SONS NO SALÃO: Fragmentos de uma Revolução

Programa para as celebrações do cinquentenário da Revoluçāo dos Cravos com obras de Ludwig van Beethoven, Dmitri Shostakovitch e música alusiva ao 25 de Abril de 1974.

Tendo recebido vários prémios internacionais, o Trio Jakob é um ensemble com o objetivo de explorar o repertório de trio com piano e uma sonoridade única através da conjunção de três personalidades distintas.
Presentemente residindo nos Países Baixos e provenientes de Portugal e Espanha, o trio é constituído pelo violinista Manuel De Almeida-Ferrer, a violoncelista Carla Peña Romero e o pianista Imanol Casán. Desde a sua fundação em 2014 o trio apresentou-se em festivais e temporadas de concerto internacionais — entre as quais a Fundación Juan March (Madrid), Fringe Festival de Torroella de Montgrí (Espanha), Prisma Poliedric Festival (Itália) e a Stadsgehoorzaal (Leiden) — e é laureado em vários concursos internacionais como o XVI CIM Les Corts (Barcelona), o II Concurso Cambra Románica (Andorra) e a La Follia Nuova International Competition (Itália). O trio foi recipiente do Prémio Champagne Maillard do Concurso Europeu de Música de Câmara FNAPEC (Paris), o terceiro prémio no Concurso Internacional de Música de Câmara Antonio García Abril, e o segundo prémio na edição de 2021 do concurso de música de câmara das Juventudes Musicais de Espanha.
O Trio Jakob foi o primeiro trio com piano a integrar a Nederlands Strijkkwartet Akademie NSKA, onde trabalha regularmente com o seu líder artístico, Marc Danel, assim como outros músicos convidados, entre os quais Luc-Marie Aguera, Simone Gramaglia e Alexander Pavlovsky. Formam também parte da academia ProQuartet em Paris, e participam regularmente nos encontros anuais de música de câmara da Juventudes Musicais Internacionais da Alemanha em Weikersheim, com uma bolsa completa da JMI-Deutschland assim como conta com o apoio da fundação holandesa Stichting Young Notables.

 

A história da humanidade é uma história de revolução. Compreender os grandes saltos no desenvolvimento humano tem de passar pelo estudo de momentos revolucionários. Celebrar Abril é celebrar as revoluções aos ombros das quais a Revolução dos Cravos se encontra.
A função, ou talvez o fardo, de grandes artistas é a de cristalizar os impulsos revolucionários do seu momento histórico numa linguagem unificadora e que possa ser compreendida por todos. A forma de compreender movimentos revolucionários passados, presentes e futuros — esses verdadeiros motores de mudança e progresso que fazem décadas acontecerem em meras semanas — tem, portanto, de passar por perceber a arte que os acompanhou.
Não haverá provavelmente compositores mais capazes de encapsular um verdadeiro espírito revolucionário e um perspicaz tom político do que Ludwig van Beethoven e Dmitri Shostakovitch. O primeiro viveu durante o longo desenrolar da Revolução Francesa, a ascensão de Napoleão e a sua eventual derrota. O segundo, filho da Revolução de Outubro, sobreviveu a um dos seus momentos mais negros momentos durante o cerco de Leningrado pelas mãos da invasão nazi-fascista, tornando-se eventualmente um dos mais reconhecidos compositores da União Soviética. A música ambos, com as suas características mais individuais, não é apenas capaz de capturar a vontade revolucionária dos seus tempos mas também de criar um diálogo contínuo através do tempo e do espaço, um diálogo que rompe as especificidades dos seus próprios momentos históricos e se torna, através da justaposição da sua música, uma narrativa de uma eterna centelha revolucionária. Nas palavras do filho de Shostakovitch, Maxim, grandes artistas “não escrevem sobre esta guerra ou aquela revolução, mas sobre Guerra e Revolução em geral, o estado da mente e as emoções, não os factos.”

Este programa, que inclui o Trio No. 5 em Ré Maior de Beethoven, o Trio No. 2 em mi menor de Shostakovich, assim como uma seleção de música portuguesa alusiva à Revolução de Abril de 1974, cria um espaço para que este diálogo aconteça, permitindo ao público explorar as semelhanças, diferenças e, acima de tudo, o contínuo caminho traçado por estes momentos na história das revoluções, esperando que a sua intemporalidade ressoe exatamente da forma que Shostakovitch insistia que a música devesse sempre soar: “a verdadeira música é sempre revolucionária, pois cimenta as fileiras do povo; ela une-as e lidera-as avante.”

