E_27 : Academia do Vagar | Geografias do Sul

A Academia do Vagar é um espaço de reflexão e diálogo que promove mensalmente conferências internacionais, encontros, conversas e workshops. Com curadoria de Jacinto Lageira, é uma iniciativa que coloca o VAGAR no centro de uma nova proposta de futuro para a Europa e o mundo.

Esta sessão intitulada de “Geografias do Sul” contará com a participação de Ana Barbosa, Jorge Araújo e Rui Ladeiras, com moderação de Ana Paula Amendoeira.

 

Saiba mais na página oficial da E_27

 

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

26 de fevereiro, 2026

18h00

 

Entrada gratuita.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro


Saltimbanco. Onde há sonho, há caminho

Saltimbanco é um musical inspirado em Dom Bosco, sobre juventude, sonhos e amizade, numa viagem rumo a Valdocco.
Saltimbanco é um musical inspirado em factos da vida de Dom Bosco, que celebra o sonho, a juventude e o poder transformador do caminho partilhado.
A história acompanha Lucca, um rapaz criativo e inquieto que parte numa viagem rumo a Valdocco, guiado pela enigmática Maria Argentina. Pelo caminho, encontra outras personagens em busca de um lugar onde possam ser aceites, formando um grupo unido pela amizade, pela música e pela esperança.
Um espetáculo que nos lembra que onde há um sonho, há sempre um caminho — e que o mais bonito do caminho é quem nos acompanha.

 

FICHA ARTÍSTICA:
Direção artística: Matilde Trocado
Produção: Fundação Salesianos
Interpretação: Alice Jesus, Alma Raptopoulos, Carminho Peralta, Clara Ramos, Daniela Bravo, Diogo Marques, Henrique Brito, José Maria Castro, Leonor Madeira, Madalena Bartolo, Madalena Pinheiro da Silva, Maria da Graça Veloso, Maria Francisca Ribeiro, Maria Francisca Aragão Pinto, Maria Palma, Maria Isabel Vasconcelos, Maria Pratas Silva, Mariana Ribeiro, Marta Bello, Sofia Rebocho, Joana Neves, Laura Barahona, Mariana Amoreirinha

 

Teatro Garcia de Resende

21 e 22 de fevereiro, 2026

dia 21 às 21h00
dia 22 às 16h00

 

Bilhetes na BOL


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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Musicálogos II 2026

MUSICÁLOGOS Capote Música | 5º ciclo | janeiro, fevereiro e abril de 2026, Évora

Os MUSICÁLOGOS são encontros únicos onde a criação acontece em tempo real. Dois compositores de diferentes percursos e universos musicais – um local e outro de outra região – são convidados para um processo criativo colaborativo, de exploração e partilha de ideias e linguagens, sem saberem previamente com quem irão emparelhar.
É nesse território de risco, de entrega e descoberta, que os MUSICÁLOGOS ganham forma: dois dias de residência artística onde o desconhecido se torna processo. Cada dupla escolhe o seu rumo – pelo improviso, pela reinterpretação mútua ou pela composição de raiz. Não há fórmula, apenas a liberdade de explorar técnicas, partilhar instintos criativos e descobrir caminhos em conjunto.
O que nasce desses dois dias é partilhado num terceiro momento: uma apresentação pública onde música e conversa se entrelaçam, mediada por um anfitrião que guia o público pelos caminhos de experimentação musical percorridos em residência.
MUSICÁLOGOS são um espaço de escuta privilegiada, onde se assiste ao nascimento de novas possibilidades sonoras e a processos criativos ainda em ebulição.

