SONS NO SALÃO: Peregrinação Beethoven
6 de Maio, 2025ArquivoTGR-RTCP,Música,2025
O João Roiz Ensemble junta-se ao músico e musicólogo Alexandre Delgado para a construção da “Peregrinação Beethoven 2025-2027”, focando o facto de em 2027 se assinalarem os 200 anos da morte de L. v. Beethoven (1770-1827), ocasião que constitui um importantíssimo marco para a celebração da vida e obra do compositor, e da sua contribuição para o espírito humanista europeu.
Para esta Peregrinação, o João Roiz Ensemble interpretará a obra completa de música de câmara do compositor durante 2025, 2026 e 2027, numa rede nacional de Teatros, Festivais de Música, Fundações e Municípios, permitindo aos públicos alargados conhecer de forma aprofundada a música de Beethoven e o seu significado para a humanidade, numa caminhada espiritual e artística conjunta.
Para nos conduzir através do mundo de Beethoven, teremos Alexandre Delgado, que irá comentar todos os concertos em permanente diálogo com o público, permitindo a este uma compreensão mais aprofundada da contextualização histórica, estética e analítica das obras em escuta.
João Roiz Ensemble:
Vasken Fermanian, violino
João Mendes, violino
João Pedro Delgado, viola de arco
Ricardo Mota, violoncelo
Alexandre Delgado, violetista e musicólogo convidado
João Roiz Ensemble
Desde a sua criação em 2014, o João Roiz Ensemble tem-se apresentado em preenchidas temporadas e inúmeros programas, num âmbito de valorização nacional de públicos, bem como numa interacção permanente com o património edificado, em colaboração com diversos solistas como António Rosado, Dejan Ivanovic, Carlos Alves, Filipe Quaresma, Carisa Marcelino, Miguel Carvalhinho, Pedro Ladeira, Saul Picado, João Crisóstomo, Marina Pacheco, Natalia Riabova, Luísa Tender, entre outros. Os seus concertos são frequentemente transmitidos pela RTP – Antena 2. Os repertórios do Ensemble abrangem a grande literatura camerística universal, desde a segunda metade do séc. XVIII até aos dias de hoje, centrando-se principalmente nas obras canónicas para quarteto e quinteto. A este percurso, vem juntar-se uma vontade de diversificação estética e de fomento reflexivo de nova criação, que tem resultado na encomenda e estreia de obras de compositores portugueses, tais como Nuno Corte-Real, Alexandre Delgado, Fernando Lapa, Luís Tinoco, César Viana, Tiago Derriça, Eduardo Patriarca, Anne Victorino de Almeida, Sara Carvalho, entre outros, em diálogo com a realidade territorial em que o Ensemble exerce a sua actividade artística. Desta dinâmica constante entre o aprofundamento da forma e a exploração das suas fronteiras, entre o cânone sistematizado e a reflexão inovadora sobre o mesmo, entre o local e o universal, entre o olhar territorial e a perspectiva do horizonte, nasceram já três discos.
Peregrinação Beethoven 2025-2027
“Beethoven: os tesouros escondidos”
- V. Beethoven (1770-1827)
Quinteto de Cordas em Dó menor, op. 104
– allegro
– andante cantabile con variazioni
– minuetto: quase allegro
– finale: prestissimo
Quinteto de Cordas em Dó Maior, op. 29
– allegro moderato
– adagio molto espressivo
– scherzo: allegro
– presto
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
6 de maio, 2025
18h30
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Ópera : As sombras de uma azinheira
3 de Maio, 2025ArquivoTGR-RTCP,Música,2025
As sombras de uma azinheira é uma ópera em três actos, num total de 12 cenas. O libreto é da autoria de Eduarda Freitas, baseado no romance homónimo de Álvaro Laborinho Lúcio, a música é composta por Amílcar Vasques Dias. A encenação está a cargo de Mário João Alves, é levada à cena pelo quinteto Ritornello, com direção musical de António Ramos. Os solistas são Tânia Ralha e André Henriques e conta ainda com a participação de Hugo Brito como o homem da rádio (violinista-narrador).
Com três personagens em cena, a ópera “As sombras de uma azinheira” percorre 51 anos desde o dia 25 de abril de 1974. Com uma estrutura que nos permite viajar no tempo, somos confrontados com as estórias pessoais das personagens que, na verdade, são completamente influenciadas pela história de um país – Portugal.
A noite de 25 de abril de 1974 é o ponto de partida para esta ópera que nos dá a conhecer Catarina, João Aurélio e Honório. Entre eles, tantas outras vidas são tocadas, testemunhadas, ou simplesmente intuídas.