 

Trio Jakob:

Manuel De Almeida-Ferrer, violino
Carla Peña Romero, violoncelo
Imanol Casán, piano

 

 

Teatro Garcia de Resende

2 de abril, 2024

18h30

 

Bilhetes na BOL


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2024

Arte é Paz

Cada pessoa é única e, ao mesmo tempo, como qualquer outra. O nosso aspeto exterior é diferente do de toda a gente, e isso é bom e está bem, mas há também algo em cada um de nós que pertence exclusivamente a cada indivíduo – e que é essa pessoa isoladamente. Podemos chamar-lhe o espírito, ou a alma. Ou então podemos não o rotular com palavras, de todo.

Mas ao mesmo tempo que não somos parecidos uns com os outros, também somos todos parecidos. As pessoas de todas as partes do mundo somos fundamentalmente semelhantes, independentemente da língua que falamos, da cor de pele e da cor de cabelo que temos.

Isto pode ser uma espécie de paradoxo: que sejamos completamente parecidos e totalmente diferentes ao mesmo tempo. Talvez uma pessoa seja intrinsecamente paradoxal, na sua ligação entre corpo e alma – Nós abarcamos tanto a existência mais tangível e terra-a-terra, como também algo que transcende estes limites terrenos e materiais.

A arte, a arte boa, organiza-se de forma maravilhosa para combinar aquilo que é totalmente único com aquilo que é universal. Ao fazê-lo, a arte atravessa as barreiras entre línguas, regiões e países. Congrega não apenas as qualidades individuais de cada pessoa mas também, noutro sentido, as caraterísticas individuais de cada grupo de pessoas, por exemplo, de cada nação.

A arte faz isto não através da equalização das diferenças, tornando tudo igual mas, pelo contrário, mostrando-nos aquilo que é diferente de nós mesmos, o que nos é alheio ou estrangeiro. Toda a arte boa contém precisamente isso: algo que é alheio, algo que não conseguimos compreender completamente e que, mesmo assim e ao mesmo tempo, compreendemos de certa forma. Ela contém um mistério, por assim dizer. Algo que nos fascina e nos leva para além dos nossos limites e, ao fazê-lo, a arte cria uma transcendência que toda a arte tem de conter e para a qual ela tem de nos levar.

Não conheço melhor forma de juntar os opostos. É a abordagem exatamente oposta de todas os conflitos violentos que vemos no mundo com demasiada frequência, a mesma que indulta a tentação destrutiva de aniquilar tudo o que é estrangeiro, tudo o que é único e diferente, frequentemente através da utilização das invenções mais desumanas que a tecnologia já pôs à nossa disposição. Há terrorismo no mundo. Há guerra. Porque também temos um lado animalesco, instigado pelo instinto de experienciarmos o outro, o estrangeiro, mais como uma ameaça à nossa existência, do que como um mistério fascinante.

É assim que a autenticidade – aquelas diferenças que todos podemos ver – desaparecem, deixando atrás de si uma mesmice coletiva para a qual tudo o que é diferente é visto como uma ameaça que tem de ser erradicada. Aquilo que é visto de fora como uma diferença, por exemplo na religião ou na ideologia política, torna-se algo que precisa ser derrotado e destruído.

A guerra é a batalha contra aquilo que está profundamente no nosso íntimo: algo único. E é também a batalha contra a arte, contra aquilo que está profundamente no íntimo de toda a arte.

Tenho mencionado a arte em geral, e não o teatro ou a dramaturgia em particular, mas isso é porque, como já disse, toda a arte boa, no fundo, orbita sobre a mesma ideia: pegar naquilo que é totalmente único, totalmente específico, e torná-lo universal. Unindo o particular com o universal através de formas de o expressar artisticamente: sem eliminar a sua especificidade e deixando brilhar claramente aquilo que é estrangeiro e não familiar.

A guerra e a arte são opostas, tal como a guerra e a paz são opostas – é tão simples quanto isto. Arte é paz.

 

Traduzido por: Ricardo Simões | Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana / PORTUGAL


Concerto de Páscoa : Orquestra Metropolitana de Lisboa

Orquestra Metropolitana de Lisboa
Ensemble de Trompetes Almost6

J. Haydn “As Sete Últimas Palavras de Cristo”

Fanfarras para ensemble de trompetes de G. Jacob, S. Charrinho, Satie, Roussel, Joubert, Stravinsky, Bantock, Britten e Falla.

