CIRCO CONTEMPORANEO – Dual Sim
13 de Dezembro, 2024ArquivoTGR-RTCP,Circo,2024
Projeto de circo contemporâneo interpretado por dois malabaristas que se colocam ao desafio da partilha constante e obrigatória de todos os recursos.
Uma investigação sobre as redes, sobre as formas e esquemas da partilha digital. Um estudo sobre a distribuição de objetos entre 2 corpos, passes-receções-partilhas. Um ciclo que não se encerra, força a partilha da identidade ao habitar o mesmo espaço com um Dual SIM.
Na relação com o espaço-tempo, analisamos os mapas de rede de internet no planeta, os esquemas de correio eletrónico ou de partilha de informação. Estas linhas cruzadas e multiplicadas, que no meio da confusão, criam espécies de constelações de beleza natural. Cruzamos, com esta investigação, um malabarismo de passes como regra obrigatória. Um caminho sinuoso e cruzado sobre si mesmo com uma única composição em forma de eletricidade que alimenta todo o circuito.
Os dois intérpretes jogam a regra da partilha constante, levando o público a perder a noção de corpo-corpo e identidade-identidade.
Investigar sobre o universo da partilha digital, o crescendo dessa distribuição, as suas vantagens e dependência. A necessidade desse fluxo de informação e matérias.
A comparação entre estes trajetos e as rotas de mercadorias, a distribuição de materiais físicos pelo planeta em relação com o mundo digital. Trajetos – velocidades – matérias.
A Erva Daninha surge em 2006 e é uma companhia dedicada ao desenvolvimento do circo
contemporâneo através da criação de novos espetáculos e da programação. Os espetáculos da
Companhia partem de temáticas sociais e políticas que nos interessa desenvolver sob um ponto
de vista dramatúrgico próprio. Desenvolvemos um trabalho coreográfico que cruza as técnicas
de circo com situações, ações e objetos do quotidiano. Buscamos a inspiração na vida tentando
reproduzi-la de forma extraordinária, mas procurando sempre manter uma narrativa, ainda que
abstrata.
instagram.com/companhia_ervadaninha
Direção artística VASCO GOMES
cocriação/ interpretação FILIPE CONTRERAS e JORGE LIX
assistência de direção JULIETA GUIMARÃES
sonoplastia/ seleção musical VASCO GOMES
música LOSCIL, TIM HECKER
iluminação PEDRO NABAIS
produção TERESA CAMARINHA
estágio de comunicação ELÍSIO MOTA
coprodução TEATRO MUNICIPAL DO PORTO
apoio REPÚBLICA PORTUGUESA – CULTURA/DIREÇÃO-GERAL DAS ARTES
Teatro Garcia de Resende
13 de dezembro, 2024
19h00
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Apresentação da programação TGR-RTCP 2025
10 de Dezembro, 2024ArquivoCENDREV,Imprensa
No Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende será apresentada a programação para o ano de 2025.
inúmeros espetáculos de teatro, música, dança, performance e circo contemporâneo, havendo também espaço para oficinas e conversas sobre a cultura artística e não só.
Vários ciclos de atividades diferentes têm lugar todos os meses, nomeadamente, o ciclo de concertos “Sons no Salão”, o ciclo “Salão em Três Atos” e ainda a iniciativa “Ver & Aprender”, destinada às famílias e escolas.
Este ano está também agendada a BIME – Bienal Internacional de Marionetas de Évora, que se realiza a cada dois anos. Além da BIME, estão incluídos na programação o Festival Imaterial, o FIDANC – Festival Internacional de Dança Contemporânea, o Fórum Teatral Ibérico, o Encontro de Teatro Ibérico e o Festival de Expressões.
Estão ainda abrangidas, evidentemente, as produções próprias do CENDREV.
Será também apresentado e oferecido aos presentes o Calendário da Programação 2025 em formato físico e na companhia de um pequeno buffet outras coisas poderão ser vistas.