Joana Negrão, cantora, letrista e instrumentista, tem desenvolvido uma carreira que cruza investigação e criação artística. Tem-se dedicado ao estudo do património imaterial português, com particular foco na música tradicional de raíz oral, frequentemente invisibilizada. Essa pesquisa tem vindo a alimentar os seus projetos musicais, nos quais a dimensão ritual, feminina e coletiva das canções populares ocupa um lugar central.
Depois de quase duas décadas a explorar o património musical português em projetos como Dazkarieh e Seiva, Joana Negrão apresenta-se agora como “A Cantadeira”, um novo trabalho a solo onde a tradição oral ganha centralidade e profundidade através da experimentação vocal. Em “A Cantadeira” a artista dá um novo passo, construindo peças sonoras com base exclusivamente na voz,
gravada em tempo real e sobreposta em camadas. O resultado é um corpo musical orgânico denso, em que a voz se transforma em ritmo, harmonia e textura. O disco de estreia “Tecelã”, lançado em Maio de 2024, foi bem recebido pela crítica – distinguido como “Disco Antena 1” e com destaque em rankings internacionais da world music. “A Cantadeira” marca uma viragem simbólica ao recentrar a voz como elemento primordial de criação e transmissão. Com este projeto, Joana apresentou-se no Festival da Canção em 2025, levando para o palco uma proposta enraizada na tradição, mas com uma linguagem contemporânea – uma síntese que tem pautado todo o seu percurso.

TIM é um dos maiores heróis da música portuguesa e não apenas pela sua posição de vocalista da mais duradoura máquina rock do nosso país, os Xutos & Pontapés, mas também porque há muito é uma voz defensora dessa nobre arte de escrever e cantar na nossa própria língua. Nesse sentido, ofereceu ao imaginário português e ao cancioneiro nacional inúmeras pérolas que fazem,
verdadeiramente, parte da nossa cultura. A sua voz e personalidade marcaram igualmente outras aventuras, como os Resistência, que continuam a dar cartas no presente, ou Rio Grande cujo “Postal dos Correios” se tornou outro momento clássico a que imediatamente se associa a voz de Tim.
Além dos projetos colaborativos, Tim foi desenvolvendo uma rica carreira a solo a partir da edição em 1999 do álbum Olhos Meus.

 

ficha artística e técnica MUSICÁLOGOS 2026

Conceito e produção – Capote Música
Programação – Rita Piteira e Alexandre Tavares
Produção e comunicação – Rita Piteira
Design – Alexandre Tavares
Moderação apresentação pública – Tiago Castro
Som – Fernando Mendes
Vídeo – Anna França e Rogério Almeida/Depois das Cinco
Fotografia – André Cruz
Interpretação para Língua Gestual Portuguesa – Sandra Cavaco
Coprodução – Cendrev – Centro Dramático de Évora, Teatro Garcia de Resende
parceria – União de Freguesias do Centro Histórico de Évora
Apoio – República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto | DGARTES – Direção-Geral das
Artes, Câmara Municipal de Évora
Apoio media – Antena 3 e Rádio Diana FM

 

 

Mais informação: Capote Música

 

 

Teatro Garcia de Resende

12 e 13 de fevereiro, 2026 – Residência artística
14 de fevereiro – Apresentação pública às 21h30

 

Bilhetes na BOL

* Participação limitada


A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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SALÃO: Teatro Universitário

Como espaço de livre-pensamento que é, o conceito do Salão evolui por conta própria. Com isto ganha outras formas, tornando-se num espaço de discussão propício à criação de massa crítica. Sabendo disto, mantemos a busca deste Salão utópico.
Procuramos um “SALÃO” que seja um lugar do outro lado do espelho.
Em 2023 avançámos com uma organização diferente. Percebendo que este espaço de pensamento só faz sentido estando vivo, ativo e em evolução, decidimos uma vez mais repensar e reorganizar a forma de agir neste projeto.
Com cognome de “Movimento Disruptivo” a quarta edição do “Salão” ganhou dinâmicas de questionamento ativo. Para isso, olhámos para o mundo que nos rodeia e selecionaram-se cinco temas que nos surgiram como fraturantes e motivadores de pensamento, distribuídos por em quatro sessões ao longo do ano.

