SALÃO: Movimento Disruptivo

Como espaço de livre-pensamento que é, o conceito do Salão evolui por conta própria. Com isto ganha outras formas, tornando-se num espaço de discussão propício à criação de massa crítica. Sabendo disto, mantemos a busca deste Salão utópico.
Procuramos um “SALÃO” que seja um lugar do outro lado do espelho.

Em 2023 avançámos com uma organização diferente. Percebendo que este espaço de pensamento só faz sentido estando vivo, ativo e em evolução, decidimos uma vez mais repensar e reorganizar a forma de agir neste projeto.

Com cognome de “Movimento Disruptivo” pretendemos que esta terceira edição do “Salão” ganhe dinâmicas de questionamento ativo. Para isso, olhamos para o mundo que nos rodeia e selecionamos cinco temas que nos parecem fraturantes e motivadores de pensamento, que dividimos em cinco sessões ao longo do ano.

O primeiro tema e mote para o título dos Salões deste ano foi sobre O papel da disrupção na continuidade.

O tema deste encontro será sobre corpos marginais nas artes

Como convidado, André Murraças, jovem autor, dramaturgo, encenador, licenciado em Realização Plástica do Espetáculo pela Escola Superior de Teatro e Cinema, e já na Utrecht School of the Arts terminou com distinção o mestrado em cenografia, teve formação com variadíssimos autores, encenadores e cenógrafos, tem o mestrado em Ciências da Comunicação da Universidade Nova, para além de ter percurso de guionista publicitário e de ficção televisiva, colabora como criador de conteúdos com o Museu Calouste Gulbenkian.

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

19 de junho, 2024

18h30

 

Entrada gratuita.

Reserva na BOL.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


23 segundos

Cinco homens, presos políticos, conhecem-se numa cela comum da cadeia onde cumprem pena por atividades consideradas subversivas contra o Estado. Juntos, mesmo correndo o risco de serem descobertos e torturados, engendram um plano de fuga, com a cumplicidade da companheira de um deles: escavar um túnel com cerca de doze metros, entre a cela e a muralha exterior da prisão. Durante meses, com tarefas cumpridas de forma organizada, meticulosa e paciente, põem o plano em marcha, sempre atentos aos passos e às rotinas dos guardas. Sabem que, desde que ouvem a chave a entrar sonoramente na fechadura da porta do edifício até à ronda da sua cela, o guarda mais rápido demora 23 segundos. Apenas 23 segundos. É esse o tempo de que dispõem para disfarçarem o aparato da escavação e voltarem às camas, dando a ideia de total normalidade.
Tratando-se embora de ficção, a ação inspira-se numa situação verídica ocorrida na Cadeia do Forte de Peniche, na primeira metade dos anos 50, durante a ditadura do Estado Novo. Na peça, a data e o local não são precisados, porque o assunto é de todos os tempos e de todos os lugares em que houver pessoas inconformadas e dispostas a lutar pela democracia e pela liberdade.

Miguel Falcão

 

 

FICHA ARTÍSTICA/TÉCNICA

Autoria: Miguel Falcão
Direção: João Mota
Assistente de Encenação: Patrícia Neves

Interpretes/Personagens por ordem entrada:

Pedro – Hugo Franco
Manuel – Gonçalo Botelho
José – Paulo Lages
Inácio – Rogério Vale
Joaquim – Francisco Almeida
Chefe dos Guardas – Miguel Sermão
Guarda Santos – Carlos Catalão
Maria – Maria Ana Filipe

Desenho de Luz: Paulo Graça
Técnicos de Montagem: Renato Godinho, Assunção Dias
Assistente de Produção: Catarina Oliveira

Gabinete de Produção: Rosário Silva e Carlos Bernardo

 

Teatro Garcia de Resende

15 de junho, 2024.
21h30

 


