Gestos que Lembram Abril
11 de Junho, 2024ArquivoTGR-RTCP,Música,2024
A democracia, uma conquista com apenas 50 anos, tem demonstrado muitos sinais de fragilidade em Portugal e no mundo, expressos no crescimento da narrativa de extrema-direita, numa descrença política generalizada e nas crises, até agora sem resolução, como a da habitação ou a da desigualdade social.
‘Gestos Que Lembram Abril’ é um projeto educativo não-formal que propõe a construção de uma memória histórica coletiva, apresentando a linha cronológica que levou à Revolução do 25 de Abril e à implementação da Democracia. O projeto promove o conhecimento de músicas de resistência ao Estado Novo em formato de concertos, gerando uma oportunidade de refletir sobre os acontecimentos sócio-políticos que levaram à escrita das canções. Das 10 canções trazidas, bastiões dos ideais revolucionários, foram votadas 5 de forma democrática e representativa, para serem aprendidas e interpretadas pelo grupo de coro, guiado por um maestro de soundpainting.
O projeto integra jovens ouvintes e surdos, sendo acompanhado pela equipa de intérpretes de Língua Gestual da escola, ensinando todas as pessoas participantes a interpretar várias frases das canções e da narração. Lança-se então o desafio de abraçar diferentes formas de comunicar: a música, o canto, a língua gestual e o soundpainting.
FICHA TÉCNICA
Direção Artística e Produção: Vera Marques | Músicos/as: André Viegas, Mariana Ramos Correia, Nuno Cintrão, Tozé Bexiga, Vera Marques (Puçanga) | Coro: Adriana Rocha, Afonso Calisto, António Cardoso, António Mendoza, Arthur Antunes, Bruno Rolo, Bruno Rosmaninho, Catarina Borges, Constança Rodrigues, Daniel Monginho, Duarte Peneirol, Érica Cominho, Fabiana Agostinho, Filipa Murteira, Francisco Marques, Gonçalo Varela, Inês Amador, Inês Azevedo, Ionut Belostecinic, João Carvalho, João Simona, Jorge Quionda, Laurinia Andrade, Luís Cabeça, Madalena Oliveira, Margarida Botas, Margarida Soares, Maria Palma, Martim Inocêncio, Matilde Couto, Matilde Ribeiro, Maria Rita Tanganho, Pedro Almeida, Rafaela Prates, Rafaela Santos Silvério, Rita Dores, Rodrigo Família, Rodrigo Silva, Salvador Louro, Sandro Barão Martins, Soraia Santos, Tatiana Coelho, Tomé Pereira | Fotografia e Audiovisual: Mark Angelo Harrison | Arranjos: André Viegas, Mariana Ramos Correia, Nuno Cintrão, Tozé Bexiga, Vera Marques (Puçanga) | Diretor Técnico (Som): Manuel Chambel | Técnicos de Som: Ivan Basilio, Pedro Moreira, Yoann Crochet | Apoios: Arte Pela Democracia – uma iniciativa da Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril em parceria com a Direção-Geral das Artes; Escola Básica Manuel Ferreira Patrício; Freguesia da Malagueira e Horta das Figueiras; A Bela Associação
Teatro Garcia de Resende
11 de junho, 2024
18h30
Evento gratuito
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
A Cidade e as Serras (Não é Eça)
6 de Junho, 2024ArquivoTGR-RTCP,Teatro,2024
Terras de Sol Posto é uma aldeia no meio das serras onde Idalécio e Amândio são os únicos habitantes. Tratam das ovelhas, na realidade é só uma, pois as outras foram para a cidade em busca de uma vida melhor. Amândio é dono de uma oficina de automóveis e dinamiza uma rádio local, única ligação das aldeias enterradas no vale e onde o sinal de telemóvel e de televisão não chega.