Catarina apresenta-se com um desgosto do tamanho da sua vida: o próprio nome e o dia em que nasceu. A revolução e o seu aniversário estão intimamente ligados mas desligados de Catarina. O dia é apenas mais uma data que a incomoda.
João Aurélio, homem de cravo vermelho, guarda o passado como aquele dia preso na memória eternamente por concretizar. E procura alcançar a loucura, mais do que a vida.
Honório tenta a reconciliação com o presente de Catarina e João Aurélio, tentando sempre relembrá-los dessa tal utopia que faz com que o mundo se mova.
Muitas vezes num registo mais introspectivo, “As sombras de uma azinheira” é uma ópera que nos faz mergulhar nas nossas convicções, que questiona a liberdade, as normas, e que nos confronta com as amarras do passado.
Uma obra que intercala música, história e emoção, que passeia pelas complexas camadas da identidade e da memória, com uma forte reflexão sobre a liberdade, o passado e os anseios de um futuro que nunca chega completamente.
No final, como no início, há uma pergunta que ecoa ao longo de toda a obra: afinal, qual é o peso do nosso nome?
Diretor Musical: António Ramos
Compositor: Amílcar Vasques – Dias
Encenador: Mário João Alves
Libreto: Eduarda Freitas
Músicos:
Cantores: Tânia Ralha e André Henriques
Violinos: António Ramos, Clara Dias e Hugo Brito;
Viola: Diana Antunes,
Violoncelo: Rogério Peixinho,
Contrabaixo: Júlia Miranda
Autor do Livro de Base do Libreto: Álvaro Laborinho Lúcio
Produção: Ritornello.ac
Teatro Garcia de Resende
3 de maio, 2025
21h30
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
VER&APRENDER: O Rapazinho de Carvão
27 de Abril, 2025ArquivoTGR-RTCP,Aprender,Marionetas,2025
Numa pequena aldeia no Japão, um velho ferreiro depara-se com a dificuldade de produzir ferramentas eficientes para conseguir trabalhar a terra dura da região, uma vez que a temperatura do fogo tem que ser muito elevada. Misteriosamente, durante vários dias, surgem troncos de árvores à sua porta. Mais tarde, o velhote veio a descobrir que foi um rapazinho que os trouxe, aconselhando-o:
“Faça carvão com esta lenha, o fogo fica mais forte.”
Os camponeses da aldeia ficaram muito felizes com esta descoberta. Posteriormente, o velhote veio a descobrir como é que o rapazinho arranjou toda aquela madeira e fica encantado…
Um conto tradicional que nos mostra a espiritualidade e a sabedoria ancestral da vida rural japonesa.
“Nasci em Yamagata, uma terra com muita neve e de pessoas fortes, que é também a cidade natal da minha mãe. O meu pai nasceu numa região próxima, por isso sou filha de duas pessoas do Norte: de poucas palavras mas muito resilientes.
Os meus avós paternos trabalhavam as pedras dos túmulos, e por isso tive acesso aos templos e às cerimónias fúnebres ainda muito pequena. Era natural para mim refletir sobre o mistério da vida, imaginar-me viva e morta, sentir as diferentes energias das pessoas e os rituais que realizavam com o intuito de estabilizar ou dar continuidade a estas energias…
o teatro de sombras é muito importante para mim porque torna bem clara esta polaridade de energias. No princípio tudo está escuro e vazio. Depois através da luz, passando por imagens que transmitem uma determinada energia, começam a nascer os personagens e as suas histórias. Imaginar, desenhar, recortar e manobrar estes personagens manualmente é muito importante para mim, sinto que me ajuda a encher com energia algo que estava previamente vazio.“
Beniko Tanaka
Mais informação: benikotanaka.com/portfolio/rapazinho-de-carvao
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
27 e 28 de abril, 11h00
2025
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Monda com a Orquestra de Câmara da GNR
23 de Abril, 2025ArquivoTGR-RTCP,Música,2025
Os MONDA iniciaram em 2022, a construção e produção de arranjos para Orquestra e Banda Filarmónica. Um desejo forte deste colectivo que ganhou força no presente ano através de algumas colaborações e solicitações que chegaram aos Monda. Esta iniciativa exalta o trabalho desenvolvido ao longo dos anos da existência deste trio, despoletando desta forma novas tendências e enquadramentos na interpretação e “desconstrução” do Cante Alentejano. Através de uma visão abrangente, com sonoridades próprias que cada um dos elementos traz para o colectivo, constrói-se uma oportunidade de trazer a palco um espetáculo diferenciador, juntamente com uma das melhores formações orquestrais do país, nomeadamente aquelas representadas pelos elementos da Guarda Nacional Republicana, que integram a ORQUESTRA DE CÂMARA DA GNR. Este espectáculo proporcionará aos músicos e intérpretes, mas sobretudo ao público, uma nova viagem, capaz de nos levar e transcender pela calorosa música com raiz no Alentejo.