O SALÃO regressa este ano com mais conversas abertas a promover alguma efervescência de reflexão sobre a esfera das artes e da cultura.

Esta sessão será dedicada ao TEATRO UNIVERSITÁRIO e contará com a presença de Ana Telles professora e diretora da Escola das Artes da Universidade de Évora e Paulo Roque, ator, encenador, profissional das artes cénicas, formado na Escola das Artes da Universidade de Évora.

A sessão tem transmissão online em direto através da página do Facebook.

 

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

11 de fevereiro, 2026

18h30

 

Entrada gratuita.

Reserva na BOL.


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

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Ciclo Deslocar: Música e Migrações - África

Música e Migrações é o mote que pauteia a atividade do Quarteto Lopes-Graça nos últimos anos.

Parte de uma premissa tão simples como frontal: as Migrações, enquanto movimentos de pessoas propiciadores do contacto profícuo entre culturas, não são um facto a lamentar, nem um fenómeno a tolerar – são um processo a celebrar. Celebrar as Migrações, no pressuposto de que a diversidade étnico-racial e o diálogo intercultural são um desígnio inelutável a prosseguir pelos agentes culturais.

Celebramos as Migrações através da nossa linguagem, verdadeiramente universal – a Música.

O QLG vem demonstrando, ao longo dos seus já 20 anos de atividade, uma particular avidez multicultural, promovendo a música portuguesa além fronteiras e trazendo para “casa” criações oriundas de geografias menos comuns no roteiro internacional da música de câmara.

Anos anteriores levaram-nos a abraçar a música e a identidade dos Balcãs e da América do Sul.

Chegou agora o tempo de rumar a África, mais particularmente a Moçambique, onde nos espera em Maio uma digressão cheia de emoção e desafios – tocar música autóctone, com encomenda de uma obra original ao compositor Estêvão Chissano; partilhar o palco com outro músico moçambicano, o percussionista Aldovino Munguambe; trabalhar com os jovens do projeto Xiquitsi, uma iniciativa Kulungwana que visa a inserção social, bem como a capacitação profissional por intermédio do ensino coletivo da Música, iniciando assim, a formação da primeira Orquestra Clássica em Moçambique, dirigida pela maestrina Eldevina Materula.

Para esta viagem desenvolveremos programas repletos de novas sonoridades, a par da música de matriz autoral portuguesa que sempre nos acompanha.

Esses alinhamentos constituirão, também , o essencial da programação que levaremos a várias salas nacionais

Num tempo de radicalismos crescentes, diabolizadores do Outro e da Diferença, o projeto Música e Migrações visa representar um ato de júbilo artístico celebratório da diversidade que caracteriza o humano.

 

Quarteto Lopes-Graça

O Quarteto Lopes-Graça, uma das formações de referência da música de câmara portuguesa, celebrou em 2025 duas décadas de carreira, com digressões internacionais, estreias de obras e colaborações com artistas de renome.

 

Aldovino Munguambe – percussões
QUARTETO LOPES-GRAÇA
Eliot Lawson, Luís Pacheco Cunha – violinos
Isabel Pimentel – violeta
Catherine Strynckx – violoncelo

 

 

Salão Nobre do Teatro Garcia de Resende

4 de fevereiro, 2026

19h00


O tema deste ciclo de programação, “Deslocar”, propõe revisitar e atualizar a herança de encontros, passagens e mestiçagens culturais que moldaram a identidade do Alentejo. Reunindo artistas da diáspora portuguesa e criadores ligados ao território alentejano, este ciclo de concertos convida a refletir sobre as múltiplas dimensões da migração — histórica, social e simbólica.
“Deslocar” afirma-se como um espaço de diálogo entre o local e o global, entre o passado e o presente, onde a arte serve de mediadora para compreender as transformações culturais em curso como um gesto de escuta e partilha que amplia o mapa da cultura portuguesa, ligando Évora e o Alentejo à rede global das diásporas. Ao mesmo tempo, procura deslocar o olhar do público, convidando-o a reconhecer, questionar e valorizar as múltiplas histórias de migração e encontro que continuam a definir este território, contrariando o discurso político vigente e normalizando o olhar sobre as comunidades estrangeiras.