O programa foi concebido pelo CENDREV – Centro Dramático de Évora e conta com o apoio do Município e do Ministério da Cultura, através do programa de apoio RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Inseta
8 de Dezembro, 2024ArquivoTGR-RTCP,Teatro,2024
Orlanda Amarílis, escritora que este ano cumpriria 100 anos, deixou uma obra extensa e revolucionária, feminista e ‘decolonial’, da qual decalcamos para o espetáculo sobretudo a personagem Maira da Luz, de “A Casa dos Mastros”, transformada em inseto por uma dupla colonização pela sociedade e pelo poder colonial (citando livremente Bonnici). Diz Orlanda que “Maira da Luz tinha desaparecido sem deixar rastro”. O teatro, na sua tarefa impossível, procura desenhar esse rasto de quem desapareceu, oferecendo leituras contemporâneas sobre os corpos de quem, ainda hoje, vive mergulhado numa invisibilidade imposta pelos outros.
Um projeto UMCOLETIVO: Bruno Caracol, Cátia Terrinca, João P. Nunes, Raquel Pedro, Ricardo Boléo e Rui Salabarda com Elizabeth Pinard, João Branco e Batucadeiras das Olaias
Teatro Garcia de Resende
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
SONS NO SALÃO: Quarteto de Guitarras Canticum
3 de Dezembro, 2024ArquivoTGR-RTCP,Música,2024
Volta ao Mundo em 80 Imagens
A sugestão do presente programa consiste de uma viagem por diversos estilos e épocas. Partindo da música imortal do compositor barroco J. S. Bach, passando pelas melodias intemporais do bailado Quebra-Nozes de P. I. Tchaikovsky, que tantas vezes nos assaltaram a imaginação com as suas danças e valsas, e pela música e ritmos brasileiros de Paulo Bellinati. Esta viagem termina com uma série de imagens musicais (F. Moreno-Torroba), criadas para melhor descrever as peculiaridades do país de Espanha e expressas por um conjunto de postais (Estampas).
Dejan Ivanović
O guitarrista croata Dejan Ivanović nasceu em Tuzla (Bósnia e Herzegovina), em 1976, iniciando os seus estudos de guitarra com 8 anos de idade. Estudou com Predrag Stankovic e Vojislav Ivanovic na Escola Primária e Secundária de Música, e com Darko Petrinjak na Academia de Música de Zagreb. Participou em masterclasses de John Duarte, Thomas Müller-Pering, Elliot Fisk, Costas Cotsiolis, Valter Dešpalj (violoncelo), Michael Steinkühler (viola da gamba) e Igor Lešnik (percussão). A sua carreira profissional começou simultaneamente com o estudo superior (1994-1998). Atuou nalguns dos mais prestigiosos Festivais de Música como Festival de Spoleto (convidado pessoalmente pelo maestro Gian Carlo Menotti para o lugar de Artista Residente), Festival de Verão de Edimburgo, Festival de Costa de Estoril, Festival de Guitarra de Gevelsberg, Porto — Cidade Europeia da Cultura e Guitarra Viva (Croácia), entre outros. Atua também integrado em vários conjuntos de música de câmara: com flautista Vasco Gouveia, violoncelista Jed Barahal, guitarrista Masakazu Tokutake, soprano Ana Ester Neves, Quarteto de Cordas Lyra, etc. É o vencedor do 1º Prémio e Prémio especial para Melhor Interpretação da Música Espanhola no 13º Concurso Internacional de Guitarra Doña Infanta Cristina (Madrid, 1998); 1º Prémio do 3º Concurso Internacional da cidade de Sinaia (Roménia, 1998); 1º Prémio do 17º Certamen Internacional de Guitarra Andrés Segovia (Herradura, 2001); 1º Prémio e Prémio do Público no 35º Certamen Internacional de Guitarra Francisco Tarrega (Benicássim, 2001); 1º Prémio do 4º Concurso Internacional