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


Gestos que Lembram Abril

A democracia, uma conquista com apenas 50 anos, tem demonstrado muitos sinais de fragilidade em Portugal e no mundo, expressos no crescimento da narrativa de extrema-direita, numa descrença política generalizada e nas crises, até agora sem resolução, como a da habitação ou a da desigualdade social.
‘Gestos Que Lembram Abril’ é um projeto educativo não-formal que propõe a construção de uma memória histórica coletiva, apresentando a linha cronológica que levou à Revolução do 25 de Abril e à implementação da Democracia. O projeto promove o conhecimento de músicas de resistência ao Estado Novo em formato de concertos, gerando uma oportunidade de refletir sobre os acontecimentos sócio-políticos que levaram à escrita das canções. Das 10 canções trazidas, bastiões dos ideais revolucionários, foram votadas 5 de forma democrática e representativa, para serem aprendidas e interpretadas pelo grupo de coro, guiado por um maestro de soundpainting.
O projeto integra jovens ouvintes e surdos, sendo acompanhado pela equipa de intérpretes de Língua Gestual da escola, ensinando todas as pessoas participantes a interpretar várias frases das canções e da narração. Lança-se então o desafio de abraçar diferentes formas de comunicar: a música, o canto, a língua gestual e o soundpainting.

 

FICHA TÉCNICA
Direção Artística e Produção: Vera Marques | Músicos/as: André Viegas, Mariana Ramos Correia, Nuno Cintrão, Tozé Bexiga, Vera Marques (Puçanga) | Coro: Adriana Rocha, Afonso Calisto, António Cardoso, António Mendoza, Arthur Antunes, Bruno Rolo, Bruno Rosmaninho, Catarina Borges, Constança Rodrigues, Daniel Monginho, Duarte Peneirol, Érica Cominho, Fabiana Agostinho, Filipa Murteira, Francisco Marques, Gonçalo Varela, Inês Amador, Inês Azevedo, Ionut Belostecinic, João Carvalho, João Simona, Jorge Quionda, Laurinia Andrade, Luís Cabeça, Madalena Oliveira, Margarida Botas, Margarida Soares, Maria Palma, Martim Inocêncio, Matilde Couto, Matilde Ribeiro, Maria Rita Tanganho, Pedro Almeida, Rafaela Prates, Rafaela Santos Silvério, Rita Dores, Rodrigo Família, Rodrigo Silva, Salvador Louro, Sandro Barão Martins, Soraia Santos, Tatiana Coelho, Tomé Pereira | Fotografia e Audiovisual: Mark Angelo Harrison | Arranjos: André Viegas, Mariana Ramos Correia, Nuno Cintrão, Tozé Bexiga, Vera Marques (Puçanga) | Diretor Técnico (Som): Manuel Chambel | Técnicos de Som: Ivan Basilio, Pedro Moreira, Yoann Crochet | Apoios: Arte Pela Democracia – uma iniciativa da Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril em parceria com a Direção-Geral das Artes; Escola Básica Manuel Ferreira Patrício; Freguesia da Malagueira e Horta das Figueiras; A Bela Associação

 

 

 

Teatro Garcia de Resende

11 de junho, 2024

18h30

 

Evento gratuito


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

 


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


A Cidade e as Serras (Não é Eça)

Terras de Sol Posto é uma aldeia no meio das serras onde Idalécio e Amândio são os únicos habitantes. Tratam das ovelhas, na realidade é só uma, pois as outras foram para a cidade em busca de uma vida melhor. Amândio é dono de uma oficina de automóveis e dinamiza uma rádio local, única ligação das aldeias enterradas no vale e onde o sinal de telemóvel e de televisão não chega.

Um dia chega às Terras de Sol Posto um empreendedor, com o objetivo de apresentar uma candidatura a fundos europeus para a criação de um lar de terceira idade na aldeia, que parece finalmente sair do marasmo e entrar diretamente no século XXI. No entanto, no dia seguinte, regressa à terra uma estudante empreendedora, com a intenção de criar uma mina de lítio no local, prometendo não o século XXI, mas sim, saltar diretamente para o século XXII. Face ao inusitado interesse nas riquezas da região, chega por fim a comunicação social para dar eco aos sucessos das Terras de Sol Posto e ao futuro risonho que os espera.