Concerto organizado pelas União das Freguesias da Malagueira e Horta das Figueiras, Freguesia da Senhora da Saúde e Bacelo e União de Freguesias de Évora
Os bilhetes para este espetáculo só estarão disponíveis na bilheteira local (TGR)
Teatro Garcia de Resende
23 de abril, 2025
21h30
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
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Telefone: 266 703 112
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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
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Residência - Era uma vez uma linha de fronteira
22 de Abril, 2025ArquivoTGR-RTCP,Aprender,Multidisciplinar,2025
“Era uma vez uma linha de fronteira, aqueles que a cruzaram e o porquê de o terem feito” é uma proposta de criação que procura abordar, sob uma premissa renovada e à luz das ocorrências mundiais dos últimos anos, a questão dos trânsitos migratórios.
O processo de criação que conciliará as linguagens do teatro e movimento, alavancará dois níveis: uma abordagem histórica concreta, a partir de fontes que retratem a realidade portuguesa de “fuga” e procura de melhores condições de vida no exterior (mormente nos trânsitos ocorridos nos anos 60 e 70, para a Europa), em período de ditadura, mas igualmente outros momentos de partida e (por vezes) regresso, como para o Brasil e o que à época se consideravam colónias, com os seus impactos na sociedade que permanecia. Uma outra valência, centra-se na intervenção direta e pessoal, num Portugal que acolhe e se renova, no que é desde sempre uma das matrizes do território (desde o período de domínio árabe e transcurso moçárabe da Idade Média), atualmente visível na migração dos países da CPLP (mormente Brasil) e Europa de Leste, mas igualmente nas comunidades orientais, sobretudo da China, Índia, Paquistão e Nepal.
A narrativa final, dramatúrgica, assumirá os dois âmbitos num salto temporal e territorial contínuo. O que é migrar e porquê? Quem o fez? A escolha da zona raiana portuguesa, como ponto inicial de desenvolvimento do projeto, passa igualmente pela caracterização da realidade das partidas “a salto”, não descurando que muito do que é partir, por vezes sem mais do que sonhos ou necessidades, ocorre pelas circunstâncias que se impõem, mais do que por escolhas deliberadas. Cruzar fronteiras foi, no Portugal que quase esquece isso três quartos de século depois, a diferença entre viver ou sobreviver. “Era uma vez (…)” é também e em parte, a mala de Walter Benjamin, que ninguém sabe o que continha, ou a razão de nunca a ter abandonado.
Equipa Artística (em definição):
Patrick Murys, Sofia Moura, Dennis Xavier, Pepa Macua, Rui Macário Ribeiro, Inês de Carvalho;
Financiamento: DGArtes – Ministério da Cultura, Républica Portuguesa
Coprodução: Teatro Municipal da Guarda, CENDREV, Teatro-Cine de Pombal
Mais informações: mochosnotelhado.pt
Sala Estúdio do Teatro Garcia de Resende
22 a 24 de abril, 2025
* Participação limitada
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Autos da Revolução
21 de Abril, 2025ArquivoCENDREV,Teatro,2024,2025
É o próprio Lobo Antunes que diz: “Não consigo conceber uma história onde as personagens não tenham carne”. Por isso é que as suas criaturas romanescas se encarnam tão naturalmente sobre um palco. Hoje, para falar da Revolução quarenta * anos depois e na situação dramática em que Portugal se encontra, pareceu-me imperativo convocar a linguagem e as imagens interiores deste imenso escritor, sabemos que apenas nos apoiando em poetas rebeldes podemos dar conta dum mundo que mete medo. António Lobo Antunes, ao dirigir o seu olhar para o passado, recusa-se a contribuir para a edificação duma lenda dourada do 25 de Abril. As personagens que cria nos romances que colocam a Revolução como tela de fundo não são nenhuns heróis, mas pessoas comuns, cheias de contradições, que levam uma vida anónima nas margens dos acontecimentos históricos. O espetáculo propõe os relatos cruzados de diferentes personagens: um operário carregador de mudanças, um empregado de escritório militante maoista, uma camponesa explorada numa Quinta, uma burguesa caridosa e um dono de empresas. Cada um recorda o seu 25 de Abril e conta o que sucedeu com ele. Desta confrontação nascem, por certo, perguntas inevitáveis com o andar do tempo e à luz da fervura que sacode o país atualmente.