de Creta (Arhanes, 2005). Colabora regularmente com várias orquestras como a Orquestra Real de Câmara de Wallonie (Bélgica), Orquestra de Benicássim (Espanha), Orquestra de Câmara da Eslováquia, Orquestra Sinfónica de Vojvodina (Sérvia), Orquestra Sinfónica das Beiras, Orquestra Clássica do Centro e Orquestra Metropolitana de Lisboa. Os seus recitais na Europa, África, América do Norte, América do Sul e Ásia receberam uma forte aceitação por parte do público e da crítica. A sua discografia a solo é constituída por CD Recital na Laureate Series da NAXOS (2002) com obras de Matilde Salvador, Anton García Abril, Frederic Mompou, Richard Rodney Bennett, Malcolm Arnold, Gordon McPherson e Francisco Tárrega, e por CD Mediterraneo (gravado em 2001, aguarda publicação) com obras de Boris Papandopulo, Vicente Asencio, Antonio José Martinez Palácio, Joaquín Rodrigo, Carlo Domeniconi e Mario Castelnuovo-Tedesco. Integra desde 2004, juntamente com o guitarrista grego Michalis Kontaxakis, o Duo de guitarras Kontaxakis-Ivanovich. O primeiro CD deste Duo, intitulado Les Deux Amis e gravado pelo produtor Hubert Kappel em Colónia (Alemanha), foi lançado em 2010 pela Editora KSGEXAudio. Em 2005 cria o Festival Internacional Guitarmania em Lisboa do qual é diretor artístico até 2010. É desde 2007, professor de guitarra no Departamento de Música da Universidade de Évora. É doutorado em Música/Musicologia desde Março de 2015.
Gonçalo Gomes Gouveia
Mestre em Direcção Coral pelo Instituto Piaget (Almada), estudou com os maestros Paulo Lourenço, Stephen Coker, Cara Tasher e José Luís Borges Coelho, e especializou-se em arranjos corais de música tradicional portuguesa de Fernando Lopes-Graça e Eurico Carrapatoso. É licenciado em Guitarra pela Escola Superior de Música de Lisboa, tendo ao longo da sua formação estudado com Dejan Ivanović, Piñeiro Nagy e José Diniz (guitarra) e Olga Prats, Fernando Fontes e Nuno Inácio (música de câmara).
Como instrumentista apresentou-se em diversos palcos do país quer como solista quer integrando grupos de música de câmara – destacando-se as formações de quinteto de cordas com guitarra, canto e guitarra, flauta e guitarra e duo e trio de guitarras. Colaborou com a Orquestra Metropolitana de Lisboa sob a direcção do maestro Michael Zilm num programa dedicado a obras de Anton Webern. Participou no projecto Orquestra Portuguesa de Guitarras sob a direcção do maestro Christopher Bochmann. Integra o Trio Orpheus juntamente com Filipa Pinto Ribeiro e Dejan Ivanović.
No âmbito da música vocal, integra o Ensemble VOCT desde 2003 como director artístico e membro fundador, e o Coro Odyssea desde 2006, tendo assumido a direcção artística deste grupo em 2009. É também desde essa data que assume a direcção da Associação Coral Vozes de Lisboa. Desde 2011 faz parte da direcção artística do projecto VOCALIZZE, onde trabalha na formação de jovens maestros no âmbito da direcção coral. Fundou em 2003 o Coro de Câmara de Setúbal, tendo integrado a direcção artística do mesmo até 2006.
Lecciona na Universidade de Évora (Guitarra e Orquestra de Guitarras), no Conservatório Regional de Setúbal (Guitarra e Música de Câmara), onde também assume a função de coordenador do Departamento de Guitarra, e no Conservatório Regional de Palmela (Guitarra e Coro). Leccionou no Instituto Piaget (Almada) entre 2010 e 2013 (Guitarra, Música de Câmara, Técnica de Direcção e Ateliê de Coro).