Um dia chega às Terras de Sol Posto um empreendedor, com o objetivo de apresentar uma candidatura a fundos europeus para a criação de um lar de terceira idade na aldeia, que parece finalmente sair do marasmo e entrar diretamente no século XXI. No entanto, no dia seguinte, regressa à terra uma estudante empreendedora, com a intenção de criar uma mina de lítio no local, prometendo não o século XXI, mas sim, saltar diretamente para o século XXII. Face ao inusitado interesse nas riquezas da região, chega por fim a comunicação social para dar eco aos sucessos das Terras de Sol Posto e ao futuro risonho que os espera.
Cocriação: Teatro do Montemuro e Teatro da Palmilha Dentada
Texto e Encenação: Ricardo Alves
Cenografia e figurinos: Sandra Neves
Música: Carlos Adolfo
Interpretação: Abel Duarte, Cristiana Sousa, Eduardo Correia, Ivo Bastos, Paulo Duarte, Rodrigo Santos
Desenho de Luz: Paulo Duarte
Direção de Cena: Abel Duarte
Direção Técnica: Dário Pais, Vasco Mósa
Assistência à construção de cenários e figurinos: Carlos Cal, Maria Conceição Almeida
Produção: Abel Duarte, Helena Fortuna, Sofia Macedo
Assistência à Produção e Comunicação: Joana Miranda
Foto de Cena: Júlio Eme
Coprodução: Teatro Viriato
Estruturas financiadas pela República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes
Largo do Chão das Covas, Évora
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
SONS NO SALÃO: Terra da Saudade
4 de Junho, 2024ArquivoTGR-RTCP,Música,2024
”Saudade” é um sentimento muito português. Mas a saudade não se resume à nostalgia do país perdido, ou à recordação dos tempos da juventude. Na arte pode ser também a referência a estilos antigos. Este recital percorre as várias facetas da saudade, desde a melancolia existencial do fado até às memórias de infância, passando pela visita aos estilos e géneros musicais do passado.
Diana Botelho Vieira nasceu na ilha de São Miguel, Açores, em 1984. Tem-se apresentado em recitais de piano, de música de câmara, contos musicais, e a solo com orquestra em vários países, como Portugal, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Estados Unidos da América, e América do Sul. Foi laureada no Prémio Jovens Músicos (RDP – Antena 2) na categoria Piano, recebeu o Búzio Revelação (Expresso das 9) e o Prémio Cultura (Correio dos Açores). Participou nos documentários Bravo e Portugueses pelo mundo: Chicago. Lançou dois álbuns com música de Sérgio Azevedo, e gravou mais três, que serão lançados em breve. Fez os seus estudos no Conservatório Regional de Ponta Delgada, na Academia Nacional Superior de Orquestra (Metropolitana), Chicago College of Performing Arts (Roosevelt University), e Escola Superior de Música de Lisboa.
Diana Botelho Vieira – Piano.
Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende
4 de junho, 2024
18h30
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
OPERA: Felizmente Há Luar!
1 de Junho, 2024ArquivoTGR-RTCP,Música,2024
Quando o saudoso Joaquim Benite encenou a minha ópera “A Rainha Louca”, em 2011, lançou-me um desafio: queria que eu compusesse uma ópera sobre o meu avô, Humberto Delgado. Mas eu disse-lhe que não era capaz, por ser um assunto demasiado pessoal. (Literalmente: eu tinha cinco meses de gestação quando a minha mãe soube que o pai dela tinha sido assassinado.)
Em 2022, o maestro Osvaldo Ferreira lançou-me outro desafio: compor uma ópera sobre o 25 de Abril. Também fiquei de pé atrás, desta vez por achar o tema pouco operático e por não querer compor para uma comemoração oficial. Mas lembrei-me de uma peça que podia fazer todo o sentido: “Felizmente Há Luar”. Uma peça sobre a figura histórica do general Gomes Freire, condenado à morte em 1817, nos últimos estertores do regime absolutista.