Nesta Semana Santa, a Orquestra Metropolitana de Lisboa interpreta uma obra evocativa do drama da morte de Cristo. Carregada de simbolismo, é uma narrativa que, para lá do cerimonial religioso, ajuda a melhor perceber a cultura e a mentalidade no Ocidente. Composta em 1787, As Sete Últimas Palavras de Cristo de Joseph Haydn expressa emoções extremas, comoções limite que obrigam a um questionamento sobre a nossa forma de estar no Mundo e na Vida. Em alternância, soarão pelo espaço fanfarras diversas tocadas pelas trompetes do grupo Almost6.

A Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML) é pedra angular de um projeto que se estende além do formato habitual de uma orquestra clássica. Quando se apresentou pela primeira vez em público, no Mosteiro dos Jerónimos a 10 de junho de 1992, anunciou o propósito de fazer confluir as missões artística, pedagógica e cívica por intermédio de uma gestão otimizada de recursos e uma visão ampla e integrada de todas as vertentes do fenómeno musical.

 

Maestro: Pedro Neves

 

Teatro Garcia de Resende

29 de março, 2024

19h00

 

Bilhetes na BOL


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

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ARTHE - Arquivar o Teatro: produzindo um Guia de Práticas Arquivísticas em Artes performativas

28 de março – O CENDREV acolhe no Teatro Garcia de Resende a 3⁠ª Jornada do projeto ARTHE – Arquivar o Teatro que reunirá a equipa de investigadores, as companhias parceiras, os consultores, os parceiros institucionais e convidados para a apresentação de uma primeira proposta visando a elaboração do Guia de Práticas Arquivísticas em Artes performativas que será um dos resultados do projeto. A Jornada decorrerá entre as 10h e as 17h30.

Depois da elaboração, aplicação, validação e análise de um questionário preparado para identificar a situação dos arquivos das 18 companhias parceiras, é o momento de identificar as necessidades sentidas pelas companhias e às quais as práticas de arquivo pensadas a partir das artes performativas podem responder. Haverá que colher o contributo da ciência arquivística e cruzá-lo quer com as especificidades dos materiais das estruturas de criação – sem descurar tipologias várias da organicidade dos seus arquivos – quer com os usos que esses materiais e agentes propõem nas suas atividades de criação e conservação.

Iremos então apresentar uma proposta ainda em aberto para que o trabalho concreto a realizar na Jornada possa acontecer para prosseguirmos devidamente informados até à produção de um guia que poderá servir estruturas com longo historial de produção de arquivo, assim como estruturas mais recentes que aplicam, a essa produção, ações enquadradas por diferentes modalidades de gestão e de criação artística.

Este trabalho é financiado por fundos nacionais através da FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P. no âmbito do projeto PTDC/ART-PER/1651/2021

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

28 de março, 2024

10h00 – 17h30

 

* Entradas condicionadas pelo projeto para participantes das sessões anteriores.