 

Cocriação: Teatro do Montemuro e Teatro da Palmilha Dentada
Texto e Encenação: Ricardo Alves
Cenografia e figurinos: Sandra Neves
Música: Carlos Adolfo
Interpretação: Abel Duarte, Cristiana Sousa, Eduardo Correia, Ivo Bastos, Paulo Duarte, Rodrigo Santos
Desenho de Luz: Paulo Duarte
Direção de Cena: Abel Duarte
Direção Técnica: Dário Pais, Vasco Mósa
Assistência à construção de cenários e figurinos: Carlos Cal, Maria Conceição Almeida
Produção: Abel Duarte, Helena Fortuna, Sofia Macedo
Assistência à Produção e Comunicação: Joana Miranda
Foto de Cena: Júlio Eme
Coprodução: Teatro Viriato

Estruturas financiadas pela República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes

 

Largo do Chão das Covas, Évora

6 de junho, 2024.
21h30
Evento gratuito


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


SONS NO SALÃO: Terra da Saudade

​​”Saudade” é um sentimento muito português. Mas a saudade não se resume à nostalgia do país perdido, ou à recordação dos tempos da juventude. Na arte pode ser também a referência a estilos antigos. Este recital percorre as várias facetas da saudade, desde a melancolia existencial do fado até às memórias de infância, passando pela visita aos estilos e géneros musicais do passado.

Diana Botelho Vieira nasceu na ilha de São Miguel, Açores, em 1984. Tem-se apresentado em recitais de piano, de música de câmara, contos musicais, e a solo com orquestra em vários países, como Portugal, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Estados Unidos da América, e América do Sul. Foi laureada no Prémio Jovens Músicos (RDP – Antena 2) na categoria Piano, recebeu o Búzio Revelação (Expresso das 9) e o Prémio Cultura (Correio dos Açores). Participou nos documentários Bravo e Portugueses pelo mundo: Chicago. Lançou dois álbuns com música de Sérgio Azevedo, e gravou mais três, que serão lançados em breve. Fez os seus estudos no Conservatório Regional de Ponta Delgada, na Academia Nacional Superior de Orquestra (Metropolitana), Chicago College of Performing Arts (Roosevelt University), e Escola Superior de Música de Lisboa.

 

Diana Botelho Vieira – Piano.

 

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

4 de junho, 2024

18h30

 

Bilhetes na BOL


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


OPERA: Felizmente Há Luar!

Quando o saudoso Joaquim Benite encenou a minha ópera “A Rainha Louca”, em 2011, lançou-me um desafio: queria que eu compusesse uma ópera sobre o meu avô, Humberto Delgado. Mas eu disse-lhe que não era capaz, por ser um assunto demasiado pessoal. (Literalmente: eu tinha cinco meses de gestação quando a minha mãe soube que o pai dela tinha sido assassinado.)

Em 2022, o maestro Osvaldo Ferreira lançou-me outro desafio: compor uma ópera sobre o 25 de Abril. Também fiquei de pé atrás, desta vez por achar o tema pouco operático e por não querer compor para uma comemoração oficial. Mas lembrei-me de uma peça que podia fazer todo o sentido: “Felizmente Há Luar”. Uma peça sobre a figura histórica do general Gomes Freire, condenado à morte em 1817, nos últimos estertores do regime absolutista.
Publicado em 1961, o texto de Luís de Sttau Monteiro era uma metáfora tão evidente do Estado Novo sacudido pelas eleições de 1958, que até os obtusos censores salazaristas a perceberam. Proibida, a peça só pôde ser representada em Portugal depois da revolução.
E foi assim que esses dois temas, que antes recusei, me vieram parar às mãos de forma metafórica. Que é como quem diz: operática.