José Carvalho
Nasceu em Alcácer do Sal. Iniciou os seus estudos musicais na academia de Música e Belas Artes Luísa Tody, em Setúbal.
Ingressou no Conservatório de Música de Lisboa, onde concluiu o curso de Guitarra na classe do professor José Diniz, tendo frequentado também a classe de Música de Câmara do Maestro Fernando Eldoro. Estudou Análise e técnicas de Composição com Carlos Caires e Maria de Lurdes Martins.
Frequentou cursos de aperfeiçoamento e Master Classes de guitarra em Portugal e no estrangeiro com David Russel; Carlos Bonell; Abel Carlevaro; Robert Brightmore; Carlos Barbosa Lima; Robert Aussel e Alberto Ponce.
Tem realizado apresentações públicas, quer em concertos de professores, quer em agrupamentos de música de câmara.
É licenciado e mestre em ensino da Educação Musical pelas Escolas Superiores de Educação de Lisboa e Setúbal, respetivamente.
Presentemente, leciona Educação Musical na Escola D. João I e é professor de Guitarra no Conservatório Regional de Setúbal, desde a sua abertura, em 1988.
Tiago Alexandre
Começou os seus estudos musicais tardiamente, aos 18 anos, no Conservatório Regional do Algarve, sendo aluno de Eudoro Grade. Prosseguiu os estudos na Escola Superior de Música de Lisboa, terminando a licenciatura em 2012. Teve como professor de instrumento António Jorge Gonçalves, e como professores de Música de Câmara Fernando Fontes, Olga Pratz e Nuno Inácio.
Em regime de Masterclass, em Portugal e no estrangeiro, trabalhou com alguns dos nomes fundamentais do panorama guitarrístico a nível mundial: Sérgio Assad, Odair Assad, Michalis Kontaxakis, Dejan Ivanovic, Roland Dyens, Hubert Kappel, Marco Socías, Gaëlle Solal, entre outros.
Iniciou a sua atividade letiva no Conservatório de Música de Olhão em 2008. Entre 2009 e 2010 lecionou na Academia de Música de Orquestra de Tejo (atualmente Conservatório de Lisboa), e em 2011 começou a trabalhar no Conservatório Regional de Setúbal, onde se mantém até à data presente, tendo tido também uma passagem pela Academia dos Amadores de Música de Lisboa.
Para além de explorar a habitual vocação solística do instrumento, a sua carreira performativa tem tido um foco particular na Música de Câmara. Entre outros projetos teve dois Quartetos de Guitarras dedicados à música contemporânea, um Duo de Guitarras com o colega de longa data Mickael Viegas, duos com Flauta, Violino, Canto, Piano, Clarinete e Violoncelo. Teve também participação em projetos interdisciplinares, nomeadamente com Teatro e Dança Contemporânea.
Programa:
– 1.ª parte –
J. S. Bach: Aria BWV 1068 & Badinerie BWV 1067
P. I. Tchaikovsky: Suite Quebra-nozes
– 2.ª parte –
Paulo Bellinati: Baião de Gude
F. Moreno-Torroba: Estampas
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
3 de dezembro, 2024
18h30
Frágua de Amor
29 de Novembro, 2024ArquivoTGR-RTCP,Teatro,2024
Em Tordesilhas assina-se um contrato de casamento entre D. João III e D. Catarina, irmã do poderosíssimo Carlos V, de Espanha. Para comemorar a união, é encomendado teatro a Gil Vicente. Apresenta em Évora a “Tragicomédia da Frágua de Amor”, festa sobre amor e mudança. Peregrinos e romeiros ouvem falar da fama dos reis e de como o amor os juntou. Cupido fugira da mãe Vénus para ajudar D. João III a conquistar o castelo maravilhoso, metáfora de Catarina. Vénus, deusa da música, com lágrimas transformadas em canções, procura o filho. Este inventou uma forja especial (a tal frágua) que prepara Portugal para um novo tempo. É uma máquina movida com a música dos planetas e dos gozos de amor, que transforma quem quiser em algo melhor. Refundir a portuguesa gente, diz-se. Vários se apresentam para a refundição: escravos negros, parvos, pagens, frades. Até a justiça quer ser reformada na frágua. Gil Vicente, pelo teatro, mostra como a justiça tem de ser reformada “para o resto não se perder”. Em 1524, talvez tenha entrado Gil Vicente e um grupo experimentado de companheiros. Aqui, em 2024, uma nova companhia juntou-se, entre os atores d’A Escola da Noite e os músicos d’O Bando de Surunyo, para a festa que tudo transforma em nome do amor.