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


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Dia Mundial do Teatro 2024

O Dia Mundial do Teatro foi um dia de celebração no Teatro Garcia de Resende. A cerimónia iniciou com a habitual leitura da mensagem do Instituto Internacional de Teatro, este ano da autoria do dramaturgo e escritor Jon Fosse.
Uma plateia cheia assistiu a mais uma apresentação de 𝐓𝐞𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐚̀𝐬 𝐓𝐫𝐞̂𝐬 𝐏𝐚𝐧𝐜𝐚𝐝𝐚𝐬, a primeira criação do 𝐂𝐄𝐍𝐃𝐑𝐄𝐕 de 2024. Em cena de 14 a 24 de março, com a maioria das sessões esgotadas, este espetáculo para toda a família foi um verdadeiro sucesso, visto por quase duas mil pessoas.
𝐓𝐞𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐚̀𝐬 𝐓𝐫𝐞̂𝐬 𝐏𝐚𝐧𝐜𝐚𝐝𝐚𝐬 é um original de António Torrado, do qual são apresentadas três peças, com encenação de Jorge Baião. “Serafim e Malacueco na Corte do Rei Escama”, “As Três Abóboras” e “Os Quatro Pés do Trono” são três dos textos que podem ser encontrados no livro ‘Teatro às Três Pancadas’, obra incluída no plano nacional de leitura. Em Teatro às Três Pancadas uma trupe de saltimbancos caminha de terra em terra para apresentar o seu espetáculo, onde música transforma o caminho em festa. Na carroça que puxam, transportam um mundo imaginário, onde não faltam reis, piratas, ilhas, guardas, palácios, magos, cortesãos, mendigos, camponeses… e “o prazer irresistível de inventar o Teatro”.
De seguida teve lugar o 𝐁𝐚𝐢𝐥𝐞 𝐋𝐢𝐭𝐞𝐫𝐚́𝐫𝐢𝐨, uma organização conjunta do CENDREV e da COSMOGAMA.
O dramaturgo Fabrice Melquiot, diretor do projeto Cosmogama escreveu uma história em oito episódios a partir de uma playlist de oito músicas. Com uma restrição adicional: cada episódio da série terminava com o título da música seguinte na playlist. Seis atores entregaram as suas palavras e a playlist ao público, convidando-o a ouvir atentamente os textos e a dançar sem constrangimentos ao som das canções. O Baile Literário foi uma hora e meia de febre literária e festiva, um espetáculo único, efémero e sempre eufórico que não desapontou o público presente.
FICHA TÉCNICA:
TEATRO ÀS TRÊS PANCADAS:
Autor: António Torrado | Interpretação: Beatriz Sousa, Fabrisio Canifa, Ivo Luz, Luís Bonito e Maria Marrafa | Encenação: Jorge Baião | Cenário, figurinos e adereços: Filipa Malva | Música e ambiente sonoro: António Bexiga | Desenho de luz: António Rebocho | Operação luz e som: Beatriz Sousa | Tradução LGP: Associação de Surdos de Évora – Núria Galinha | Fotografia e vídeo: Carolina Lecoq | Design gráfico: Alexandra Mariano | Execução de figurinos: Adozinda Cunha e Eliana Valentine | Execução de cenário: Serralharia Pedro & Pegacho, Lda e Tomé Baixinho | Apoio execução de adereços e cenário: Coletivo de atores | Comunicação: Helena Estanislau | Direção técnica: António Rebocho | Direção de produção: Cláudia Silvano | Produção executiva e direção de cena: Beatriz Sousa | Programação e Produção em digressão: Patrícia Hortinhas | Apoio administrativo: Inês Guerra | Apoio técnico da equipa do TGR: Ana Duarte, Carlos Mavioso, Margarida Mouro, Miguel Madeira, Paulo Carocho e Tomé Baixinho | Distribuição: Vítor Fialho | Limpeza: Fernanda Rochinha | Estágio do Curso Profissional de Artes do espetáculo do Agrupamento de Escolas dos Templários de Tomar: Daniela Santos | Agradecimentos: Câmara Municipal de Évora, Centro de Recursos do Património Cultural Imaterial Municipal, Do Imaginário – Associação Cultural, José Baltazar, Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba e Sol Luz.
BAILE LITERÁRIO
Organização companhia COSMOGAMA | Direção de Fabrice Melquiot
Interpretação: Ana Meira, Ivo Luz, Jorge Baião, Luís Bonito, Maria Marrafa e Rosário Gonzaga.
Teatro Garcia de Resende



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Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
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Ver&Aprender : Aerograma Liberdade

Os aerogramas, alcunhados de “bate-estradas”, eram um dos meios de correspondência mais utilizados entre os militares e as famílias durante a Guerra Colonial. Os aerogramas eram transportados e fornecidos gratuitamente aos militares e às suas famílias. Estima-se que tenham sido impressos mais de 300 milhões.

Este espetáculo carta em forma de concerto, e com recurso a imagens ilustradas projetadas, constitui-se como um projeto de memória em que através da leitura de aerogramas ficcionados, vamos a dar a conhecer a história de uma família que é também a história do Portugal da década de 60/70 até ao 25 de Abril de 1974.

 

Ficha Artística:

Ideia e conceção: Catarina Moura, Luís Pedro Madeira e Ricardo Correia | Textos dos aerogramas: Ricardo Correia  | Músicos: Catarina Moura – Voz; Luís Pedro Madeira – guitarra elétrica, guitarra clássica; Quiné Teles – Kalimba, balafon, caixa popular, adufe e bombo; Ricardo Grácio – viola beiroa, viola campaniça e flauta transversal | Narração vozes: Cláudia Carvalho, Miguel Moura Madeira e Ricardo Correia | Ilustrações e animações: Cátia Vidinhas| Edição de Vídeo: Luís Pedro Madeira | Desenho de Luz: Guilherme Pompeu

 

Teatro Garcia de Resende

24 de março, 11h00.
25 de março, 11h00 e 15h00

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Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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