CENDREV 2026


Bilhetes disponíveis na bilheteira do Teatro Garcia de Resende e online em bol.pt.

Contacto da bilheteira:
Telefone: 266 703 112
E-mail: geral @ cendrev.com

Segunda a sexta-feira: das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30
Em dias de espetáculo: abertura duas horas antes do início
Aos sábados e domingos de manhã: abertura uma hora antes do início do espetáculo
Não se efetuam reservas.

facebook.com/cendrev.teatro
instagram.com/cendrev.teatro

A parceria de acolhimento com o CENDREV incluí a delegação de espaços para montagens, ensaios e apresentação. Disponibilização de equipamento e de pessoal técnico, serviços de frente de casa e bilheteira do TGR, bem como apoio na divulgação e comunicação do evento.

O evento é integrado na programação no âmbito da RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses.


Embarcação do Inferno

Co-produção entre CENDREV – Centro Dramático de Évora e A Escola da Noite.

Estreado em 2016 no Teatro Garcia de Resende, com encenação de António Augusto Barros e José Russo, “Embarcação do Inferno” mantém-se em cena até hoje, tendo sido apresentado em mais de 226 sessões. Foi visto por mais de 24 mil espectadores (2025).

A obra de Gil Vicente é uma marca incontornável nos repertórios d’A Escola da Noite e do Cendrev, que partilham o gosto por trabalharem sempre o texto original, ainda que por meio de abordagens cénicas contemporâneas.

No ano em que se assinalaram os 500 anos da primeira apresentação do “Auto de Moralidade da Embarcação do Inferno”, também conhecido como “Auto da Barca do Inferno”, os dois grupos decidiram montar o mais estudado e mais emblemático texto vicentino. As companhias assumem a vontade de celebrar com o público este momento fundador do Teatro português: Gil Vicente não é “apenas” o nosso maior dramaturgo, ele é uma das figuras cimeiras da nossa literatura e da nossa cultura, pese embora o insistente esquecimento a que tem sido votado. À falta de datas precisas de nascimento e morte, é a sua obra que pode e deve ser comemorada, em particular o “Auto da Barca do Inferno”, obra maior da Idade Média europeia.

A peça tem cumprido uma intensa digressão por todo o país (16 localidades, 211 sessões, mais de 22.205 espectadores * ).

As duas companhias convidam assim os espectadores a voltarem a olhar para a peça e a confrontarem-se com tudo o que ela continua a ter para nos oferecer, cinco séculos depois. No texto que escreveu para o programa do espetáculo, o consultor científico do projeto, José Augusto Cardoso Bernardes, salienta: “pela mão qualificada, segura e inventiva da Escola da Noite e do Centro Dramático de Évora, ficamos em condições de problematizar temas de sempre: Morte e Vida, Mal e Bem, Ter e Poder. E, para tal, nem sequer precisamos de sair completamente do século XXI. Com os pés assentes no nosso tempo, bastará alongar o ouvido e apurar a visão para escutar a sensibilidade e a moral de um outro tempo que, afinal, não está ainda tão afastado de nós como pode parecer.”

O espetáculo é co-encenado pelos diretores artísticos das duas companhias – António Augusto Barros e José Russo e conta com um elenco de ambas as companhias. A equipa inclui ainda Ana Rosa Assunção (figurinos e bonecos), João Mendes Ribeiro e Luisa Bebiano (cenografia), António Rebocho (iluminação) e Luís Pedro Madeira (música).