Publicado em 1961, o texto de Luís de Sttau Monteiro era uma metáfora tão evidente do Estado Novo sacudido pelas eleições de 1958, que até os obtusos censores salazaristas a perceberam. Proibida, a peça só pôde ser representada em Portugal depois da revolução.
E foi assim que esses dois temas, que antes recusei, me vieram parar às mãos de forma metafórica. Que é como quem diz: operática.
Alexandre Delgado
A Orquestra Filarmónica Portuguesa já se apresentou em praticamente todo o território nacional, com algumas das mais importantes obras do repertório sinfónico e grandes solistas internacionais, destacando-se os concertos regulares no CCB, Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, Altice Arena (somos orquestra associada desta sala) e Campo Pequeno, em Lisboa, Coliseu do Porto, Casa da Música, Salão Árabe do Palácio da Bolsa, Jardins de Serralves e Museu Romântico, no Porto, Europarque (Santa Maria da Feira), Theatro Circo (Braga), Convento S. Francisco (Coimbra), Teatro Sá de Miranda (Viana do Castelo), Teatro Municipal de Bragança, Teatro Viriato (Viseu), Teatro Municipal da Guarda, Centro de Congressos de Santarém, Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra), Teatro das Figuras (Faro), Teatro TEMPO (Portimão), Teatro Aveirense (Aveiro), Auditório de Olhão, Centro Cultural do Arade (Lagoa) e participação anual na maioria dos principais festivais de música nacionais.
A OFP tem apoiado de forma consistente os jovens solistas nacionais e já encomendou e estreou 15 obras de autores nacionais e internacionais com destaque para o apoio às jovens compositoras nacionais Ana Seara, Anne Vitorino d ́Almeida, Fátima Fonte, Ana Ataíde Magalhães, Camila Salomé Menino, Sara Ross e ainda Carlos Azevedo, Alexandre Delgado, Luís Tinoco, Rafael Diaz e Nuno Guedes Campos.
Vai estrear nos próximos dois anos quatro grandes obras sinfónicas, um bailado e uma ópera na celebração dos 50 anos do 25 de Abril.
Fundada em maio de 2016, a Orquestra Filarmónica Portuguesa é amplamente reconhecida, pelo público e pela crítica, como uma das melhores orquestras sinfónicas nacionais. Os elevados padrões de qualidade e de exigência impressos desde a sua génese, levam-na a integrar um conjunto de músicos de elevado nível técnico e artístico das mais variadas nacionalidades, como sejam instrumentistas premiados em concursos nacionais e internacionais, ex-integrantes da Orquestra Jovem da União Europeia e músicos estrangeiros residentes em Portugal.
A Orquestra Filarmónica Portuguesa conta com a Direção Artística do maestro Osvaldo Ferreira, fundador do projeto e um dos mais representativos chefes de orquestra nacionais da atualidade.
ORQUESTRA FILARMÓNICA PORTUGUESA
FICHA ARTÍSTICA
Música e Libreto – Alexandre Delgado
Encenação – Allex Aguillera
Cenografia, caracterização e figurinos- Nuno Esteves “Blue”
Desenho de luz – Manuel Abrantes
Direção de Cena – Bernardo Lorga
Orquestra Filarmónica Portuguesa – direção artística, Osvaldo Ferreira
Coro Proarte – direção musical, Filipa Palhares
Preparador vocal e correpetidor – Pedro Lopes
ELENCO
Sílvia Sequeira, soprano – Matilde Melo
Carlos Guilherme, tenor – Principal Sousa
André Henriques, barítono – Bersdford e Antigo Soldado
Christian Lujan, baixo/barítono – António de Sousa Falcão
Tiago Amado Gomes, barítono – João Miguel Forjaz
Raquel Mendes, soprano – Mulher do povo
Pedro Cruz, tenor – Vicente
Osvaldo Ferreira – direção musical
FICHA TÉCNICA
Diretor de produção – André Cunha Leal – Proarte
Apoio à produção OFP
Maestro assistente – André Lousada
Stage manager – Paulo Alves
Produção artística – Carolina Frederico
Comemoração 50º aniversário do 25 de Abril.