FICHA TÉCNICA:
Texto Gil Vicente
tradução dos versos em castelhano José Bento
Encenação António Augusto Barros
Direção musical Hugo Sanches
Interpretação Ana Teresa Santos, Carlos Meireles, Igor Lebreaud, Maria Quintelas, Miguel Magalhães, Mónica Camaño, Nuno Meireles, Ricardo Kalash e Sérgio Ramos
Música Eunice Aguiar (soprano), Irene Brigitte (soprano), Patrícia Silveira (alto), Carlos Meireles (tenor), Sérgio Ramos (baixo), Hugo Sanches (alaúde e guitarra), Xurxo Varela (viola da gamba), Carlos Sánchez (corneta e flauta) e Rita Rodríguez (flauta)
Cenografia João Mendes Ribeiro e Luisa Bebiano
Figurinos e adereços Ana Rosa Assunção
Desenho de luz Danilo Pinto
Assistência de encenação Ana Teresa Santos, Igor Lebreaud, Miguel Magalhães
Assistência de direção musical Carlos Meireles
Assistência dramatúrgica Nuno Meireles
Coprodução: A Escola da Noite , O Bando de Surunyo, Artway, Centro Dramático de Évora, Centro Dramático Galego, Teatro Académico de Gil Vicente, Teatro Nacional São João no âmbito da Rede de Teatros e Cine-Teatros Portugueses
Parceria com o LIPA – Laboratório de Investigação e Práticas Artísticas da Universidade de Coimbra
A Escola da Noite e a Artway são estruturas financiadas pela Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura. A Escola da Noite conta com o apoio do Município de Coimbra.
Teatro Garcia de Resende
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Frágoa de Amor: encontro com António Augusto Barros
27 de Novembro, 2024ArquivoCENDREV,Imprensa
António Augusto Barros encena em Novembro de 2024 a Frágoa de Amor, de Gil Vicente, com estreia em Coimbra e circulação por Évora. Este é um texto raramente levado à cena, e que se apresenta agora no contexto de um processo de trabalho onde texto e música (direcção musical de Hugo Sanches) se interligam e descobrem mutuamente. A legibilidade cénica deste texto de Gil Vicente reencontra neste trabalho os filamentos do seu contexto originário (texto, música e contexto da representação eborense em 1524 ou 1525, «na festa do desposório» de D. João III com D. Catarina), e neles alicerça as razões artísticas, de investigação e de criação que presidem à sua representação hoje.
O encontro entre António Augusto Barros e os alunos da licenciatura em Teatro da Universidade de Évora visa potenciar a partilha dos desafios com que o projecto confrontou o encenador, as vias por ele abertas no processo de criação cénica, nomeadamente pela aproximação à investigação musicológica, e as relações deste projecto com outras etapas da sua já longa experiência de encenação de textos de Gil Vicente. O encontro é aberto, naturalmente, a todos os interessados.
Encontro organizado no contexto da UC História do Teatro Português, da Licenciatura em Teatro, Departamento de Artes Cénicas, Escola de Artes da Universidade de Évora, em parceria com o CENDREV/TGR.
Moderação
José Alberto Ferreira (DAC – U. Évora)

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
Quarta-feira, 27 de novembro, 2024
15h00