 


 

As duas companhias convidam assim os espectadores a voltarem a olhar para a peça e a confrontarem-se com tudo o que ela continua a ter para nos oferecer, cinco séculos depois. No texto que escreveu para o programa do espectáculo, o consultor científico do projecto, José Augusto Cardoso Bernardes, salienta: “pela mão qualificada, segura e inventiva da Escola da Noite e do Centro Dramático de Évora, ficamos em condições de problematizar temas de sempre: Morte e Vida, Mal e Bem, Ter e Poder. E, para tal, nem sequer precisamos de sair completamente do século XXI. Com os pés assentes no nosso tempo, bastará alongar o ouvido e apurar a visão para escutar a sensibilidade e a moral de um outro tempo que, afinal, não está ainda tão afastado de nós como pode parecer.”

“Embarcação do Inferno” tem percorrido o país, representou Portugal no Festival Internacional de Teatro Clássico de Almagro (ES) e conta com 211 sessões e mais de 22.200 espectadores até ao momento.

 


FICHA TÉCNICA
:

Texto: Gil Vicente | Encenação: António Augusto Barros e José Russo | Interpretação: Ana Meira, Igor Lebreaud, Jorge Baião, José Russo, Maria Marrafa, Miguel Magalhães, Ricardo Kalash, Rosário Gonzaga (os atores Maria João Robalo, Rui Nuno e Sofia Lobo fizeram também parte do elenco) | Cenografia: João Mendes Ribeiro, Luísa Bebiano | Figurinos, bonecos e imagem gráfica: Ana Rosa Assunção | Música: Luís Pedro Madeira | Desenho de luz: António Rebocho | Consultadoria científica: José Augusto Cardoso Bernardes | Consultadoria de esgrima: Henrique Guerra | Assistência de encenação: Sofia Lobo | Direção de montagem: António Rebocho, Rui Valente | Operação de luz e som: António Rebocho, José Diogo | Direção de cena: Miguel Magalhães | Fotografia: Carolina Lecoq, Eduardo Pinto, Paulo Nuno Silva | Construção e Montagem de Cenário: António Rebocho, Carlos Figueiredo, Paulo Carocho, Tomé Antas, Tomé Baixinho | Execução De Figurinos: Maria Do Céu Simões | Produção Executiva: Cláudia Silvano, Pedro Rodrigues | Agradecimentos: Brigada De Intervenção — Exército Português, Cena Lusófona, Companhia De Bombeiros Sapadores De Coimbra, Teatro Dos Estudantes Da Universidade De Coimbra
 

2026

Teatro Garcia de Resende. Évora

13 a 23 de janeiro
Terça a sexta, 11h00 e  15h00

23 de janeiro
Sessão para publico geral às 19h00

 

Teatro da Cerca de São Bernardo, Coimbra

29 de janeiro a 6 de fevereiro 2026
Sessões para escolas: Segunda a sexta 11h00 e 15h00

Número de espectáculos+226


Realizou-se mais uma temporada com o espetáculo, no Teatro Garcia de Resende em Évora de 15 a 19 e 22 a 26 de Janeiro de 2024,.

Sessões para público escolar (9º/10º/11º/12º) às 11h00 e 15h00.

Sessão para público, 20 de janeiro às 19h00

 

Ao todo, foram 16 sessões para escolas e associações de pensionistas e reformados pertencentes aos distritos de Évora e Beja (Évora, Moura, Beringel, Beja, Cuba, Vidigueira, Arraiolos, Reguengos de Monsaraz, Vendas Novas, Alvito, Serpa, S. Manços, Torre de Coelheiros, Boa Fé, Giesteira, Azaruja), contabilizando um total de 1668 espetadores.

Sessão 190 da Embarcação do Inferno, no Teatro da Cerca de S. Bernardo.
Coímbra, 11 de Janeiro de 2023.

Com Rosário Gonzaga, Ricardo Kalash, Jorge Baião, Ana Meira, José Russo, Igor Lebreaud, Miguel Magalhães e Maria Marrafa.

Excerto da edição de 15/11/2016 do programa "Literatura Aqui", da RTP 2


Informações e reservas:
(+351) 266 703 112 | Contacto

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