Alexandre Delgado

 

A Orquestra Filarmónica Portuguesa já se apresentou em praticamente todo o território nacional, com algumas das mais importantes obras do repertório sinfónico e grandes solistas internacionais, destacando-se os concertos regulares no CCB, Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, Altice Arena (somos orquestra associada desta sala) e Campo Pequeno, em Lisboa, Coliseu do Porto, Casa da Música, Salão Árabe do Palácio da Bolsa, Jardins de Serralves e Museu Romântico, no Porto, Europarque (Santa Maria da Feira), Theatro Circo (Braga), Convento S. Francisco (Coimbra), Teatro Sá de Miranda (Viana do Castelo), Teatro Municipal de Bragança, Teatro Viriato (Viseu), Teatro Municipal da Guarda, Centro de Congressos de Santarém, Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra), Teatro das Figuras (Faro), Teatro TEMPO (Portimão), Teatro Aveirense (Aveiro), Auditório de Olhão, Centro Cultural do Arade (Lagoa) e participação anual na maioria dos principais festivais de música nacionais.

A OFP tem apoiado de forma consistente os jovens solistas nacionais e já encomendou e estreou 15 obras de autores nacionais e internacionais com destaque para o apoio às jovens compositoras nacionais Ana Seara, Anne Vitorino d ́Almeida, Fátima Fonte, Ana Ataíde Magalhães, Camila Salomé Menino, Sara Ross e ainda Carlos Azevedo, Alexandre Delgado, Luís Tinoco, Rafael Diaz e Nuno Guedes Campos.

Vai estrear nos próximos dois anos quatro grandes obras sinfónicas, um bailado e uma ópera na celebração dos 50 anos do 25 de Abril.

Fundada em maio de 2016, a Orquestra Filarmónica Portuguesa é amplamente reconhecida, pelo público e pela crítica, como uma das melhores orquestras sinfónicas nacionais. Os elevados padrões de qualidade e de exigência impressos desde a sua génese, levam-na a integrar um conjunto de músicos de elevado nível técnico e artístico das mais variadas nacionalidades, como sejam instrumentistas premiados em concursos nacionais e internacionais, ex-integrantes da Orquestra Jovem da União Europeia e músicos estrangeiros residentes em Portugal.
A Orquestra Filarmónica Portuguesa conta com a Direção Artística do maestro Osvaldo Ferreira, fundador do projeto e um dos mais representativos chefes de orquestra nacionais da atualidade.

 

ORQUESTRA FILARMÓNICA PORTUGUESA

FICHA ARTÍSTICA
Música e Libreto – Alexandre Delgado
Encenação – Allex Aguillera
Cenografia, caracterização e figurinos- Nuno Esteves “Blue”
Desenho de luz – Manuel Abrantes
Direção de Cena – Bernardo Lorga
Orquestra Filarmónica Portuguesa – direção artística, Osvaldo Ferreira
Coro Proarte – direção musical, Filipa Palhares
Preparador vocal e correpetidor – Pedro Lopes

ELENCO
Sílvia Sequeira, soprano – Matilde Melo
Carlos Guilherme, tenor – Principal Sousa
André Henriques, barítono – Bersdford e Antigo Soldado
Christian Lujan, baixo/barítono – António de Sousa Falcão
Tiago Amado Gomes, barítono – João Miguel Forjaz
Raquel Mendes, soprano – Mulher do povo
Pedro Cruz, tenor – Vicente
Osvaldo Ferreira – direção musical

FICHA TÉCNICA
Diretor de produção – André Cunha Leal – Proarte
Apoio à produção OFP
Maestro assistente – André Lousada
Stage manager – Paulo Alves
Produção artística – Carolina Frederico

Comemoração 50º aniversário do 25 de Abril.
Projeto apoiado pela DGartes, através dos concursos plurianuais de apoio à criação da OFP

 

Teatro Garcia de Resende

1 de junho, 2024

21h30

 

Bilhetes na BOL


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

© 2026 Centro Dramático de Évora.
Direitos reservados.

Privacy Preference Center

Utilizamos cookies para personalizar conteúdos e anúncios, para fornecer características das redes sociais e para analisar o nosso tráfego. View more
Accept
Decline