Pierre-Étienne Heymann (2014) *
“Não podemos deixar fechar as portas que Abril abriu”
Como é sabido, o projeto teatral criado em Évora em janeiro de 1975 é, naturalmente, filho legítimo da revolução portuguesa. Daí que, quando o Ministério da Cultura nos lançou o desafio para integrar a programação das celebrações dos cinquenta anos do 25 de Abril, surgiu de imediato a ideia de voltar, mais uma vez, aos textos de António Lobo Antunes. Estes tinham resultado já num primeiro espetáculo em 2004 e numa segunda abordagem, em 2014, numa parceria do CENDREV com a ACTA – Companhia de Teatro do Algarve, ambos os projetos com dramaturgia e direção do nosso amigo Pierre-Étienne Heymann – homem de teatro, profundamente conhecedor da obra deste autor que se debruçou sobre a revolução portuguesa em várias das suas obras.
Convocámos este painel de personagens, desenhados pela poética e perspicácia de Lobo Antunes, para confrontar o público com um conjunto de olhares e inquietações sobre esses acontecimentos que transformaram profundamente a vida do povo português.
Com a Revolução de Abril, não foi conquistada apenas a liberdade e a democracia política, criaram-se também condições para notáveis avanços civilizacionais que hoje estão a ser profundamente delapidados. Sendo o teatro um espaço privilegiado de encontro e reflexão dos homens, este acontecimento maior da nossa História não podia deixar de constituir matéria do nosso trabalho.
CENDREV (2024)
Prólogo e epílogo (A partitura) de Auto dos Danados (1985) e Conhecimento do inferno (1980); Abílio e Militante de Fado Alexandrino (1983); Sofia, Filha do caseiro, Banqueiro de O Manual dos Inquisidores (1996) (Publicações Dom Quixote).
Canções:
El dia que me quieres (Carlos Gardel/Alfredo Le Pera)
Fadinho da prostituta da rua de Santo António da Glória (A.L. Antunes/Vitorino)
Fado Alexandrino (popular)
Espetáculo acompanhado da exposição itenerante LIBERDADE! LIBERDADE! A REVOLUÇÃO NO TEATRO
Integrado nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.
FICHA TÉCNICA:
Autor: António Lobo Antunes | Seleção de textos e dramaturgia: Pierre-Étienne Heymann | Direção: Gil Salgueiro Nave e José Russo | Interpretação: Ana Meira, Carolina Pequito, Ivo Luz, Jorge Baião, José Russo e Mariana Ramos Correia | Direção musical: Gil Salgueiro Nave | Execução musical: Mariana Ramos Correia | Iluminação: António Rebocho | Espaço cénico, figurinos e adereços: CENDREV | Comunicação: Helena Estanislau | Fotografia e vídeo: Carolina Lecoq | Direção de produção e Gestão financeira: Cláudia Silvano | Programação e circulação: Patrícia Hortinhas | Costureira: Adozinda Cunha | Design gráfico: Alexandra Mariano | Apoio técnico: Beatriz Sousa e Fabrísio Canifa | Colaboração da equipa do TGR: Ana Duarte, Carlos Mavioso, Margarida Mouro, Miguel Madeira, Sílvia Rosado e Tomé Baixinho | Distribuição: Vítor Fialho | Limpeza: Fernanda Rochinha | Tradução LGP: Associação de Surdos de Évora – Núria Galinha |Agradecimentos: Câmara Municipal de Arraiolos e Câmara Municipal de Évora
Apresentações anteriores:
Teatro da Cerca de São Bernardo, Coimbra
16 de Abril, 19h00. 2025.
Mora
18 de abril, às 21h30. 2025.
Teatro Garcia de Resende, Évora
21 a 26 de abril, 19h00. 2025.
Casa da Música Jorge Peixinho, Montijo
27 de Abril, 16h00. 2025.
Évora
26 de novembro, 19h00. 2024 – Escola Primária do Bairro de Almeirim
Graça do Divor
21 de novembro, 19h00. 2024 – Novo Espaço Recreativo de Nossa Senhora da Graça do Divor (Antigo Lavadouro)
Biblioteca Municipal de Arraiolos
25 de outubro, 2024 – 21h30
26 de outubro, 2024 – 18h00
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.