Projeto apoiado pela DGartes, através dos concursos plurianuais de apoio à criação da OFP
Teatro Garcia de Resende
1 de junho, 2024
21h30
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Ver&Aprender: Era uma Tela em Branco
26 de Maio, 2024ArquivoTGR-RTCP,Aprender,Dança,2024
Eles acordam numa enorme tela em branco e descobrem que não estão sozinhos.
O que existe para além deste branco?
Embarcando numa viagem exploratória por território desconhecido, eles experimentam diferentes emoções ao serem confrontados com cores, sons e texturas. Começam a surgir questões. “Será que o amor e a raiva têm a mesma cor? Porque é que eu visto azul se gosto mais de cor-de-rosa?” Sem recurso à palavra e num cruzamento entre a dança tradicional e a dança contemporânea, eles procuram a diferença entre o “eu” e o “outro”.
Temáticas como a igualdade de género, a desconstrução de estereótipos e a diversidade dos afetos são abordadas ao longo do espetáculo, adaptadas a um público infantil.
Ficha Artística:
Uma criação de Ana Silvestre e Márcio Pereira
Sonoplastia: Mara
Produção PédeXumbo
Teatro Garcia de Resende
26 de maio, 11h00.
27 de maio, 11h00 e 15h00
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.
Limites
10 de Maio, 2024ArquivoTGR-RTCP,Teatro,2024
A criação “Limites” nasceu de um convite da Companhia romena Centrul de Teatru Educational
Replika ao TdA para ser seu parceiro juntamente com a Companhia grega Modernoi Kairoi no
programa CREA – Cultura 2021. O projeto consiste na criação de três diferentes encenações da
peça romena Limites em cada uma das línguas dos parceiros.
“Limites” é um espetáculo sobre a escola onde ninguém parece encontrar o seu lugar ou direção. O tema da Educação assume particular pertinência atendendo à relevância das questões da Educação e das alterações de paradigma do papel dos intervenientes no ambiente escolar e do próprio ensino e da forma de transmissão de conhecimentos.
Espetáculo com 7 personagens e uma só atriz, que aborda a escola e a educação.
Para a documentação artística desta peça foram entrevistados na Roménia dezenas de professores e professoras do ensino secundário, bem como inspetores e inspetoras escolares e representantes das instituições que desempenham um papel decisivo no sistema educativo romeno. Em Portugal, foram realizadas entrevistas e foram acompanhadas as atuais reivindicações e lutas dos professores. Assim, procurou-se apresentar as realidades educativas com que nos deparamos enquanto sociedade, juntamente com os complexos vínculos entre professores, crianças e pais.
FICHA TÉCNICA:
Texto: Mihaela Michailov e Radu Apostol | Tradução: Mick Greer e Graça Margarido |
Encenação: Radu Apostol | Interpretação: Elsa Valentim | Cenografia: José Manuel Castanheira |
Figurinos: Dino Alves | Música: Rui Rebelo | Voz: Mafalda Evaristo | Desenho de Luz: Aurélio
Vasques | Adereços: Pedro Antunes | Fotografia: José Frade | Vídeo: José Ricardo Lopes |
Design Gráfico: João Rodrigues | Consultoria de Comunicação/Assessoria de Imprensa: Sofia
Peralta | Assistente de cena e contra-regra: Nérika Amaral / Mafalda Evaristo | Montagem e
Operação: Gi Carvalho| Direção de Produção: Daniela Sampaio | Produção Executiva: Gabriela
Frade.
Produção: Teatro dos Aloés 2023.
Teatro Garcia de Resende
10 de maio, 2024.
19h00
A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.
O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.
Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.
Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com
Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.





