição e tacto. Durante a criação deste espectáculo foi fundamental revisitar o conceito e a palavra “liberdade”, o que significava antes e o que significa hoje. O que é liberdade? O que significa para cada um de nós?

 

Ficha Artística:
Criação e Encenação: Jeannine Trévidic | Interpretação e manipulação: Carolina Maio e Luís Campião | Construção de Cenografia: Nuno Silvestre | Objectos e Bonecos/Desenho: Nuno Silvestre | Construção e Pintura: Jeannine Trévidic e Nuno Silvestre | Desenho de Luz: Octávio Oliveira | Operação de Luz e Som: Adriana Pereira | Direcção de Produção: Luís Vicente

 

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

28 de abril, 11h00
29 de abril, 11h00 e 15h00

 

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A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
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Exercício/espetáculo a partir de "Dança de Roda"

Com doze anos de existência, o Curso Profissional Intérprete/Ator/Atriz, da Escola Secundária André de Gouveia, em Évora, tem constituído, ao longo destes anos, uma mais-valia para a região do Alentejo, por representar uma área artística que, para além da forte ação que exerce sobre os alunos que o frequentam, age também sobre a comunidade recetora – o público – imprescindível para o trabalho por ele desenvolvido.

Poucos domínios conseguirão, como o teatro, enriquecer tão profundamente a formação de um indivíduo, desenvolvê-lo, dotá-lo de capacidades que nem o próprio julgava possuir, estimulá-lo em outras que poderá aprender, despertando o seu potencial imaginativo e criativo. É a pessoa em si o espaço prioritário do teatro e a imaginação não tem limites.

Um Curso que tem parcerias com várias estruturas artísticas e que proporciona, aos alunos, a experiência de contactar com diferentes artistas, com diferentes estéticas, a possibilidade de assistirem a espetáculos de Teatro, Dança, Circo Contemporâneo, Ópera; Exposições; Workshops; visitas de estudo a Museus e a Festivais.

A peça é um delicioso exercício cénico. “Dança de Roda” é uma dança em dez quadros, em que cada par vai evoluindo numa ligação sem falhas. A prostituta fala com o soldado, este passa à cena seguinte onde troca galanteios com a criada que, por sua vez se deixa seduzir pelo jovem senhor na cena 3. Jovem senhor que desvia do bom caminho uma jovem senhora, que depois mostra o seu dia a dia com o marido, que por seu turno se envolve com a doce burguesinha, sendo que esta arrebata o poeta na cena 7, para a seguir o poeta se envolver com a actriz, esta com o conde e finalmente o Conde reencontrar a prostituta da cena 1, no final.
Arthur Schnitzler fez da sexualidade e dos códigos comportamentais da sociedade burguesa vienense do final do século XIX os grandes temas da sua obra. O olhar de um clínico de alma humana, sentado no leito de morte de uma sociedade decadente.

O objectivo deste estágio no Teatro Garcia de Resende, dirigido por profissionais de teatro, traduz-se num conjunto de práticas artísticas que aproximem os formandos ao trabalho teatral de uma estrutura profissional.

 

Ficha Técnica:

Texto: Arthur Schnitzler
Direção Artística, espaço cénico e guarda-roupa: José Russo e Ana Meira
Diretor do Curso e Orientador de Estágio: Carlos Alves
Professora de Movimento: Margarida Abrantes
Professora de Voz: Glória Costa Silva
Alunos atores: Ana Martins, Beatriz Barreiros, Carlota Figueiredo, Fábio Pé-Leve, Guilherme Bento, Inês Fernandes, Jéssica Rebocho, Kawanny Martins, Maria Brito, Miguel Seloca, Núria Graça, Rafael Mateus, Ricardo Pereira e Sofia Gomes
Iluminação: António Rebocho, assistido por Victor Emil – aluno em estágio do Instituto del Teatro de Barcelona
Música: João Loio (temas criados para uma montagem de “Dança de Roda” em 1983)

 

Teatro Garcia de Resende

26 de abril, 15h00
27 e 28 de abril, 16h00


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
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A Grande Imprecação diante das Muralhas da Cidade

Em ano de comemoração dos 50 anos de atividade do Teatro das Beiras, recuperamos este texto do dramaturgo alemão Tankred Dorst, apresentado nos primeiros anos de atividade do Teatro das Beiras, em 1979.

Fan Chun-Ting, mulher do pescador Hsueh Li, dirige-se à grande muralha de uma eventual China longínqua e perdida na memória do tempo para reclamar o marido, recrutado contra sua vontade para engrossar as fileiras dos exércitos do imperador.
A muralha diverte-se com tamanha ousadia e propõe um jogo. Se a mulher identificar e provar que um dos soldados é o marido, poderá partir levando o homem consigo. Se o jogo nada provar, o soldado será morto e a mulher expulsa para além do rio.

Peça incontornável de Tankred Dort pelo Teatro das Beiras. Uma parábola do antigo Oriente, inspirada no desconcerto do mundo.

 

Ficha artística:
Autor: Tankred Dorst | Tradução: Mário Barradas | Encenação: Gil Salgueiro Nave | Cenografia e figurinos: Luís Mouro | Sonoplastia: Helder F. Gonçalves | Interpretação: Sónia Botelho, Paulo Monteiro, Bernardo Sarmento e Miguel Brás

Teatro Garcia de Resende

18 e 19 de abril, 2024

18h30

 

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